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-10 coisas que você fazia nos primórdios da internet e não faz mais
-Por Natalie Rosa | 05 de Julho de 2019 às 13h37
-A internet no Brasil existe há mais de 30 anos, mas ela começou a entrar em nossas casas há menos tempo (em meados dos anos 1990) e rapidamente evoluiu. Nos primeiros anos em que pudemos ter um computador e, finalmente, internet dentro de nossas casas, não havia tanta coisa para fazer online como hoje, mas mesmo assim passávamos horas e horas "surfando na web". Ah! Mas sempre nos horários em que a discagem era mais barata, né?
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-Quando as operadoras começaram a disponibilizar o serviço de internet discada, nosso tempo era limitado pois a cobrança era feita por pulsos, então o valor era semelhante a uma ligação telefônica — exceto de madrugada e nos fins de semana, quando éramos cobrados apenas por um pulso a partir das 14h do sábado até as 23h59 do domingo. Naquela época, a conexão era feita através de um provedor que assinávamos e um discador, que precisava ser instalado via CD. Ufa.
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-Finalmente conectados à internet, queríamos nos divertir. Jogos, música, bate-papo, amigos, clipes, pesquisa, entre muitas outras coisas faziam a gente passar bastante tempo na frente do computador. Várias dessas ações e atividades que faziam parte da experiência encantadora de acessar a internet não existem mais por terem evoluído e, principalmente, facilitado muito a nossa vida.
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-Participe do nosso GRUPO DE CUPONS E DESCONTOS NO WHATSAPP e garanta sempre o menor preço em suas compras de produtos de tecnologia.
-Pensando nisso, criamos uma lista com 10 coisas que faziam parte do nosso dia a dia nos primórdios da internet e que hoje só trazem muita nostalgia.
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-1. Fazer buscas no Cadê
-Google? Que nada! A moda era fazer buscas no Cadê.
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-Criado em 1995, o Cadê foi o primeiro buscador brasileiro que se popularizou e permaneceu vivo durante um bom tempo. Lá, fazíamos pesquisas para encontrar novos sites, informações para trabalho da escola, curiosidades, entre muitas outras buscas.
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-Página inicial do Cadê (Imagem: Reprodução)
-Algum tempo depois, o Cadê foi vendido para o Yahoo e se hoje você acessar "cade.com.br, vai acabar parando no concorrente do Google.
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-2. Conectar-se com os amigos no Orkut
-Muitas amizades foram sustentadas e também nascidas no Orkut. A rede social foi, provavelmente, um dos sites mais acessados em meados dos anos 2000.
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-Uma das comunidades do Orkut (Imagem: Reprodução)
-Lá, podíamos adicionar nossos amigos, enviar depoimentos mostrando o quanto amávamos eles, entrar em comunidades para conhecer pessoas com os mesmos gostos, deixar mensagens (ou scraps) na página dos outros, adicionar 12 fotos em nosso álbum, entre muitas outras coisas.
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-O Orkut foi evoluindo com o passar do tempo, ganhando novos layouts, recursos e até mesmo aceitando mais de 12 fotos, veja só. Com a chegada do Facebook, o Orkut acabou caindo no esquecimento, até que foi tirado do ar. O criador até tentou emplacar outra rede social, o Hello, mas também não deu muito certo.
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-3. Usar CD de discador
-Para nos conectarmos à internet, precisávamos de um discador. Antes que pudéssemos fazer o download desse programa, eles chegavam em nossas casas em forma de CD, muitas vezes distribuídos em revistas ou como brindes de alguma coisa. Nesse caso, era comum "ganharmos" uma determinada quantidade de horas "grátis" para navegar à vontade.
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-CD da AOL (Imagem: Reprodução)
-Tempos bons, mas trabalhosos, que não existem mais. Hoje, para acessar a internet, precisamos apenas comprar um modem/roteador e assinar a banda larga com uma operadora.
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-4. Ouvir o som da conexão do modem
-Ainda falando da conexão, existe um som que era emitido no momento em que nosso computador se conectava à internet. Mas com a chegada da internet banda larga, ele nunca mais foi ouvido. Se você é bem novo, provavelmente não sabe do que estamos falando. Para quem é das antigas, certamente lembra com saudade desse sonzinho aqui:
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-Muitas vezes, esse som era tão alto que era preciso tentar abafar a caixa de som para que os pais não descobrissem que você estava tentando se conectar escondido, fora do horário de pulso único. É, acessar a internet naquela época também era uma grande aventura.
