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 Incontáveis são os problemas que enfrentaremos na universidade, e quando digo nós, me refiro aos povos dos quais as estruturas da universidade, que nada de universal tem, pensaram em nunca atender. Dai começa nosso problema, esse não foi um lugar e espaço pensado para as minorias, povos, comunidades carentes, negros, indígenas, quilombolas e etc. 
 Desde sua concepção, a academia exerce um prolífero papel de validar as verdades de um povo, justificar atos, e defender a unhas e dentes privilégios dos brancos, ressaltando o lugar de superioridades sobre todos as outras etnias. Diante disso não dá pra pensar em uma mazela do mundo que não tenha sido duramente defendida pelas teorias académicas. 
 
-Sem sobra de duvidas, a universidade terce a verdade do mundo, o ritmo de crescimento, os ideais de escravidão e coloca a civilização de todos os grupos étnicos diferente dos caucasianos como desumanos, incivilizados. Frantz Fannon, no seu preciso livro, pele preta mascara banca, nos faz entender como a partir da linguagem se reproduz esses pretensos caminhos de grandezas, ao nos mostrar como o negro artilhando, tenta a todo custo falar o Frances, deixando de lado seus costumes linguisticos autóctones, tentando com todas as forças ser assimilado no mundo dos brancos. Não precisamos ir longe para perceber as raizes da desigualdade linguistica esta fortemente enraizada nos nossos dias. A universidade tenta nos reprogramar, limpar primeiramente os referenciais psicológicos. Apagar de nossas cabeças a identidade geográfica de nossa matriz é necessário, para antes de mais nada, me apregoar qualquer nacionalidade, qualquer nação que eu deva amar, pra consumar a desapropriação do meu ser. Depois de apagar o vinculo com meu lugar, é muito mais fácil me dominar, apagando meu referencial, não darei trabalho buscando em constante voltar para meu lugar, viro somente, nada mais que uma mão de obra da plantetion. 
+Sem sobra de duvidas, a universidade terce a verdade do mundo, o ritmo de crescimento, os ideais de escravidão e coloca a civilização de todos os grupos étnicos diferente dos caucasianos como desumanos, incivilizados. Frantz Fannon, no seu preciso livro, pele preta mascara banca, nos faz entender como a partir da linguagem se reproduz esses pretensos caminhos de grandezas, ao nos mostrar como o negro artilhando, tenta a todo custo falar o Frances, deixando de lado seus costumes linguisticos autóctones, tentando com todas as forças ser assimilado no mundo dos brancos. Franz Fannon Afirma que: (...) ''Falar uma lingua é assumir um mundo, uma cultura''(...)
+Não precisamos ir longe para perceber as raizes da desigualdade linguistica esta fortemente enraizada nos nossos dias. A universidade tenta nos reprogramar, limpar primeiramente os referenciais psicológicos. Apagar de nossas cabeças a identidade geográfica de nossa matriz é necessário, para antes de mais nada, me apregoar qualquer nacionalidade, qualquer nação que eu deva amar, pra consumar a desapropriação do meu ser. Depois de apagar o vinculo com meu lugar, é muito mais fácil me dominar, apagando meu referencial, não darei trabalho buscando em constante voltar para meu lugar, viro somente, nada mais que uma mão de obra da plantetion. 
 
  universidade, que hoje juramos ocupar e empretecer, tem na sua base, bem firmado por sinal, a localização psicológica eurocêntrica, de forma que em nenhum momento aceitará, qualquer outra base de conhecimento que não seja provinda de seu seio geográfico. Não existirá negociação tranquila, e qualquer tentativa de mostrar o contrário, o seio que, muito bem resolvido de suas ideias, não titubearam de apregoar bem na testa dos que ousarem, um identidade duvidosa de especialista. Acredito que todo bom panafricanisnas nacionalista negro que se preze, em algum momento já foi tachado de essêncialista, o que me leva a querer entender o peso desse termo enquanto seu significado que vem de essência. E sendo a essência mais afirmada nos discursos dos homem brancos que criaram diversas teorias que facilmente nos permitiria chama-los de essêncialistas. a eugenia é um exemplo clássico de essencialismo. e se o que estiver sendo dialogado, não fr a eugenia, esse termo não tem nenhuma valia para apontar africanistas africanologos o exemplo não serve para nós pretos e negros. 
 

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+Incontáveis são os problemas que enfrentaremos na universidade, e quando digo nós, me refiro aos povos dos quais as estruturas da universidade, que nada de universal tem, pensaram em nunca atender. Dai começa nosso problema, esse não foi um lugar e espaço pensado para as minorias, povos, comunidades carentes, negros, indígenas, quilombolas e etc. 
+Desde sua concepção, a academia exerce um prolífero papel de validar as verdades de um povo, justificar atos, e defender a unhas e dentes privilégios dos brancos, ressaltando o lugar de superioridades sobre todos as outras etnias. Diante disso não dá pra pensar em uma mazela do mundo que não tenha sido duramente defendida pelas teorias académicas. 
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+Sem sobra de duvidas, a universidade terce a verdade do mundo, o ritmo de crescimento, os ideais de escravidão e coloca a civilização de todos os grupos étnicos diferente dos caucasianos como desumanos, incivilizados. Frantz Fannon, no seu preciso livro, pele preta mascara banca, nos faz entender como a partir da linguagem se reproduz esses pretensos caminhos de grandezas, ao nos mostrar como o negro artilhando, tenta a todo custo falar o Frances, deixando de lado seus costumes linguisticos autóctones, tentando com todas as forças ser assimilado no mundo dos brancos. Não precisamos ir longe para perceber as raizes da desigualdade linguistica esta fortemente enraizada nos nossos dias. A universidade tenta nos reprogramar, limpar primeiramente os referenciais psicológicos. Apagar de nossas cabeças a identidade geográfica de nossa matriz é necessário, para antes de mais nada, me apregoar qualquer nacionalidade, qualquer nação que eu deva amar, pra consumar a desapropriação do meu ser. Depois de apagar o vinculo com meu lugar, é muito mais fácil me dominar, apagando meu referencial, não darei trabalho buscando em constante voltar para meu lugar, viro somente, nada mais que uma mão de obra da plantetion. 
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+ universidade, que hoje juramos ocupar e empretecer, tem na sua base, bem firmado por sinal, a localização psicológica eurocêntrica, de forma que em nenhum momento aceitará, qualquer outra base de conhecimento que não seja provinda de seu seio geográfico. Não existirá negociação tranquila, e qualquer tentativa de mostrar o contrário, o seio que, muito bem resolvido de suas ideias, não titubearam de apregoar bem na testa dos que ousarem, um identidade duvidosa de especialista. Acredito que todo bom panafricanisnas nacionalista negro que se preze, em algum momento já foi tachado de essêncialista, o que me leva a querer entender o peso desse termo enquanto seu significado que vem de essência. E sendo a essência mais afirmada nos discursos dos homem brancos que criaram diversas teorias que facilmente nos permitiria chama-los de essêncialistas. a eugenia é um exemplo clássico de essencialismo. e se o que estiver sendo dialogado, não fr a eugenia, esse termo não tem nenhuma valia para apontar africanistas africanologos o exemplo não serve para nós pretos e negros. 
+
+Para analisarmos o peso da linguagem, trago aqui o exemplo do processo de colonização e escravização de pessoas africanas no continente americano. Quando, durante o processo escravocrata, separavam pessoas que falavam a mesma língua, afim de dificultar as junções de negros revoltados e assim não facilitar tomadas de fazendas e mortes dos senhores de escravos, que diga-se de passagem era algo bastante corriqueiro no período escravocrata. Muitos foram os navios tomados até mesmo em grande mares onde aconteciam travessias dos grandes cargueiros com negros de diversas etnias e povos, obrigando assim retornarem muitos navios. Quando não eram tomados no meio do mar em viagem, fazendas e capitanias hereditárias inteiras eram tomadas, assim que os navios desembarcaram. 
+
+Pensando nas possíveis revoltas que eram de se esperar quando se trouxeram diversos povos, reinados e por muitos até rainhas. criaram um processo chamado pigdimização, onde faziam esse embaralhamento dos escravizados, afim de dificultar a comunicação. Os primeiros escravizados a chegarem ao brasil por exemplo, foram os arrancados das costa de angola. deixando profundas contribuições em nossas forma de comunicar e falar, diversas são as palavras que estão constantemente sendo faladas no nosso vocabulário. logo depois foram trazidos por escravizados da parte sudoeste africana. disseminado fortemente pelas práticas religiosas tradicionais africanas no Brasil, tem sido de forte influencia no vocabulário e valores filosóficos dos africanos diaspórico no Brasil. 
+

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@@ -0,0 +1 @@
+Salve Mestre Euzamor 

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+++ b/index.mdwn
@@ -74,7 +74,7 @@ Your browser does not support the audio element.
 
 >* [[HORTA COMUNITÁRIA]]
 
->* [[AUTODEFESA]]
+>* [[CAPOERAGEM - AUTODEFESA]]
 
 
 

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--- a/Sobre.mdwn
+++ b/Sobre.mdwn
@@ -13,6 +13,8 @@ Negro, oriundo da periferia, engenheiro civil de formação, seguiu os exemplos
 
 Magno Cruz tinha um coração revolucionário e sua trajetória – sempre coerente, nunca é demais repetir – certamente continua a inspirar as lutas de movimentos sociais num país em que não basta não ser racista: é necessário ser antirracista. Sobretudo quando o presidente da república romantiza trabalho infantil e relativiza trabalho escravo.
 
+Baixe aqui o pdf do material escrito por Magno Cruz intitulado: Viva a Liberdade, A saga heróica da insurreição em Viana, da coleção Negro Cosme. O material em formato em cordel, escrito pelo nosso ilustre e memorável Magno Cruz. 
+[Baixe Aqui](url)
 ###Magno Cruz, presente!
 
 O Gbara Dudu é Centro Cultural que nasce no Maranhão no terreiro Ile Axé Alagbede Olodumare, liderado pela Yalorisa Venina D'Ogum, é um espaço de convivência pan-africanista com enfoque na apropriação tecnológica e introdução a software livre gnu linux, atua na divulgação de métodos e ferramentas afim de minimizar a distancia que foi imposta para o povo e comunidades tradicionais e de matriz africana em diáspora, da soberania da comunicação . Tem como propósito de instrumentalizar e difundir uma utilização crítica da informática e meios tecnológicos. Seguindo os ideais palmarinos e garveista, encontra no pan-africanismo e na afrocentricidade internacional a forma de luta na busca da reapropriação do território digital, descolonização dos formato embranquecido e comercial da comunicação fadadas aos usos impensados de ferramentas do um mundo proprietário (windows) onde só o ganho capitalizado/Embranquecido está em jogo.

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Binary files /dev/null and b/Sobre/vivasliberdade.pdf differ

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+++ b/Sobre.mdwn
@@ -13,7 +13,9 @@ Negro, oriundo da periferia, engenheiro civil de formação, seguiu os exemplos
 
 Magno Cruz tinha um coração revolucionário e sua trajetória – sempre coerente, nunca é demais repetir – certamente continua a inspirar as lutas de movimentos sociais num país em que não basta não ser racista: é necessário ser antirracista. Sobretudo quando o presidente da república romantiza trabalho infantil e relativiza trabalho escravo.
 
-Magno Cruz, presente!O Gbara Dudu éCentro Cultural que nasce no Maranhão no terreiro Ile Axé Alagbede Olodumare, liderado pela Yalorisa Venina D'Ogum, é um espaço de convivência pan-africanista com enfoque na apropriação tecnológica e introdução a software livre gnu linux, atua na divulgação de métodos e ferramentas afim de minimizar a distancia que foi imposta para o povo e comunidades tradicionais e de matriz africana em diáspora, da soberania da comunicação . Tem como propósito de instrumentalizar e difundir uma utilização crítica da informática e meios tecnológicos. Seguindo os ideais palmarinos e garveista, encontra no pan-africanismo e na afrocentricidade internacional a forma de luta na busca da reapropriação do território digital, descolonização dos formato embranquecido e comercial da comunicação fadadas aos usos impensados de ferramentas do um mundo proprietário (windows) onde só o ganho capitalizado/Embranquecido está em jogo.
+###Magno Cruz, presente!
+
+O Gbara Dudu é Centro Cultural que nasce no Maranhão no terreiro Ile Axé Alagbede Olodumare, liderado pela Yalorisa Venina D'Ogum, é um espaço de convivência pan-africanista com enfoque na apropriação tecnológica e introdução a software livre gnu linux, atua na divulgação de métodos e ferramentas afim de minimizar a distancia que foi imposta para o povo e comunidades tradicionais e de matriz africana em diáspora, da soberania da comunicação . Tem como propósito de instrumentalizar e difundir uma utilização crítica da informática e meios tecnológicos. Seguindo os ideais palmarinos e garveista, encontra no pan-africanismo e na afrocentricidade internacional a forma de luta na busca da reapropriação do território digital, descolonização dos formato embranquecido e comercial da comunicação fadadas aos usos impensados de ferramentas do um mundo proprietário (windows) onde só o ganho capitalizado/Embranquecido está em jogo.
 
 ###Sobre o Portal Gbara Dudu 
 

S
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--- a/Sobre.mdwn
+++ b/Sobre.mdwn
@@ -1,6 +1,7 @@
+#MÉMORIAL MAGNO CRUZ 
 
-É necessário seguir os ideais de Magno Cruz
-Por Zema Ribeiro
+###É necessário seguir os ideais de Magno Cruz
+Por: Zema Ribeiro
 
 A Cruz que Magno José carregou a vida inteira, desde o sobrenome, confunde-se com a trajetória dos movimentos sociais do Maranhão, pelo menos desde a abertura democrática.
 
@@ -14,9 +15,11 @@ Magno Cruz tinha um coração revolucionário e sua trajetória – sempre coere
 
 Magno Cruz, presente!O Gbara Dudu éCentro Cultural que nasce no Maranhão no terreiro Ile Axé Alagbede Olodumare, liderado pela Yalorisa Venina D'Ogum, é um espaço de convivência pan-africanista com enfoque na apropriação tecnológica e introdução a software livre gnu linux, atua na divulgação de métodos e ferramentas afim de minimizar a distancia que foi imposta para o povo e comunidades tradicionais e de matriz africana em diáspora, da soberania da comunicação . Tem como propósito de instrumentalizar e difundir uma utilização crítica da informática e meios tecnológicos. Seguindo os ideais palmarinos e garveista, encontra no pan-africanismo e na afrocentricidade internacional a forma de luta na busca da reapropriação do território digital, descolonização dos formato embranquecido e comercial da comunicação fadadas aos usos impensados de ferramentas do um mundo proprietário (windows) onde só o ganho capitalizado/Embranquecido está em jogo.
 
+###Sobre o Portal Gbara Dudu 
+
 O Beco da Cota Cultural é uma iniciativa voluntária de Mil Onilètó Alagbede. Compreende uma séria de ações culturais comunitárias, A ideia surge com a Família Black Panthers de Taekwondo, projeto sem fim lucrativo que desde 2008 tem acolhido jovens e crianças de diversos bairros da cidade de São Luiz do Maranhão. Ao receber graduação no Taekwondo, pensa em uma devolutiva para os seus, na ideia de oferecer aulas do que aprendeu pra crianças de sua comunidade. O projeto cresceu e se estruturou o Beco da Cota Cultural, uma rua outrora exposta a diversas vulnerabilidades e vitima de constantes violência do braço armado do estado. Com um tempo há a necessidade de ampliar o leque de ações, afim de alcançar um objetivo que sempre com seu irmão de outra mãe, o Johnlennon, que é fomenta a real cidadania, negada aos povos de periferia. muitos de seu Bairro por exemplo nunca tinham assistido um filme em um Cinema. logo é criado o projeto CINE QUEBRADA, com o plano de levar Cinema para as comunidades carentes.
 
-Ações desenvolvidas no Beco da Cota Cultural:
+##Ações desenvolvidas no Beco da Cota Cultural:
 
 >>>###Projeto Black Panthers de Taekwondo
 >>>###Projeto Cine Quebrada

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@@ -4,3 +4,4 @@ Bem vindos a nossa lista de podcasts colaborativos gbara dudu.
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@@ -3,3 +3,4 @@ Bem vindos a nossa lista de podcasts colaborativos gbara dudu.
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 Bem vindos a nossa lista de podcasts colaborativos gbara dudu.
 
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-
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 Bem vindos a nossa lista de podcasts colaborativos gbara dudu.
 
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+
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 Bem vindos a nossa lista de podcasts colaborativos gbara dudu.
 
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-
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 Your browser does not support the audio element.
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Binary files /dev/null and b/Mestre_Leonardo_-_O_calor_do_Tambor_de_Crioula_do_Maranha__771__o_da__769___o_tom_a__768___Cultura_Popular.mp3 differ

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+++ "b/APROPRIA\303\207\303\203O_TECNOL\303\223GICA_.mdwn"
@@ -18,7 +18,43 @@ ponto de montagem: /becodacota
 
 https://danielnoethen.de/butt/
 ###Configura;'ao da tvwebCineQuebrada
+Ola Camarada Mil, tudo bem contigo?!
 
+Primeiramente quero me desculpar pela demora em te responder, tava nuns corres nos ultimos tempos por aqui no movimento sindical (ainda to)!
+
+Sobre a TV Web e o canal Cinequebrada, fiz uma mudanças e quero que vc dê uma olhada: http://tv.taina.net.br/cinequebrada/
+
+As informacoes para vc transmitir sao:
+
+Usando o OBS Studio
+(https://obsproject.com/pt-br/download)
+----
+Configuracao dentro da opção Transmissão:
+Servidor: rtmp://fluxo.taina.net.br/live?vhost=source.cinequebrada.ef9896653cf76633b1e8250fca0954b0
+Chave da transmissao: cinequebrada
+
+Obs:
+1) Nas configurações de Saida, coloque 420 Kbps.
+2) Nas configurações de Video, coloque 1280x720 em Resolução de base e Resolução de saída.
+
+
+Usando o Larix Broadcast (Android)
+(https://softvelum.com/larix/) -> baixar em: https://own.taina.net.br/index.php/s/TsJxMJPMXpycTZo
+----
+Configurações->New connection:
+Nome: Cinequebrada
+URL: rtmp://fluxo.taina.net.br/live?vhost=source.cinequebrada.ef9896653cf76633b1e8250fca0954b0/cinequebrada
+
+Obs.:
+1) Não esquecer pressionar o botão "Save"!
+2) Nas configurações de VIDEO, em Video seze, escolha 1280x720 e em Bitrate, coloque 420 Kbps.
+
+Acho que é isso!
+
+Saudações,
+Junior Paixao
+-----
+19.99178-1212
 Last edited 1 month and 5 days ago
 
 

diff --git "a/APROPRIA\303\207\303\203O_TECNOL\303\223GICA_.mdwn" "b/APROPRIA\303\207\303\203O_TECNOL\303\223GICA_.mdwn"
index c90e0fd..01368d0 100644
--- "a/APROPRIA\303\207\303\203O_TECNOL\303\223GICA_.mdwn"
+++ "b/APROPRIA\303\207\303\203O_TECNOL\303\223GICA_.mdwn"
@@ -1,12 +1,12 @@
 anchable ?Discussion Comandos GIT-AENNEX
 
-Git-annex passo a passo
+###Git-annex passo a passo
 
-INSTALAÇÃO DO BEFF-XSS NO GNU LINUX
+###INSTALAÇÃO DO BEFF-XSS NO GNU LINUX
 
 ?Mapas aereo com balão
 
-Informações da Rádio
+###Informações da Rádio
 
 orelha.radiolivre.org:8000
 
@@ -14,9 +14,10 @@ senha: d2livreah68686
 
 ponto de montagem: /becodacota
 
-Endereço para download do app de transmissão
+###Endereço para download do app de transmissão
 
 https://danielnoethen.de/butt/
+###Configura;'ao da tvwebCineQuebrada
 
 Last edited 1 month and 5 days ago
 
@@ -66,4 +67,14 @@ Endereço para download do app de transmissão
 
 https://danielnoethen.de/butt/
 
+O sistema de controle de versão Git pode ser usado para verificar seu site Branchable e fazer as alterações desejadas. Obviamente, você pode usar a interface da Web para modificar seu site, mas trabalhar com um clone git do site permite usar seu editor favorito, trabalhar offline e possuir seus dados. Então, aqui está como:
+
+Instale o git no seu computador, se você ainda não o fez.
+
+Visite a aba "Branchable" do seu site para procurar o comando para cloná-lo através do ssh. Execute esse comando para verificar.
+
+Mas primeiro, clique no link "ssh keys" e, no formulário, adicione as chaves ssh para você e qualquer pessoa que possa se comprometer diretamente com o site. Observe que poder se comprometer diretamente com o site é equivalente a ser um administrador do site - adicione apenas as chaves em que você confia!
+
+Agora você tem um repositório git verificado no seu site. cdno repositório. Edite arquivos. Corra git commite git push. Suas alterações serão exibidas imediatamente na web. Isso é realmente tudo o que existe.
+
 Last edited 1 month and 5 days ago

diff --git "a/HORTA_COMUNIT\303\201RIA.mdwn" "b/HORTA_COMUNIT\303\201RIA.mdwn"
index 0593536..6c56528 100644
--- "a/HORTA_COMUNIT\303\201RIA.mdwn"
+++ "b/HORTA_COMUNIT\303\201RIA.mdwn"
@@ -204,6 +204,20 @@ Na terça feira demos continuidade no trabalho de tratamento das estacas e troca
 
 O dia de quarta feira começou com um pequeno atraso meu, (Mil), seguimos pra o terreno com a missão de tirar mais estacas para cerca, por volta das 6  da manha já estávamos escolhendo as primeiras estacas, essas estavam bem na beira do caminho que nos chamou atenção desde o primeiro dia. No primeiro local tiramos bastantes estacas, contabilizando 11 no total. Depois cortadas e desgalhadas descidimos vevonde o caminho levava. Encontramos diversas frutíferas, como genipapo, graviola e claro muita oliveira, dendezeiros, arrozeiras, canela de velho, jurubeba e etc. Podermos perceber que o caminho já é usado pela comunidade para acessar áreas do terreno. Nessa caminhada percebemos que estávamos localizados logo atrás da horta de mandioca, justo depois do córrego como havia sido dito pelo companheiro Edmilson. Uma área de muitas plantas adultas r uma vasta variedade de frutíferas. Nao chegamos muito longe, mas mapeamos o local como provável busca de estacas para o galinhairo central do projeto Pais. 
 
+Relatório Fevereiro
+
+
+Relatorio Fevereiro
+
+Ainda no finalizar do mes de janeiro toda a equipe do projeto de soberania alimentar  e nutricional "SAN", entre bolsistas e voluntários reunimos-nos para pensar os proximos passos de execussão, planejamento e extratégias de trabalho. Tendo em vista o mês corrente de janeiro, que conforme pode ser visto no relatorio afim, teve um ritmo admiravel e initerrupto de comprometimento dos trabalhos diarios que fizeram ser possivel muitas melhorias nos terreno onde estão sendo colocado empraticas as acoes do projeto. A fazenda marape, nome antigo da localidade, no primeiro mês, foi observada a necessidade de realizar o mapeamento das necessidades a serem supridas ainda em janeiro.
+
+Logo em Janeiro ficou decidido pela equipe otimizar a segurança do primeiro plantio, construindo uma  cerca em torno plantação aimpim e assim seguiriam os trabalhos relacionados a construção da horta baseada em tecnologias sociais afrocentrada relacionada a agroecologia.
+
+Seguindo o conograma estipulado para mês de Fevereiro, construir uma horta organica, após o mapeamento das politicas públicas de agricultura familiar,  etendo observado a ausencia de iniciativas que potencialize o trabalho de pequenos produtores, o estudante bolsista Mil Onilètó, que desenvolveu uma junção de tecnologias sociais agroecologica dialogando com sistema "SAF" (Sistema Agro florestal), arquitetura venacular africana  populamente conhecida como bio-construção, para construções de casas para moradias usando insumos encontrados no terreno, diminuido a quase zero os gastos com construção e métodos de comunicação comunitária baseados em software livre, fugindo das tecnologias proprietarias mainstrens e rede sociais que condiciona usos tendenciosos com fins de construir perfis de consumo,num cenario onde a soberania e autogestão configuram-se como palavra de ordem na construção da vila agroecologica, bio construida, onerando pouco recurso, produzindo nossas proprias politicas públicas de produção de casas, alimentos e comunicação digital. Tendo mapeadasno mês de janeiro, tanto as necessidade e as variedades da flora do terreno, indentificando variedades de vegetações e materiais naturais para reaproveitamento, iniciamos a construção da horta circular, tendo como referência a tecnologia social criada pelo engenheiro agronomo senegales Aly Dyaie, nomeada de (Pais) "Produção Agroecologica integrada e sustentável", integrada por que, alia a criação de animais, que alem de possibilitar uma cultura de criação animais como galinhas e galos que ao mesmo tempo que consomem os materiais descartados dos respectivos policultivos, como produzem adubos para retroalimentar  a plantação.
+
+A proposta começou a ser colocada em prática logo que construimos a cercade proteção, seguindo como plantio de outras variedades de frutifera e outras especies coordenadas pelo bolsista Edmilson, dando início a diversificação das especies, reduzindo assim a acidez do solo e produzindo sobras para pequenas plantas de mandioca e aimpim.
+
+Sendo mapeadas as necessidade futuras para o mês de fevereiro na reunião extrategica, a equipe de trabalho entre bolsistas e voluntários estipularam a preparação do terreno para futura época de chuva, seguindo a lógica cronológica do mês de março como melhor ciclo para produção de alimentos na região, assim como colocar em prática as formações em permacultura e bio-construção, apostando na troca de saberes e fazeres da terra como potênte ferramenta de educação comunitária. A potencialização da agricultura familiar praticada pelos pequenos agricultores da região de São Francisco do Conde e entorno. A agricultura baseada na monocultura é um fator que empobrece o solo ao passo que diminui a produtividade da comunidade, que na sua maioria produz para sobrevivencia e em pequena escala comercializar. Nesse sentido os cursos oferecidos pelo projeto tera esse aspecto de fortalecimento dos laços entre comunidade de pequenos  produtores que também são pescadores artesanais, que ao nivelar as práticas abrem um grande campo de necessidades que podem extrategicamente serem supridas pelo projeto.
 #### Para Enteder o Pais
 
 ###PAIS -  Produção Agroecológica Integrada e Sustentável 

diff --git "a/HORTA_COMUNIT\303\201RIA.mdwn" "b/HORTA_COMUNIT\303\201RIA.mdwn"
index b1c3586..0593536 100644
--- "a/HORTA_COMUNIT\303\201RIA.mdwn"
+++ "b/HORTA_COMUNIT\303\201RIA.mdwn"
@@ -127,7 +127,7 @@ Por princípio a bioconstrução tem um forte ligação com as questões de sust
 
 A bioconstrução é uma tecnologia social africana, e a traves da mesma é possível resgatar valores civilizatórios essenciais para a sobrevivência dos povos africanos em vários canto do mundo, dados estimam que 30 a 60% da população mundial vivam em casas construídas com base em bioconstrução, usando a terra como principal material para o construir suas moradias e quando pensamos na diáspora brasileira a maioria das regiões com exceção de algumas regiões da Amazônia legal, o recurso local mais abundante e tecnicamente propício para se construir nesse territórios é a terra, encontrada no próprio terreno ou nas redondezas. Por todo o território nacional há casas construídas em madeira, pedra, tijolo, taipa de mão, taipa de pilão e adobe que podem ser classificadas como arquitetura vernáculas
 
-Arquitetura vernacular é a que pensa a construção de estruturas de moradias com materiais encontrada no próprio meio ambiente, sendo quase sempre atrelado a uma visão tradicional da arquitetura ou a aquela feita com recursos naturais e técnicas próprias de uma região específica, adequando-se a necessidade e possibilidade material das região onde pensa ser implementada, é possível encontrar modelos de arquitetura como essa em qualquer parte do mundo, cada uma com sua especificidade e muitas das vezes o senso comum a define como primitiva, que não precisa de um arquiteto, sendo construída de forma autônoma e autodidata, estando atrelada a valores hereditários, sendo passados como forma de conhecimento de pais para filhos, como uma ferramenta de subsistência e autopreservação, resolução para necessidade de criarem abrigos para se protegerem de ações da natureza como intempéries ambientais e sinistros climáticos. Quando esse formato de arquitetura é comparada a arquitetura comercial que na sua maioria está atrelado a valores globais de construção de elevado valor, tende a ser desconsiderada ou mesmo desqualificada, uma das razões disso, é o fato de ao optar pela arquitetura vernacular em seus mais diversos formatos, realidade e técnicas, ela se torna algo que pode ser realizado em onerar muitos gastos, e mesmo não obedecendo um padrão estético e comercial que a arquitetura contemporânea. Porem ambas se diferenciam basicamente no valor gasto e na estética. Mas ambas tem suas peculiaridades, hoje diversos teóricos estão se voltando para esses formatos de construir, mesmo tendo sido estudada somente na virada do século XX, diversos estudiosos apontam suas atenções alguns deles são Frank Lloyd e Le Corbusier e buscaram criar inovações a partir desse estilo tradicional. Nos anos setenta, diante do debate sobre a questão ambiental, esse tipo de arquitetura passou a ser associada à sustentabilidade e houve um expressivo aumento no interesse também por parte dos acadêmicos, trazendo a tona as possibilidades de construir com recursos naturais, e por isso estando diretamente ligado a questões de preservação do meio ambiente, atrelando a sensibilidade, simplicidade, melhoramento acústico e térmico tudo isso sem agredir a natureza como as outras propostas comerciais de arquitetura e resgata valores, saberes e fazeres tradicionais. Arquitetura vernacular pode ser dito àquela linguagem arquitetônica das pessoas, com seus ‘dialetos’ étnicos, regionais e local.
+Arquitetura vernacular é a que pensa a construção de estruturas de moradias com materiais encontrada no próprio meio ambiente, sendo quase sempre atrelado a uma visão tradicional da arquitetura ou a aquela feita com recursos naturais e técnicas próprias de uma região específica, adequando-se a necessidade e possibilidade material das região onde pensa ser implementada, é possível encontrar modelos de arquitetura como essa em qualquer parte do mundo, cada uma com sua especificidade e muitas das vezes o senso comum a define como primitiva, que não precisa de um arquiteto, sendo construída de forma autônoma e autodidata, estando atrelada a valores hereditários, sendo passados como forma de conhecimento de pais para filhos, como uma ferramenta de subsistência e autopreservação, resolução para necessidade de criarem abrigos para se protegerem de ações da natureza como intempéries ambientais e sinistros climáticos. Quando esse formato de arquitetura é comparada a arquitetura comercial que na sua maioria está atrelado a valores globais de construção de elevado valor, tende a ser desconsiderada ou mesmo desqualificada, uma das razões disso, é o fato de ao optar pela arquitetura vernacular em seus mais diversos formatos, realidade e técnicas, ela se torna algo que pode ser realizado em onerar muitos gastos, e mesmo não obedecendo um padrão estético e comercial que a arquitetura contemporânea. Porem ambas se diferenciam basicamente no valor gasto e na estética. Mas ambas tem suas peculiaridades, hoje diversos teóricos estão se voltando para esses formatos de construir, mesmo tendo sido estudada somente na virada do século XX, diversos estudiosos apontam suas atenções alguns deles são Frank Lloyd e Le Corbusier e buscaram criar inovações a partir desse estilo tradicional. Nos anos setenta, diante do debate sobre a questão ambiental, esse tipo de arquitetura passou a ser associada à sustentabilidade e houve um expressivo aumento no interesse também por parte dos acadêmicos, trazendo a tona as possibilidades de construir com recursos naturais, e por isso estando diretamente ligado a questões de preservação do meio ambiente, atrelando a sensibilidade, simplicidade, melhoramento acústico e térmico tudo isso sem agredir a natureza como ostas comerciais de arquitetura e resgata valores, saberes e fazeres tradicionais. Arquitetura vernacular pode ser dito àquela linguagem arquitetônica das pessoas, com seus ‘dialetos’ étnicos, regionais e local.
 
