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Plataforma colaborativa de texto, com ideia de ser um acumulador de materiais diversos para reflexões pretas com ideais pan-africanista / Mulherismo africana atraves do debate pratico sobre a descolonização digital, apropriação tecnologica e afrocentrismo digital. Pontuando a importância da tecnologia para a revolução preta, trazemos uma açãos afirmantiva voltadas aos conhecimentos tradicionais das comunidades pretas reconhecendo com criadores e utilizadores de tecnologias sociais, sobretudo as que fortalecem os fatores comunicacionais para as diversos povos e comunidades tradicionais.

Tecnologias Pretas:

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Afrocentrismo Digital e Apropriação Tecnológica

O Núcleo Gbara Dudu/Centro Cultural Alagbedê – Maranhão é um espaço de convivência pan-africanista com enfoque na apropriação tecnológica e introdução a software livre gnu linux, desmitificando a distancia que foi imposta para o povo e comunidades tradicionais e de matriz africana em diáspora.
Tem como propósito de instrumentalizar e difundir uma utilização crítica da informática e meios tecnológicos. Seguindo os ideais palmarinos e garveista, encontra no pan-africanismo a forma de luta na busca da reapropriação do território digital, descolonização desse formato embranquecido e aprisionador em um mundo proprietário (windows) onde só o ganho capitalizado/Embranquecido está em jogo.

O núcleo Gbara Dudu trabalha o social através do digital desde 2010, baseando na autonomia de forma colaborativa na rede, em diversas partes do País, pensando o território além do geográfico, porque acreditamos que o território tecnológico/digital é um importante meio de ser apropriado pela massa. Povo preto e comunidades tradicionais, descolonizando de uma vez e levando o poder de comunicação livre pra todos os cantos desse mundo preto.

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Tambores como avançadas tecnologias de comunicação

Facilmente podemos entender o “Tambor” como a primeira internet do mundo. Quando os pretos africanos usavam seus instrumentos para se comunicarem entre si e entre vilarejos diferentes, o tambor realizava o papel de rede de comunicação, sendo comparado ao que temos hoje como (wan, lan e man) como são conhecidas os tipos de rede de comunicação das redes de computadores. Os toques podem ser entendidos com as mensagens mandadas de tambores para tambores, os toques que os tambores emanam ecriptografados com a possibilidade que um “decodificador” um mestre ancião ou griot, que faria esse tradução de códigos musicas em linguagens humanas. As informações que ficavam escondidas por traz da mensagem e o povo consegue entender depois de descriptografadas pelos mestres portadores desses conhecimentos, daí podemos ter uma usabilidade de todo os meios humanos por traz dos dados que os tambores nos proporcionam. Dessa forma encontramos uma rede de comunicação sem fio, com capacidade de conectar a comunidade além de tocar a alma do povo que faz parte dessa rede de comunicação, mesmo que só como receptor de todo os dados finais do processo de decodificação. Entender esse processo de comunicação cultural como importante tecnologia social, da forma que suas expressões acontecem sem se desprender das riquezas ancestrais, e atribuir valores reais, que nossas praticas merecem ser entendidas, como algo altamente tecnológica, a parte importante de um território digital, que precisa ser ocupado pelo povo preto, uma vez que nossas praticas estão sendo grilados, no sentido de ser tomados diante das nossas comunidades. O processo de embranquecimento cultural pode ser observado nas praticas maranhense, motivos de alerta para nosso povo.

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Racismo e desigualdade no meio digital

A desigualdade social, também tem feito sua vez no mundo digital. Por exemplo: a população brasileira é de aproximadamente 196,7 milhões e somente 94,2 milhões utiliza a internet, sendo que aproximadamente 125 milhões não tem esse privilegio. Entre os 10% mais pobres, apenas 0,6% tem acesso à Internet; entre os 10% mais ricos, esse número é de 56,3%, diferença descarada. Somente 13,3% do povo preto usam a Internet, duas vezes menos que os brancos que é (28,3%). Os índices de acesso à Internet das Regiões Sul (25,6%) e Sudeste (26,6%) contrastam com os das Regiões Norte (12%) e Nordeste (11,9%). Agora vamos imaginar as comunidades de terreiros, quilombolas, tradicionais como está se dando essa utilização da internet? E os que estão conectados, como estão utilizando? Vamos responder isso juntos!!!

“Vamos fazer um mundo mais do nosso jeito” (Rei Zumbi dos Palmares)

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