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-5. Transmissão de vídeo online pelo RealPlayer
-Antes mesmo de existir o YouTube e a sua infinidade de conteúdos, algumas pessoas usavam o RealPlayer para fazer transmissões de vídeo online. Mas, com a internet da época, tentar fazer isso parecia muito desafiador. Era preciso muito sangue frio para aguentar a lentidão, quedas de conexão e baixa qualidade do áudio e do vídeo.
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-Uma das primeiras intefaces do RealPlayer (Imagem: Reprodução)
-6. Diário fotográfico com Fotolog
-Quando ainda nem pensávamos em aplicativos, muito menos capazes de fazer o que o Instagram faz hoje, as nossas fotos eram compartilhadas pela internet usando o Fotolog — que surgiu antes do Orkut, vale lembrar. Com direito a uma foto por dia, era lá que os usuários contavam como tinha sido o dia, o quanto amavam aquela pessoa da foto, e pediam também por comentários. Era lei: você tinha que comentar nas fotos dos seus amigos.
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-Fotolog da Mari Moon (Imagem: Reprodução)
-O Fotolog se tornou tão popular no Brasil que rendeu até mesmo uma das primeiras influenciadoras do Brasil, a Mari Moon. O serviço também contava com assinatura para que os mais populares pudessem compartilhar mais fotos e receber mais comentários — a Gold Camera.
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-Há algum tempo o Fotolog tentou fazer um grande "comeback", mas parece que ninguém reparou que ele saiu do ar — de novo.
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-7. Ouvir música no Grooveshark
-Antes do Spotify, Deezer ou Apple Music, o método usado para ouvir música online era o Grooveshark. A plataforma contava com uma biblioteca vasta, mas digamos que não era muito legal, no sentido legislativo da palavra.
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-Uma das últimas interfaces do Grooveshark (Imagem: Reprodução/The Verge)
-Foram 10 anos no ar oferecendo música gratuita, mas gravadoras e distribuidoras se uniram para derrubar a Escape Media, empresa responsável pelo serviço. A acusação era de distribuição ilegal de conteúdo protegido por direitos autorais, ou seja, um crime.
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-Mas ainda bem que as plataformas de streaming de música voltaram e se popularizaram, assim é possível ouvir música gratuita tanto no computador quanto no smartphone, mesmo que tenham vários anúncios entre elas.
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-8. Baixar música no Kazaa
-Falando em baixar música, o software mais popular para isso antigamente era o Kazaa, depois da "morte" do Napster. Desenvolvido no esquema peer-to-peer (P2P), no Kazaa você podia fazer o download de músicas, clipes, álbuns completos, entre muitos outros arquivos. Na época, era uma grande revolução, mas com o surgimento de serviços de streaming e a maior facilidade para se ouvir música online, ele acabou se tornando desnecessário.
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-Interface do Kazaa (Imagem: Reprodução)
-Além disso, o Kazaa também passou por conflitos com a indústria fonográfica, tentando se reinventar justametne como uma plataforma de streaming, mas não deu certo. O Kazaa morreu e deixou apenas seu legado.
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-9. Conversar no MSN Messenger
-Antes do WhatsApp, as conversas aconteciam pelo MSN Messenger, que roubou o lugar do ICQ. Com a ajuda do plugin MSN Plus, o programa permitia personalização do texto, o uso de stickers, GIFs, você podia transformar fotos em emoji, usar Winks, chamar atenção, aparecer offline, colocar a música que você estava ouvindo no seu "status", entre diversos recursos que só tornavam o uso da plataforma mais divertido.
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-O programa trocou a frase "me passa seu número de celular" para "me passa o seu MSN", sendo tão popular quanto o Orkut.
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-Interface do MSN Messenger (Imagem: Reprodução)
-O MSN Messenger, que depois virou Windows Live Messenger, resistiu por muito tempo, mas não o suficiente para que vencesse os aplicativos atuais, então também acabou ficando apenas em nossa memória.
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-10. Ter um e-mail do Bol
-Pioneiro no oferecimento de e-mails grátis no Brasil, praticamente todo mundo que tinha acesso à internet possuia um email do Bol nos anos 1990. Segundo dados da empresa de 2017, até esta data ainda existiam mais de 4,1 milhões de contas ativas no serviço. Mas você conhece alguém que ainda usa?