 ###4-Metodologia
 
@@ -136,7 +136,41 @@ Arquitetura vernacular é a que pensa a construção de estruturas de moradias c
 •2) Curso de Produção Agroecológica, integrada e sustentável;
 •3)Curso de Apropriação tecnológica e Quilombismo Digital;
 •4)curso de produção de barco e embarcações sustentáveis;
+History Preferences Branchable ?Discussion É necessário seguir os ideais de Magno Cruz Por Zema Ribeiro
 
+A Cruz que Magno José carregou a vida inteira, desde o sobrenome, confunde-se com a trajetória dos movimentos sociais do Maranhão, pelo menos desde a abertura democrática.
+
+Cidadão consciente de sua condição e origem e da necessidade constante de questionar o status quo, Magno Cruz militou no Sindicato dos Urbanitários, no Centro de Cultura Negra do Maranhão e na Sociedade Maranhense de Direitos Humanos, que presidiu em duas ocasiões.
+
+Magno Cruz foi ainda militante pela democratização das comunicações, na Rádio Comunitária Conquista, do Coroado, sem imaginar que num futuro breve – hoje (3) relembramos os nove anos de seu falecimento – o Brasil teria como modus operandi do governo federal as fake news que ajudaram a eleger um neofascista, contra o que, caso ainda entre nós, certamente se insurgiria.
+
+Negro, oriundo da periferia, engenheiro civil de formação, seguiu os exemplos de Zumbi dos Palmares e Negro Cosme na luta por justiça e igualdade social. Direitos humanos, para usar uma expressão tão vilipendiada no trágico Brasil de 2019. Um homem digno e ético, para novamente recorrer a um vocabulário démodé.
+
+Magno Cruz tinha um coração revolucionário e sua trajetória –sempre coerente, nunca é demais repetir – certamente continua a inspirar as lutas de movimentos sociais num país em que não basta não ser racista: é necessário ser antirracista. Sobretudo quando o presidente da república romantiza trabalho infantil e relativiza trabalho escravo.
+
+Magno Cruz, presente!O Gbara Dudu éCentro Cultural que nasce no Maranhão no terreiro Ile Axé Alagbede Olodumare, liderado pela Yalorisa Venina D'Ogum, é um espaço de convivência pan-africanista com enfoque na apropriação tecnológica e introdução a software livre gnu linux, atua na divulgação de métodos e ferramentas afim de minimizar a distancia que foi imposta para o povo e comunidades tradicionais e de matriz africana em diáspora, da soberania da comunicação . Tem como propósito de instrumentalizar e difundir uma utilização crítica da informática e meios tecnológicos. Seguindo os ideais palmarinos e garveista, encontra no pan-africanismo e na afrocentricidade internacional a forma de luta na busca da reapropriação do território digital, descolonização dos formato embranquecido e comercial da comunicação fadadas aos usos impensados de ferramentas do um mundo proprietário (windows) onde só o ganho capitalizado/Embranquecido está em jogo.
+
+O Beco da Cota Cultural é uma iniciativa voluntária de Mil Onilètó Alagbede. Compreende uma séria de ações culturais comunitárias, A ideia surge com a Família Black Panthers de Taekwondo, projeto sem fim lucrativo que desde 2008 tem acolhido jovens e crianças de diversos bairros da cidade de São Luiz do Maranhão. Ao receber graduação no Taekwondo, pensa em uma devolutiva para os seus, na ideia de oferecer aulas do que aprendeu pra crianças de sua comunidade. O projeto cresceu e se estruturou o Beco da Cota Cultural, uma rua outrora exposta a diversas vulnerabilidades e vitima de constantes violência do braço armado do estado. Com um tempo há a necessidade de ampliar o leque de ações, afim de alcançar um objetivo que sempre com seu irmão de outra mãe, o Johnlennon, que é fomenta a real cidadania, negada aos povos de periferia. muitos de seu Bairro por exemplo nunca tinham assistido um filme em um Cinema. logo é criado o projeto CINE QUEBRADA, com o plano de levar Cinema para as comunidades carentes.
+
+Ações desenvolvidas no Beco da Cota Cultural:
+
+Projeto Black Panthers de Taekwondo
+
+Projeto Cine Quebrada
+
+Atividades esportivas e campeonatos
+
+Rádio Beco
+
+Núcleo Gbara dudu de cultura Digital
+
+Núcleo de formação continuada
+
+Mil onilè†ó é defensor das causas de Direitos dos Povos e comunidades tradicionais de terreiros e Matriz africana, quilombos Rurais e Urbanos, periferias e etc. Luta contra o genocídio dos povo negro e de terreiros, combate a privações de direitos Religiosos contra população negra e em especial aos povos e comunidades tradicionais de terreiros e matriz africana.
+
+Fundados da Articulação Kizomba Nacional de juventude de terreiro, que luta pela vida dos jovens negros e terreiros, na preservação e salvaguarda dos conhecimentos e praticas sagradas tradicionais.
+
+Entusiasta dos softwares livre, Gnu Linux, defensor da democratização dos territórios digitais e busca otimizar a apropriação tecnológica do seu povo.
 ##Diário de Campo - Projeto Soberania Alimenta 
 
 ###Dia 1

attachment upload
diff --git "a/HORTA_COMUNIT\303\201RIA/67DE456D-5801-4606-AE26-72206D6A7F8F.jpeg" "b/HORTA_COMUNIT\303\201RIA/67DE456D-5801-4606-AE26-72206D6A7F8F.jpeg"
new file mode 100644
index 0000000..984756e
Binary files /dev/null and "b/HORTA_COMUNIT\303\201RIA/67DE456D-5801-4606-AE26-72206D6A7F8F.jpeg" differ

diff --git "a/APROPRIA\303\207\303\203O_TECNOL\303\223GICA_.mdwn" "b/APROPRIA\303\207\303\203O_TECNOL\303\223GICA_.mdwn"
index 51051bf..c90e0fd 100644
--- "a/APROPRIA\303\207\303\203O_TECNOL\303\223GICA_.mdwn"
+++ "b/APROPRIA\303\207\303\203O_TECNOL\303\223GICA_.mdwn"
@@ -22,6 +22,30 @@ Last edited 1 month and 5 days ago
 
 
 
+anchable ?Discussion Comandos GIT-AENNEX
+
+Git-annex passo a passo
+
+INSTALAÇÃO DO BEFF-XSS NO GNU LINUX
+
+?Mapas aereo com balão
+
+Informações da Rádio
+
+orelha.radiolivre.org:8000
+
+senha: d2livreah68686
+
+ponto de montagem: /becodacota
+
+Endereço para download do app de transmissão
+
+https://danielnoethen.de/butt/
+
+Last edited 1 month and 5 days ago
+
+
+
 anchable ?Discussion Comandos GIT-AENNEX
 
 Git-annex passo a passo

diff --git "a/APROPRIA\303\207\303\203O_TECNOL\303\223GICA_.mdwn" "b/APROPRIA\303\207\303\203O_TECNOL\303\223GICA_.mdwn"
index 0c0e27d..51051bf 100644
--- "a/APROPRIA\303\207\303\203O_TECNOL\303\223GICA_.mdwn"
+++ "b/APROPRIA\303\207\303\203O_TECNOL\303\223GICA_.mdwn"
@@ -19,3 +19,27 @@ Endereço para download do app de transmissão
 https://danielnoethen.de/butt/
 
 Last edited 1 month and 5 days ago
+
+
+
+anchable ?Discussion Comandos GIT-AENNEX
+
+Git-annex passo a passo
+
+INSTALAÇÃO DO BEFF-XSS NO GNU LINUX
+
+?Mapas aereo com balão
+
+Informações da Rádio
+
+orelha.radiolivre.org:8000
+
+senha: d2livreah68686
+
+ponto de montagem: /becodacota
+
+Endereço para download do app de transmissão
+
+https://danielnoethen.de/butt/
+
+Last edited 1 month and 5 days ago

diff --git "a/APROPRIA\303\207\303\203O_TECNOL\303\223GICA_.mdwn" "b/APROPRIA\303\207\303\203O_TECNOL\303\223GICA_.mdwn"
new file mode 100644
index 0000000..0c0e27d
--- /dev/null
+++ "b/APROPRIA\303\207\303\203O_TECNOL\303\223GICA_.mdwn"
@@ -0,0 +1,21 @@
+anchable ?Discussion Comandos GIT-AENNEX
+
+Git-annex passo a passo
+
+INSTALAÇÃO DO BEFF-XSS NO GNU LINUX
+
+?Mapas aereo com balão
+
+Informações da Rádio
+
+orelha.radiolivre.org:8000
+
+senha: d2livreah68686
+
+ponto de montagem: /becodacota
+
+Endereço para download do app de transmissão
+
+https://danielnoethen.de/butt/
+
+Last edited 1 month and 5 days ago

diff --git a/index.mdwn b/index.mdwn
index cc6ee40..485e2bc 100644
--- a/index.mdwn
+++ b/index.mdwn
@@ -46,7 +46,7 @@ Your browser does not support the audio element.
 [[!sidebar ]]
 
   [BEM VINDOS AO PORTAL GBARA DUDU](https://ewe.branchable.com/Sobre/) 
->* [[TÉCNICO]]
+>* [[APROPRIAÇÃO TECNOLÓGICA ]]
 
 >* [[PESSOAL]] 
 

diff --git "a/HORTA_COMUNIT\303\201RIA.mdwn" "b/HORTA_COMUNIT\303\201RIA.mdwn"
index 117dd90..b1c3586 100644
--- "a/HORTA_COMUNIT\303\201RIA.mdwn"
+++ "b/HORTA_COMUNIT\303\201RIA.mdwn"
@@ -131,6 +131,12 @@ Arquitetura vernacular é a que pensa a construção de estruturas de moradias c
 
 ###4-Metodologia
 
+•Serão articuladas um lista de atividades formativas a fim de coletivamente o projeto seja executado.
+•1)Cursos de Bioconstrução e arquitetura vincular africana;
+•2) Curso de Produção Agroecológica, integrada e sustentável;
+•3)Curso de Apropriação tecnológica e Quilombismo Digital;
+•4)curso de produção de barco e embarcações sustentáveis;
+
 ##Diário de Campo - Projeto Soberania Alimenta 
 
 ###Dia 1

diff --git "a/HORTA_COMUNIT\303\201RIA.mdwn" "b/HORTA_COMUNIT\303\201RIA.mdwn"
index 098aa95..117dd90 100644
--- "a/HORTA_COMUNIT\303\201RIA.mdwn"
+++ "b/HORTA_COMUNIT\303\201RIA.mdwn"
@@ -123,6 +123,11 @@ Potencializar a produção de pequenos agricultores familiar através da tecnolo
 
 São Francisco do Conde é umas das cidades mais emblemáticas da Bahia de todos os santos, diversos fatores facilitam isso, sua localização geográfica lhe faz somatizar diversas características, por está situada no recôncavo, e por ser uma área costeira com muitas diversidade biológica, com com que essa região seja, de longe a mais vulnerável, uma vez que a região onde se encontra é uma porta somente de entrada de tudo que venha do mar, o que nos faz refletir sobre o derramamento de óleo ocorrido nas praias do nordeste brasileiro, em relação a essa vulnerabilidade, foi os pescadores organizados dessa região que fizeram a cobrança mais eficaz em relação a tomada de atitude dos órgão
 
+Por princípio a bioconstrução tem um forte ligação com as questões de sustentabilidade e soberania alimentar, que por sua vez provoca possibilidades indicadas pelas propostas das hortas comunitárias que se fundão na agroecologia e sistemas agroflorestais uma vez que através da arquitetura ancestral é possível construir estruturas físicas com base nos materiais biológicos e naturais encontrados no terrenos onde deseja-se construir espaços de convivências, produção e até moradias.
+
+A bioconstrução é uma tecnologia social africana, e a traves da mesma é possível resgatar valores civilizatórios essenciais para a sobrevivência dos povos africanos em vários canto do mundo, dados estimam que 30 a 60% da população mundial vivam em casas construídas com base em bioconstrução, usando a terra como principal material para o construir suas moradias e quando pensamos na diáspora brasileira a maioria das regiões com exceção de algumas regiões da Amazônia legal, o recurso local mais abundante e tecnicamente propício para se construir nesse territórios é a terra, encontrada no próprio terreno ou nas redondezas. Por todo o território nacional há casas construídas em madeira, pedra, tijolo, taipa de mão, taipa de pilão e adobe que podem ser classificadas como arquitetura vernáculas
+
+Arquitetura vernacular é a que pensa a construção de estruturas de moradias com materiais encontrada no próprio meio ambiente, sendo quase sempre atrelado a uma visão tradicional da arquitetura ou a aquela feita com recursos naturais e técnicas próprias de uma região específica, adequando-se a necessidade e possibilidade material das região onde pensa ser implementada, é possível encontrar modelos de arquitetura como essa em qualquer parte do mundo, cada uma com sua especificidade e muitas das vezes o senso comum a define como primitiva, que não precisa de um arquiteto, sendo construída de forma autônoma e autodidata, estando atrelada a valores hereditários, sendo passados como forma de conhecimento de pais para filhos, como uma ferramenta de subsistência e autopreservação, resolução para necessidade de criarem abrigos para se protegerem de ações da natureza como intempéries ambientais e sinistros climáticos. Quando esse formato de arquitetura é comparada a arquitetura comercial que na sua maioria está atrelado a valores globais de construção de elevado valor, tende a ser desconsiderada ou mesmo desqualificada, uma das razões disso, é o fato de ao optar pela arquitetura vernacular em seus mais diversos formatos, realidade e técnicas, ela se torna algo que pode ser realizado em onerar muitos gastos, e mesmo não obedecendo um padrão estético e comercial que a arquitetura contemporânea. Porem ambas se diferenciam basicamente no valor gasto e na estética. Mas ambas tem suas peculiaridades, hoje diversos teóricos estão se voltando para esses formatos de construir, mesmo tendo sido estudada somente na virada do século XX, diversos estudiosos apontam suas atenções alguns deles são Frank Lloyd e Le Corbusier e buscaram criar inovações a partir desse estilo tradicional. Nos anos setenta, diante do debate sobre a questão ambiental, esse tipo de arquitetura passou a ser associada à sustentabilidade e houve um expressivo aumento no interesse também por parte dos acadêmicos, trazendo a tona as possibilidades de construir com recursos naturais, e por isso estando diretamente ligado a questões de preservação do meio ambiente, atrelando a sensibilidade, simplicidade, melhoramento acústico e térmico tudo isso sem agredir a natureza como as outras propostas comerciais de arquitetura e resgata valores, saberes e fazeres tradicionais. Arquitetura vernacular pode ser dito àquela linguagem arquitetônica das pessoas, com seus ‘dialetos’ étnicos, regionais e local.
 
 ###4-Metodologia
 

diff --git "a/HORTA_COMUNIT\303\201RIA.mdwn" "b/HORTA_COMUNIT\303\201RIA.mdwn"
index 1f0671f..098aa95 100644
--- "a/HORTA_COMUNIT\303\201RIA.mdwn"
+++ "b/HORTA_COMUNIT\303\201RIA.mdwn"
@@ -116,6 +116,9 @@ Construir uma agro floresta habitável e com alto potencial produtivo de aliment
 
 ####2.2- Específico 
 
+Potencializar a produção de pequenos agricultores familiar através da tecnologia social pais!
+•Potencializar o uso critico, comunitário e colaborativo de comunicação livre baseada nas ideias propostas pelos software livre
+
 ###3-Justificativa
 
 São Francisco do Conde é umas das cidades mais emblemáticas da Bahia de todos os santos, diversos fatores facilitam isso, sua localização geográfica lhe faz somatizar diversas características, por está situada no recôncavo, e por ser uma área costeira com muitas diversidade biológica, com com que essa região seja, de longe a mais vulnerável, uma vez que a região onde se encontra é uma porta somente de entrada de tudo que venha do mar, o que nos faz refletir sobre o derramamento de óleo ocorrido nas praias do nordeste brasileiro, em relação a essa vulnerabilidade, foi os pescadores organizados dessa região que fizeram a cobrança mais eficaz em relação a tomada de atitude dos órgão

diff --git "a/HORTA_COMUNIT\303\201RIA.mdwn" "b/HORTA_COMUNIT\303\201RIA.mdwn"
index 1212fce..1f0671f 100644
--- "a/HORTA_COMUNIT\303\201RIA.mdwn"
+++ "b/HORTA_COMUNIT\303\201RIA.mdwn"
@@ -112,6 +112,8 @@ Essa técnica consiste em uma mistura de 10 por 1, ou seja dez quantidades de te
 
 ####2.1- Geral
 
+Construir uma agro floresta habitável e com alto potencial produtivo de alimentos e plantas com teor medicinal e nutricional, com hortas circulares proposta pela tecnologia pais(¹)e casas construídas com técnicas de arquitetura vernácula africana “bioconstrução” e uma rede de 
+
 ####2.2- Específico 
 
 ###3-Justificativa

diff --git "a/HORTA_COMUNIT\303\201RIA.mdwn" "b/HORTA_COMUNIT\303\201RIA.mdwn"
index 9d66e10..1212fce 100644
--- "a/HORTA_COMUNIT\303\201RIA.mdwn"
+++ "b/HORTA_COMUNIT\303\201RIA.mdwn"
@@ -116,6 +116,9 @@ Essa técnica consiste em uma mistura de 10 por 1, ou seja dez quantidades de te
 
 ###3-Justificativa
 
+São Francisco do Conde é umas das cidades mais emblemáticas da Bahia de todos os santos, diversos fatores facilitam isso, sua localização geográfica lhe faz somatizar diversas características, por está situada no recôncavo, e por ser uma área costeira com muitas diversidade biológica, com com que essa região seja, de longe a mais vulnerável, uma vez que a região onde se encontra é uma porta somente de entrada de tudo que venha do mar, o que nos faz refletir sobre o derramamento de óleo ocorrido nas praias do nordeste brasileiro, em relação a essa vulnerabilidade, foi os pescadores organizados dessa região que fizeram a cobrança mais eficaz em relação a tomada de atitude dos órgão
+
+
 ###4-Metodologia
 
 ##Diário de Campo - Projeto Soberania Alimenta 
@@ -163,4 +166,3 @@ Em seu Sítio, localizado em Teresópolis-Rj o agricultor e engenheiro Agrônomo
  
 <video controls src="Como_ter_um_coqueiro_em_casa_HD.mp4" width="426" height="240"></video>
  
-

diff --git "a/HORTA_COMUNIT\303\201RIA.mdwn" "b/HORTA_COMUNIT\303\201RIA.mdwn"
index 6b78990..9d66e10 100644
--- "a/HORTA_COMUNIT\303\201RIA.mdwn"
+++ "b/HORTA_COMUNIT\303\201RIA.mdwn"
@@ -17,7 +17,7 @@ Referências
 
 O presente trabalho busca fazer a junção de saberes e fazeres dos povos e comunidades tradicionais de descendência africana, no que diz respeito a sustentabilidade e preservação do meio ambiente através da bioconstrução e cultivos de hortas circulares e formato de mandalas, pensando a autogestão material e econômica como método fundante da mudança de realidade de pessoas e comunidades negras da região do recôncavo da Bahia, percebendo São Francisco do conde como a  sendo as técnicas aqui apresentadas de baixo custo,  afim de dirimir os exorbitantes gastos que as famílias carentes se esbarram no desejo realizar o desejo de ter casas própria ou de construir espaços de produção de alimentos a partir da agroecologia integrada e sustentável sem usos de insumos externos e principalmente  sem o uso agrotóxicos e outros venenos usados para combater pragas proveniente dos sistemas de plantios com foco comercial e puramente capitalista. Que ao optar usar venenos que prejudicam a saúde dos consumidores final, também gera uma serie de danos ao meio ambiente. Pensar essas duas categorias, plantio saudável e sustentável com a pratica de construção ancestral da bioconstrução em suas mais diversas usabilidade e formatos, onde a terra é o material principal, variando entre técnicas que possibilite construções de casas sustentáveis, ecologicamente corretas e sócio culturalmente aceita.
 
-##APRESENTAÇÃO
+##1-APRESENTAÇÃO
 
 São Francisco do Conde é umas das cidades mais emblemáticas da Bahia de todos os santos, diversos fatores facilitam isso, sua localização geográfica lhe faz somatizar diversas características, por está situada no recôncavo, e por ser uma área costeira com muitas diversidade biológica, com com que essa região seja, de longe a mais vulnerável, uma vez que a região onde se encontra é uma porta somente de entrada de tudo que venha do mar, o que nos faz refletir sobre o derramamento de óleo ocorrido nas praias do nordeste brasileiro, em relação a essa vulnerabilidade, foi os pescadores organizados dessa região que fizeram a cobrança mais eficaz em relação a tomada de atitude dos órgãos brasileiros que  tem por obrigação botar o plano de contingência em casos de sinistros relacionados a derramamento de óleo. 
 
@@ -108,6 +108,15 @@ Essa técnica também é muito difundida mundo a fora, sendo construída a parti
 
 Essa técnica consiste em uma mistura de 10 por 1, ou seja dez quantidades de terra para uma de cimento, o processo é realizado por uma prensa, que compacta a mistura criando uma especie de tijolo bastante forte e resistente a agua. Depois de secar por aproximadamente sete dias, se obtém um tijolo maciço par ser usado de diversas formas, como tijolos aparentes ou mesmo como técnica de construção de tijolos normais. 
 
+###2-Objetivo
+
+####2.1- Geral
+
+####2.2- Específico 
+
+###3-Justificativa
+
+###4-Metodologia
 
 ##Diário de Campo - Projeto Soberania Alimenta 
 

diff --git "a/HORTA_COMUNIT\303\201RIA.mdwn" "b/HORTA_COMUNIT\303\201RIA.mdwn"
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--- "a/HORTA_COMUNIT\303\201RIA.mdwn"
+++ "b/HORTA_COMUNIT\303\201RIA.mdwn"
@@ -2,19 +2,6 @@
 ####Tecnologias sociais a perspectiva afrocentrica. 
 ####Estudante: Mil Onilètó
 
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 Sumário
 1 Apresentação
 2 Objetivos

diff --git "a/HORTA_COMUNIT\303\201RIA.mdwn" "b/HORTA_COMUNIT\303\201RIA.mdwn"
index aa1496a..3dc9b1f 100644
--- "a/HORTA_COMUNIT\303\201RIA.mdwn"
+++ "b/HORTA_COMUNIT\303\201RIA.mdwn"
@@ -50,9 +50,9 @@ Arquitetura vernacular é a que pensa a construção de estruturas de moradias c
 Quando esse formato de arquitetura é comparada a arquitetura comercial que na sua maioria está atrelado a valores globais de construção de elevado valor, tende a ser desconsiderada ou mesmo desqualificada, uma das razões disso, é o fato de ao optar pela arquitetura vernacular em seus mais diversos formatos, realidade e técnicas, ela se torna algo que pode ser realizado em onerar muitos gastos, e mesmo não obedecendo um padrão estético e comercial que a arquitetura  contemporânea. Porem ambas se diferenciam basicamente no valor gasto e na estética. Mas ambas tem suas peculiaridades, hoje diversos teóricos estão se voltando para esses formatos de construir, mesmo tendo sido estudada somente na virada do século XX, diversos estudiosos apontam suas atenções  alguns deles são Frank Lloyd e Le Corbusier e buscaram criar inovações a partir desse estilo tradicional. Nos anos setenta, diante do debate sobre a questão ambiental, esse tipo de arquitetura passou a ser associada à sustentabilidade e houve um expressivo aumento no interesse também por parte dos acadêmicos, trazendo a tona as possibilidades de construir com recursos naturais, e por isso estando diretamente ligado a questões de preservação do meio ambiente, atrelando a sensibilidade, simplicidade, melhoramento acústico e térmico tudo isso sem agredir a natureza como as outras propostas comerciais de arquitetura e resgata valores, saberes e fazeres tradicionais. 
 Arquitetura vernacular pode ser dito àquela linguagem arquitetônica das pessoas, com seus ‘dialetos’ étnicos, regionais e local.
 
-##A BIO ARQUITETURA E AS ESPECIFICIDADES CLIMÁTICAS 
+BIO ARQUITETURA E AS ESPECIFICIDADES CLIMÁTICAS 
  
-###Em regiões de clima frio:
+Em regiões de clima frio:
 
     • Proximidade entre edificações - Quanto mais perto uma casa da outra maior a circulação de calor;
     • Telhados de inclinação média; Quanto mais alta a casa maior a circulação de ar frio, casa com telhados de inclinação média permite uma certa quantidade de calor;
@@ -61,7 +61,7 @@ Arquitetura vernacular pode ser dito àquela linguagem arquitetônica das pessoa
     • Paredes espessas; quanto mais grossa for a parede maior o isolamento térmico;
     • Fachadas com aberturas amplas, apenas nas faces mais iluminadas. quanto maior entrada de sol mais quente e eficiente o combate ao frio;
 
-###Em regiões de clima quente e seco:
+Em regiões de clima quente e seco:
 
     • Proximidade entre edificações - casas mais próximas uma da outra diminue a liberação de água do solo;
     • Telhados planos - facilita o fluxo da água e assim a humidade 
@@ -71,7 +71,7 @@ Arquitetura vernacular pode ser dito àquela linguagem arquitetônica das pessoa
     • Fachadas em cores claras e com aberturas pequenas - cores claras refletem melhor a luz do sol, e as pequenas entradas dificulta a entrada de ar quente, e ao entrar na pequena passagem cria um processo de resfriamento; 
     • Pátios internos com fontes ou espelhos d’água - ter agua perto de facilita a hidratação tanto as plantas quanto o solo, trazendo mais saúde pra ambos. 
 
-###Em regiões de clima úmido:
+Em regiões de clima úmido:
 
     • Edificações afastadas umas das outras - Nessa situação é preferível que as edificações tenham espaços para ter a segurança que a água fragiliza;
     • Telhado com grande inclinação - facilita o ciclo de ar quente e frio;
@@ -88,36 +88,36 @@ Principais Técnicas da Bio Arquitetura Vernacular africana
 Algumas técnicas de bioconstrução se destacam pelo fato do uso da terra como material básico, sendo possível ser encontrada em abundância em diversos lugares do mundo, tornou-se objeto de avanços quando a construção de baixo custo e com razoável facilidade de manuseio para construção, potencializa o trabalho comunitário, cooperativismo, quando uma comunidade toda é mobilizada pra o processo colaborativo de construir, aproximando a construção de casas e estruturas de trabalhos dos valores tradicionais africanos. 
 Discorreremos nesse oportunidade algumas técnicas, que na sua maioria precisa de terra argilosa e com presença de arreia na sua composição, sendo a arreia essencial para gerar a liga na terra argilosa molhada e amassada geralmente com o uso dos pés ou mãos. Antes de qualquer trabalho é preciso selecionar atenciosamente a qualidade de terra indicada para construir as paredes e demais estruturas das casas:
 
-##1- Pau a pique ou Taipa de Mão; 
+1- Pau a pique ou Taipa de Mão; 
 
 É umas das técnicas mais usado na diáspora brasileira, sendo de fácil construção, por atrelar estruturas verticais de madeiras e sendo preenchida com terra os espaços criados pela estrutura predefinida com usos de madeiras e taipas. Muito usada em diversos espaços de resistências rurais e urbanas, pela sua facilidade se destaca entre as demais técnicas de construção africanas que usa a terra como material de trabalho. Ainda é possível encontrar diversas casas construídas  atualmente e tem passado por um processo de melhoria, nessa técnica é usada 40% de terra argilosa na sua composição
 
-##2 -  Cob;
+2 -  Cob;
 
 Podemos dizer que essa técnica serve de sustento as outras técnicas sendo composta por 40 3 50% de terra argilosa misturada a matos e palhas secas, sendo essas palhas a responsável por criar a liga que vai garantir que o COB seja usado nas paredes feitas de taipas de mão por exemplo, funcionando como um especie de massa protetora das paredes, podendo ser comparado ao reboco usado em estruturas de alvenaria como proteção, sendo constituída de arreia, agua e cimento. 
 
 
 
-##3 – Adobe; 
+3 – Adobe; 
  
 Técnica que pode ser encontrada em demasia nas regiões centro oeste e sudeste da diáspora brasileira , sendo tijolos construídos com terra argilosa, a mesma matéria prima usado nas técnicas anteriores apresentadas, porem nessa técnica  se destaca pela características do material preparado para realizar a construção, sendo preparado tijolos dessa massa de terra argilosa, misturada com materiais que potencialize a liga do tijolo a ser construída com ajuda de uma fôrma retangular feita de madeira, o material anteriormente usada na taipa de mão, dessa vez ao invés do material ser colocado diretamente na parede, ocupando espaços pré determinada, aqui a massa é colocada nesse gabarito que tem seu com tamanho definido no ato de projetar o tamanho do tijolo que se busca confeccionar, depois do material depositado retira-se a fôrma e deixa-se  secando na sobra cerca de 15 dias, isso para evitar o calor excessivo, que faz com que o tijolo seque demasiadamente desordenado, chegando a rachar ou ficar sem uma liga ideal para construções, que exige força para aguentar o peso das estruturas a serem construídas. A mesma técnica, pode inclusive ser assada em fogo de lenha e possivelmente é o ancestral dos tijolos vendidos mercadologicamente com alto valor. Essa massa feita com a terra argilosa 
 
 financeiro quase nunca acessado por famílias de comunidades rurais, marginalizados financeiramente e socialmente, sendo empurrados para espaços distante dos grandes centros, construindo um processo de privação dos direitos que garante autonomia de seus trabalhos e sobrevivências. 
 
 
-##4 – Super Adobe;
+4 – Super Adobe;
 
 Essas técnica é bem peculiar, pois é a uma pequena alteração do adobe anteriormente apresentado, pois é a mesma matéria usada nas técnicas anteriormente apresentadas, tendo o ensacamento das terras formando paredes desses empilhamentos de sacos de terra. A peculiaridade se apresenta diante da possibilidade de usar qualquer tipos de terra nessa técnica, mesmo sendo ela restos de construções, cascalhos, pedras devidamente misturada com uma porcentagem de terra argilosa. Nesse caso a terra não precisa ser tão molhada a ponto de produzir uma massa uniforme, o objetivo aqui é chegar a um ponto de Farofa, a partir da terra umedecida ensacada nesses sacos de ráfia que vão sendo alinhados e enfileirados formando as paredes. Dentre as técnicas, o super adobe tem uma altíssima capacidade estrutural, diversas estruturas construídas resistem ao tempo e oferecem espaços termodinâmicos e possibilita uma casa fria em dias quentes e ambiente confortáveis em dias de frio. 
 
-##5- Hiper Adobe 
+5- Hiper Adobe 
 
 É uma versão melhorada do super adobe, tendo diferença no tipo e formato do saco usado para ensacar a terra, nessa, o saco é continuo, parecido com os materiais usados em telas, e por ser mais fino economiza mais tempo de trabalho e menos terra a ser ensacada. Geralmente pode ser comprada o saco específico para esse fim, não precisando usar sacos de nylom reutilizados para construir estruturas e paredes, e facilita o trabalho pós parede feita, o formato vazado do saco também facilita trabalho de reboco e pelo seu tamanho ser contínuo possibilita construir paredes mais finas, mas com menos isolamento térmico e sonoro que a super adobe, podemos inclusive ousar dizer que a hiper adobe é o super adobe melhorado. 
 
-##6 – Taipa de Pilão
+6 – Taipa de Pilão
 
 Essa técnica também é muito difundida mundo a fora, sendo construída a partir de uma forma de madeira, latão e etc, de forma que é colocada paralela ao alicerce de que se busca construir, usando terra pura ou misturada com palhas ou materiais que auxilie na liga, depois de socada a forma sobe, e torna a ser preenchida e pilada, formando uma massa compactar e forte o procedimento é repetido até que a parede esteja completamente construída de acordo com o planejada. 
 
-##7 – Tijolo Solo Cimento
+7 – Tijolo Solo Cimento
 
 Essa técnica consiste em uma mistura de 10 por 1, ou seja dez quantidades de terra para uma de cimento, o processo é realizado por uma prensa, que compacta a mistura criando uma especie de tijolo bastante forte e resistente a agua. Depois de secar por aproximadamente sete dias, se obtém um tijolo maciço par ser usado de diversas formas, como tijolos aparentes ou mesmo como técnica de construção de tijolos normais. 
 

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--- /dev/null
+++ b/PODCASTs.mdwn
@@ -0,0 +1,2 @@
+Bem vindos a nossa lista de podcasts colaborativos gbara dudu.
+

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+++ b/index.mdwn
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-<audio src="http://orelha.radiolivre.org:8000/maritimafm.ogg" controls=”controls” autoplay=”autoplay”>
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 Your browser does not support the audio element.
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@@ -62,7 +62,7 @@ Your browser does not support the audio element.
 
 >* [[MAPA LAGBAYE LYIKA]]
 
->* [[ANDANÇAS]]
+>* [[PODCASTs]]
 
 >* [[CONTEÚDOS DE ESTUDOS]]
 

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+++ "b/HORTA_COMUNIT\303\201RIA.mdwn"
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 ###Projeto Terra, Água e Comunicação: 
 ####Tecnologias sociais a perspectiva afrocentrica. 
 ####Estudante: Mil Onilètó
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+Sumário
+1 Apresentação
+2 Objetivos
+2.1 Objetivo geral
+2.2 Objetivos específicos
+3 Justificativa
+4 Metodologia
+5 Referencial teórico ou marco teórico
+6 Cronograma de execução
+Referências
+ 
 ##RESUMO
 
 O presente trabalho busca fazer a junção de saberes e fazeres dos povos e comunidades tradicionais de descendência africana, no que diz respeito a sustentabilidade e preservação do meio ambiente através da bioconstrução e cultivos de hortas circulares e formato de mandalas, pensando a autogestão material e econômica como método fundante da mudança de realidade de pessoas e comunidades negras da região do recôncavo da Bahia, percebendo São Francisco do conde como a  sendo as técnicas aqui apresentadas de baixo custo,  afim de dirimir os exorbitantes gastos que as famílias carentes se esbarram no desejo realizar o desejo de ter casas própria ou de construir espaços de produção de alimentos a partir da agroecologia integrada e sustentável sem usos de insumos externos e principalmente  sem o uso agrotóxicos e outros venenos usados para combater pragas proveniente dos sistemas de plantios com foco comercial e puramente capitalista. Que ao optar usar venenos que prejudicam a saúde dos consumidores final, também gera uma serie de danos ao meio ambiente. Pensar essas duas categorias, plantio saudável e sustentável com a pratica de construção ancestral da bioconstrução em suas mais diversas usabilidade e formatos, onde a terra é o material principal, variando entre técnicas que possibilite construções de casas sustentáveis, ecologicamente corretas e sócio culturalmente aceita.
@@ -170,4 +168,3 @@ Em seu Sítio, localizado em Teresópolis-Rj o agricultor e engenheiro Agrônomo
 <video controls src="Como_ter_um_coqueiro_em_casa_HD.mp4" width="426" height="240"></video>
  
 
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 ###Projeto Terra, Água e Comunicação: 
 ####Tecnologias sociais a perspectiva afrocentrica. 
 ####Estudante: Mil Onilètó
-####Projeto: Soberania Alimentar e Nutricional
-#####Subprojeto: Terra, Água e Comunicação: Tecnologias Sociais na perspectivas Afrocentrica.
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 ###Projeto Terra, Água e Comunicação: 
 ####Tecnologias sociais a perspectiva afrocentrica. 
 ####Estudante: Mil Onilètó
@@ -45,7 +44,7 @@ percebendo a necessidade de fugir ao máximo possível dos padrões arquitetôni
  Esses modelos comerciais, reafirmar cada vez mais, o modo de construções de casas a partir de alvenaria,  cimentos, concretos e outros materiais que superfatura qualquer orçamento de pessoas carentes e em condições de vulnerabilidade e marginalização historicamente enviezado a colonização dos nossos territórios, fomentado desigual divisão do trabalho, renda e principalmente  pensando principalmente a capacidade financeira dos integrante de povos e comunidades tradicionais de matriz africana que o projeto busca atender.
 
 
-##ARQUITETURA VERNACULAR AFRICANA OU BIOARQUITETURA ANCESTRAL 
+ARQUITETURA VERNACULAR AFRICANA OU BIOARQUITETURA ANCESTRAL 
 
 Por princípio a bioconstrução tem um forte ligação com as questões de sustentabilidade e soberania alimentar, que por sua vez  provoca possibilidades indicadas pelas propostas das hortas comunitárias que se fundão na agroecologia e sistemas agroflorestais  uma vez que através da arquitetura ancestral é possível construir estruturas físicas com base nos materiais biológicos e naturais encontrados no  terrenos onde deseja-se construir  espaços de convivências, produção e até moradias.
 

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--- "a/HORTA_COMUNIT\303\201RIA.mdwn"
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 ###Projeto Terra, Água e Comunicação: 
 ####Tecnologias sociais a perspectiva afrocentrica. 
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 ####Estudante: Mil Onilètó
 ####Projeto: Soberania Alimentar e Nutricional
 #####Subprojeto: Terra, Água e Comunicação: Tecnologias Sociais na perspectivas Afrocentrica.

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 ###Projeto Terra, Água e Comunicação: 
-Tecnologias sociais a perspectiva afrocentrica. 
+####Tecnologias sociais a perspectiva afrocentrica. 
 
-Estudante: Mil Onilètó
-Projeto: Soberania Alimentar e Nutricional
-Subprojeto: Terra, Água e Comunicação: Tecnologias Sociais na perspectivas Afrocentrica.
+####Estudante: Mil Onilètó
+####Projeto: Soberania Alimentar e Nutricional
+#####Subprojeto: Terra, Água e Comunicação: Tecnologias Sociais na perspectivas Afrocentrica.
 
 
 

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@@ -3,8 +3,7 @@
 
 
 
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-Projeto Terra, Água e Comunicação: 
+###Projeto Terra, Água e Comunicação: 
 Tecnologias sociais a perspectiva afrocentrica. 
 
 Estudante: Mil Onilètó

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+++ "b/HORTA_COMUNIT\303\201RIA.mdwn"
@@ -4,14 +4,12 @@
 
 
 
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-Vila Agroecológica  
-Bioarquitetúra Vernacular e Jardins Agroflorestais agroecológicos (Horta Comunitária) 
+Projeto Terra, Água e Comunicação: 
+Tecnologias sociais a perspectiva afrocentrica. 
 
 Estudante: Mil Onilètó
 Projeto: Soberania Alimentar e Nutricional
-Subprojeto: Vila Agroecológica: Bioconstrução e Horta Comunitária 
+Subprojeto: Terra, Água e Comunicação: Tecnologias Sociais na perspectivas Afrocentrica.
 
 
 

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--- "a/HORTA_COMUNIT\303\201RIA.mdwn"
+++ "b/HORTA_COMUNIT\303\201RIA.mdwn"
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+Vila Agroecológica  
+Bioarquitetúra Vernacular e Jardins Agroflorestais agroecológicos (Horta Comunitária) 
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+Estudante: Mil Onilètó
+Projeto: Soberania Alimentar e Nutricional
+Subprojeto: Vila Agroecológica: Bioconstrução e Horta Comunitária 
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+O presente trabalho busca fazer a junção de saberes e fazeres dos povos e comunidades tradicionais de descendência africana, no que diz respeito a sustentabilidade e preservação do meio ambiente através da bioconstrução e cultivos de hortas circulares e formato de mandalas, pensando a autogestão material e econômica como método fundante da mudança de realidade de pessoas e comunidades negras da região do recôncavo da Bahia, percebendo São Francisco do conde como a  sendo as técnicas aqui apresentadas de baixo custo,  afim de dirimir os exorbitantes gastos que as famílias carentes se esbarram no desejo realizar o desejo de ter casas própria ou de construir espaços de produção de alimentos a partir da agroecologia integrada e sustentável sem usos de insumos externos e principalmente  sem o uso agrotóxicos e outros venenos usados para combater pragas proveniente dos sistemas de plantios com foco comercial e puramente capitalista. Que ao optar usar venenos que prejudicam a saúde dos consumidores final, também gera uma serie de danos ao meio ambiente. Pensar essas duas categorias, plantio saudável e sustentável com a pratica de construção ancestral da bioconstrução em suas mais diversas usabilidade e formatos, onde a terra é o material principal, variando entre técnicas que possibilite construções de casas sustentáveis, ecologicamente corretas e sócio culturalmente aceita.
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+##APRESENTAÇÃO
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+São Francisco do Conde é umas das cidades mais emblemáticas da Bahia de todos os santos, diversos fatores facilitam isso, sua localização geográfica lhe faz somatizar diversas características, por está situada no recôncavo, e por ser uma área costeira com muitas diversidade biológica, com com que essa região seja, de longe a mais vulnerável, uma vez que a região onde se encontra é uma porta somente de entrada de tudo que venha do mar, o que nos faz refletir sobre o derramamento de óleo ocorrido nas praias do nordeste brasileiro, em relação a essa vulnerabilidade, foi os pescadores organizados dessa região que fizeram a cobrança mais eficaz em relação a tomada de atitude dos órgãos brasileiros que  tem por obrigação botar o plano de contingência em casos de sinistros relacionados a derramamento de óleo. 
+
+O fator de risco provocado pelo derramamento influenciou diretamente no fator socil cultural e econômico da região, uma vez que se trata de uma das áreas com maior numero de pessoas de comunidades pescadores, que claro subsistem diretamente do trabalho de pesca e mariscagem, e ao mesmo tempo os frutos do mar se constitue alimento base da maioria das famílias dessa região, que históricamente passa por diversos problemas relacionados a colonização, vale resaltar aqui que São Francisco do Conde foi a ultima cidade
+percebendo a necessidade de fugir ao máximo possível dos padrões arquitetônicos tendenciosamente comerciais e de auto custo financeiro  propomos um mergulho entre as diversas técnicas de Arquitetura vernacular, feita com recursos naturais e técnicas próprias de uma região específica.
+ 
+ Esses modelos comerciais, reafirmar cada vez mais, o modo de construções de casas a partir de alvenaria,  cimentos, concretos e outros materiais que superfatura qualquer orçamento de pessoas carentes e em condições de vulnerabilidade e marginalização historicamente enviezado a colonização dos nossos territórios, fomentado desigual divisão do trabalho, renda e principalmente  pensando principalmente a capacidade financeira dos integrante de povos e comunidades tradicionais de matriz africana que o projeto busca atender.
+
+
+##ARQUITETURA VERNACULAR AFRICANA OU BIOARQUITETURA ANCESTRAL 
+
+Por princípio a bioconstrução tem um forte ligação com as questões de sustentabilidade e soberania alimentar, que por sua vez  provoca possibilidades indicadas pelas propostas das hortas comunitárias que se fundão na agroecologia e sistemas agroflorestais  uma vez que através da arquitetura ancestral é possível construir estruturas físicas com base nos materiais biológicos e naturais encontrados no  terrenos onde deseja-se construir  espaços de convivências, produção e até moradias.
+
+A bioconstrução é uma tecnologia social africana, e a traves da mesma é possível resgatar valores civilizatórios essenciais para a sobrevivência dos povos africanos em vários canto do mundo, dados estimam que 30 a 60% da população mundial vivam em casas construídas com base em bioconstrução, usando a terra como principal material para o construir suas moradias  e quando pensamos na diáspora brasileira a maioria das regiões com exceção de algumas regiões da Amazônia legal, o recurso local mais abundante e tecnicamente propício para se construir nesse territórios é a terra, encontrada no próprio terreno ou nas redondezas.  Por todo o território nacional há casas construídas em madeira, pedra, tijolo, taipa de mão, taipa de pilão e adobe que podem ser classificadas como arquitetura vernáculas
+
+Arquitetura vernacular é a que pensa a construção de estruturas de moradias com materiais encontrada no próprio meio ambiente, sendo quase sempre atrelado a uma visão tradicional da arquitetura ou a aquela feita com recursos naturais e técnicas próprias de uma região específica, adequando-se a necessidade e possibilidade material das região onde pensa ser implementada, é possível encontrar modelos de arquitetura como essa em qualquer parte do mundo, cada uma com sua especificidade e muitas das vezes o senso comum a define como primitiva, que não precisa de um arquiteto, sendo construída de forma autônoma e autodidata, estando atrelada a valores hereditários, sendo passados como forma de conhecimento de pais para filhos, como uma ferramenta de subsistência e autopreservação, resolução para necessidade de criarem abrigos para se protegerem de ações da natureza como intempéries ambientais e sinistros climáticos. 
+Quando esse formato de arquitetura é comparada a arquitetura comercial que na sua maioria está atrelado a valores globais de construção de elevado valor, tende a ser desconsiderada ou mesmo desqualificada, uma das razões disso, é o fato de ao optar pela arquitetura vernacular em seus mais diversos formatos, realidade e técnicas, ela se torna algo que pode ser realizado em onerar muitos gastos, e mesmo não obedecendo um padrão estético e comercial que a arquitetura  contemporânea. Porem ambas se diferenciam basicamente no valor gasto e na estética. Mas ambas tem suas peculiaridades, hoje diversos teóricos estão se voltando para esses formatos de construir, mesmo tendo sido estudada somente na virada do século XX, diversos estudiosos apontam suas atenções  alguns deles são Frank Lloyd e Le Corbusier e buscaram criar inovações a partir desse estilo tradicional. Nos anos setenta, diante do debate sobre a questão ambiental, esse tipo de arquitetura passou a ser associada à sustentabilidade e houve um expressivo aumento no interesse também por parte dos acadêmicos, trazendo a tona as possibilidades de construir com recursos naturais, e por isso estando diretamente ligado a questões de preservação do meio ambiente, atrelando a sensibilidade, simplicidade, melhoramento acústico e térmico tudo isso sem agredir a natureza como as outras propostas comerciais de arquitetura e resgata valores, saberes e fazeres tradicionais. 
+Arquitetura vernacular pode ser dito àquela linguagem arquitetônica das pessoas, com seus ‘dialetos’ étnicos, regionais e local.
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+##A BIO ARQUITETURA E AS ESPECIFICIDADES CLIMÁTICAS 
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+###Em regiões de clima frio:
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+    • Proximidade entre edificações - Quanto mais perto uma casa da outra maior a circulação de calor;
+    • Telhados de inclinação média; Quanto mais alta a casa maior a circulação de ar frio, casa com telhados de inclinação média permite uma certa quantidade de calor;
+    • Estruturas elevadas do chão;  - a terra absorve calor durante o dia e libera durante a noite! em lugares frios casas baixas tentem a acumular humidade;
+    • Uso de materiais de baixa emissividade térmica; terra por exemplo é um bom isolante térmico;
+    • Paredes espessas; quanto mais grossa for a parede maior o isolamento térmico;
+    • Fachadas com aberturas amplas, apenas nas faces mais iluminadas. quanto maior entrada de sol mais quente e eficiente o combate ao frio;
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+###Em regiões de clima quente e seco:
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+    • Proximidade entre edificações - casas mais próximas uma da outra diminue a liberação de água do solo;
+    • Telhados planos - facilita o fluxo da água e assim a humidade 
+    • Estruturas diretamente sobre o solo - aproveita a humidade do solo e o refrescamento da edificação; 
+    • Uso de materiais pesados - fortalece a estrutura da casa ao passo que garante melhor aderência e firmeza rente ao solo
+    • Paredes espessas - faz com que as edificações absorva calor durante o dia e durante a noite mantenha a casa levemente aquecida, criando um ambiente agradável 
+    • Fachadas em cores claras e com aberturas pequenas - cores claras refletem melhor a luz do sol, e as pequenas entradas dificulta a entrada de ar quente, e ao entrar na pequena passagem cria um processo de resfriamento; 
+    • Pátios internos com fontes ou espelhos d’água - ter agua perto de facilita a hidratação tanto as plantas quanto o solo, trazendo mais saúde pra ambos. 
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+###Em regiões de clima úmido:
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+    • Edificações afastadas umas das outras - Nessa situação é preferível que as edificações tenham espaços para ter a segurança que a água fragiliza;
+    • Telhado com grande inclinação - facilita o ciclo de ar quente e frio;
+    • Beirais e varandas; interessante possibilitar espaços de vivencias que elabore conforto e segurança; 
+    • Estruturas elevadas do chão; em situações úmidas o solo é imprevisível e os animais geralmente buscam abrigo, dificultar o acesso é muito estratégico
+    • Uso de materiais leves - optar por materiais de fácil manejo e de manutenção tranquila
+    • Paredes de pouca espessura; - quanto maior a movimentação de ar melhor;
+    • Fachadas com aberturas que permitam ventilação cruzada.
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+Principais Técnicas da Bio Arquitetura Vernacular africana 
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+Algumas técnicas de bioconstrução se destacam pelo fato do uso da terra como material básico, sendo possível ser encontrada em abundância em diversos lugares do mundo, tornou-se objeto de avanços quando a construção de baixo custo e com razoável facilidade de manuseio para construção, potencializa o trabalho comunitário, cooperativismo, quando uma comunidade toda é mobilizada pra o processo colaborativo de construir, aproximando a construção de casas e estruturas de trabalhos dos valores tradicionais africanos. 
+Discorreremos nesse oportunidade algumas técnicas, que na sua maioria precisa de terra argilosa e com presença de arreia na sua composição, sendo a arreia essencial para gerar a liga na terra argilosa molhada e amassada geralmente com o uso dos pés ou mãos. Antes de qualquer trabalho é preciso selecionar atenciosamente a qualidade de terra indicada para construir as paredes e demais estruturas das casas:
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+##1- Pau a pique ou Taipa de Mão; 
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+É umas das técnicas mais usado na diáspora brasileira, sendo de fácil construção, por atrelar estruturas verticais de madeiras e sendo preenchida com terra os espaços criados pela estrutura predefinida com usos de madeiras e taipas. Muito usada em diversos espaços de resistências rurais e urbanas, pela sua facilidade se destaca entre as demais técnicas de construção africanas que usa a terra como material de trabalho. Ainda é possível encontrar diversas casas construídas  atualmente e tem passado por um processo de melhoria, nessa técnica é usada 40% de terra argilosa na sua composição
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+##2 -  Cob;
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+Podemos dizer que essa técnica serve de sustento as outras técnicas sendo composta por 40 3 50% de terra argilosa misturada a matos e palhas secas, sendo essas palhas a responsável por criar a liga que vai garantir que o COB seja usado nas paredes feitas de taipas de mão por exemplo, funcionando como um especie de massa protetora das paredes, podendo ser comparado ao reboco usado em estruturas de alvenaria como proteção, sendo constituída de arreia, agua e cimento. 
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+##3 – Adobe; 
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+Técnica que pode ser encontrada em demasia nas regiões centro oeste e sudeste da diáspora brasileira , sendo tijolos construídos com terra argilosa, a mesma matéria prima usado nas técnicas anteriores apresentadas, porem nessa técnica  se destaca pela características do material preparado para realizar a construção, sendo preparado tijolos dessa massa de terra argilosa, misturada com materiais que potencialize a liga do tijolo a ser construída com ajuda de uma fôrma retangular feita de madeira, o material anteriormente usada na taipa de mão, dessa vez ao invés do material ser colocado diretamente na parede, ocupando espaços pré determinada, aqui a massa é colocada nesse gabarito que tem seu com tamanho definido no ato de projetar o tamanho do tijolo que se busca confeccionar, depois do material depositado retira-se a fôrma e deixa-se  secando na sobra cerca de 15 dias, isso para evitar o calor excessivo, que faz com que o tijolo seque demasiadamente desordenado, chegando a rachar ou ficar sem uma liga ideal para construções, que exige força para aguentar o peso das estruturas a serem construídas. A mesma técnica, pode inclusive ser assada em fogo de lenha e possivelmente é o ancestral dos tijolos vendidos mercadologicamente com alto valor. Essa massa feita com a terra argilosa 
+
+financeiro quase nunca acessado por famílias de comunidades rurais, marginalizados financeiramente e socialmente, sendo empurrados para espaços distante dos grandes centros, construindo um processo de privação dos direitos que garante autonomia de seus trabalhos e sobrevivências. 
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+##4 – Super Adobe;
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+Essas técnica é bem peculiar, pois é a uma pequena alteração do adobe anteriormente apresentado, pois é a mesma matéria usada nas técnicas anteriormente apresentadas, tendo o ensacamento das terras formando paredes desses empilhamentos de sacos de terra. A peculiaridade se apresenta diante da possibilidade de usar qualquer tipos de terra nessa técnica, mesmo sendo ela restos de construções, cascalhos, pedras devidamente misturada com uma porcentagem de terra argilosa. Nesse caso a terra não precisa ser tão molhada a ponto de produzir uma massa uniforme, o objetivo aqui é chegar a um ponto de Farofa, a partir da terra umedecida ensacada nesses sacos de ráfia que vão sendo alinhados e enfileirados formando as paredes. Dentre as técnicas, o super adobe tem uma altíssima capacidade estrutural, diversas estruturas construídas resistem ao tempo e oferecem espaços termodinâmicos e possibilita uma casa fria em dias quentes e ambiente confortáveis em dias de frio. 
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+##5- Hiper Adobe 
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+É uma versão melhorada do super adobe, tendo diferença no tipo e formato do saco usado para ensacar a terra, nessa, o saco é continuo, parecido com os materiais usados em telas, e por ser mais fino economiza mais tempo de trabalho e menos terra a ser ensacada. Geralmente pode ser comprada o saco específico para esse fim, não precisando usar sacos de nylom reutilizados para construir estruturas e paredes, e facilita o trabalho pós parede feita, o formato vazado do saco também facilita trabalho de reboco e pelo seu tamanho ser contínuo possibilita construir paredes mais finas, mas com menos isolamento térmico e sonoro que a super adobe, podemos inclusive ousar dizer que a hiper adobe é o super adobe melhorado. 
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+##6 – Taipa de Pilão
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+Essa técnica também é muito difundida mundo a fora, sendo construída a partir de uma forma de madeira, latão e etc, de forma que é colocada paralela ao alicerce de que se busca construir, usando terra pura ou misturada com palhas ou materiais que auxilie na liga, depois de socada a forma sobe, e torna a ser preenchida e pilada, formando uma massa compactar e forte o procedimento é repetido até que a parede esteja completamente construída de acordo com o planejada. 
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+##7 – Tijolo Solo Cimento
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+Essa técnica consiste em uma mistura de 10 por 1, ou seja dez quantidades de terra para uma de cimento, o processo é realizado por uma prensa, que compacta a mistura criando uma especie de tijolo bastante forte e resistente a agua. Depois de secar por aproximadamente sete dias, se obtém um tijolo maciço par ser usado de diversas formas, como tijolos aparentes ou mesmo como técnica de construção de tijolos normais. 
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 ##Diário de Campo - Projeto Soberania Alimenta 
 