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-Página de cadastro de email do BOL (Imagem: Reprodução)
-O Bol foi lançado em 1996 e oferecia não só serviço de e-mail, mas também salas de bate-papo e páginas de conteúdo informativo, como tempo, humor, educação, futebol, entre muitos outros. Anos depois, se tornou parte do UOL, que surgiu na mesma época e já era uma potência da internet brasileira desde seus primórdios.
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-Está se sentindo nostálgico? Então deixe aqui nos comentários o que mais você incluiria nesta lista e do que mais sente saudades deste "tempo bom que não volta nunca mais"!
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-Home   Internet   Navegadores
-Mozilla está preparando uma VPN própria e paga para o Firefox
-Por Rafael Rodrigues Da Silva | 05 de Julho de 2019 às 22h49
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-Saiba tudo sobre Mozilla
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-De acordo com uma revelação feita pelo site TechRadar, foram encontradas evidências de que a Mozilla estaria planejando lançar uma assinatura premium para um sistema de VPN que já viria embutido no Firefox.
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-A menção à VPN foi encontrada em uma página escondida no site do Firefox, que permite aos usuários que a encontram se inscrever para o tal serviço. Mas, clicar no botão de inscrição, ele apenas leva para uma pesquisa que pergunta se a pessoa teria interesse em assinar uma VPN do Firefox.
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-Mas, se você pular o questionário, será então levado a uma página onde poderá se inscrever para receber notificações para quando a VPN do Firefox estiver disponível — algo que, segundo a página, poderá acontecer a qualquer momento nos próximos três meses.
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-A Mozillla já possui um histórico de experimentar algumas VPNs de outras empresas no Firefox, mas tudo indica que esse caso será algo diferente, mais robusto e desenvolvido pela própria Mozilla. Por enquanto, ainda não se sabe exatamente qual será o preço desse serviço, mas estima-se que ele deverá custar cerca de US$ 12,99 por mês.
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-Já a ZDNet fala sobre uma outra página secreta do site do Firefox que também possui um botão de inscrição que leva para um questionário de interesse. Após responder as perguntas, o usuário é levado então para uma outra página, que confirma uma parceria da Mozilla com a Scroll — que permitirá aos assinantes receberem as últimas notícias de seus temas favoritos sem nenhum tipo de anúncio pelo preço de US$ 4,99.
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-Ambas as páginas estão hospedadas no subdomínios firstlook.firefox.com, que não contêm mais nada além dos conteúdos sobre a VPN e a assinatura de notícias sem anúncios.
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-Ambos os serviços podem ser algumas das novidades que haviam sido reveladas no mês passado pelo CEO da Mozilla, Chris Beard, que revelou que até o fim de 2019 lançará uma “versão Premium” do Firefox que permitirá aos assinantes acesso a uma série de novas ferramentas, mas que não irá mudar em nada os serviços que a versão gratuita do navegador já oferece. Beard não havia revelado quais serão esses serviços quando fez o anúncio, mas é possível que a VPN e as notícias sem propaganda façam parte deles.
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-Fonte: Tech Radar
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+10 coisas que você fazia nos primórdios da internet e não faz mais
+Por Natalie Rosa | 05 de Julho de 2019 às 13h37
+A internet no Brasil existe há mais de 30 anos, mas ela começou a entrar em nossas casas há menos tempo (em meados dos anos 1990) e rapidamente evoluiu. Nos primeiros anos em que pudemos ter um computador e, finalmente, internet dentro de nossas casas, não havia tanta coisa para fazer online como hoje, mas mesmo assim passávamos horas e horas "surfando na web". Ah! Mas sempre nos horários em que a discagem era mais barata, né?
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+Quando as operadoras começaram a disponibilizar o serviço de internet discada, nosso tempo era limitado pois a cobrança era feita por pulsos, então o valor era semelhante a uma ligação telefônica — exceto de madrugada e nos fins de semana, quando éramos cobrados apenas por um pulso a partir das 14h do sábado até as 23h59 do domingo. Naquela época, a conexão era feita através de um provedor que assinávamos e um discador, que precisava ser instalado via CD. Ufa.
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+Finalmente conectados à internet, queríamos nos divertir. Jogos, música, bate-papo, amigos, clipes, pesquisa, entre muitas outras coisas faziam a gente passar bastante tempo na frente do computador. Várias dessas ações e atividades que faziam parte da experiência encantadora de acessar a internet não existem mais por terem evoluído e, principalmente, facilitado muito a nossa vida.
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+Participe do nosso GRUPO DE CUPONS E DESCONTOS NO WHATSAPP e garanta sempre o menor preço em suas compras de produtos de tecnologia.