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-Vila Agroecológica  
-Bioarquitetúra Vernacular e Jardins Agroflorestais agroecológicos (Horta Comunitária) 
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-Estudante: Mil Onilètó
-Projeto: Soberania Alimentar e Nutricional
-Subprojeto: Vila Agroecológica: Bioconstrução e Horta Comunitária 
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-##RESUMO
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-O presente trabalho busca fazer a junção de saberes e fazeres dos povos e comunidades tradicionais de descendência africana, no que diz respeito a sustentabilidade e preservação do meio ambiente através da bioconstrução e cultivos de hortas circulares e formato de mandalas, pensando a autogestão material e econômica como método fundante da mudança de realidade de pessoas e comunidades negras da região do recôncavo da Bahia, percebendo São Francisco do conde como a  sendo as técnicas aqui apresentadas de baixo custo,  afim de dirimir os exorbitantes gastos que as famílias carentes se esbarram no desejo realizar o desejo de ter casas própria ou de construir espaços de produção de alimentos a partir da agroecologia integrada e sustentável sem usos de insumos externos e principalmente  sem o uso agrotóxicos e outros venenos usados para combater pragas proveniente dos sistemas de plantios com foco comercial e puramente capitalista. Que ao optar usar venenos que prejudicam a saúde dos consumidores final, também gera uma serie de danos ao meio ambiente. Pensar essas duas categorias, plantio saudável e sustentável com a pratica de construção ancestral da bioconstrução em suas mais diversas usabilidade e formatos, onde a terra é o material principal, variando entre técnicas que possibilite construções de casas sustentáveis, ecologicamente corretas e sócio culturalmente aceita.
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-##APRESENTAÇÃO
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-São Francisco do Conde é umas das cidades mais emblemáticas da Bahia de todos os santos, diversos fatores facilitam isso, sua localização geográfica lhe faz somatizar diversas características, por está situada no recôncavo, e por ser uma área costeira com muitas diversidade biológica, com com que essa região seja, de longe a mais vulnerável, uma vez que a região onde se encontra é uma porta somente de entrada de tudo que venha do mar, o que nos faz refletir sobre o derramamento de óleo ocorrido nas praias do nordeste brasileiro, em relação a essa vulnerabilidade, foi os pescadores organizados dessa região que fizeram a cobrança mais eficaz em relação a tomada de atitude dos órgãos brasileiros que  tem por obrigação botar o plano de contingência em casos de sinistros relacionados a derramamento de óleo. 
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-O fator de risco provocado pelo derramamento influenciou diretamente no fator socil cultural e econômico da região, uma vez que se trata de uma das áreas com maior numero de pessoas de comunidades pescadores, que claro subsistem diretamente do trabalho de pesca e mariscagem, e ao mesmo tempo os frutos do mar se constitue alimento base da maioria das famílias dessa região, que históricamente passa por diversos problemas relacionados a colonização, vale resaltar aqui que São Francisco do Conde foi a ultima cidade
-percebendo a necessidade de fugir ao máximo possível dos padrões arquitetônicos tendenciosamente comerciais e de auto custo financeiro  propomos um mergulho entre as diversas técnicas de Arquitetura vernacular, feita com recursos naturais e técnicas próprias de uma região específica.
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- Esses modelos comerciais, reafirmar cada vez mais, o modo de construções de casas a partir de alvenaria,  cimentos, concretos e outros materiais que superfatura qualquer orçamento de pessoas carentes e em condições de vulnerabilidade e marginalização historicamente enviezado a colonização dos nossos territórios, fomentado desigual divisão do trabalho, renda e principalmente  pensando principalmente a capacidade financeira dos integrante de povos e comunidades tradicionais de matriz africana que o projeto busca atender.
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-##ARQUITETURA VERNACULAR AFRICANA OU BIOARQUITETURA ANCESTRAL 
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-Por princípio a bioconstrução tem um forte ligação com as questões de sustentabilidade e soberania alimentar, que por sua vez  provoca possibilidades indicadas pelas propostas das hortas comunitárias que se fundão na agroecologia e sistemas agroflorestais  uma vez que através da arquitetura ancestral é possível construir estruturas físicas com base nos materiais biológicos e naturais encontrados no  terrenos onde deseja-se construir  espaços de convivências, produção e até moradias.
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-A bioconstrução é uma tecnologia social africana, e a traves da mesma é possível resgatar valores civilizatórios essenciais para a sobrevivência dos povos africanos em vários canto do mundo, dados estimam que 30 a 60% da população mundial vivam em casas construídas com base em bioconstrução, usando a terra como principal material para o construir suas moradias  e quando pensamos na diáspora brasileira a maioria das regiões com exceção de algumas regiões da Amazônia legal, o recurso local mais abundante e tecnicamente propício para se construir nesse territórios é a terra, encontrada no próprio terreno ou nas redondezas.  Por todo o território nacional há casas construídas em madeira, pedra, tijolo, taipa de mão, taipa de pilão e adobe que podem ser classificadas como arquitetura vernáculas
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-Arquitetura vernacular é a que pensa a construção de estruturas de moradias com materiais encontrada no próprio meio ambiente, sendo quase sempre atrelado a uma visão tradicional da arquitetura ou a aquela feita com recursos naturais e técnicas próprias de uma região específica, adequando-se a necessidade e possibilidade material das região onde pensa ser implementada, é possível encontrar modelos de arquitetura como essa em qualquer parte do mundo, cada uma com sua especificidade e muitas das vezes o senso comum a define como primitiva, que não precisa de um arquiteto, sendo construída de forma autônoma e autodidata, estando atrelada a valores hereditários, sendo passados como forma de conhecimento de pais para filhos, como uma ferramenta de subsistência e autopreservação, resolução para necessidade de criarem abrigos para se protegerem de ações da natureza como intempéries ambientais e sinistros climáticos. 
-Quando esse formato de arquitetura é comparada a arquitetura comercial que na sua maioria está atrelado a valores globais de construção de elevado valor, tende a ser desconsiderada ou mesmo desqualificada, uma das razões disso, é o fato de ao optar pela arquitetura vernacular em seus mais diversos formatos, realidade e técnicas, ela se torna algo que pode ser realizado em onerar muitos gastos, e mesmo não obedecendo um padrão estético e comercial que a arquitetura  contemporânea. Porem ambas se diferenciam basicamente no valor gasto e na estética. Mas ambas tem suas peculiaridades, hoje diversos teóricos estão se voltando para esses formatos de construir, mesmo tendo sido estudada somente na virada do século XX, diversos estudiosos apontam suas atenções  alguns deles são Frank Lloyd e Le Corbusier e buscaram criar inovações a partir desse estilo tradicional. Nos anos setenta, diante do debate sobre a questão ambiental, esse tipo de arquitetura passou a ser associada à sustentabilidade e houve um expressivo aumento no interesse também por parte dos acadêmicos, trazendo a tona as possibilidades de construir com recursos naturais, e por isso estando diretamente ligado a questões de preservação do meio ambiente, atrelando a sensibilidade, simplicidade, melhoramento acústico e térmico tudo isso sem agredir a natureza como as outras propostas comerciais de arquitetura e resgata valores, saberes e fazeres tradicionais. 
-Arquitetura vernacular pode ser dito àquela linguagem arquitetônica das pessoas, com seus ‘dialetos’ étnicos, regionais e local.
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-##A BIO ARQUITETURA E AS ESPECIFICIDADES CLIMÁTICAS 
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-###Em regiões de clima frio:
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-    • Proximidade entre edificações - Quanto mais perto uma casa da outra maior a circulação de calor;
-    • Telhados de inclinação média; Quanto mais alta a casa maior a circulação de ar frio, casa com telhados de inclinação média permite uma certa quantidade de calor;
-    • Estruturas elevadas do chão;  - a terra absorve calor durante o dia e libera durante a noite! em lugares frios casas baixas tentem a acumular humidade;
-    • Uso de materiais de baixa emissividade térmica; terra por exemplo é um bom isolante térmico;
-    • Paredes espessas; quanto mais grossa for a parede maior o isolamento térmico;
-    • Fachadas com aberturas amplas, apenas nas faces mais iluminadas. quanto maior entrada de sol mais quente e eficiente o combate ao frio;
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-###Em regiões de clima quente e seco:
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-    • Proximidade entre edificações - casas mais próximas uma da outra diminue a liberação de água do solo;
-    • Telhados planos - facilita o fluxo da água e assim a humidade 
-    • Estruturas diretamente sobre o solo - aproveita a humidade do solo e o refrescamento da edificação; 
-    • Uso de materiais pesados - fortalece a estrutura da casa ao passo que garante melhor aderência e firmeza rente ao solo
-    • Paredes espessas - faz com que as edificações absorva calor durante o dia e durante a noite mantenha a casa levemente aquecida, criando um ambiente agradável 
-    • Fachadas em cores claras e com aberturas pequenas - cores claras refletem melhor a luz do sol, e as pequenas entradas dificulta a entrada de ar quente, e ao entrar na pequena passagem cria um processo de resfriamento; 
-    • Pátios internos com fontes ou espelhos d’água - ter agua perto de facilita a hidratação tanto as plantas quanto o solo, trazendo mais saúde pra ambos. 
-
-###Em regiões de clima úmido:
-
-    • Edificações afastadas umas das outras - Nessa situação é preferível que as edificações tenham espaços para ter a segurança que a água fragiliza;
-    • Telhado com grande inclinação - facilita o ciclo de ar quente e frio;
-    • Beirais e varandas; interessante possibilitar espaços de vivencias que elabore conforto e segurança; 
-    • Estruturas elevadas do chão; em situações úmidas o solo é imprevisível e os animais geralmente buscam abrigo, dificultar o acesso é muito estratégico
-    • Uso de materiais leves - optar por materiais de fácil manejo e de manutenção tranquila
-    • Paredes de pouca espessura; - quanto maior a movimentação de ar melhor;
-    • Fachadas com aberturas que permitam ventilação cruzada.
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-Principais Técnicas da Bio Arquitetura Vernacular africana 
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-Algumas técnicas de bioconstrução se destacam pelo fato do uso da terra como material básico, sendo possível ser encontrada em abundância em diversos lugares do mundo, tornou-se objeto de avanços quando a construção de baixo custo e com razoável facilidade de manuseio para construção, potencializa o trabalho comunitário, cooperativismo, quando uma comunidade toda é mobilizada pra o processo colaborativo de construir, aproximando a construção de casas e estruturas de trabalhos dos valores tradicionais africanos. 
-Discorreremos nesse oportunidade algumas técnicas, que na sua maioria precisa de terra argilosa e com presença de arreia na sua composição, sendo a arreia essencial para gerar a liga na terra argilosa molhada e amassada geralmente com o uso dos pés ou mãos. Antes de qualquer trabalho é preciso selecionar atenciosamente a qualidade de terra indicada para construir as paredes e demais estruturas das casas:
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-##1- Pau a pique ou Taipa de Mão; 
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-É umas das técnicas mais usado na diáspora brasileira, sendo de fácil construção, por atrelar estruturas verticais de madeiras e sendo preenchida com terra os espaços criados pela estrutura predefinida com usos de madeiras e taipas. Muito usada em diversos espaços de resistências rurais e urbanas, pela sua facilidade se destaca entre as demais técnicas de construção africanas que usa a terra como material de trabalho. Ainda é possível encontrar diversas casas construídas  atualmente e tem passado por um processo de melhoria, nessa técnica é usada 40% de terra argilosa na sua composição
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-##2 -  Cob;
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-Podemos dizer que essa técnica serve de sustento as outras técnicas sendo composta por 40 3 50% de terra argilosa misturada a matos e palhas secas, sendo essas palhas a responsável por criar a liga que vai garantir que o COB seja usado nas paredes feitas de taipas de mão por exemplo, funcionando como um especie de massa protetora das paredes, podendo ser comparado ao reboco usado em estruturas de alvenaria como proteção, sendo constituída de arreia, agua e cimento. 
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-##3 – Adobe; 
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-Técnica que pode ser encontrada em demasia nas regiões centro oeste e sudeste da diáspora brasileira , sendo tijolos construídos com terra argilosa, a mesma matéria prima usado nas técnicas anteriores apresentadas, porem nessa técnica  se destaca pela características do material preparado para realizar a construção, sendo preparado tijolos dessa massa de terra argilosa, misturada com materiais que potencialize a liga do tijolo a ser construída com ajuda de uma fôrma retangular feita de madeira, o material anteriormente usada na taipa de mão, dessa vez ao invés do material ser colocado diretamente na parede, ocupando espaços pré determinada, aqui a massa é colocada nesse gabarito que tem seu com tamanho definido no ato de projetar o tamanho do tijolo que se busca confeccionar, depois do material depositado retira-se a fôrma e deixa-se  secando na sobra cerca de 15 dias, isso para evitar o calor excessivo, que faz com que o tijolo seque demasiadamente desordenado, chegando a rachar ou ficar sem uma liga ideal para construções, que exige força para aguentar o peso das estruturas a serem construídas. A mesma técnica, pode inclusive ser assada em fogo de lenha e possivelmente é o ancestral dos tijolos vendidos mercadologicamente com alto valor. Essa massa feita com a terra argilosa 
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-financeiro quase nunca acessado por famílias de comunidades rurais, marginalizados financeiramente e socialmente, sendo empurrados para espaços distante dos grandes centros, construindo um processo de privação dos direitos que garante autonomia de seus trabalhos e sobrevivências. 
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-##4 – Super Adobe;
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-Essas técnica é bem peculiar, pois é a uma pequena alteração do adobe anteriormente apresentado, pois é a mesma matéria usada nas técnicas anteriormente apresentadas, tendo o ensacamento das terras formando paredes desses empilhamentos de sacos de terra. A peculiaridade se apresenta diante da possibilidade de usar qualquer tipos de terra nessa técnica, mesmo sendo ela restos de construções, cascalhos, pedras devidamente misturada com uma porcentagem de terra argilosa. Nesse caso a terra não precisa ser tão molhada a ponto de produzir uma massa uniforme, o objetivo aqui é chegar a um ponto de Farofa, a partir da terra umedecida ensacada nesses sacos de ráfia que vão sendo alinhados e enfileirados formando as paredes. Dentre as técnicas, o super adobe tem uma altíssima capacidade estrutural, diversas estruturas construídas resistem ao tempo e oferecem espaços termodinâmicos e possibilita uma casa fria em dias quentes e ambiente confortáveis em dias de frio. 
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-##5- Hiper Adobe 
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-É uma versão melhorada do super adobe, tendo diferença no tipo e formato do saco usado para ensacar a terra, nessa, o saco é continuo, parecido com os materiais usados em telas, e por ser mais fino economiza mais tempo de trabalho e menos terra a ser ensacada. Geralmente pode ser comprada o saco específico para esse fim, não precisando usar sacos de nylom reutilizados para construir estruturas e paredes, e facilita o trabalho pós parede feita, o formato vazado do saco também facilita trabalho de reboco e pelo seu tamanho ser contínuo possibilita construir paredes mais finas, mas com menos isolamento térmico e sonoro que a super adobe, podemos inclusive ousar dizer que a hiper adobe é o super adobe melhorado. 
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-##6 – Taipa de Pilão
-
-Essa técnica também é muito difundida mundo a fora, sendo construída a partir de uma forma de madeira, latão e etc, de forma que é colocada paralela ao alicerce de que se busca construir, usando terra pura ou misturada com palhas ou materiais que auxilie na liga, depois de socada a forma sobe, e torna a ser preenchida e pilada, formando uma massa compactar e forte o procedimento é repetido até que a parede esteja completamente construída de acordo com o planejada. 
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-##7 – Tijolo Solo Cimento
-
-Essa técnica consiste em uma mistura de 10 por 1, ou seja dez quantidades de terra para uma de cimento, o processo é realizado por uma prensa, que compacta a mistura criando uma especie de tijolo bastante forte e resistente a agua. Depois de secar por aproximadamente sete dias, se obtém um tijolo maciço par ser usado de diversas formas, como tijolos aparentes ou mesmo como técnica de construção de tijolos normais. 

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 A ideia inicial desse trabalho é proposta critica a cerca dos usos das tecnologias de informações  pelos povos e comunidades tradicionais afrobrasileira e indigenas, apresentando um novo paradigma acunhados inicialmente nas realidades dos quilombos brasileiros, sendo Zumbi dos Palmares baluartes e criador desse modo de luta territorial,  trazendo para universo digital a reflexão do impacto do racismo nesse meio, uma vez que que todas as tecnológias de comunicações obedecem um paradigma, e esses são questões de disputas históricas conhecidas como guerra dos navegadores, ao passo que trazemos como exemplo de caso os trabalhos de base da rede mocambos(1) que busca fortalecer os povos e comunidades tracionais, facilitando assim  a comunicação, salvaguarda e lutas para manutenção históricas, cultural e social de povos históricamente excluidos dos campos de direitos e políticas públicas,  apontando sobretudo suas raizes na a branquitude pode ser como “traços da identidade racial do branco brasileiro a partir das ideias sobre branqueamento”. Quando o Quilombismo Digital, termo acunhado pelo hacker preto, Mil Onilètó, proposto uma outra postura, refletindo diretamente nas descolonização digital ao passo que os povos entendam como essa tecnologia criada pensando nas especificidades dos povos brancos, podem impactar para  proliferação do racismo e demais discriminações, apresentando aqui essa reflexão, a  partir dessa crítica, um novo paradigma no que diz  politica de segurança, que aqui busquei nominar quilombismo digital e apropriação tecnológica, uma vez que baseamos nosso ponto de vista a partir das ideias do garveysmo, nacionalismo negro proposto por diversos autores e métodos esses de segurança interna para pessoas pretas e indigenas. pensamos aqui o Quilombismo digital como proposta metódológia para os usos aliados ao processo de apropriação tecnológica vai ao encontro do processo de inclusão digital que tem como objetivo formar cidadãos capazes de tomar decisões e de compartilhá-las com outras pessoas, em uma dinâmica de exercício da autoria e é definida como processo dinâmico e provisório que se renova e aprimora na ação e na interação dos nós, sobre e na rede de sentidos e suas interconexões. Para isso, é necessária a apropriação crítico-reflexiva dos fenômenos sociotécnicos numa perspectiva de contextualização sociocultural, bem como o desenvolvimento e a manutenção das habilidades necessárias à interação com e através deles (TEIXEIRA, 2005, p. 25) 
 
+GAFAM ( google, apple, facebook, amazon, microsoft)
 
+..uma verdadeira revolução racial democrática, em nossa era, só pode dar-se sob uma condição: o negro e o mulato precisam torna-se o antibranco, para encarnarem o mais puro radicalismo democrático e mostrar aos brancos o verdadeiro sentido da revolução democrática da personalidade, da sociedade e da cultura.
+
+- Florestan Fernandes
+O Negro no Mundo dos Brancos
 
 BRANQUITUDE: De acordo com Bento, a branquitude pode ser definida como “traços da identidade
 racial do branco brasileiro a partir das ideias sobre branqueamento” (BENTO, 2002, p. 29).

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+RESUMO 
+
+A ideia inicial desse trabalho é proposta critica a cerca dos usos das tecnologias de informações  pelos povos e comunidades tradicionais afrobrasileira e indigenas, apresentando um novo paradigma acunhados inicialmente nas realidades dos quilombos brasileiros, sendo Zumbi dos Palmares baluartes e criador desse modo de luta territorial,  trazendo para universo digital a reflexão do impacto do racismo nesse meio, uma vez que que todas as tecnológias de comunicações obedecem um paradigma, e esses são questões de disputas históricas conhecidas como guerra dos navegadores, ao passo que trazemos como exemplo de caso os trabalhos de base da rede mocambos(1) que busca fortalecer os povos e comunidades tracionais, facilitando assim  a comunicação, salvaguarda e lutas para manutenção históricas, cultural e social de povos históricamente excluidos dos campos de direitos e políticas públicas,  apontando sobretudo suas raizes na a branquitude pode ser como “traços da identidade racial do branco brasileiro a partir das ideias sobre branqueamento”. Quando o Quilombismo Digital, termo acunhado pelo hacker preto, Mil Onilètó, proposto uma outra postura, refletindo diretamente nas descolonização digital ao passo que os povos entendam como essa tecnologia criada pensando nas especificidades dos povos brancos, podem impactar para  proliferação do racismo e demais discriminações, apresentando aqui essa reflexão, a  partir dessa crítica, um novo paradigma no que diz  politica de segurança, que aqui busquei nominar quilombismo digital e apropriação tecnológica, uma vez que baseamos nosso ponto de vista a partir das ideias do garveysmo, nacionalismo negro proposto por diversos autores e métodos esses de segurança interna para pessoas pretas e indigenas. pensamos aqui o Quilombismo digital como proposta metódológia para os usos aliados ao processo de apropriação tecnológica vai ao encontro do processo de inclusão digital que tem como objetivo formar cidadãos capazes de tomar decisões e de compartilhá-las com outras pessoas, em uma dinâmica de exercício da autoria e é definida como processo dinâmico e provisório que se renova e aprimora na ação e na interação dos nós, sobre e na rede de sentidos e suas interconexões. Para isso, é necessária a apropriação crítico-reflexiva dos fenômenos sociotécnicos numa perspectiva de contextualização sociocultural, bem como o desenvolvimento e a manutenção das habilidades necessárias à interação com e através deles (TEIXEIRA, 2005, p. 25) 
+
+
+
 BRANQUITUDE: De acordo com Bento, a branquitude pode ser definida como “traços da identidade
 racial do branco brasileiro a partir das ideias sobre branqueamento” (BENTO, 2002, p. 29).
 

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+BRANQUITUDE: De acordo com Bento, a branquitude pode ser definida como “traços da identidade
+racial do branco brasileiro a partir das ideias sobre branqueamento” (BENTO, 2002, p. 29).
+
+O processo de apropriação tecnológica vai ao encontro do processo de inclusão digital que tem como objetivo formar cidadãos capazes de tomar decisões e de compartilhá-las com outras pessoas, em uma dinâmica de exercício da autoria e é definida como processo dinâmico e provisório que se renova e aprimora na ação e na interação dos nós, sobre e na rede de sentidos e suas interconexões. Para isso, é necessária a apropriação crítico-reflexiva dos fenômenos sociotécnicos numa perspectiva de contextualização sociocultural, bem como o desenvolvimento e a manutenção das habilidades necessárias à interação com e através deles (TEIXEIRA, 2005, p. 25)
+Fonte: A era digital: Apropriação tecnológica e inclusão digital
+https://www.oficinadanet.com.br/post/11209-a-era-digital-apropriacao-tecnologica-e-inclusao-digital?utm_source=lec
+

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@@ -1,114 +0,0 @@
-não to bem 
-e sei que ja faz tempo 
-tem se acumulando 
-dentro de Mil 
-causou um buraco 
-desde que vim do maranhao 
-metade teve que renascer 
-as dores que vivi lá 
-voltaram a aparecer 
-tenho medo da solidão 
-muito mais da distancia dos meus filhos 
-notei que sempre fui negado tudo 
-minha dignidade 
-o pior é ter que provar 
-saber que esta sozinho 
-num lugar que a coletividade 
-toda hora é reivindicada 
-nada mais importante que a familia 
-e a minha foi desfacelada 
-desfacelada toda por dentro 
-estou cada vez mais fragilizado
-nada que eu faço me deixa feliz 
-o candomble me cuspiu de dentro 
-nao aceitaram meu destino 
-talvez por ser grande demais 
-talvaz foi minha natureza 
-tambem pudera nao tinha como ser de outro jeito 
-sou fruto de todos meus dias 
-de cada dor de cada agonia 
-capoeira me faz esquecer
-só até quando eu tô jogando 
-bate a tristeza de ta sozinho 
-o chão que eu deixo nao me acalenta 
-a pouca comida 
-sint fraquesa 
-e eu nem queria ta nesse lugar 
-me bate uma agonia só de pensar 
-sempre soube que minha saga era outros caminhos 
-mas eu vim aqui pra buscar um jeito 
-de mudar a situação 
-quando eu disse que metade de mim morreu no caminho 
-falo de tantas himilhações 
-por nao ter dinheiro, por eu nao ter jeito com as relações 
-ja pensei de tudo ate me matar 
-nao sei isso iria mudar 
-quando eu queria cuidar de tudo 
-dá pro meu filho tudo que nao tive 
-me bate um desespero de eu sentir 
-minha familhas pelos dedos fugir 
-em todo momento que fui humilhado 
-por nao ter casa 
-por nao ter um espaço pra cair morto 
-de ser expulso 
-de ser chingado 
-der ser cobrado de dá pros outros o que nunca foi a mim dado 
-nao nao consigo se nao escrever 
-sentir o vento do sol nascer 
-corro pra mata as 5 da manha 
-só saio quando o sol ja esta esquentando 
-nada me anima quando saio de la
-so tenho toda hora vontade de chorar 
-sei que to mal 
-mas nao posso falar 
-ja que nao tenho ninguem pra me escutar 
-teve um dia que me senti importante 
-uma mulher de longe veio me visitar 
-com um papo lindo de afrocentração 
-familia preta tudo ilusão 
-essa pessoa quando viu que de mim nao teria nada 
-me agrediu mentiu pro mundo e quem nele esta 
-dizendo que eu era outro e nao esse que minha 
-pessonalidade tava a mostrar 
-hoje sindo nos olhos dos que nao se permite me conhecer 
-que eu sou o mal e eles nao querem nem saber 
-sou odiado e nao entendido 
-somente sou importante quando estou resolvendo 
-o do coletivo que vive me odiando 
-eu to doente e nao posso me abrir pra ninguem 
-nesse lugar que nao sei em quem confiar 
-vou morrer sozinho mesmo andando e respirando 
-a felicidade é uma parte de mim que ta faltando 
-eu que vim pra conseguir mudar 
-pra passar na cara dos que me humilharam que 
-eu chegaria e seria algo pra se orgulhar 
-virei um mal necessário 
-quem fala comigo nao quer saber como estou 
-estou sozinho e assim tenho que seguir 
-com armadura de durão destruido por dentro 
-e fraco de coração 
-o que se faz diante de uma depressão 
-cadê meus filhos?
-o que eu to fazendo ? 
-Akiloan e kayodê 
-meu foco e me agonia saber que nao to sendo todo o pai que eu poderia ser 
-nessa vida era tudo que eu queria ser 
-dá pra eles tudo que eu nao pude ter 
-ha se eu fosse um magico 
-eu protegia eles e a dandara 
-falando nela nunca tive uma tamanha amada 
-mais até ela me expusou 
-me mandou pra longe ela me deixou 
-a todo momento sindo sua falta 
-to me afundando e nao tenho nada pra me segurar 
-ela ta longe criando o preto que vai caminhar distante e vai de mim um dia cuidar 
-só queria ta perto deles 
-ja nao estopu aguentando 
-a cada dia isso ta me consumindo e ja ta perto de tomar geral 
-to fazendo de tudo pra resistir 
-mais é difícil estando aqui 
-
-falei isso tudo em forma de verso 
-talvez ninguem veja isso 
-ou talvez alguem só veja quando nao estiver aqui 
-talvewz seja assim

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+++ b/PESSOAL.mdwn
@@ -7,6 +7,8 @@ Para dialogarmos comunicação comunitária, antes de mais nada devemos compreen
 Uma alternativa a esse monopólio são as rádios livres e comunitárias, que não têm "rabo preso" com políticos, não dependem do "jabá" para tocar suas músicas e não têm interesses comercias. Elas existem em todo o mundo; no Brasil, ficam em maioria nas periferias, em universidades e espaços culturais. Resistem com uma programação voltada para o interesse da comunidade, abrem espaço para novos artistas e fazem com que a arte continue viva, não sendo subordinada à truculenta indústria fonográfica.
 Por quebrarem o monopólio das grandes empresas de telecomunicação e não se adequarem ao esquema comercial de transmissão, essas rádios são perseguidas, lacradas e, muitas vezes, seus programadores são presos e violentados.
 Em Campinas, resiste há mais de 10 anos no ar a Rádio Muda, uma rádio livre, criada por estudantes da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas), mas que hoje possui programadores dos mais variados tipos - os chamados mudeiros -, que compõem até hoje o coletivo anti-autoritário coordenador da rádio. Esse modo de se organizar/coordenar garante liberdade de opinião, participação e expressão a cada novo e velho integrante, que tem a possibilidade de fazer como bem entender o seu programa, dando a rádio grande diversidade de sons e idéias. Quem já escutou sabe como é o contraste ...
+
+
 São aproximadamente 200 programadores, que mantêm a rádio no ar 24 horas por dia, trasmitindo vários estilos, tais como hip-hop, MPB, reggae, rock, heavy metal, samba, hard-core e noise ou programas sobre futebol, esperanto e movimentos sociais. Ninguém paga ou recebe para fazer programa; é a vontade de cada um que os leva até lá.
 Mesmo tendo recebido algumas visitas da ANATEL junto com a Policia Federal, mas eles nao vão nos calar, continuamos nossa luta de "democratização" dos meios de comunicação. Continuem ouvindo a rádio, e entrando em contato pelo e-mail ou pelo telefone 
 "Todo homem tem direito à liberdade de opinião e expressão. Esse direito inclui a liberdade de receber e transmitir informações e idéias por quaisquer meios, sem interferências e independentemente de fronteiras" (Declaração universal do Direito do Homem, 1948, Art. XIX)
@@ -38,12 +40,19 @@ Ao final de 2010, 36% dos 202,9 milhões de aparelhos celulares estavam equipado
 
 “Esses dados não constam das estatísticas do IBGE”, observa Antonik. “A pergunta do Instituto não é se o brasileiro ouve rádio, mas se ele tem um aparelho de rádio no domicilio”, afirma. A área econômica da Abert considera que os diversos receptores de rádio no Brasil deram um salto nos últimos anos, chegando a casa dos 300 milhões.
 
-A ferramenta de rádio talvez seja a ferramenta que consegue romper todas as bareiras que o letramento impõe para os povos. Quando percebemos que a grande maioria de nossa população se encontra nno elevado indice de analfabetismo, as informações escritas não conseguem nem de perto sanar as necessidades referente a receptação de informações educacionais. Ao passo que A Afrocentricidade é uma crítica da dominação cultural e econômica e um ato de
-presença psicológica e social diante da hegemonia eurocêntrica. buscamos nesse trabalho aprofundar um campo crucial nessa época de informações. A hegemonia é multi facetada e interdiciplinar, em todos os lugares estão espalhados metóds diversos pensados em garantir e preservar essas tradições ocidentais. Nossa provocação critica em torno do universo tecnológico, muito bem defendido pela importancia de nos localizarmos psicologicamente e socialmente vem a tona quando nos propusermos a fazer uma reflexão crítica a cerca das ferramentas de comunicações disponibilizadas e usadas pelos povos africanos e diasporico sobre tudo na realidade brasileira. Uma vez que estamos 
-Na África o indivíduo é inseparável de sua linhagem, que continua a viver através dele e da
-qual ele é apenas um prolongamento. É por isso que, quando desejamos saudar alguém, o
-saudamos chamando-o repetidas vezes, não por seu nome próprio, que corresponderia no
-ocidente ao nome de batismo, mas pelo nome do seu clã[...] (Hampâté Bâ,2013, p.20) 
+A ferramenta de rádio talvez seja a ferramenta que consegue romper todas as barreiras que o letramento impõe para os povos atraves do ensino que não existe em todas comunidades negras, e quando tem é de um formato cada vez mais sucateado. . Quando percebemos que a grande maioria de nossa população se encontra nno elevado índice de analfabetismo, as informações escritas não conseguem nem de perto sanar as necessidades referente a receptação de informações educacionais. Ao passo que A Afrocentricidade é uma crítica da dominação cultural e económica e um ato de
+presença psicológica e social diante da hegemonia eurocêntrica. buscamos nesse trabalho aprofundar um campo crucial nessa época de informações. A hegemonia é multi facetada e interdisciplinar, em todos os lugares estão espalhados métodos diversos pensados em garantir e preservar essas tradições ocidentais. Nossa provocação critica em torno do universo tecnológico, percebendo esse como um território que pode facilmente ser comparado com o LATIFÚNDIO, grande propriedade de terra pertencente a uma pessoa, empresa ou família, esses "proprietários" ditam as regras, métodos, afim de garantir seus ganhos financeiros e lucros. o posicionamento que Molefe Kete Assante tem defendido, a importância de nos localizarmos psicologicamente e socialmente como africanos que fomos deslocados . 
+Essa reflexão que gira em torno das tecnologias, dias respeito a como faremos uso desse território. Se lutaremos por uma bandeira de liberdade e soberania digital, diante da guerra históricas que grandes empresas tem fomentado com foco nos lucros desses grandes latifúndios, organizados tal qual os sistemas de plantation, mas que nesse caso o que está em jogo, como sempre esteve em todo o processos imperial e colonial, os dados. O nosso descuido que se dar por diversos fatores, mas, o mais evidente é a falta de conhecimento aprofundado das ferramentas que o povo usa massivamente, como facebook, whatssapp, gmail e todas as ferramentas da google. estão muito bem colocados na corrida por o que ouso a chamar de escravização de dados. Ferramentas construídas na lógicas de sistemas operacionais fechados, afim de não possibilitar o discernimento tecnológico fomentando o emburrecimento constante e estratégico de seus usuários, que tem perfis inteiros montados a partir de suas informações diárias entregue de bandeja para os servidores escondidos em lugares longínquos, informações essas que são na sua maioria vendidas para empresas que pretendem construir perfis de possíveis clientes. Solicitadas pelos governos afim de praticas punitivas de segurança, ou mesmo sequestradas por pessoas mãs intensionadas que com conhecimento tecnico avançados transitam por informações pessoas e empresariais de milhões de pessoas e organizações.    vem a tona quando nos propusermos a fazer uma reflexão crítica a cerca das ferramentas de comunicações disponibilizadas e usadas pelos povos africanos e diaspórico sobre tudo na realidade brasileira. Uma vez que estamos condicionados a seguir roboticamente todos os passos dos algorimos construídos sobre fortes tendências racistas, machistas e etc. Esses avanços racistas tem sido minuciosamente estudadas, e no campo da informatica, sempre foi celeiro para diversas desigualdades. Quando nos processo escravocata, pessoas de diversos localidades foram pesquisadas quanto a seus dados, saberes e fazeres, foram nossas infirmações o foco da empreitada mais desumana da historia, a escravidão. Trousseram pessoas eximias agricultoras, os melhores arquitetos, melhores matematicos. não um ató impensado e deosrganizado. na busca da informações e da limpesa etnica diversas ferramentas e extratégias foram usadas. Uma das mais fortes foi a tentativa de incapacitar a comunicação e repasse de informações entre os povos, na tentativa de não só dificultar comunicações que culminasem em revoltas, mas para facilitar a colonização dos saberes, a pidgmização e criolização foram formas de conseguir resistir. ao chegarem aqui a  maior tentativa que podemos perceber foi a desterritorialização das pessoas e a desconfiguração comunicacional e de repasse desses conhecimentos, uma vez que perceberam que quem se comunica resiste aos processos coloniais e destruição em massa dos saberes africanos nessa coondição de resistir e mater viva a memoria, saberes, fazeres, religiosidade e etc. 
+Nos viciaram em diversas drogas, potencializand asim nosso desaparecimento somático. açucar nos periodos escravocata, são no perios pos escravocata, alcool, crack e agora na era da informação, nos viciaram em dopamina, o hormonio que nos faz sentir aceito nesse universo alicerçado em bases eurocentruicas. as redes sociais mais usadas hoje, condiciona o psicologico a uma cadeia sem fim, de curtidas, comentarios, nos forcando muitas das vezes a seguir e nos personificar de acordo com os algoritimos das ferramentas maestream. 
+
+De fato, uma orientação para a Afrocentricidade começa com as primeiras civilizações do Vale do Nilo, as culturas Núbia e Kemética, e demonstra que um ponto de partida diferente na história, além da Grécia e Roma, trará ao leitor ou estudante uma
+conclusão diferente sobre o papel dos africanos na história mundial. No Brasil e nos Estados Unidos, milhões de pessoas de herança africana crescem acreditando que a África é uma realidade marginal na civilização humana quando, de fato, África é o
+continente onde os seres humanos ergueram-se pela primeira vez e onde os seres humanos primeiro nomearam Deus. As implicações para tal reorientação são
+encontradas na comunicação, linguística, história, sociologia, arte, filosofia, ciência, medicina e matemática.
+
+Na África o indivíduo é inseparável de sua linhagem, que continua a viver através dele e daqual ele é apenas um prolongamento. É por isso que, quando desejamos saudar alguém, o saudamos chamando-o repetidas vezes, não por seu nome próprio, que corresponderia noocidente ao nome de batismo, mas pelo nome do seu clã[...] (Hampâté Bâ,2013, p.20) 
+
+Para fazer contrapondo às ferramentas posta para uso, desde as estrutura físicas e lógicas das maquinas que usamos no nosso dia a dia, como computadores e sobre tudo na atualidade smartfone e outros tipo de computadores de mão. os computadores são maquinas, maquinas que precisam de um sistemas de programas que alinhados entre si formam o sistema operacional, sistema responsável por controlar todo o computador. esses sistemas quando criados foram pensados como uma ferramenta que possibilitasse comunicação rápida segura e de forma livre. Empresas que começaram a empreender em criar um programa que possibilitassem navegar na Internet recém criada, para alem dos universos dos códigos, essa guerra que aconteceu por volta dos anos 199
 
 De acordo com o autor Robert Darnton (1990, p.140), define tradição oral como sendo: “(...)testemunho
 transmitido oralmente de uma geração para a outra. Suas características particulares são o verbalismo e sua

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@@ -1,4 +1,3 @@
-
 ###Pirata e a ANATEL 
 
 Quando analizamos a importancia da comunicação comunitária, a partir das perspectivas afrocentricas, percebemos como foram criadas métodos de silenciamento dos povos, na arte, cultura, e principalmente na educação. Tomando como exemplo o tempo em a imprensa foi alvo da censura durante a ditadura instaurada pelo golpe civil-militar de 1964, que assumiu múltiplas formas: a lei da imprensa de 1967, a censura prévia, em 1970, a autocensura.  Apesar desse tortuoso tempo ter se findado, seus métodos repressivos fizeram escola de uma forma tão sólida, que alcansou um estado atemporal, estando ainda hoje entranhado nos modos operandes do estado nacional brasileiro, não somente cultural e socialmente mas a repressão continua, inclusive resguardada por leis que obedecem um ritmo conciso e latente para os grandes empresários que se fantasiarão em organizações governamentais, que na verdade servem para manter privilégios conseguidos debaixo de sangue e torturas.(...) Um grande exemplo disso são as leis que regem os instrumentos de comunicação, que se mantêm inalteradas desde o regime militar. Essas leis são fiscalizadas pela ANATEL, Agência Nacional de Telecomunicações, que age juntamente com a Polícia Federal, e elas têm o poder de nos tirar o direito de se comunicar livremente, pois a concessão para ondas de rádio é apenas cedida a grandes empresas que tem, inevitavelmente como única finalidade, o lucro. Por isso, o conteúdo de seus programas é tão banalizado e as informações veiculadas são apenas as que os convém, negando a pessoas comuns e a movimentos sociais a possibilidade de divulgarem suas idéias.(...) (http://muda.radiolivre.org/)
@@ -39,6 +38,8 @@ Ao final de 2010, 36% dos 202,9 milhões de aparelhos celulares estavam equipado
 
 “Esses dados não constam das estatísticas do IBGE”, observa Antonik. “A pergunta do Instituto não é se o brasileiro ouve rádio, mas se ele tem um aparelho de rádio no domicilio”, afirma. A área econômica da Abert considera que os diversos receptores de rádio no Brasil deram um salto nos últimos anos, chegando a casa dos 300 milhões.
 
+A ferramenta de rádio talvez seja a ferramenta que consegue romper todas as bareiras que o letramento impõe para os povos. Quando percebemos que a grande maioria de nossa população se encontra nno elevado indice de analfabetismo, as informações escritas não conseguem nem de perto sanar as necessidades referente a receptação de informações educacionais. Ao passo que A Afrocentricidade é uma crítica da dominação cultural e econômica e um ato de
+presença psicológica e social diante da hegemonia eurocêntrica. buscamos nesse trabalho aprofundar um campo crucial nessa época de informações. A hegemonia é multi facetada e interdiciplinar, em todos os lugares estão espalhados metóds diversos pensados em garantir e preservar essas tradições ocidentais. Nossa provocação critica em torno do universo tecnológico, muito bem defendido pela importancia de nos localizarmos psicologicamente e socialmente vem a tona quando nos propusermos a fazer uma reflexão crítica a cerca das ferramentas de comunicações disponibilizadas e usadas pelos povos africanos e diasporico sobre tudo na realidade brasileira. Uma vez que estamos 
 Na África o indivíduo é inseparável de sua linhagem, que continua a viver através dele e da
 qual ele é apenas um prolongamento. É por isso que, quando desejamos saudar alguém, o
 saudamos chamando-o repetidas vezes, não por seu nome próprio, que corresponderia no
@@ -94,3 +95,139 @@ Os Domas tradicionalistas possuem características segundo Hampâté Bâ (2010),
 conseguem guardar muitos fatos importantes para narrar as histórias de seu povo em sua memória, arquivam ao
 longo do tempo o que foi transmitido pela tradição de seus ancestrais e ainda absorvem fatos que estão
 acontecendo, ou seja, o presente também é história para guardar. 
+
+
+
+3. A ORALIDADE E ESCRITA NAS SOCIEDADES AFRICANAS
+ Ao realizar este trabalho acadêmico sobre oralidade, observa-se que este tema que parece ser
+simplório mas é de fato de grande complexidade Ao observar a evolução humana antes da escrita, o homem
+transmitia suas mensagens, suas tradições e sua cultura através da fala.
+ Este mecanismo humano de comunicação possibilitou que fossem contadas de um para outro toda a
+história e experiências de um povo. A oralidade desperta a memória dos humanos, onde se resgata os saberes,
+as conquistas dos povos passados para aqueles que estão começando, as novas gerações. As sociedades
+africanas da região do Mali que estão sendo abordadas neste trabalho utilizam-se desta oralidade como parte
+importante e como documento histórico para resgatar e preservar sua história.
+ O autor Joseph Ki-Zerbo faz uma referência sobre o papel da oralidade para os povos africanos quanto
+a sua importância:
+[...] a tradição oral aparece como repositório e vetor do capital de criações socioculturais
+acumulado pelos povos considerados não possuidores de escrita. Verdadeiro museu vivo, a
+palavra histórica é um fio de Ariadne bastante frágil para o percurso dos obscuros corredores
+do labirinto do tempo. Os detentores das palavras são os anciãos. (KI-ZERBO,1917, p.8)
+Figura 1 -Mapa da região do Mali e da Guiné.
+11
+Percebe-se então que os discursos orais são fontes para estudar as práticas locais, as relações sociais,
+culturais e econômicas de cada povo. Para as sociedades africanas, o elo que se forma entre a palavra e o
+homem é muito forte.
+ No entanto, no meio acadêmico a fonte histórica oral é muito discutida se seria uma fonte confiável e
+legítima como forma de documentos para pesquisas. Joseph Ki-Zerbo (1979, p.69) afirma que “[...] a tradição
+oral não é uma fonte á qual nos resignamos na falta de qualquer outra. É uma fonte integral e á parte, cuja
+metodologia está suficientemente bem estruturada para conferir á história do continente africano uma forte
+originalidade.” O autor defende a legitimidade da oralidade ao se tratar sim como um documento histórico.
+ O meio cientifico, de certa forma, não considerava a história oral como um meio confiável de consulta.
+Mas as sociedades africanas, mesmo com a introdução da escrita que veio sob a influência do islamismo
+atingindo segundo Hampâté Bâ (2010 p.204), grande parte dos países da savana ou do antigo Bafur, não
+deixaram a oralidade de lado, e sim conseguiram agregar os dois conhecimentos.
+ Hampâté Bâ (2010, p.204) reforça isto ao dizer: “De fato por onde se espalhou, o Islã não adaptou a
+tradição africana quando- como normalmente ocorria- esta não violava seus princípios fundamentais. A simbiose
+assim originada foi tão grande, que por vezes torna-se difícil distinguir o que pertence a uma ou a outra.”
+Desse modo, pode-se observar que o discurso oral nestas sociedades não deve ser desconsiderado e
+muitos pesquisadores concordaram e defenderam esta ideia. Boubacar Barry (2000, p.5) foi um autor que
+defendeu esta ideia. Ele propôs um meio para construir cientificamente, segundo ele, um discurso para avaliar
+esta pluralidade de informações.
+ Para Barry (2000, p.12), a utilização da história oral como pesquisa histórica está relacionado com as
+transformações dos povos, segundo o autor “[...] a história de vida apareceu como instrumento privilegiado para
+avaliar os momentos, de mudanças, os momentos de transformação.” O autor ressalta que o meio cientifico tem
+uma necessidade de manusear os documentos, as provas, algo palpável, este argumenta que a comunidade
+cientifica, tem que discernir sobre o que se escreve e sobre o que se pesquisa.
+ O meio cientifico também contesta sobre as informações que se perdem, se modificam por vários
+motivos na narrativa oral, mas a escrita também pode sofrer influencias de quem a escreve.
+ Barry (2000 p.09), frisa sobre esta subjetividade que “Em primeiro lugar, até as mais subjetivas das fontes, tais
+como uma história da vida individual, podem sofrer uma crítica, por cruzamento de informações obtidas a partir
+de fontes diferentes.”
+ Depois de um grande período e discussões no meio cientifico sobre a utilização da tradição oral como
+uma fonte legitima de pesquisas, aparecem autores como Joseph Ki-Zerbo(1991)que começam a defender neste
+meio acadêmico a importância de considerar a tradição oral africana como um documento, pois segundo KiZerbo(1991) o que “deve-se prestar a atenção em determinar que método adotar para diagnosticar as tradições
+e selecionar com toda segurança aquilo que é digno de servir como fonte para a história.” Isto ao se tratar das
+tradições orais.
+ Definindo um método seguro de coleta desses acontecimentos históricos orais, os historiadores
+começam a ver a oralidade africana como uma fonte histórica de pesquisa e uma narrativa coletiva importante,
+sendo legitima para representar as sociedades africanas daquela região do Mali.
+Depois desse período de desencontro entre os historiadores, aconteceu um novo florescer das
+tradições orais, com um novo corpo que irão reacender esta necessidade da tradição oral, Barry (2000),afirma
+assim em seu texto “[...] a redescoberta das tradições orais virá principalmente da segunda geração de
+historiadores [...]”.O marco dessa nova fase vai ser a narrativa que foi proposta para ser apreciada neste
+trabalho,Sundjata ou epopeia mandinga, do autor Djibril Tamsir Niane em 1960, Barry(2000). Niane irá abordar a
+importância da oralidade e da memória coletiva para contar a história da África.
+Niane é o primeiro historiador profissional a reabilitar com brilho o griô como depositário
+tradicional do passado. Para ele, o griô detém a Cadeira da história mesmo quando preso ao
+segredo que explica sua maestria na arte da perífrase. (BARRY 2000, p.24) 
+12
+A partir daí as tradições orais voltam a participar e a ter peso como uma fonte histórica de pesquisa
+tanto quanto a escrita. Surgindo então um outro método para se escrever a história da sociedade africana, onde
+a escrita e a oralidade passam a trabalhar juntas. Barry (2000), afirma isso ao falar “Em toda a parte, na
+Senêgambia em outros lugares da África, nasce a metodologia de coleta, transcrição e interpretação das
+tradições orais”
+ Vários historiadores se empenharam para que isso difundisse e se firmasse na África, entre eles estão
+Djibril Tamsir Niani, autor de Sundjata, epopéia mandinga, Babacar Barry, que serviram de inspiração e fonte de
+pesquisa para este trabalho.
+ Este avanço para recolher estes dados são de grande importância, pois a partir deles seriam realizados
+estudos que iriam completar informações sobre a história africana desconhecida mundialmente.
+Do ponto de vista metodológico, as tradições orais são consideradas acima de tudo, como
+documento de outra natureza, que são recolhidos para completar os documentos escritos de
+origem europeia, principalmente. Os Historiadores utilizam com esse fim os arquivos, que
+foram objetos de pesquisa sistemática nos diferentes depósitos da África e Europa, e que
+revelaram a existência de importante documentação. (BARRY,2000, p.26)
+Com o surgimento desse sentimento nacionalista, surge também um discurso político de ideologias, que
+defendem heranças coloniais e conquistas de novas fronteiras que irão se formar em novos Estados. Barry
+(2000, p.27), pode afirmar sobre isso: “O Estado-nação encerra a história numa camisa de força dupla de
+unanimidade e silêncio que detém e disfarça diferenças e contradições na competição pelo acesso ao poder e
+riquezas do Estado-nação.”
+ A oralidade então segue um outro caminho dentro da sociedade africana, voltado para um discurso
+político de poder, onde toma-se partido de certos grupos utilizando heróis e mitos da memória coletiva do povo
+africano.
+Focaliza-se tudo o que pode consolidar a coesão do movimento e o respeito ela hierarquia
+mouríde ou tdjane, ligando a ação dos sucessores á dos pais fundadores –modelo perfeitocuja a vida e façanhas parecem em muitos aspectos as dos heróis lendários Sundjata ou
+nydiadyan Ndiaye. (BARRY 2000, pag.28)
+A oralidade então entra novamente no gosto dos africanos da modernidade, pelos meios de
+comunicação, pelas pessoas, através também da literatura abarcando toda a população. Barry (2000, p.28)
+coloca que “Os historiadores profissionais tentam na linguagem colorida das tradições orais colocar ao alcance
+da maioria da população a nova história escrita a partir da combinação de documentos e narrativas orais[...]”
+Mesmo com estas conquistas sobre o conhecimento e reconhecimento da oralidade como uma fonte de
+pesquisa o autor em seu texto ainda encontra problemas pois ainda as fontes orais são válidas para completar
+os documentos escritos. Critica ainda que tanto a oralidade quanto a escrita deveriam ter um mesmo tratamento
+crítico.
+ O outro problema que aponta é a ausência de memória sobre o tráfego negreiro na história africana
+principalmente na Senegâmbia. Barry (2000, p.30), conta que, “Com efeito, o silencio mais pesado recai sobre a
+participação dos africanos no tráfego negreiro, que durou séculos e teve um impacto duradouro sobre as
+sociedades seneganbianas”. Barry (2000, p.30), fala que estes dados, “Foi reconstituído essencialmente a partir
+dos arquivos e das relações dos viajantes europeus”.
+Ainda atenta que este fato pode ser devido ao sofrimento da escravidão nas Américas e a África ser o
+momento da lembrança e sonho da liberdade: “O fato das vítimas terem sido deportadas para o outro lado do
+Atlântico, talvez explique que a memória de seus sofrimentos tenha sido conservada antes nas Américas, com o
+objetivo bastante preciso de lutar contra a escravatura.” (BARRY, 2000, p.30)
+Existe ainda o problema de buscar as tradições orais em momentos de crises e conflitos, e estas
+acontecem na comunidade e no cotidiano do povo, onde os historiadores ainda não chegam ou ignoram,
+buscando um viés mais cômodo, longe da zona de debate.
+Em todos os níveis se apela para as tradições orais, com o fim de exprimir reivindicações
+num contexto nacional de crise. É o momento em que o historiadores se calam ou se voltam 
+13
+para a história presente, com vista a participar do crescente debate político nos jornais
+particulares e numerosos partidos de oposição que foram reconhecidos pelo poder. (BARRY,
+2000, p.32).
+O autor Barry (2000, p.33) expressa uma grande preocupação em que o recolhimento e uma
+abordagem mais plural em outras disciplinas que vá além da história para melhorar a aceitação das tradições
+orais, para ele as tradições orais continuam sendo produzidas através de seus discursos do cotidiano presente.
+Há uma crítica em sua obra Senegâmbia: o desafio da Historia Regional quanto “A sociedade com diversas
+velocidades onde três categorias de elite compartilham um campo histórico “.
+Esta preocupação está relacionada com o envolvimento da política no discurso oral político, porque ele
+sofre uma influência da elite que está no poder, causando assim um atrito de opiniões autor fala sobre este
+aspecto quando cita: “Essa crise se acentua em particular pelo fato que a elite política que governa vive fora de
+sua história e privilegia o modelo colonial” (BARRY, 2000, p.34).
+ Estas elites de historiadores são formados por escola francesas, escolas pró-árabes e elites
+tradicionalistas severas que vivem em conflito constante. Barry cita isso como um grande problema: “A junção
+desses três saberes ainda não se deu, é isto que em parte explica a crise do estado pós colonial que querem por
+uma identidade histórica comum num contexto de sociedades plurais, que vivem sua história a longo prazo”
+(BARRY, 2000, p.34).
+Finalizando então com a preocupação do autor em tornar a tradição oral como uma fonte legítima e
+histórica de pesquisa que traga para todos a história das sociedades africanas da regiões do Mali e da Guiné
+“[...]trazendo todo seu discurso em toda a sua dimensão espacial, social e cronológica” (BARRY 2000, p.34). 

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 ###Pirata e a ANATEL 
 
 Quando analizamos a importancia da comunicação comunitária, a partir das perspectivas afrocentricas, percebemos como foram criadas métodos de silenciamento dos povos, na arte, cultura, e principalmente na educação. Tomando como exemplo o tempo em a imprensa foi alvo da censura durante a ditadura instaurada pelo golpe civil-militar de 1964, que assumiu múltiplas formas: a lei da imprensa de 1967, a censura prévia, em 1970, a autocensura.  Apesar desse tortuoso tempo ter se findado, seus métodos repressivos fizeram escola de uma forma tão sólida, que alcansou um estado atemporal, estando ainda hoje entranhado nos modos operandes do estado nacional brasileiro, não somente cultural e socialmente mas a repressão continua, inclusive resguardada por leis que obedecem um ritmo conciso e latente para os grandes empresários que se fantasiarão em organizações governamentais, que na verdade servem para manter privilégios conseguidos debaixo de sangue e torturas.(...) Um grande exemplo disso são as leis que regem os instrumentos de comunicação, que se mantêm inalteradas desde o regime militar. Essas leis são fiscalizadas pela ANATEL, Agência Nacional de Telecomunicações, que age juntamente com a Polícia Federal, e elas têm o poder de nos tirar o direito de se comunicar livremente, pois a concessão para ondas de rádio é apenas cedida a grandes empresas que tem, inevitavelmente como única finalidade, o lucro. Por isso, o conteúdo de seus programas é tão banalizado e as informações veiculadas são apenas as que os convém, negando a pessoas comuns e a movimentos sociais a possibilidade de divulgarem suas idéias.(...) (http://muda.radiolivre.org/)
@@ -40,3 +39,58 @@ Ao final de 2010, 36% dos 202,9 milhões de aparelhos celulares estavam equipado
 
 “Esses dados não constam das estatísticas do IBGE”, observa Antonik. “A pergunta do Instituto não é se o brasileiro ouve rádio, mas se ele tem um aparelho de rádio no domicilio”, afirma. A área econômica da Abert considera que os diversos receptores de rádio no Brasil deram um salto nos últimos anos, chegando a casa dos 300 milhões.
 
+Na África o indivíduo é inseparável de sua linhagem, que continua a viver através dele e da
+qual ele é apenas um prolongamento. É por isso que, quando desejamos saudar alguém, o
+saudamos chamando-o repetidas vezes, não por seu nome próprio, que corresponderia no
+ocidente ao nome de batismo, mas pelo nome do seu clã[...] (Hampâté Bâ,2013, p.20) 
+
+De acordo com o autor Robert Darnton (1990, p.140), define tradição oral como sendo: “(...)testemunho
+transmitido oralmente de uma geração para a outra. Suas características particulares são o verbalismo e sua
+maneira de transmissão na qual se difere das fontes escritas”. 
+
+Hampâté Bâ (2010,p.167), sobre tradição oral cita em seu texto que para conhecermos realmente esta
+tradição, segundo ele “[...] só terá validade a menos que se apoie na herança de acontecimentos de toda a
+espécie, pacientemente transmitido de boca a ouvido, de mestre a discípulo ao longo dos séculos.”
+Sendo assim o valor da Palavra dita nestas sociedades é de muita importância porque está relacionada
+com o valor do homem e sua honra, respeitando suas origens e suas tradições, assim Hampâté Bâ (2010, p.168)
+escreve “[...]o homem está ligado a palavra que profere. Está comprometido por ela. Ele é a palavra, e a palavra
+encerra um testemunho daquilo que é. A própria coesão da sociedade repousa no valor e no respeito pela
+palavra”.
+A tradição oral então envolve um todo para estas sociedades africanas, elas trazem uma bagagem
+cultural que abrange toda a sua origem, todo o conhecimento. Ela vai muito além, traz consigo o cotidiano
+desses povos que envolve o presente e o passado em um mesmo espaço de tempo.
+Hampâté Bâ (2010, p.169) cita: “Ela é ao mesmo tempo religião, conhecimento, ciência natural,
+iniciação a arte, divertimento e recreação [...]”. A Palavra para estas sociedades orais tem um poder sagrado,
+está relacionado com todas as coisas do universo. De acordo com a história das comunidades africanas,
+segundo Hampâté Bâ (2010, p.171) “o homem recebeu do poder criador divino, o dom da mente e da Palavra
+[...].”
+Nestas tradições quando ditas em forma de saber, elas são expressadas por meio de uma técnica que
+nestas comunidades com tradições orais se utilizam. Local, ritmo, momento, todo um preâmbulo para que estes
+ensinamentos e experiências sejam passados como um encontro com seus ancestrais.
+A Fala para estas sociedades orais é considerada como um poder divino, mágico, ela é a
+materialização da força interior, ela expressa ritmo e movimento, estas comunidades comparam –na com o ofício
+do tecelão que tecem com seus pés no tear os tecidos, com movimentos cadenciados. Assim, Hampâté Bâ
+(2010, p.173) explica ao falar do oficio de contar as histórias de seu povo, ele define também que “a tradição
+está relacionada com a Palavra”, sendo assim segundo Hampâté Bâ (2010, p.173), “[...] a tradição, pois confere
+a Kuma, a Palavra, não só um poder criador, mas também a dupla função de conservar e destruir. Por essa
+razão a fala por excelência, é o grande agente ativo da magia africana”
+Hampâté Bâ cita de forma a esclarecer a fala destas comunidades tradicionalistas:
+A tradição africana, a fala, que tira do sagrado o seu poder criador e operativo, encontra-se
+em relação direta com a conservação ou ruptura da harmonia no homem e no mundo que o
+cerca. Por esse motivo a maior parte das sociedades, considera a mentira uma verdadeira 
+8
+lepra moral. Na África tradicional, aquele que falta com a palavra mata sua pessoa civil,
+religiosa e oculta. Ele si separa de si mesmo e da sociedade, seria preferível que morresse,
+tanto para si próprio, como para os seus. (Hampâté Bâ 2010, p.174)
+Dentro destas comunidades orais, existem hierarquias para passar esses conhecimentos, existem
+pessoas específicas que são preparadas desde cedo para este oficio. Tradicionalistas ou Domas são os
+responsáveis por passar ou iniciar outros Conhecedores do oficio da Palavra.
+Estes Tradicionalistas podem ser encontrados em várias regiões da savana africana, onde passaram as
+duas narrativas literárias que foram sugeridas neste trabalho acadêmico. Hampâté Bâ (2010, p.175), em seu
+texto, cita sobre estas especificações: “Assim existem os Domas que conhecem a ciência dos ferreiros, dos
+pastores, dos tecelões, assim como das grandes escolas de iniciação da savana- por exemplo, no Mali, o komo,
+o Kore, o Nama, o Do, o Diarrawara, a Nya, o Nyaworole, etc.”
+Os Domas tradicionalistas possuem características segundo Hampâté Bâ (2010), diferenciadas, pois
+conseguem guardar muitos fatos importantes para narrar as histórias de seu povo em sua memória, arquivam ao
+longo do tempo o que foi transmitido pela tradição de seus ancestrais e ainda absorvem fatos que estão
+acontecendo, ou seja, o presente também é história para guardar. 

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@@ -1,11 +1,4 @@
-###HISTORIA DA MUDA RÁDIO LIVRE 
 
-A história da Rádio Muda parece nebulosa para os novos mudeiros. São muitas as versões e as lendas sobre a rádio. O nome Muda, por exemplo, não se sabe ao certo de onde veio ou de como foi formulado. Cabe a você criar a sua interpretação, pelo que já conhece da rádio.
-O que se sabe da história é que a rádio nasceu da experiência de alguns estudantes da Física e Engenharia Elétrica da Unicamp, que construíram um transmissor FM e o colocaram no ar no DCE da universidade. Com o tempo, pessoas de outros institutos começaram a participar da Rádio e propuseram a criação de um coletivo para geri-la.  Por volta de 1994, a rádio se transferiu para um depósito que o DCE havia conseguido junto à prefeitura do campus. Um depósito que ficava debaixo de toda a água que é distribuída e consumida pelos prédios e torneiras que rodeiam o Ciclo Básico (praça central da Unicamp). O novo estúdio da Muda passou a ser na torre apelidada de "Pau do Zefa" (em alusão ao primeiro reitor da Unicamp, Zeferino Vaz): uma torre que antes funcionava apenas como caixa d'água, mas hoje funciona como sede de uma das maiores referências em comunicação livre do País.
-Comenta-se que, um ano depois da mudança para o "Pau do Zefa", a Muda teve o transmissor roubado. Foi nestes idos que a Rádio deixou de vez de ser vinculada ao DCE e passou a ser completamente gerida pelo Coletivo (que agora já merece letra maiúscula por ter características que transcendem vontades ou picuinhas pessoais...).
-Até 1999, a rádio passou por um período  em que teve seu alcance restringido ao campus da Unicamp e às residências que o rodeiam. O transmissor era fraquinho comparado ao atual, tinha de 3 a 5 W. No meio de  1999,  o coletivo se fortaleceu ,  e contando com a atitude de "novos" e "velhos" mudeiros, adquiriu o transmissor atual, passando a atingir todo o distrito de Barão Geraldo (onde fica a Unicamp) e outros bairros como o Jardim Santa Genebra, Vila Costa e Silva, Jardim São Marcos, Santa Mônica, e as margens das estradas que cortam a zona norte de Campinas.
-A partir daí, a Muda só cresceu, na participação da comunidade, na forma de integração e atuação do coletivo, nios eventos que realizava e na sua diversidade. Há de se destacar a inserção da experiência mudeira no movimento nacional e internacional pela comunicação livre, acirrado pela participação de mudeiros em eventos como os Fóruns Sociais Mundiais, Pan-Amazônico, Mídia Tática Brasil e outros acontecimentos. A utilização livre da Internet também abriu possibilidades e realidades para a Muda... É especificamente isso que você pode ver no nosso site...
-Resultado atual: 122 programas semanais / mais de 250 programadores
 
 ###Pirata e a ANATEL 
 
@@ -17,24 +10,23 @@ Uma alternativa a esse monopólio são as rádios livres e comunitárias, que n
 Por quebrarem o monopólio das grandes empresas de telecomunicação e não se adequarem ao esquema comercial de transmissão, essas rádios são perseguidas, lacradas e, muitas vezes, seus programadores são presos e violentados.
 Em Campinas, resiste há mais de 10 anos no ar a Rádio Muda, uma rádio livre, criada por estudantes da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas), mas que hoje possui programadores dos mais variados tipos - os chamados mudeiros -, que compõem até hoje o coletivo anti-autoritário coordenador da rádio. Esse modo de se organizar/coordenar garante liberdade de opinião, participação e expressão a cada novo e velho integrante, que tem a possibilidade de fazer como bem entender o seu programa, dando a rádio grande diversidade de sons e idéias. Quem já escutou sabe como é o contraste ...
 São aproximadamente 200 programadores, que mantêm a rádio no ar 24 horas por dia, trasmitindo vários estilos, tais como hip-hop, MPB, reggae, rock, heavy metal, samba, hard-core e noise ou programas sobre futebol, esperanto e movimentos sociais. Ninguém paga ou recebe para fazer programa; é a vontade de cada um que os leva até lá.
-Mesmo tendo recebido algumas visitas da ANATEL junto com a Policia Federal, mas eles nao vão nos calar, continuamos nossa luta de "democratização" dos meios de comunicação. Continuem ouvindo a rádio, e entrando em contato pelo e-mail ou pelo telefone (19) 3387 7908
-
-Não acredite na midia...
-acredite em você mesmo!!!!
-
-Se você quer montar uma rádio livre, entre na área de textos tem varios textos com informações tecnicas sobre como montar uma rádio, é mais fácil do que você imagina!
-
+Mesmo tendo recebido algumas visitas da ANATEL junto com a Policia Federal, mas eles nao vão nos calar, continuamos nossa luta de "democratização" dos meios de comunicação. Continuem ouvindo a rádio, e entrando em contato pelo e-mail ou pelo telefone 
 "Todo homem tem direito à liberdade de opinião e expressão. Esse direito inclui a liberdade de receber e transmitir informações e idéias por quaisquer meios, sem interferências e independentemente de fronteiras" (Declaração universal do Direito do Homem, 1948, Art. XIX)
 
-Fodam-se todas as formas de repressão.
-
-VIVA A LIBERDADE!!!!!!!
 
 "É livre a expressão da atividade intelectual, artística, cientifica e de comunicação, independentemente de censura ou licença." (Constituição Brasileira, Art. 5 IX)
 
 "A manifestação do pensamento, a criação, a expressão e a informação, sob qualquer forma, processo ou veiculo não sofrerão qualquer restrição, observado o disposto nesta Contituição."
 "Parágrafo 1: Nenhuma lei conterá dispositivo que possa constituir embaraço para a plena liberdade de informação jornalistica em qualquer veículo de comunicação social, observado o disposto no Art. 5º IV, V, X, XII e XIV." (Constituição Brasileira - Art. 220)
 
+###HISTORIA DA MUDA RÁDIO LIVRE 
+
+A história da Rádio Muda parece nebulosa para os novos mudeiros. São muitas as versões e as lendas sobre a rádio. O nome Muda, por exemplo, não se sabe ao certo de onde veio ou de como foi formulado. Cabe a você criar a sua interpretação, pelo que já conhece da rádio.
+O que se sabe da história é que a rádio nasceu da experiência de alguns estudantes da Física e Engenharia Elétrica da Unicamp, que construíram um transmissor FM e o colocaram no ar no DCE da universidade. Com o tempo, pessoas de outros institutos começaram a participar da Rádio e propuseram a criação de um coletivo para geri-la.  Por volta de 1994, a rádio se transferiu para um depósito que o DCE havia conseguido junto à prefeitura do campus. Um depósito que ficava debaixo de toda a água que é distribuída e consumida pelos prédios e torneiras que rodeiam o Ciclo Básico (praça central da Unicamp). O novo estúdio da Muda passou a ser na torre apelidada de "Pau do Zefa" (em alusão ao primeiro reitor da Unicamp, Zeferino Vaz): uma torre que antes funcionava apenas como caixa d'água, mas hoje funciona como sede de uma das maiores referências em comunicação livre do País.
+Comenta-se que, um ano depois da mudança para o "Pau do Zefa", a Muda teve o transmissor roubado. Foi nestes idos que a Rádio deixou de vez de ser vinculada ao DCE e passou a ser completamente gerida pelo Coletivo (que agora já merece letra maiúscula por ter características que transcendem vontades ou picuinhas pessoais...).
+Até 1999, a rádio passou por um período  em que teve seu alcance restringido ao campus da Unicamp e às residências que o rodeiam. O transmissor era fraquinho comparado ao atual, tinha de 3 a 5 W. No meio de  1999,  o coletivo se fortaleceu ,  e contando com a atitude de "novos" e "velhos" mudeiros, adquiriu o transmissor atual, passando a atingir todo o distrito de Barão Geraldo (onde fica a Unicamp) e outros bairros como o Jardim Santa Genebra, Vila Costa e Silva, Jardim São Marcos, Santa Mônica, e as margens das estradas que cortam a zona norte de Campinas.
+A partir daí, a Muda só cresceu, na participação da comunidade, na forma de integração e atuação do coletivo, nios eventos que realizava e na sua diversidade. Há de se destacar a inserção da experiência mudeira no movimento nacional e internacional pela comunicação livre, acirrado pela participação de mudeiros em eventos como os Fóruns Sociais Mundiais, Pan-Amazônico, Mídia Tática Brasil e outros acontecimentos. A utilização livre da Internet também abriu possibilidades e realidades para a Muda... É especificamente isso que você pode ver no nosso site...
+Resultado atual: 122 programas semanais / mais de 250 programadores
 
 ### Dados de acesso de rádio  
 

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@@ -7,11 +7,12 @@ Até 1999, a rádio passou por um período  em que teve seu alcance restringido
 A partir daí, a Muda só cresceu, na participação da comunidade, na forma de integração e atuação do coletivo, nios eventos que realizava e na sua diversidade. Há de se destacar a inserção da experiência mudeira no movimento nacional e internacional pela comunicação livre, acirrado pela participação de mudeiros em eventos como os Fóruns Sociais Mundiais, Pan-Amazônico, Mídia Tática Brasil e outros acontecimentos. A utilização livre da Internet também abriu possibilidades e realidades para a Muda... É especificamente isso que você pode ver no nosso site...
 Resultado atual: 122 programas semanais / mais de 250 programadores
 
-Pirata é a ANATEL que está atrás do ouro!!!
+###Pirata e a ANATEL 
 
-A ditadura militar pode ter acabado mas a repressão continua.
+Quando analizamos a importancia da comunicação comunitária, a partir das perspectivas afrocentricas, percebemos como foram criadas métodos de silenciamento dos povos, na arte, cultura, e principalmente na educação. Tomando como exemplo o tempo em a imprensa foi alvo da censura durante a ditadura instaurada pelo golpe civil-militar de 1964, que assumiu múltiplas formas: a lei da imprensa de 1967, a censura prévia, em 1970, a autocensura.  Apesar desse tortuoso tempo ter se findado, seus métodos repressivos fizeram escola de uma forma tão sólida, que alcansou um estado atemporal, estando ainda hoje entranhado nos modos operandes do estado nacional brasileiro, não somente cultural e socialmente mas a repressão continua, inclusive resguardada por leis que obedecem um ritmo conciso e latente para os grandes empresários que se fantasiarão em organizações governamentais, que na verdade servem para manter privilégios conseguidos debaixo de sangue e torturas.(...) Um grande exemplo disso são as leis que regem os instrumentos de comunicação, que se mantêm inalteradas desde o regime militar. Essas leis são fiscalizadas pela ANATEL, Agência Nacional de Telecomunicações, que age juntamente com a Polícia Federal, e elas têm o poder de nos tirar o direito de se comunicar livremente, pois a concessão para ondas de rádio é apenas cedida a grandes empresas que tem, inevitavelmente como única finalidade, o lucro. Por isso, o conteúdo de seus programas é tão banalizado e as informações veiculadas são apenas as que os convém, negando a pessoas comuns e a movimentos sociais a possibilidade de divulgarem suas idéias.(...) (http://muda.radiolivre.org/)
+
+Para dialogarmos comunicação comunitária, antes de mais nada devemos compreender todos o histórico de criação dessa ferramenta que é a internet, como as disputas pelas POLÍTICAS DE DADOS, tem ditado o ritmo de seu crescimento, e sobre tudo até onde chega esse bem tão necessário na epoca histórica denominada infoera, (...) a era da informação e do conhecimento, está crescentemente se impondo na estrutura social mundial, atingindo os mais recônditos lugares de nosso planeta. A imensa revolução da informática, traduzida pela evolução tecnológica das metodologias de produção na microeletrônica, assim como pela evolução do processamento de dados e do processamento de informações e, finalmente, pela evolução tecnológica das telecomunicações propriamente ditas, está agora se espraiando, propagando-se e disseminando-se para todos os demais setores das atividades socioeconômicas. (ZUFFO, 2003)
 
-Um grande exemplo disso são as leis que regem os instrumentos de comunicação, que se mantêm inalteradas desde o regime militar. Essas leis são fiscalizadas pela ANATEL, Agência Nacional de Telecomunicações, que age juntamente com a Polícia Federal, e elas têm o poder de nos tirar o direito de se comunicar livremente, pois a concessão para ondas de rádio é apenas cedida a grandes empresas que tem, inevitavelmente como única finalidade, o lucro. Por isso, o conteúdo de seus programas é tão banalizado e as informações veiculadas são apenas as que os convém, negando a pessoas comuns e a movimentos sociais a possibilidade de divulgarem suas idéias.
 Uma alternativa a esse monopólio são as rádios livres e comunitárias, que não têm "rabo preso" com políticos, não dependem do "jabá" para tocar suas músicas e não têm interesses comercias. Elas existem em todo o mundo; no Brasil, ficam em maioria nas periferias, em universidades e espaços culturais. Resistem com uma programação voltada para o interesse da comunidade, abrem espaço para novos artistas e fazem com que a arte continue viva, não sendo subordinada à truculenta indústria fonográfica.
 Por quebrarem o monopólio das grandes empresas de telecomunicação e não se adequarem ao esquema comercial de transmissão, essas rádios são perseguidas, lacradas e, muitas vezes, seus programadores são presos e violentados.
 Em Campinas, resiste há mais de 10 anos no ar a Rádio Muda, uma rádio livre, criada por estudantes da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas), mas que hoje possui programadores dos mais variados tipos - os chamados mudeiros -, que compõem até hoje o coletivo anti-autoritário coordenador da rádio. Esse modo de se organizar/coordenar garante liberdade de opinião, participação e expressão a cada novo e velho integrante, que tem a possibilidade de fazer como bem entender o seu programa, dando a rádio grande diversidade de sons e idéias. Quem já escutou sabe como é o contraste ...
@@ -34,3 +35,16 @@ VIVA A LIBERDADE!!!!!!!
 "A manifestação do pensamento, a criação, a expressão e a informação, sob qualquer forma, processo ou veiculo não sofrerão qualquer restrição, observado o disposto nesta Contituição."
 "Parágrafo 1: Nenhuma lei conterá dispositivo que possa constituir embaraço para a plena liberdade de informação jornalistica em qualquer veículo de comunicação social, observado o disposto no Art. 5º IV, V, X, XII e XIV." (Constituição Brasileira - Art. 220)
 
+
+### Dados de acesso de rádio  
+
+Apesar da crescente popularização dos computadores, cresceu em 12% o percentual de domicílios brasileiros com TV nos últimos dez anos. De acordo com último Censo do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), divulgado na última quarta-feira (16), 97% dos lares têm televisores, frente aos 85% do ano de 2000.
+
+No mesmo período, a presença de aparelhos convencionais de rádio caiu de 87,45% para 81,4% do total. Entretanto, essa queda deve ser analisada com cautela,  diz o diretor-geral da Abert, Luis Roberto Antonik.
+
+Com a modernização e a convergência tecnológica, os receptores tradicionais de rádio cedem espaço a novos aparelhos, como celulares, computadores, smartphones e tocadores de MP3 (a exemplo dos Ipods), observa Antonik.
+
+Ao final de 2010, 36% dos 202,9 milhões de aparelhos celulares estavam equipados com aparelhos de rádio, uma soma aproximada de 75 milhões de receptores.  O número deve ser maior em 2011, porque, desde 2002, a quantidade de domicílios com celular cresce mais de 15% ao ano.
+
+“Esses dados não constam das estatísticas do IBGE”, observa Antonik. “A pergunta do Instituto não é se o brasileiro ouve rádio, mas se ele tem um aparelho de rádio no domicilio”, afirma. A área econômica da Abert considera que os diversos receptores de rádio no Brasil deram um salto nos últimos anos, chegando a casa dos 300 milhões.
+

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@@ -6,3 +6,31 @@ Comenta-se que, um ano depois da mudança para o "Pau do Zefa", a Muda teve o tr
 Até 1999, a rádio passou por um período  em que teve seu alcance restringido ao campus da Unicamp e às residências que o rodeiam. O transmissor era fraquinho comparado ao atual, tinha de 3 a 5 W. No meio de  1999,  o coletivo se fortaleceu ,  e contando com a atitude de "novos" e "velhos" mudeiros, adquiriu o transmissor atual, passando a atingir todo o distrito de Barão Geraldo (onde fica a Unicamp) e outros bairros como o Jardim Santa Genebra, Vila Costa e Silva, Jardim São Marcos, Santa Mônica, e as margens das estradas que cortam a zona norte de Campinas.
 A partir daí, a Muda só cresceu, na participação da comunidade, na forma de integração e atuação do coletivo, nios eventos que realizava e na sua diversidade. Há de se destacar a inserção da experiência mudeira no movimento nacional e internacional pela comunicação livre, acirrado pela participação de mudeiros em eventos como os Fóruns Sociais Mundiais, Pan-Amazônico, Mídia Tática Brasil e outros acontecimentos. A utilização livre da Internet também abriu possibilidades e realidades para a Muda... É especificamente isso que você pode ver no nosso site...
 Resultado atual: 122 programas semanais / mais de 250 programadores
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+Pirata é a ANATEL que está atrás do ouro!!!
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+A ditadura militar pode ter acabado mas a repressão continua.
+
+Um grande exemplo disso são as leis que regem os instrumentos de comunicação, que se mantêm inalteradas desde o regime militar. Essas leis são fiscalizadas pela ANATEL, Agência Nacional de Telecomunicações, que age juntamente com a Polícia Federal, e elas têm o poder de nos tirar o direito de se comunicar livremente, pois a concessão para ondas de rádio é apenas cedida a grandes empresas que tem, inevitavelmente como única finalidade, o lucro. Por isso, o conteúdo de seus programas é tão banalizado e as informações veiculadas são apenas as que os convém, negando a pessoas comuns e a movimentos sociais a possibilidade de divulgarem suas idéias.
+Uma alternativa a esse monopólio são as rádios livres e comunitárias, que não têm "rabo preso" com políticos, não dependem do "jabá" para tocar suas músicas e não têm interesses comercias. Elas existem em todo o mundo; no Brasil, ficam em maioria nas periferias, em universidades e espaços culturais. Resistem com uma programação voltada para o interesse da comunidade, abrem espaço para novos artistas e fazem com que a arte continue viva, não sendo subordinada à truculenta indústria fonográfica.
+Por quebrarem o monopólio das grandes empresas de telecomunicação e não se adequarem ao esquema comercial de transmissão, essas rádios são perseguidas, lacradas e, muitas vezes, seus programadores são presos e violentados.
+Em Campinas, resiste há mais de 10 anos no ar a Rádio Muda, uma rádio livre, criada por estudantes da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas), mas que hoje possui programadores dos mais variados tipos - os chamados mudeiros -, que compõem até hoje o coletivo anti-autoritário coordenador da rádio. Esse modo de se organizar/coordenar garante liberdade de opinião, participação e expressão a cada novo e velho integrante, que tem a possibilidade de fazer como bem entender o seu programa, dando a rádio grande diversidade de sons e idéias. Quem já escutou sabe como é o contraste ...
+São aproximadamente 200 programadores, que mantêm a rádio no ar 24 horas por dia, trasmitindo vários estilos, tais como hip-hop, MPB, reggae, rock, heavy metal, samba, hard-core e noise ou programas sobre futebol, esperanto e movimentos sociais. Ninguém paga ou recebe para fazer programa; é a vontade de cada um que os leva até lá.
+Mesmo tendo recebido algumas visitas da ANATEL junto com a Policia Federal, mas eles nao vão nos calar, continuamos nossa luta de "democratização" dos meios de comunicação. Continuem ouvindo a rádio, e entrando em contato pelo e-mail ou pelo telefone (19) 3387 7908
+
+Não acredite na midia...
+acredite em você mesmo!!!!
+
+Se você quer montar uma rádio livre, entre na área de textos tem varios textos com informações tecnicas sobre como montar uma rádio, é mais fácil do que você imagina!
+
+"Todo homem tem direito à liberdade de opinião e expressão. Esse direito inclui a liberdade de receber e transmitir informações e idéias por quaisquer meios, sem interferências e independentemente de fronteiras" (Declaração universal do Direito do Homem, 1948, Art. XIX)
+
+Fodam-se todas as formas de repressão.
+
+VIVA A LIBERDADE!!!!!!!
+
+"É livre a expressão da atividade intelectual, artística, cientifica e de comunicação, independentemente de censura ou licença." (Constituição Brasileira, Art. 5 IX)
+
+"A manifestação do pensamento, a criação, a expressão e a informação, sob qualquer forma, processo ou veiculo não sofrerão qualquer restrição, observado o disposto nesta Contituição."
+"Parágrafo 1: Nenhuma lei conterá dispositivo que possa constituir embaraço para a plena liberdade de informação jornalistica em qualquer veículo de comunicação social, observado o disposto no Art. 5º IV, V, X, XII e XIV." (Constituição Brasileira - Art. 220)
+

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@@ -1,2 +1,8 @@
+###HISTORIA DA MUDA RÁDIO LIVRE 
 
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+A história da Rádio Muda parece nebulosa para os novos mudeiros. São muitas as versões e as lendas sobre a rádio. O nome Muda, por exemplo, não se sabe ao certo de onde veio ou de como foi formulado. Cabe a você criar a sua interpretação, pelo que já conhece da rádio.
+O que se sabe da história é que a rádio nasceu da experiência de alguns estudantes da Física e Engenharia Elétrica da Unicamp, que construíram um transmissor FM e o colocaram no ar no DCE da universidade. Com o tempo, pessoas de outros institutos começaram a participar da Rádio e propuseram a criação de um coletivo para geri-la.  Por volta de 1994, a rádio se transferiu para um depósito que o DCE havia conseguido junto à prefeitura do campus. Um depósito que ficava debaixo de toda a água que é distribuída e consumida pelos prédios e torneiras que rodeiam o Ciclo Básico (praça central da Unicamp). O novo estúdio da Muda passou a ser na torre apelidada de "Pau do Zefa" (em alusão ao primeiro reitor da Unicamp, Zeferino Vaz): uma torre que antes funcionava apenas como caixa d'água, mas hoje funciona como sede de uma das maiores referências em comunicação livre do País.
+Comenta-se que, um ano depois da mudança para o "Pau do Zefa", a Muda teve o transmissor roubado. Foi nestes idos que a Rádio deixou de vez de ser vinculada ao DCE e passou a ser completamente gerida pelo Coletivo (que agora já merece letra maiúscula por ter características que transcendem vontades ou picuinhas pessoais...).
+Até 1999, a rádio passou por um período  em que teve seu alcance restringido ao campus da Unicamp e às residências que o rodeiam. O transmissor era fraquinho comparado ao atual, tinha de 3 a 5 W. No meio de  1999,  o coletivo se fortaleceu ,  e contando com a atitude de "novos" e "velhos" mudeiros, adquiriu o transmissor atual, passando a atingir todo o distrito de Barão Geraldo (onde fica a Unicamp) e outros bairros como o Jardim Santa Genebra, Vila Costa e Silva, Jardim São Marcos, Santa Mônica, e as margens das estradas que cortam a zona norte de Campinas.
+A partir daí, a Muda só cresceu, na participação da comunidade, na forma de integração e atuação do coletivo, nios eventos que realizava e na sua diversidade. Há de se destacar a inserção da experiência mudeira no movimento nacional e internacional pela comunicação livre, acirrado pela participação de mudeiros em eventos como os Fóruns Sociais Mundiais, Pan-Amazônico, Mídia Tática Brasil e outros acontecimentos. A utilização livre da Internet também abriu possibilidades e realidades para a Muda... É especificamente isso que você pode ver no nosso site...
+Resultado atual: 122 programas semanais / mais de 250 programadores

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--- /dev/null
+++ b/posts/nao_to_bem_.mdwn
@@ -0,0 +1,114 @@
+não to bem 
+e sei que ja faz tempo 
+tem se acumulando 
+dentro de Mil 
+causou um buraco 
+desde que vim do maranhao 
+metade teve que renascer 
+as dores que vivi lá 
+voltaram a aparecer 
+tenho medo da solidão 
+muito mais da distancia dos meus filhos 
+notei que sempre fui negado tudo 
+minha dignidade 
+o pior é ter que provar 
+saber que esta sozinho 
+num lugar que a coletividade 
+toda hora é reivindicada 
+nada mais importante que a familia 
+e a minha foi desfacelada 
+desfacelada toda por dentro 
+estou cada vez mais fragilizado
+nada que eu faço me deixa feliz 
+o candomble me cuspiu de dentro 
+nao aceitaram meu destino 
+talvez por ser grande demais 
+talvaz foi minha natureza 
+tambem pudera nao tinha como ser de outro jeito 
+sou fruto de todos meus dias 
+de cada dor de cada agonia 
+capoeira me faz esquecer
+só até quando eu tô jogando 
+bate a tristeza de ta sozinho 
+o chão que eu deixo nao me acalenta 
+a pouca comida 
+sint fraquesa 
+e eu nem queria ta nesse lugar 
+me bate uma agonia só de pensar 
+sempre soube que minha saga era outros caminhos 
+mas eu vim aqui pra buscar um jeito 
+de mudar a situação 
+quando eu disse que metade de mim morreu no caminho 
+falo de tantas himilhações 
+por nao ter dinheiro, por eu nao ter jeito com as relações 
+ja pensei de tudo ate me matar 
+nao sei isso iria mudar 
+quando eu queria cuidar de tudo 
+dá pro meu filho tudo que nao tive 
+me bate um desespero de eu sentir 
+minha familhas pelos dedos fugir 
+em todo momento que fui humilhado 
+por nao ter casa 
+por nao ter um espaço pra cair morto 
+de ser expulso 
+de ser chingado 
+der ser cobrado de dá pros outros o que nunca foi a mim dado 
+nao nao consigo se nao escrever 
+sentir o vento do sol nascer 
+corro pra mata as 5 da manha 
+só saio quando o sol ja esta esquentando 
+nada me anima quando saio de la
+so tenho toda hora vontade de chorar 
+sei que to mal 
+mas nao posso falar 
+ja que nao tenho ninguem pra me escutar 
+teve um dia que me senti importante 
+uma mulher de longe veio me visitar 
+com um papo lindo de afrocentração 
+familia preta tudo ilusão 
+essa pessoa quando viu que de mim nao teria nada 
+me agrediu mentiu pro mundo e quem nele esta 
+dizendo que eu era outro e nao esse que minha 
+pessonalidade tava a mostrar 
+hoje sindo nos olhos dos que nao se permite me conhecer 
+que eu sou o mal e eles nao querem nem saber 
+sou odiado e nao entendido 
+somente sou importante quando estou resolvendo 
+o do coletivo que vive me odiando 
+eu to doente e nao posso me abrir pra ninguem 
+nesse lugar que nao sei em quem confiar 
+vou morrer sozinho mesmo andando e respirando 
+a felicidade é uma parte de mim que ta faltando 
+eu que vim pra conseguir mudar 
+pra passar na cara dos que me humilharam que 
+eu chegaria e seria algo pra se orgulhar 
+virei um mal necessário 
+quem fala comigo nao quer saber como estou 
+estou sozinho e assim tenho que seguir 
+com armadura de durão destruido por dentro 
+e fraco de coração 
+o que se faz diante de uma depressão 
+cadê meus filhos?
+o que eu to fazendo ? 
+Akiloan e kayodê 
+meu foco e me agonia saber que nao to sendo todo o pai que eu poderia ser 
+nessa vida era tudo que eu queria ser 
+dá pra eles tudo que eu nao pude ter 
+ha se eu fosse um magico 
+eu protegia eles e a dandara 
+falando nela nunca tive uma tamanha amada 
+mais até ela me expusou 
+me mandou pra longe ela me deixou 
+a todo momento sindo sua falta 
+to me afundando e nao tenho nada pra me segurar 
+ela ta longe criando o preto que vai caminhar distante e vai de mim um dia cuidar 
+só queria ta perto deles 
+ja nao estopu aguentando 
+a cada dia isso ta me consumindo e ja ta perto de tomar geral 
+to fazendo de tudo pra resistir 
+mais é difícil estando aqui 
+
+falei isso tudo em forma de verso 
+talvez ninguem veja isso 
+ou talvez alguem só veja quando nao estiver aqui 
+talvewz seja assim

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@@ -9,8 +9,8 @@ Primeiro dia de trabalho foi dia 2 (Quinta-feira)  janeiro de 2020, nos encontra
 
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 ###Dia 2
 
 No segundo dia (03.01.2020)começamos a construção das cercas, decidimos a extensão da proteção, depois de delimitadas, nos dividimos na função de juntar as ferramentas, Gudião ficou de buscar a cavadeira que havia sido guardada em ultima vez no terreno. Quando voltou já trouxe três bambus que foram utilizados como estaca para a cerca, enquanto Gudião e Leyva ficou responsável por cavarem o buraco, eu (Mil) e Edmilson fomos buscar mais estacas para serem usadas na cerca, Uma linha levada por Edmilson foi usada para visualizarmos o caminho das estacas. Depois de cavado e cortado na medidas para delimitar as cercas, o trabalho se encerrou, isso por volta das 9:30 da manha. sendo que chegamos para iniciar os trabalhos por volta das 5:30. 

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--- "a/HORTA_COMUNIT\303\201RIA.mdwn"
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@@ -10,6 +10,7 @@ Primeiro dia de trabalho foi dia 2 (Quinta-feira)  janeiro de 2020, nos encontra
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 ###Dia 2
 
 No segundo dia (03.01.2020)começamos a construção das cercas, decidimos a extensão da proteção, depois de delimitadas, nos dividimos na função de juntar as ferramentas, Gudião ficou de buscar a cavadeira que havia sido guardada em ultima vez no terreno. Quando voltou já trouxe três bambus que foram utilizados como estaca para a cerca, enquanto Gudião e Leyva ficou responsável por cavarem o buraco, eu (Mil) e Edmilson fomos buscar mais estacas para serem usadas na cerca, Uma linha levada por Edmilson foi usada para visualizarmos o caminho das estacas. Depois de cavado e cortado na medidas para delimitar as cercas, o trabalho se encerrou, isso por volta das 9:30 da manha. sendo que chegamos para iniciar os trabalhos por volta das 5:30. 

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Binary files /dev/null and "b/HORTA_COMUNIT\303\201RIA/fotofonte1-02.01.2020.jpeg" differ

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@@ -9,7 +9,7 @@ Primeiro dia de trabalho foi dia 2 (Quinta-feira)  janeiro de 2020, nos encontra
 
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-
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 ###Dia 2
 
 No segundo dia (03.01.2020)começamos a construção das cercas, decidimos a extensão da proteção, depois de delimitadas, nos dividimos na função de juntar as ferramentas, Gudião ficou de buscar a cavadeira que havia sido guardada em ultima vez no terreno. Quando voltou já trouxe três bambus que foram utilizados como estaca para a cerca, enquanto Gudião e Leyva ficou responsável por cavarem o buraco, eu (Mil) e Edmilson fomos buscar mais estacas para serem usadas na cerca, Uma linha levada por Edmilson foi usada para visualizarmos o caminho das estacas. Depois de cavado e cortado na medidas para delimitar as cercas, o trabalho se encerrou, isso por volta das 9:30 da manha. sendo que chegamos para iniciar os trabalhos por volta das 5:30. 

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new file mode 100644
index 0000000..8caf357
Binary files /dev/null and "b/HORTA_COMUNIT\303\201RIA/fotofonte2-02.01.2020.jpeg" differ

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@@ -8,8 +8,8 @@
 Primeiro dia de trabalho foi dia 2 (Quinta-feira)  janeiro de 2020, nos encontramos Eu (Mil), Wanderson (Budião, Professor Leyva e professor Edmilson, fizemos uma breve reunião na beira das fontes, discutimos as prioridades e principais trabalhos a ser implementado enquanto projeto liderado pelo professor Leyva. De resultado da conversa saiu a decisão de cercar a horta de mandioca que ja tinha sido plantada, para evitar intrusão de bichos grandes como cavalos que invadem a horta pra comer as culturas plantadas e melhorar a segurança para acesso de pessoas que tenham intensão de se apropriar dos itens plantados. Como segunda prioridade, Falamos sobre a importância de preservar as nascentes das fontes que se encontram abandonadas, apresentando um estado de muita sujeira. 
 
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-
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+
 ###Dia 2
 
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+
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 ###Dia 2
 
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 No segundo dia (03.01.2020)começamos a construção das cercas, decidimos a extensão da proteção, depois de delimitadas, nos dividimos na função de juntar as ferramentas, Gudião ficou de buscar a cavadeira que havia sido guardada em ultima vez no terreno. Quando voltou já trouxe três bambus que foram utilizados como estaca para a cerca, enquanto Gudião e Leyva ficou responsável por cavarem o buraco, eu (Mil) e Edmilson fomos buscar mais estacas para serem usadas na cerca, Uma linha levada por Edmilson foi usada para visualizarmos o caminho das estacas. Depois de cavado e cortado na medidas para delimitar as cercas, o trabalho se encerrou, isso por volta das 9:30 da manha. sendo que chegamos para iniciar os trabalhos por volta das 5:30. 

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Binary files /dev/null and "b/HORTA_COMUNIT\303\201RIA/fotofonte02.01.2020.jpeg" differ

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@@ -7,7 +7,7 @@
 
 Primeiro dia de trabalho foi dia 2 (Quinta-feira)  janeiro de 2020, nos encontramos Eu (Mil), Wanderson (Budião, Professor Leyva e professor Edmilson, fizemos uma breve reunião na beira das fontes, discutimos as prioridades e principais trabalhos a ser implementado enquanto projeto liderado pelo professor Leyva. De resultado da conversa saiu a decisão de cercar a horta de mandioca que ja tinha sido plantada, para evitar intrusão de bichos grandes como cavalos que invadem a horta pra comer as culturas plantadas e melhorar a segurança para acesso de pessoas que tenham intensão de se apropriar dos itens plantados. Como segunda prioridade, Falamos sobre a importância de preservar as nascentes das fontes que se encontram abandonadas, apresentando um estado de muita sujeira. 
 
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 ###Dia 2
 
 No segundo dia (03.01.2020)começamos a construção das cercas, decidimos a extensão da proteção, depois de delimitadas, nos dividimos na função de juntar as ferramentas, Gudião ficou de buscar a cavadeira que havia sido guardada em ultima vez no terreno. Quando voltou já trouxe três bambus que foram utilizados como estaca para a cerca, enquanto Gudião e Leyva ficou responsável por cavarem o buraco, eu (Mil) e Edmilson fomos buscar mais estacas para serem usadas na cerca, Uma linha levada por Edmilson foi usada para visualizarmos o caminho das estacas. Depois de cavado e cortado na medidas para delimitar as cercas, o trabalho se encerrou, isso por volta das 9:30 da manha. sendo que chegamos para iniciar os trabalhos por volta das 5:30. 

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 Primeiro dia de trabalho foi dia 2 (Quinta-feira)  janeiro de 2020, nos encontramos Eu (Mil), Wanderson (Budião, Professor Leyva e professor Edmilson, fizemos uma breve reunião na beira das fontes, discutimos as prioridades e principais trabalhos a ser implementado enquanto projeto liderado pelo professor Leyva. De resultado da conversa saiu a decisão de cercar a horta de mandioca que ja tinha sido plantada, para evitar intrusão de bichos grandes como cavalos que invadem a horta pra comer as culturas plantadas e melhorar a segurança para acesso de pessoas que tenham intensão de se apropriar dos itens plantados. Como segunda prioridade, Falamos sobre a importância de preservar as nascentes das fontes que se encontram abandonadas, apresentando um estado de muita sujeira. 
-[[!img horta.PNG]]
+
+[[!img  mapaeduca.jpg size="400x300" alt="clouds"]]
 ###Dia 2
 
 No segundo dia (03.01.2020)começamos a construção das cercas, decidimos a extensão da proteção, depois de delimitadas, nos dividimos na função de juntar as ferramentas, Gudião ficou de buscar a cavadeira que havia sido guardada em ultima vez no terreno. Quando voltou já trouxe três bambus que foram utilizados como estaca para a cerca, enquanto Gudião e Leyva ficou responsável por cavarem o buraco, eu (Mil) e Edmilson fomos buscar mais estacas para serem usadas na cerca, Uma linha levada por Edmilson foi usada para visualizarmos o caminho das estacas. Depois de cavado e cortado na medidas para delimitar as cercas, o trabalho se encerrou, isso por volta das 9:30 da manha. sendo que chegamos para iniciar os trabalhos por volta das 5:30. 

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new file mode 100644
index 0000000..15ca1fb
Binary files /dev/null and "b/HORTA_COMUNIT\303\201RIA/WhatsApp_Image_2020-01-07_at_09.21.33___40__2__41__.jpeg" differ
diff --git "a/HORTA_COMUNIT\303\201RIA/WhatsApp_Image_2020-01-08_at_08.59.33.jpeg" "b/HORTA_COMUNIT\303\201RIA/WhatsApp_Image_2020-01-08_at_08.59.33.jpeg"
new file mode 100644
index 0000000..641bea6
Binary files /dev/null and "b/HORTA_COMUNIT\303\201RIA/WhatsApp_Image_2020-01-08_at_08.59.33.jpeg" differ
diff --git "a/HORTA_COMUNIT\303\201RIA/WhatsApp_Image_2020-01-08_at_08.59.34.jpeg" "b/HORTA_COMUNIT\303\201RIA/WhatsApp_Image_2020-01-08_at_08.59.34.jpeg"
new file mode 100644
index 0000000..0041fc8
Binary files /dev/null and "b/HORTA_COMUNIT\303\201RIA/WhatsApp_Image_2020-01-08_at_08.59.34.jpeg" differ

diff --git "a/HORTA_COMUNIT\303\201RIA.mdwn" "b/HORTA_COMUNIT\303\201RIA.mdwn"
index 0139f08..da877a0 100644
--- "a/HORTA_COMUNIT\303\201RIA.mdwn"
+++ "b/HORTA_COMUNIT\303\201RIA.mdwn"
@@ -23,14 +23,17 @@ Segunda feira, dia 06.01.2020 foi nosso quarto dia de trabalho, nos encontramos
 
 Na terça feira demos continuidade no trabalho de tratamento das estacas e trocas pelas de banbo pela estavas mais fortes. Depois de trocadas socamos todas as estacas afim de deixar firme a ponto de dificultar furtos das mesmas. Finalizamos o trabalho, projetando retirar mais 10 estacas para finalizar a cerca. Já reparamos a mudança na estética da área plantada. A cerca é uma barreira para animais e pessoas má intesionadas e melhor proteção. 
 
+###Dia 6 
+
+O dia de quarta feira começou com um pequeno atraso meu, (Mil), seguimos pra o terreno com a missão de tirar mais estacas para cerca, por volta das 6  da manha já estávamos escolhendo as primeiras estacas, essas estavam bem na beira do caminho que nos chamou atenção desde o primeiro dia. No primeiro local tiramos bastantes estacas, contabilizando 11 no total. Depois cortadas e desgalhadas descidimos vevonde o caminho levava. Encontramos diversas frutíferas, como genipapo, graviola e claro muita oliveira, dendezeiros, arrozeiras, canela de velho, jurubeba e etc. Podermos perceber que o caminho já é usado pela comunidade para acessar áreas do terreno. Nessa caminhada percebemos que estávamos localizados logo atrás da horta de mandioca, justo depois do córrego como havia sido dito pelo companheiro Edmilson. Uma área de muitas plantas adultas r uma vasta variedade de frutíferas. Nao chegamos muito longe, mas mapeamos o local como provável busca de estacas para o galinhairo central do projeto Pais. 
+
+#### Para Enteder o Pais
+
 ###PAIS -  Produção Agroecológica Integrada e Sustentável 
 por: Aly Ndiaye 
 
 Em seu Sítio, localizado em Teresópolis-Rj o agricultor e engenheiro Agrônomo, Aly produz diversas frutas, feijão, inhame, amendoim e outros alimentos a partir de uma tecnologia criada por ele, para facilitar a vida do agricultor local. É responsável pela criação da tecnologia social chamada de PAIS (Produção Agroecológica integrada e sustentável) quebusca promover aos agricultores familiares a transição do plantio convencional, que na sua estrutura utiliza agrotóxicos e outros venenos, para a agricultura orgânica de maneira tradicional e de baixo custo, favorecendo o sistema alimentar e a sustentabilidade do meio ambiente e das famílias envolvidas no projeto que tem sido potencializado por parcerias como BNDS E FUNDAÇÃO BANCO DO BRASIL. 
 
-Caminhos que devo seguir pra construção do projeto de interversão! 
-
-
 
 <video controls src="agrofloresta.mp4" width="426" height="240"></video>
  

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new file mode 100644
index 0000000..1fd8a5c
Binary files /dev/null and "b/HORTA_COMUNIT\303\201RIA/Captura_de_Tela___40__1__41__.png" differ

diff --git a/PESSOAL.mdwn b/PESSOAL.mdwn
index 7b4ace9..023c68a 100644
--- a/PESSOAL.mdwn
+++ b/PESSOAL.mdwn
@@ -1,13 +1,2 @@
-ARQUIVO PESSOAL - JAGUM ONILÈTÓ
 
-Meu nome é Jagum Onilètó, mas nasci e fui chamado pelos meus pais de Milson, de sobrenome de registro Santos Silva, Gosto de me intitular HACKER ETNICO, uma vez que a tecnológia que discuto é de retomada, de reestruturação da base do pensamento que coordena a tecnologia de hoje. Uma analogia que sempre faço é a que compara o território digital ao território geografico, físico. tipo o [latifundiario](https://pt.wikipedia.org/wiki/Latif%C3%BAndio). Mas minha historia começa bem antes e pra falar sobre ela é impossível esquecer o percusso que pecorrir até aqui! Hoje, quando escrevo esse rascunho tenho exatamente 31 anos de idade, confesso que me sinto em um momento crucial da minha existencia, cujo compreendo diversas coisas com um outro olhar, talvez mais maduro e critico que outrora. 
-
-Nasci em São Luis do Maranhão, minha família proveniente da baixada maranhense, das terras quilombolas de Cururupu, conhecido interior maranhense. Minha matriarca maior da família foi a Benzedeira e quituteira famosa nas regioes do bairro do joão paulo e redondeza. conhecida por muitos como vendedora de caldos, minguas e bolos tradicionais, ao passo que diversas pessoas que vinham em buscas de cura ou conselhos, por muitas vezes se travestia de simples clientes da sua tradicional banquinha de mingal. de fato essa já era uma grande mostra de autonomia e autogestão na minha raiz familiar. Não diferente ja nasci com um predisposição para comunicação com as pessoas, de pequeno essa caracteristica de popularidade e bastante perpicacia ja se mostrav em minha pessonalidade forte e que quase nunca recusava uma boa briga e sempre se metendo em masgestosas confusoes. 
-
-<<<<<<< HEAD
-[[!inline pages="page(./posts/*) and !*/Discussion" show="10"
-actions=yes rootpage="posts"]]
-[[!sidebar content="""
-=======
-[[! páginas inline = "blog / *"]]
->>>>>>> c35ab02c7ff05617ec41fd1a3244bf3d4e94b082
+[[!meta enclosure="WikiLink/to/media.mp3"]]

diff --git "a/HORTA_COMUNIT\303\201RIA.mdwn" "b/HORTA_COMUNIT\303\201RIA.mdwn"
index a785bb2..0139f08 100644
--- "a/HORTA_COMUNIT\303\201RIA.mdwn"
+++ "b/HORTA_COMUNIT\303\201RIA.mdwn"
@@ -6,7 +6,7 @@
 
 
 Primeiro dia de trabalho foi dia 2 (Quinta-feira)  janeiro de 2020, nos encontramos Eu (Mil), Wanderson (Budião, Professor Leyva e professor Edmilson, fizemos uma breve reunião na beira das fontes, discutimos as prioridades e principais trabalhos a ser implementado enquanto projeto liderado pelo professor Leyva. De resultado da conversa saiu a decisão de cercar a horta de mandioca que ja tinha sido plantada, para evitar intrusão de bichos grandes como cavalos que invadem a horta pra comer as culturas plantadas e melhorar a segurança para acesso de pessoas que tenham intensão de se apropriar dos itens plantados. Como segunda prioridade, Falamos sobre a importância de preservar as nascentes das fontes que se encontram abandonadas, apresentando um estado de muita sujeira. 
-[[!img foto.PNG]]
+[[!img horta.PNG]]
 ###Dia 2
 
 No segundo dia (03.01.2020)começamos a construção das cercas, decidimos a extensão da proteção, depois de delimitadas, nos dividimos na função de juntar as ferramentas, Gudião ficou de buscar a cavadeira que havia sido guardada em ultima vez no terreno. Quando voltou já trouxe três bambus que foram utilizados como estaca para a cerca, enquanto Gudião e Leyva ficou responsável por cavarem o buraco, eu (Mil) e Edmilson fomos buscar mais estacas para serem usadas na cerca, Uma linha levada por Edmilson foi usada para visualizarmos o caminho das estacas. Depois de cavado e cortado na medidas para delimitar as cercas, o trabalho se encerrou, isso por volta das 9:30 da manha. sendo que chegamos para iniciar os trabalhos por volta das 5:30. 

diff --git "a/HORTA_COMUNIT\303\201RIA.mdwn" "b/HORTA_COMUNIT\303\201RIA.mdwn"
index 9a10c71..a785bb2 100644
--- "a/HORTA_COMUNIT\303\201RIA.mdwn"
+++ "b/HORTA_COMUNIT\303\201RIA.mdwn"
@@ -34,4 +34,7 @@ Caminhos que devo seguir pra construção do projeto de interversão!
 
 <video controls src="agrofloresta.mp4" width="426" height="240"></video>
  
+<video controls src="Como_ter_um_coqueiro_em_casa_HD.mp4" width="426" height="240"></video>
+ 
+
 

attachment upload
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new file mode 100644
index 0000000..1f298b0
Binary files /dev/null and "b/HORTA_COMUNIT\303\201RIA/Como_ter_um_coqueiro_em_casa_HD.mp4" differ

diff --git "a/HORTA_COMUNIT\303\201RIA.mdwn" "b/HORTA_COMUNIT\303\201RIA.mdwn"
index cbc4bdb..9a10c71 100644
--- "a/HORTA_COMUNIT\303\201RIA.mdwn"
+++ "b/HORTA_COMUNIT\303\201RIA.mdwn"
@@ -6,7 +6,7 @@
 
 
 Primeiro dia de trabalho foi dia 2 (Quinta-feira)  janeiro de 2020, nos encontramos Eu (Mil), Wanderson (Budião, Professor Leyva e professor Edmilson, fizemos uma breve reunião na beira das fontes, discutimos as prioridades e principais trabalhos a ser implementado enquanto projeto liderado pelo professor Leyva. De resultado da conversa saiu a decisão de cercar a horta de mandioca que ja tinha sido plantada, para evitar intrusão de bichos grandes como cavalos que invadem a horta pra comer as culturas plantadas e melhorar a segurança para acesso de pessoas que tenham intensão de se apropriar dos itens plantados. Como segunda prioridade, Falamos sobre a importância de preservar as nascentes das fontes que se encontram abandonadas, apresentando um estado de muita sujeira. 
-
+[[!img foto.PNG]]
 ###Dia 2
 
 No segundo dia (03.01.2020)começamos a construção das cercas, decidimos a extensão da proteção, depois de delimitadas, nos dividimos na função de juntar as ferramentas, Gudião ficou de buscar a cavadeira que havia sido guardada em ultima vez no terreno. Quando voltou já trouxe três bambus que foram utilizados como estaca para a cerca, enquanto Gudião e Leyva ficou responsável por cavarem o buraco, eu (Mil) e Edmilson fomos buscar mais estacas para serem usadas na cerca, Uma linha levada por Edmilson foi usada para visualizarmos o caminho das estacas. Depois de cavado e cortado na medidas para delimitar as cercas, o trabalho se encerrou, isso por volta das 9:30 da manha. sendo que chegamos para iniciar os trabalhos por volta das 5:30. 

attachment upload
diff --git "a/HORTA_COMUNIT\303\201RIA/IMG_20200105_065416.jpg" "b/HORTA_COMUNIT\303\201RIA/IMG_20200105_065416.jpg"
new file mode 100644
index 0000000..f788e60
Binary files /dev/null and "b/HORTA_COMUNIT\303\201RIA/IMG_20200105_065416.jpg" differ

diff --git "a/HORTA_COMUNIT\303\201RIA.mdwn" "b/HORTA_COMUNIT\303\201RIA.mdwn"
index 1577703..cbc4bdb 100644
--- "a/HORTA_COMUNIT\303\201RIA.mdwn"
+++ "b/HORTA_COMUNIT\303\201RIA.mdwn"
@@ -19,7 +19,9 @@ No terceiro dia de trabalho, já no Domingo, a equipe de trabalho, Eu, (Mil), Gu
 
 Segunda feira, dia 06.01.2020 foi nosso quarto dia de trabalho, nos encontramos por volta de 5:30 da manhã na casa de Edmilson, eu (Mil), nosso anfitrião e Gudião. Infelizmente Edmilson não pode ir por conta de um machucado na perna no dia 3. Saímos eu (Mil) e Gudião. Planejamos pegar estacas para dar continuidade na produção da cerca. Seguimos por un caminho onde já tinhamos trilhado, timidamente. Voltamos nesse caminho, onde retiramos uma boa quantidade de estacas. Carregamos e deixamos próximo a cerca que está com a construção em curso. Depois da primeira remessa, decidimos ir mais longe e ver se encontrávamos madeiras boas para a cerca. Achamos uma trilha antiga que nos levou a uma grande variedades fe plantas fortes que poderiam ser usadas. Ao todo, conseguimos retirar 10 estacas para serem usadas para construção dessa proteção. Finalizamos o dia guardando todas as estacas e programamando a finalização a cerca e partir pra construção do projeto pais. Trabalhando a agroecologia em formato de circulo e com galinheiro no meio.
 
+###Dia 5 
 
+Na terça feira demos continuidade no trabalho de tratamento das estacas e trocas pelas de banbo pela estavas mais fortes. Depois de trocadas socamos todas as estacas afim de deixar firme a ponto de dificultar furtos das mesmas. Finalizamos o trabalho, projetando retirar mais 10 estacas para finalizar a cerca. Já reparamos a mudança na estética da área plantada. A cerca é uma barreira para animais e pessoas má intesionadas e melhor proteção. 
 
 ###PAIS -  Produção Agroecológica Integrada e Sustentável 
 por: Aly Ndiaye 

diff --git a/index.mdwn b/index.mdwn
index e3e8d80..226a670 100644
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+++ b/index.mdwn
@@ -35,7 +35,7 @@ pagebody {
 </style>
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-<audio src=”http://orelha.radiolivre.org:8000/maritimafm.ogg;” controls=”controls” autoplay=”autoplay”>
+<audio src="http://orelha.radiolivre.org:8000/maritimafm.ogg" controls=”controls” autoplay=”autoplay”>
 Your browser does not support the audio element.
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+++ b/index.mdwn
@@ -34,10 +34,11 @@ pagebody {
 
 </style>
 </div>
-HTML 5
+
 <audio src=”http://orelha.radiolivre.org:8000/maritimafm.ogg;” controls=”controls” autoplay=”autoplay”>
 Your browser does not support the audio element.
 </audio>
+
 [[!img  garvey.jpg]]
 
 

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@@ -34,7 +34,10 @@ pagebody {
 
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-
+HTML 5
+<audio src=”http://orelha.radiolivre.org:8000/maritimafm.ogg;” controls=”controls” autoplay=”autoplay”>
+Your browser does not support the audio element.
+</audio>
 [[!img  garvey.jpg]]
 
 

diff --git a/index.mdwn b/index.mdwn
index c8e0fe0..4dc4185 100644
--- a/index.mdwn
+++ b/index.mdwn
@@ -37,6 +37,10 @@ pagebody {
 
 [[!img  garvey.jpg]]
 
+
+
+[[!sidebar ]]
+
   [BEM VINDOS AO PORTAL GBARA DUDU](https://ewe.branchable.com/Sobre/) 
 >* [[TÉCNICO]]
 

diff --git "a/HORTA_COMUNIT\303\201RIA.mdwn" "b/HORTA_COMUNIT\303\201RIA.mdwn"
index ebc89dc..1577703 100644
--- "a/HORTA_COMUNIT\303\201RIA.mdwn"
+++ "b/HORTA_COMUNIT\303\201RIA.mdwn"
@@ -2,6 +2,9 @@
 
 ###Dia 1
 
+[[!calendar  type="month" pages="blog/* and !*/Discussion"]]
+
+
 Primeiro dia de trabalho foi dia 2 (Quinta-feira)  janeiro de 2020, nos encontramos Eu (Mil), Wanderson (Budião, Professor Leyva e professor Edmilson, fizemos uma breve reunião na beira das fontes, discutimos as prioridades e principais trabalhos a ser implementado enquanto projeto liderado pelo professor Leyva. De resultado da conversa saiu a decisão de cercar a horta de mandioca que ja tinha sido plantada, para evitar intrusão de bichos grandes como cavalos que invadem a horta pra comer as culturas plantadas e melhorar a segurança para acesso de pessoas que tenham intensão de se apropriar dos itens plantados. Como segunda prioridade, Falamos sobre a importância de preservar as nascentes das fontes que se encontram abandonadas, apresentando um estado de muita sujeira. 
 
 ###Dia 2

diff --git "a/posts/Segundo_dia_de_trabalho_na_Horta_Seguran\303\247a_Alimentar_.mdwn" "b/posts/Segundo_dia_de_trabalho_na_Horta_Seguran\303\247a_Alimentar_.mdwn"
index 4c8f987..8b13789 100644
--- "a/posts/Segundo_dia_de_trabalho_na_Horta_Seguran\303\247a_Alimentar_.mdwn"
+++ "b/posts/Segundo_dia_de_trabalho_na_Horta_Seguran\303\247a_Alimentar_.mdwn"
@@ -1,17 +1 @@
-##Diário de Campo - Projeto Soberania Alimenta 
 
-###Dia 1
-
-Primeiro dia de trabalho foi dia 2 (Quinta-feira)  janeiro de 2020, nos encontramos Eu (Mil), Wanderson (Budião, Professor Leyva e professor Edmilson, fizemos uma breve reunião na beira das fontes, discutimos as prioridades e principais trabalhos a ser implementado enquanto projeto liderado pelo professor Leyva. De resultado da conversa saiu a decisão de cercar a horta de mandioca que ja tinha sido plantada, para evitar intrusão de bichos grandes como cavalos que invadem a horta pra comer as culturas plantadas e melhorar a segurança para acesso de pessoas que tenham intensão de se apropriar dos itens plantados. Como segunda prioridade, Falamos sobre a importância de preservar as nascentes das fontes que se encontram abandonadas, apresentando um estado de muita sujeira. 
-
-###Dia 2
-
-No segundo dia (03.01.2020)começamos a construção das cercas, decidimos a extensão da proteção, depois de delimitadas, nos dividimos na função de juntar as ferramentas, Gudião ficou de buscar a cavadeira que havia sido guardada em ultima vez no terreno. Quando voltou já trouxe três bambus que foram utilizados como estaca para a cerca, enquanto Gudião e Leyva ficou responsável por cavarem o buraco, eu (Mil) e Edmilson fomos buscar mais estacas para serem usadas na cerca, Uma linha levada por Edmilson foi usada para visualizarmos o caminho das estacas. Depois de cavado e cortado na medidas para delimitar as cercas, o trabalho se encerrou, isso por volta das 9:30 da manha. sendo que chegamos para iniciar os trabalhos por volta das 5:30. 
-
-###Dia 3
-
-No terceiro dia de trabalho, já no Domingo, a equipe de trabalho, Eu, (Mil), Gudião e Edmilson, fomos realizar uma rota rápida, indo retirar uma estaca que tinha sido cortada por Edmilson no Segundo dia (03.01.2020), levamos a estada para ser usada como umas das principais estaca da cerca (a do canto) Pelo fato de ter sido considerada uma Estada Maravilhosa, pelo companheiro Gudião XD (kkkkkk). Encerramos o trabalho do dia quando marcamos o centro do galinheiro, que será a estaca base para medidas do galinheiro, espaço central escolhido no terreno que será implementada o projeto Pais (Melhorado). Os próximos passos acordados pela equipe, é, finalizar a cerca e marcar o espaço onde será construído o galinheiro com Eucalipto tratado. Pensamos em fazer uma especie de banco comunitário, moeda social para conseguir comprar os materiais para o galinheiro, Apostaremos no caderno de ouro e campanhas de financiamento colaborativo para manutenção das atividades sustentáveis . Escolhemos o Eucalipto e o Bambu por serem de fácil acesso e de baixo custo. Na estrutura construída pra suportar um mesânino, queremos construir um galinheiro que aguente esse espaço de produção de mudas e berço de semente a serem usadas no projeto. Assim com o espaço de convivência, estudo e produção.
-
-###Dia 4
-
-Segunda feira, dia 06.01.2020 foi nosso quarto dia de trabalho, nos encontramos por volta de 5:30 da manhã na casa de Edmilson, eu (Mil), nosso anfitrião e Gudião. Infelizmente Edmilson não pode ir por conta de um machucado na perna no dia 3. Saímos eu (Mil) e Gudião. Planejamos pegar estacas para dar continuidade na produção da cerca. Seguimos por un caminho onde já tinhamos trilhado, timidamente. Voltamos nesse caminho, onde retiramos uma boa quantidade de estacas. Carregamos e deixamos próximo a cerca que está com a construção em curso. Depois da primeira remessa, decidimos ir mais longe e ver se encontrávamos madeiras boas para a cerca. Achamos uma trilha antiga que nos levou a uma grande variedades fe plantas fortes que poderiam ser usadas. Ao todo, conseguimos retirar 10 estacas para serem usadas para construção dessa proteção. Finalizamos o dia guardando todas as estacas e programamando a finalização a cerca e partir pra construção do projeto pais. Trabalhando a agroecologia em formato de circulo e com galinheiro no meio.

diff --git "a/HORTA_COMUNIT\303\201RIA.mdwn" "b/HORTA_COMUNIT\303\201RIA.mdwn"
index df40780..ebc89dc 100644
--- "a/HORTA_COMUNIT\303\201RIA.mdwn"
+++ "b/HORTA_COMUNIT\303\201RIA.mdwn"
@@ -28,31 +28,5 @@ Caminhos que devo seguir pra construção do projeto de interversão!
 
 
 <video controls src="agrofloresta.mp4" width="426" height="240"></video>
-
-
-antes de atividades físicas. Neutro em sabor.
-
-ÓLEO DE COCO TCM CONCENTRADO
-
-O melhor do óleo de coco são os TCM (C8 e C10) – um conjunto de óleos de fácil assimilação, rápida absorção e imediata utilização como fonte de energia cetogênica pelos músculos e pelo cérebro.
-
-Os Triglicérides de Cadeia Média (TCM) constituem uma classe especial de óleos saudáveis. Estão no foco de inúmeras pesquisas, e há décadas são conssiderados como uma das mais nobres fontes de energia para o corpo – utilizados por atletas do corpo e da mente, por convalescentes, diabéticos ou qualquer tipo de pessoa que tenha dificuldades com açúcares.
-
-O TCM da Puravida é extraído do óleo de coco virgem, e é ultraconcentrado através de hidrólise enzimática. O resultado é 100% TCM, sem cheiro ou sabor.
-
-Seis litros de óleo de coco virgem geram 1 litro de TCM da Puravida. Ou seja: em apenas uma colher de TCM você tem o potencial energético de seis colheres do óleo de coco tradicional.
-
-Pode ser usado antes da atividade física, ou antes de atividades mentais, como estudo ou trabalho.
-
-Este produto tem a proporção ideal dos TCM C8 e C10, sendo 80% de C8 e 20% de C10. O C8, por ser absorvido muito rápido e ofertar energia imediata, e o C10 por ofertar energia mais duradoura.
-
-O TCM da Puravida é perfeito para adicionar ao café ou suco preferido.Experimente em seu shake de proteína, em sua sopa ou no seu molho de salada. Suas propriedades de realçar a intensidade da percepção dos sabores deixam qualquer alimento mais gostoso!
-
-É importante saber que a quase totalidade dos TCM do mercado são produzidos com óleo de palma proveniente da Malásia e Filipinas. Nestes lugares, a Palma é cultivada por monocultura, causando a devastação de florestas nativas e enorme impacto ambiental. A Puravida não compactua com isto, e faz questão de proteger as florestas nativas através da escolha de matéria-prima sustentável.
-
-Por isso, nosso TCM é extraído exclusivamente do Coco e obtido por um processo natural de tripla destilação, com vapor de água e prensagem mecânica. É livre de solventes químicos – outra incidência comum nos TCM de qualidade inferior.
-
-Você merece o melhor, e é o que ofertamos na Puravida. Desfrute!
-
-cbd é a substancia encontrada em plantas canabidicas fêmeas que chegam a sua fase adulta formando um aglomerado trançados das folhas.  A folha é deixada de molho no álcool ceral por 5 dias e depois de coada colocada pra evaporar o álcool. o CBD é responsavel pelo relaxamento e alívio. Ao contrário que O canabidiol tem inúmeras propriedades medicinais, e em diversos paises tem sido usado para combater diversas doenças 
+ 
 

diff --git "a/HORTA_COMUNIT\303\201RIA.mdwn" "b/HORTA_COMUNIT\303\201RIA.mdwn"
index 53077b6..df40780 100644
--- "a/HORTA_COMUNIT\303\201RIA.mdwn"
+++ "b/HORTA_COMUNIT\303\201RIA.mdwn"
@@ -1,3 +1,22 @@
+##Diário de Campo - Projeto Soberania Alimenta 
+
+###Dia 1
+
+Primeiro dia de trabalho foi dia 2 (Quinta-feira)  janeiro de 2020, nos encontramos Eu (Mil), Wanderson (Budião, Professor Leyva e professor Edmilson, fizemos uma breve reunião na beira das fontes, discutimos as prioridades e principais trabalhos a ser implementado enquanto projeto liderado pelo professor Leyva. De resultado da conversa saiu a decisão de cercar a horta de mandioca que ja tinha sido plantada, para evitar intrusão de bichos grandes como cavalos que invadem a horta pra comer as culturas plantadas e melhorar a segurança para acesso de pessoas que tenham intensão de se apropriar dos itens plantados. Como segunda prioridade, Falamos sobre a importância de preservar as nascentes das fontes que se encontram abandonadas, apresentando um estado de muita sujeira. 
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+###Dia 2
+
+No segundo dia (03.01.2020)começamos a construção das cercas, decidimos a extensão da proteção, depois de delimitadas, nos dividimos na função de juntar as ferramentas, Gudião ficou de buscar a cavadeira que havia sido guardada em ultima vez no terreno. Quando voltou já trouxe três bambus que foram utilizados como estaca para a cerca, enquanto Gudião e Leyva ficou responsável por cavarem o buraco, eu (Mil) e Edmilson fomos buscar mais estacas para serem usadas na cerca, Uma linha levada por Edmilson foi usada para visualizarmos o caminho das estacas. Depois de cavado e cortado na medidas para delimitar as cercas, o trabalho se encerrou, isso por volta das 9:30 da manha. sendo que chegamos para iniciar os trabalhos por volta das 5:30. 
+
+###Dia 3
+
+No terceiro dia de trabalho, já no Domingo, a equipe de trabalho, Eu, (Mil), Gudião e Edmilson, fomos realizar uma rota rápida, indo retirar uma estaca que tinha sido cortada por Edmilson no Segundo dia (03.01.2020), levamos a estada para ser usada como umas das principais estaca da cerca (a do canto) Pelo fato de ter sido considerada uma Estada Maravilhosa, pelo companheiro Gudião XD (kkkkkk). Encerramos o trabalho do dia quando marcamos o centro do galinheiro, que será a estaca base para medidas do galinheiro, espaço central escolhido no terreno que será implementada o projeto Pais (Melhorado). Os próximos passos acordados pela equipe, é, finalizar a cerca e marcar o espaço onde será construído o galinheiro com Eucalipto tratado. Pensamos em fazer uma especie de banco comunitário, moeda social para conseguir comprar os materiais para o galinheiro, Apostaremos no caderno de ouro e campanhas de financiamento colaborativo para manutenção das atividades sustentáveis . Escolhemos o Eucalipto e o Bambu por serem de fácil acesso e de baixo custo. Na estrutura construída pra suportar um mesânino, queremos construir um galinheiro que aguente esse espaço de produção de mudas e berço de semente a serem usadas no projeto. Assim com o espaço de convivência, estudo e produção.
+
+###Dia 4
+
+Segunda feira, dia 06.01.2020 foi nosso quarto dia de trabalho, nos encontramos por volta de 5:30 da manhã na casa de Edmilson, eu (Mil), nosso anfitrião e Gudião. Infelizmente Edmilson não pode ir por conta de um machucado na perna no dia 3. Saímos eu (Mil) e Gudião. Planejamos pegar estacas para dar continuidade na produção da cerca. Seguimos por un caminho onde já tinhamos trilhado, timidamente. Voltamos nesse caminho, onde retiramos uma boa quantidade de estacas. Carregamos e deixamos próximo a cerca que está com a construção em curso. Depois da primeira remessa, decidimos ir mais longe e ver se encontrávamos madeiras boas para a cerca. Achamos uma trilha antiga que nos levou a uma grande variedades fe plantas fortes que poderiam ser usadas. Ao todo, conseguimos retirar 10 estacas para serem usadas para construção dessa proteção. Finalizamos o dia guardando todas as estacas e programamando a finalização a cerca e partir pra construção do projeto pais. Trabalhando a agroecologia em formato de circulo e com galinheiro no meio.
+
+
 
 ###PAIS -  Produção Agroecológica Integrada e Sustentável 
 por: Aly Ndiaye 

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 ###Dia 3
 
 No terceiro dia de trabalho, já no Domingo, a equipe de trabalho, Eu, (Mil), Gudião e Edmilson, fomos realizar uma rota rápida, indo retirar uma estaca que tinha sido cortada por Edmilson no Segundo dia (03.01.2020), levamos a estada para ser usada como umas das principais estaca da cerca (a do canto) Pelo fato de ter sido considerada uma Estada Maravilhosa, pelo companheiro Gudião XD (kkkkkk). Encerramos o trabalho do dia quando marcamos o centro do galinheiro, que será a estaca base para medidas do galinheiro, espaço central escolhido no terreno que será implementada o projeto Pais (Melhorado). Os próximos passos acordados pela equipe, é, finalizar a cerca e marcar o espaço onde será construído o galinheiro com Eucalipto tratado. Pensamos em fazer uma especie de banco comunitário, moeda social para conseguir comprar os materiais para o galinheiro, Apostaremos no caderno de ouro e campanhas de financiamento colaborativo para manutenção das atividades sustentáveis . Escolhemos o Eucalipto e o Bambu por serem de fácil acesso e de baixo custo. Na estrutura construída pra suportar um mesânino, queremos construir um galinheiro que aguente esse espaço de produção de mudas e berço de semente a serem usadas no projeto. Assim com o espaço de convivência, estudo e produção.
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+###Dia 4
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+Segunda feira, dia 06.01.2020 foi nosso quarto dia de trabalho, nos encontramos por volta de 5:30 da manhã na casa de Edmilson, eu (Mil), nosso anfitrião e Gudião. Infelizmente Edmilson não pode ir por conta de um machucado na perna no dia 3. Saímos eu (Mil) e Gudião. Planejamos pegar estacas para dar continuidade na produção da cerca. Seguimos por un caminho onde já tinhamos trilhado, timidamente. Voltamos nesse caminho, onde retiramos uma boa quantidade de estacas. Carregamos e deixamos próximo a cerca que está com a construção em curso. Depois da primeira remessa, decidimos ir mais longe e ver se encontrávamos madeiras boas para a cerca. Achamos uma trilha antiga que nos levou a uma grande variedades fe plantas fortes que poderiam ser usadas. Ao todo, conseguimos retirar 10 estacas para serem usadas para construção dessa proteção. Finalizamos o dia guardando todas as estacas e programamando a finalização a cerca e partir pra construção do projeto pais. Trabalhando a agroecologia em formato de circulo e com galinheiro no meio.

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 [[Mapas aereo com balão]]
+
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+
+ponto de montagem: /becodacota
+

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+##Diário de Campo - Projeto Soberania Alimenta 
+
 ###Dia 1
 
 Primeiro dia de trabalho foi dia 2 (Quinta-feira)  janeiro de 2020, nos encontramos Eu (Mil), Wanderson (Budião, Professor Leyva e professor Edmilson, fizemos uma breve reunião na beira das fontes, discutimos as prioridades e principais trabalhos a ser implementado enquanto projeto liderado pelo professor Leyva. De resultado da conversa saiu a decisão de cercar a horta de mandioca que ja tinha sido plantada, para evitar intrusão de bichos grandes como cavalos que invadem a horta pra comer as culturas plantadas e melhorar a segurança para acesso de pessoas que tenham intensão de se apropriar dos itens plantados. Como segunda prioridade, Falamos sobre a importância de preservar as nascentes das fontes que se encontram abandonadas, apresentando um estado de muita sujeira. 

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+###Dia 1
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+Primeiro dia de trabalho foi dia 2 (Quinta-feira)  janeiro de 2020, nos encontramos Eu (Mil), Wanderson (Budião, Professor Leyva e professor Edmilson, fizemos uma breve reunião na beira das fontes, discutimos as prioridades e principais trabalhos a ser implementado enquanto projeto liderado pelo professor Leyva. De resultado da conversa saiu a decisão de cercar a horta de mandioca que ja tinha sido plantada, para evitar intrusão de bichos grandes como cavalos que invadem a horta pra comer as culturas plantadas e melhorar a segurança para acesso de pessoas que tenham intensão de se apropriar dos itens plantados. Como segunda prioridade, Falamos sobre a importância de preservar as nascentes das fontes que se encontram abandonadas, apresentando um estado de muita sujeira. 
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+No segundo dia (03.01.2020)começamos a construção das cercas, decidimos a extensão da proteção, depois de delimitadas, nos dividimos na função de juntar as ferramentas, Gudião ficou de buscar a cavadeira que havia sido guardada em ultima vez no terreno. Quando voltou já trouxe três bambus que foram utilizados como estaca para a cerca, enquanto Gudião e Leyva ficou responsável por cavarem o buraco, eu (Mil) e Edmilson fomos buscar mais estacas para serem usadas na cerca, Uma linha levada por Edmilson foi usada para visualizarmos o caminho das estacas. Depois de cavado e cortado na medidas para delimitar as cercas, o trabalho se encerrou, isso por volta das 9:30 da manha. sendo que chegamos para iniciar os trabalhos por volta das 5:30. 
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+###Dia 3
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+No terceiro dia de trabalho, já no Domingo, a equipe de trabalho, Eu, (Mil), Gudião e Edmilson, fomos realizar uma rota rápida, indo retirar uma estaca que tinha sido cortada por Edmilson no Segundo dia (03.01.2020), levamos a estada para ser usada como umas das principais estaca da cerca (a do canto) Pelo fato de ter sido considerada uma Estada Maravilhosa, pelo companheiro Gudião XD (kkkkkk). Encerramos o trabalho do dia quando marcamos o centro do galinheiro, que será a estaca base para medidas do galinheiro, espaço central escolhido no terreno que será implementada o projeto Pais (Melhorado). Os próximos passos acordados pela equipe, é, finalizar a cerca e marcar o espaço onde será construído o galinheiro com Eucalipto tratado. Pensamos em fazer uma especie de banco comunitário, moeda social para conseguir comprar os materiais para o galinheiro, Apostaremos no caderno de ouro e campanhas de financiamento colaborativo para manutenção das atividades sustentáveis . Escolhemos o Eucalipto e o Bambu por serem de fácil acesso e de baixo custo. Na estrutura construída pra suportar um mesânino, queremos construir um galinheiro que aguente esse espaço de produção de mudas e berço de semente a serem usadas no projeto. Assim com o espaço de convivência, estudo e produção.

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+Saiba como aproveitar o incentivo para bombas de energia solar
+ 09/10/2018  Bombas d'água  2
+Os cuidados com a sustentabilidade são cada vez mais visíveis e importantes para boa parte dos usuários. Mas você sabia que o Governo Federal oferece incentivo para quem adquire bombas de energia solar? A ideia é difundir a microgeração no país e, ao mesmo tempo, assegurar mais economia para quem utiliza esse recurso.
+
+Para ter uma ideia, o Fundo Clima, do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), financia 80% dos itens apoiáveis. O custo final é de 4,03% ao ano para pessoas físicas e jurídicas. Agora, o programa ainda inclui a instalação de sistemas de aquecimento solar e de cogeração.
+
+É por isso que neste artigo vamos tratar desse assunto. Explicaremos como essas bombas funcionam, de que forma é feito o incentivo governamental e de que maneira adquiri-lo.
+
+Então, ficou interessado no assunto? Acompanhe!
+
+O funcionamento das bombas de energia solar
+A bomba de energia solar funciona no princípio da célula fotovoltaica, que armazena e transforma calor em eletricidade. No caso dos modelos mais comuns, o funcionamento é feito com um conjunto de placas fotovoltaicas, além de um drive para receber essa tensão e repassar para a bomba.
+
+A maioria das bombas são de tensão contínua de energia. Essas funcionam direto com o drive e com a energia gerada pela placa. Porém, existem também as alternadas, que requerem um inversor de frequência para retificar a tensão. Nesse caso, ela deixa de ser contínua e passa para alternada, como os nomes indicam.
+
+Para colocá-la em prática, basta ter a placa solar, que será dimensionada de acordo com a capacidade da bomba, que pode ser de superfície ou submersa. Além disso, o drive — também chamado de controlador — regula o funcionamento conforme as mudanças de amperagem.
+
+Essa tecnologia é bastante simples e muito apropriada para o Brasil, um país tropical com ampla incidência solar. Para ter uma ideia da capacidade dessa energia, Las Vegas funciona de maneira fotovoltaica. A geração é feita no deserto dos Estados Unidos e alimenta a cidade.
+
+O uso das bombas de energia solar em poços artesianos
+Esses equipamentos são apropriados para lugares longínquos, que não têm ou há problemas com a energia elétrica. É o caso de fazendas e sítios, por exemplo. No entanto, mesmo nas cidades é indicado utilizar esse tipo de bomba porque é possível economizar bastante.
+
+Além disso, as bombas podem ser usadas em poços artesianos porque existe o modelo submerso. O funcionamento, nesse caso, é o mesmo. Há grande incidência de sol sobre as placas de células fotovoltaicas e elas armazenam e transformam o calor em tensão elétrica contínua. O drive recebe a tensão e passa para o equipamento que está no poço artesiano.
+
+Essa prática já deu certo em diferentes lugares. Um exemplo é o município de Itapemirim, no Espírito Santo. Em um dia de sol, os agricultores que utilizam esse recurso registraram uma capacidade de bombeamento de mais de 8 mil litros de água sem interrupções. Com isso, é possível abastecer caixas d’água, irrigar as lavouras e suprir as necessidades do gado.
+
+A principal vantagem é que foi percebida uma economia de aproximadamente 30% nos custos com energia elétrica por parte dos produtores. No âmbito corporativo, os benefícios também são grandes, inclusive por conta do incentivo do Governo Federal.
+
+O incentivo governamental para bombas de energia solar
+Os deputados federais aprovaram em fevereiro de 2018 o projeto de lei 20/2018, que isentou o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) a unidades produtoras de energia elétrica com o uso de fontes renováveis, como é o caso das placas fotovoltaicas.
+
+O projeto ainda está em tramitação, mas deve ser sancionado pelo Governo Federal. Além dele, o governo também lançou uma iniciativa mais ampla. A oferta de quase R$ 3,2 bilhões foi oferecida para financiar a instalação de placas no Norte, no Nordeste e no Centro-Oeste. Os benefícios são as taxas de juros reduzidas e os prazos mais longos de pagamento.
+
+Por exemplo: o Banco do Nordeste deve oferecer juros anuais de 6,24% e 12 anos de pagamento do empréstimo. Ademais, há 4 anos de carência. Já o Banco da Amazônia oferecerá o mesmo percentual, mas 36 meses para quitação, com 2 meses de carência.
+
+O propósito é popularizar o uso das placas fotovoltaicas. Atualmente, o país tem 24.565 sistemas de micro ou minigeração distribuídas, conforme dados apresentados pelo Valor. Desse total, aproximadamente 70% dos microgeradores estão voltados para o comércio, prestação de serviços ou residências de classe média ou alta.
+
+Um dos benefícios dessa prática é a possibilidade de vender a energia excedente em leilões de suprimento realizados pelo Governo Federal. Como o negócio ou a pessoa física deixa de pagar conta de luz, o retorno do investimento acontece em 5 anos, sendo que a durabilidade das placas é de até 25 anos.
+
+Já as bombas, especificamente, devem ser adotadas no projeto de transposição do rio São Francisco. A expectativa é que o consumo seja de 746 mil megawatts-hora por ano e o gasto anual seja de aproximadamente R$ 300 milhões.
+
+Segundo dados da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar), divulgados pelo Portal do Agronegócio, 182 milhões de brasileiros já são beneficiados com o convênio de ICMS mencionado. Isso ocorre devido a um incentivo da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) às concessionárias.
+
+A aquisição do incentivo governamental para bombas de energia solar
+O potencial solar para o Brasil incentivou o governo a prever uma possibilidade de investimentos da ordem de R$ 100 bilhões, com benefício a 2,7 milhões de unidades consumidoras até 2030. Atualmente, as pessoas físicas e jurídicas podem se beneficiar do Programa de Desenvolvimento da Geração Distribuída de Energia Elétrica (ProGD).
+
+A Caixa Econômica Federal e o Banco do Brasil oferecem linhas de financiamento exclusivas para a compra dos equipamentos básicos, que custam a partir de R$ 15 mil. Por isso, vale a pena se informar diretamente nas instituições financeiras e escolher as melhores bombas do mercado.
+
+Você pode conhecer os modelos em empresas de confiança, como a Paraíso das Bombas. Assim, consegue adquirir produtos de qualidade e com bom custo-benefício. O resultado é o uso de bombas de energia solar excelentes e duradouras, que resultarão em economia e sustentabilidade.
+
+Agora que você já conhece mais sobre a importância desses equipamentos, que tal conhecer um dos modelos disponíveis? Saiba mais sobre a bomba submersa solar Ultra Pumps 1,15 cv, que é ideal para locais sem rede elétrica ou aquelas com pouca confiança.
+
+

http://www.geocities.ws/construaseubarco/outros_sites.htm
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+http://absolutelyfreeplans.com/boat.html
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-
 ###PAIS -  Produção Agroecológica Integrada e Sustentável 
 por: Aly Ndiaye 
 
@@ -35,3 +34,6 @@ O TCM da Puravida é perfeito para adicionar ao café ou suco preferido.Experime
 Por isso, nosso TCM é extraído exclusivamente do Coco e obtido por um processo natural de tripla destilação, com vapor de água e prensagem mecânica. É livre de solventes químicos – outra incidência comum nos TCM de qualidade inferior.
 
 Você merece o melhor, e é o que ofertamos na Puravida. Desfrute!
+
+cbd é a substancia encontrada em plantas canabidicas fêmeas que chegam a sua fase adulta formando um aglomerado trançados das folhas.  A folha é deixada de molho no álcool ceral por 5 dias e depois de coada colocada pra evaporar o álcool. o CBD é responsavel pelo relaxamento e alívio. Ao contrário que O canabidiol tem inúmeras propriedades medicinais, e em diversos paises tem sido usado para combater diversas doenças 
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 ###PAIS -  Produção Agroecológica Integrada e Sustentável 
 por: Aly Ndiaye 
 
@@ -11,3 +10,28 @@ Caminhos que devo seguir pra construção do projeto de interversão!
 
 
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+antes de atividades físicas. Neutro em sabor.
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+ÓLEO DE COCO TCM CONCENTRADO
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+O melhor do óleo de coco são os TCM (C8 e C10) – um conjunto de óleos de fácil assimilação, rápida absorção e imediata utilização como fonte de energia cetogênica pelos músculos e pelo cérebro.
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+Os Triglicérides de Cadeia Média (TCM) constituem uma classe especial de óleos saudáveis. Estão no foco de inúmeras pesquisas, e há décadas são conssiderados como uma das mais nobres fontes de energia para o corpo – utilizados por atletas do corpo e da mente, por convalescentes, diabéticos ou qualquer tipo de pessoa que tenha dificuldades com açúcares.
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+O TCM da Puravida é extraído do óleo de coco virgem, e é ultraconcentrado através de hidrólise enzimática. O resultado é 100% TCM, sem cheiro ou sabor.
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+Seis litros de óleo de coco virgem geram 1 litro de TCM da Puravida. Ou seja: em apenas uma colher de TCM você tem o potencial energético de seis colheres do óleo de coco tradicional.
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+Pode ser usado antes da atividade física, ou antes de atividades mentais, como estudo ou trabalho.
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+Este produto tem a proporção ideal dos TCM C8 e C10, sendo 80% de C8 e 20% de C10. O C8, por ser absorvido muito rápido e ofertar energia imediata, e o C10 por ofertar energia mais duradoura.
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+O TCM da Puravida é perfeito para adicionar ao café ou suco preferido.Experimente em seu shake de proteína, em sua sopa ou no seu molho de salada. Suas propriedades de realçar a intensidade da percepção dos sabores deixam qualquer alimento mais gostoso!
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+É importante saber que a quase totalidade dos TCM do mercado são produzidos com óleo de palma proveniente da Malásia e Filipinas. Nestes lugares, a Palma é cultivada por monocultura, causando a devastação de florestas nativas e enorme impacto ambiental. A Puravida não compactua com isto, e faz questão de proteger as florestas nativas através da escolha de matéria-prima sustentável.
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+Por isso, nosso TCM é extraído exclusivamente do Coco e obtido por um processo natural de tripla destilação, com vapor de água e prensagem mecânica. É livre de solventes químicos – outra incidência comum nos TCM de qualidade inferior.
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+Você merece o melhor, e é o que ofertamos na Puravida. Desfrute!

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@@ -0,0 +1,22 @@
+Salve Mestre Eliezer Ajayo um dos grandes guardiões da cultura e tradições dos tambores do Maranhão! 
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+Tambores, contam um história de resistência dos povos africanos e diaspórico, o tambor para os povos não é somente um instrumento musical, ele sintetiza a maior importância da cosmo sensação e cosmo visão tão necessária pra nos conectar cada vez mais com nosso lugar! 
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+São Luis é um território peculiar quando o assunto é tambores, tamanha é a suas importância para repasse das memórias, saberes e fazeres africanos e indígenas, mesmo tendo a lei que obriga o ensino da cultura africana, afrobrasileira e indígenas, foi sim, nossos terreiros, nas diversas manifestação espirituais, os maiores espaços de ensino da cultura e histórias para nossas crianças, e jovens, muito desses repasses são feitos a partir de mestres e mestras, que usam da pedago-ginga e da cultura do encantamento presente nas manifestações  que envolve a musica e ritmos dos tambores. 
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+No Maranhão a variedade de tambores, e instrumentos tradicionais de matriz africana e indígena aparecem com muita força mostrando que o estado é um território que guarda uma ampla variedade de memória relacionados a continuidade desses saberes entre os ascendentes e descendentes. 
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+Diante dessa variedade considerável o tambor Batá tem um importância emblemática, uma vez que é o principal instrumento de uma dessas praticas ancestrais africanas, o tambor de mina, sendo possível já perceber pelo nome tambor na referência a essa prática ancestral proveniente dos negro-mina, denominação dada ao negros em condição de escravidão vinda da  “costa situada a leste do Castelo de São Jorge da Mina” (Verger, 1987: 12)
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+Aparecendo em diversas regiões diaspórica o tambor Bata ou Abata como é chamando no maranhão, tendo um função bastante importante de condensar a comunicação do céu com a terra, ligando os  homens e mulheres na terra com seus ancestrais, aproximando de seus fieis e nos presenteando com uma linda Cerimônia, ancestral, envolvendo música e dança, essas duas fortes partes são essenciais para espiritualidade afro indígena. Me recuso me referir as praticas ancestrais espirituais africanas e afro indígena como religião, uma vez  traduzido de sua língua não África, quer dizer RELIGARE, a religião seguindo essa linha, a religião tem o papel de religar alguém a Deus  . Sendo nós povos  que não fomos desligados em nenhum momento de nossa história. Mesmo diante de tantas tentativas. 
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+Em Pernambuco é possível encontrar o parentesco ou família, o tambor chamado Ilú Batá, se diferenciando ao Abatá no tamanho e na posição e forma que é tocar, no Maranhão assim como em cuba o instrumento é tocado em posição horizontal, em Cuba os três tambores são chamado de Okónkolo to tambor médio, Iyá o tambor maior , Itótele o menor. Já no Maranhão como é chamado o maior é chamado tambor da mata, e outros dois de tamanhos similares são chamados de guia e contra guia. Ambos os instrumentos são formados por uma caixa de ressonância cilíndrico coberta por couro tendo corpo de madeira ou adaptado para ser feito de outros materiais que permitem a mesma qualidade sonora, como o exemplo do pvc, ou mesmo barriu de madeiras. 
+
+  Importante perceber o quão importante foi esse processo de readequação dos modos de fazer tambor em situações de ausências desses materiais, foram feitas justas-posições como uma importante estratégia de resistência. Nessas imagens é possível encontrar todo esse conhecimento sendo colocado em prática como uma prática de autonomia financeira, salvaguarda dos saberes e saberes do Doutor dos tambores, o Mestre Eliezer, tem destinado sua vida a continuidade desses conhecimento tão importante para nossa reaproximação com o nosso rico saber ancestral! 
+
+Da mesma forma que todos os tambores não possam ser tocados de qualquer forma, a sua fabricação merece a mesma atenção, o fazedor de tambores é escolhido pela memória ancestral para ser o criador do instrumento de comunicação sagrada do povos com os deuses. Quem faz tambores merece respeito e sendo esse ainda, o que ensina novas gerações op valor desse bem histórico afro indígena. 
+
+
+Esse texto ainda é pequeno para expor a seriedade e força dos tambores, uma vez que computador não transmite emoção, sensações, ancestralidade, a força vital que nós move. Ao tempo em que as tecnologias nos afastam de nossas tradições, amplificando as distâncias, otimizando o esquecimento somático dos africanos diaspórico os tambores nos conectam não somente entre os homens, mas com nossos deuses, nossa memória, tendo todos os valores presente no corpo e espírito ancestral de cada africano e diaspórico. Independente do que possamos seguir em quanto ideias, filosofia, crença, política, quando o tambor toca, é involuntária a conecção que esse provoca, é como uma grande rede wifi com dados enviados pelo tambor, e nosso corpo como um computador que se conecta e recebe a vibração dessa comunicação. 
+
+Ajude ampliar nossa rede de tambores em sua mais espetacular salvaguarda dos valores civilizatórios africanos. 

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@@ -1,6 +1,4 @@
-Minha priemira animação, feita com o softaware hype 4. 
 
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 ###PAIS -  Produção Agroecológica Integrada e Sustentável 
@@ -10,81 +8,6 @@ Em seu Sítio, localizado em Teresópolis-Rj o agricultor e engenheiro Agrônomo
 
 Caminhos que devo seguir pra construção do projeto de interversão! 
 
-§  Atividade 1 = Tema e Objeto da Pesquisa
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-§  Atividade 2 = Justificativa
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-§  Atividade 3 = Problema de Pesquisa e Questão de Partida
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-§  Atividade 4 = Objetivos Geral e Específicos
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-§  Atividade 5 = Resenha Artigo – Entrevista
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-§  Atividade 6 = Elaboração Roteiro Entrevista
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-§  Atividade 7 = Resenha Artigo – Questionário
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-###SOBERANIA ALIMENTAR 
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-O conceito de Soberania Alimentar nasce de um contraponto do conceito de Segurança Alimentar estabelecido pela FAO, pois compreende-se que um povo para ser livre precisa ser soberano e essa soberania passa pela alimentação. O Movimento dos Pequenos Agricultores (MPA), assim como a Via Campesina Internacional, compreende que Soberania Alimentar é o direito dos povos a definir suas próprias políticas e estratégias sustentáveis de produção, distribuição e consumo de alimentos, que garantam o direito à alimentação a toda a população, com base na pequena e média produção, respeitando suas próprias culturas e a diversidade dos modos camponeses de produção, de comercialização e de gestão, nos quais a mulher desempenha um papel fundamental. Para além disso, é um direito que os povos têm a produzir seus próprios alimentos.
-Mais que um conceito, Soberania Alimentar é um princípio que orienta a luta camponesa. É uma proposta alternativa de produção e consumo, que apoia os povos em sua luta contra o agronegócio e as políticas neoliberais promovidas por intuições financeiras e transnacionais, destaca o dirigente nacional do MPA, Valter Israel da Silva. Portanto, se a produção e distribuição de alimentos fazem parte da soberania de um povo, ele é inegociável e não pode ficar dependente de vontades políticas ou práticas de governos ou empresas. Isso coloca aqueles que produzem, distribuem e consomem alimentos no coração dos sistemas e políticas alimentares, acima das exigências dos mercados e das empresas.
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-O MPA em conjunto com a Via Campesina, defende a importância do Campesinato como sujeito capaz de assegurar a Soberania Alimentar. Como mostra os dados do Censo Agropecuário (IBGE, 2006), mesmo tendo apenas 24% das terras, produzem cerca de 70% dos alimentos que chegam à sua mesa. A Agricultura Familiar Camponesa apresenta uma produtividade equivalente ao dobro das áreas do agronegócio.
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-producao
-Diversidade camponesa. Foto: MPA
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-Para a consolidação da Soberania Alimentar, o MPA tem construído o Plano Camponês, que vem sendo apresentado a sociedade e órgão governamentais com base em três diretrizes. A primeira diretriz do Programa Camponês, afirma a Agricultura Camponesa como base da Soberania Alimentar, do abastecimento popular de alimentos de base agroecológica; a segunda diretriz, crie as condições materiais para a manutenção do camponês no campo, sobretudo a juventude camponesa, garantindo acesso à terra, água e biodiversidade, facilitando acesso ao crédito, capacitação e assistência técnica, garantindo estrutura logística para produção, beneficiamento e comercialização de alimentos, ampliando sua renda, elevando sua consciência social, gerando novas relações de gênero, novos processos produtivos ambientalmente sustentáveis e melhorando sua qualidade de vida; e a terceira diretriz, diz respeita a garantia de alimentos de qualidade para a população brasileira e que permita constituir novas relações de produção, distribuição e consumo sob controle popular e estatal.
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-Para isso, se faz necessário uma Reforma Agrária Popular, nova política de Crédito Subsidiada pelo Estado e apropriada à Agricultura Camponesa, um Modelo Energético que respeite o meio ambiente e as pessoas, gerando autonomia para as famílias e ou grupos camponeses, contribuindo para a Soberania nos âmbitos Alimentar, Hídrico, Energético, Genético e Territorial.
 
-Acreditamos que somente o Campesinato terá capacidade de proporcionar vitalidade ao povo e ao planeta. “Entendemos que a construção da Soberania Alimentar é uma questão do conjunto da sociedade, por isso, lutar pelos pré-requisitos para que ela ocorra, não é uma questão camponesa, mas uma questão nacional”, afirma Valter.
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-A Soberania Alimentar não é só uma alternativa para os camponeses e camponesas, mas sim para toda sociedade em seu conjunto. Por meio da Soberania Alimentar, o Campesinato poderá continuar com suas práticas sustentáveis na terra em benefício da alimentação de toda humanidade é por isso, que Kátia Abreu e o projeto do agronegócio, não representa o Campesinato.
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-####Por Comunicação MPA
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-  IPOEMA
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-Pesquisar …
-###7 técnicas de bioconstrução para fazer uma casa ecológica
-por Claudio CJ
-Por princípio, a bioconstrução se utiliza de recursos naturais presentes no local da obra. No caso do Brasil, na maioria das regiões, com exceção de regiões amazônicas, o recurso local mais abundante e tecnicamente propício para se construir nesses territórios é a terra, o solo do próprio terreno ou proximidades.
-As construções de barro, ou terra crua, são ancestrais e ocorrem em diversos lugares do mundo. Os dados variam entre 30 e 60% da população mundial vivendo em casas de terra ainda nos dias de hoje. Conheça 7 técnicas de construção com terra crua:
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-1. Pau a pique ou casa de taipa
-A tradicional técnica do norte e nordeste brasileiros usa uma terra argilosa com pelo menos 40% de argila. A massa de terra bem molhada, mas não a ponto de virar lama, é colocada manualmente numa espécie de estrado vertical, ou um gradeado, feito com varas, galhos ou cipos grossos, encontrados nas redondezas da obra, previamente armados na linha das paredes.
-2. Cob
-Usa uma terra com até 40 a 50% de argila, acima disso é necessário acrescentar um pouco de areia. Consiste numa massa feita da mistura de terra com palha seca. Sua aplicação é como se fosse uma massa de modelar, na qual você já vai aplicando na linha da parede, diretamente sobre o chão, sem o gradeado do pau a pique, nem qualquer outro tipo de forma ou escora. Após seca, esta parede vira um monolito, sendo uma estrutura bastante resistente.
-3. Adobe
-O adobe é tradicional da região centro oeste e sudeste do Brasil, são os tijolos feitos de terra. Usa o mesmo tipo de terra do pau a pique, porém são produzidos os tijolos antes de serem usados nas paredes. A massa de terra é aplicada dentro de uma forma retangular com dimensões definidas em função do tamanho do tijolo desejado. Após preenchimento da forma ela é imediatamente retirada e aquela tijolo mole fica secando no pátio por cerca de 15 dias. Depois de seco, basta retirar o tijolo e usa-lo nas paredes, como um tijolo maciço. O assentamento dos tijolos normalmente é feito com a mesma massa que foi usada nos tijolos.
-4. Superadobe
-É uma técnica de terra ensacada, pode usar praticamente qualquer tipo de solo que esteja disponível no terreno, inclusive solos cascalhentos desde que contenha uma parte de argila ou silte. A massa feita com a terra local umedecida até o ponto de parecer uma “farofa” como se fala nas obras, é colocada dentro de sacos de ráfia que vão sendo alinhados formando as paredes. É uma técnica com altíssima capacidade estrutural, podendo ser usada como parede autoportante, isto é, receber o peso de um telhado, por exemplo.
-5. Hiperadobe
-É uma variação do superadobe que utiliza um saco vazado, feito com o mesmo material plástico de tela de sombrite. Sua vantagem é que a espessura final da parede é menor, economizando trabalho e terra, e que pelo saco ser vazado, a execução do reboco é mais fácil do que no superadobe.
-6. Taipa de Pilão
-Outra técnica ancestral de recorrente ao redor do mundo. Consiste na construção das paredes se utilizando de uma forma feita com tábuas, madeirites ou chapa metálicas, disposta paralelamente entre si e presas aos pilares da obra. Esta espécie de caixa comprida vai sendo preenchida com a massa de terra pura, ou misturada com palha seca que depois é pilada com um pilão manual que compacta a terra até virar um monolito. Após o preenchimento completo desta fiada, move-se a forma para cima e repete-se o procedimento.
-7. Tijolo de solo-cimento
-A técnica do solo-cimento se vale de uma mistura de 10 partes de terra para 1 parte de cimento. Essa quantidade de cimento, aliada ao procedimento de prensagem, feito numa máquina semi manual, na qual o operador adiciona a mistura de terra e cimento e movimenta uma alavanca que propicia a compactação da massa na forma dos tijolos. Após isso, basta secar por sete dias e se obtém um tijolo semelhante ao tijolinho maciço de cerâmica, muito utilizado em paredes de tijolos aparentes.
-Saiba mais sobre as Bioconstruções
-
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-E-book “Sua Casa Sustentável”
-Arigos Relacionados:
-Conceitos do Design Permacultural
-Conceitos da permacultura
-Conceitos de agrofloresta
-Conceitos de bioconstrução
-
-ebook permacultura
-E-book Introdução à Permacultura
-
-Passo a Passo Água Sustentável
- 
-E-book “Sua Casa Sustentável”
- 
-E-book “Jardins agroflorestais”
 
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