+Pensando nisso, criamos uma lista com 10 coisas que faziam parte do nosso dia a dia nos primórdios da internet e que hoje só trazem muita nostalgia.
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+1. Fazer buscas no Cadê
+Google? Que nada! A moda era fazer buscas no Cadê.
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+Criado em 1995, o Cadê foi o primeiro buscador brasileiro que se popularizou e permaneceu vivo durante um bom tempo. Lá, fazíamos pesquisas para encontrar novos sites, informações para trabalho da escola, curiosidades, entre muitas outras buscas.
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+Página inicial do Cadê (Imagem: Reprodução)
+Algum tempo depois, o Cadê foi vendido para o Yahoo e se hoje você acessar "cade.com.br, vai acabar parando no concorrente do Google.
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+2. Conectar-se com os amigos no Orkut
+Muitas amizades foram sustentadas e também nascidas no Orkut. A rede social foi, provavelmente, um dos sites mais acessados em meados dos anos 2000.
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+Uma das comunidades do Orkut (Imagem: Reprodução)
+Lá, podíamos adicionar nossos amigos, enviar depoimentos mostrando o quanto amávamos eles, entrar em comunidades para conhecer pessoas com os mesmos gostos, deixar mensagens (ou scraps) na página dos outros, adicionar 12 fotos em nosso álbum, entre muitas outras coisas.
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+O Orkut foi evoluindo com o passar do tempo, ganhando novos layouts, recursos e até mesmo aceitando mais de 12 fotos, veja só. Com a chegada do Facebook, o Orkut acabou caindo no esquecimento, até que foi tirado do ar. O criador até tentou emplacar outra rede social, o Hello, mas também não deu muito certo.
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+3. Usar CD de discador
+Para nos conectarmos à internet, precisávamos de um discador. Antes que pudéssemos fazer o download desse programa, eles chegavam em nossas casas em forma de CD, muitas vezes distribuídos em revistas ou como brindes de alguma coisa. Nesse caso, era comum "ganharmos" uma determinada quantidade de horas "grátis" para navegar à vontade.
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+CD da AOL (Imagem: Reprodução)
+Tempos bons, mas trabalhosos, que não existem mais. Hoje, para acessar a internet, precisamos apenas comprar um modem/roteador e assinar a banda larga com uma operadora.
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+4. Ouvir o som da conexão do modem
+Ainda falando da conexão, existe um som que era emitido no momento em que nosso computador se conectava à internet. Mas com a chegada da internet banda larga, ele nunca mais foi ouvido. Se você é bem novo, provavelmente não sabe do que estamos falando. Para quem é das antigas, certamente lembra com saudade desse sonzinho aqui:
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+Muitas vezes, esse som era tão alto que era preciso tentar abafar a caixa de som para que os pais não descobrissem que você estava tentando se conectar escondido, fora do horário de pulso único. É, acessar a internet naquela época também era uma grande aventura.
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+5. Transmissão de vídeo online pelo RealPlayer
+Antes mesmo de existir o YouTube e a sua infinidade de conteúdos, algumas pessoas usavam o RealPlayer para fazer transmissões de vídeo online. Mas, com a internet da época, tentar fazer isso parecia muito desafiador. Era preciso muito sangue frio para aguentar a lentidão, quedas de conexão e baixa qualidade do áudio e do vídeo.
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+Uma das primeiras intefaces do RealPlayer (Imagem: Reprodução)
+6. Diário fotográfico com Fotolog
+Quando ainda nem pensávamos em aplicativos, muito menos capazes de fazer o que o Instagram faz hoje, as nossas fotos eram compartilhadas pela internet usando o Fotolog — que surgiu antes do Orkut, vale lembrar. Com direito a uma foto por dia, era lá que os usuários contavam como tinha sido o dia, o quanto amavam aquela pessoa da foto, e pediam também por comentários. Era lei: você tinha que comentar nas fotos dos seus amigos.
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+Fotolog da Mari Moon (Imagem: Reprodução)
+O Fotolog se tornou tão popular no Brasil que rendeu até mesmo uma das primeiras influenciadoras do Brasil, a Mari Moon. O serviço também contava com assinatura para que os mais populares pudessem compartilhar mais fotos e receber mais comentários — a Gold Camera.
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+Há algum tempo o Fotolog tentou fazer um grande "comeback", mas parece que ninguém reparou que ele saiu do ar — de novo.
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+7. Ouvir música no Grooveshark
+Antes do Spotify, Deezer ou Apple Music, o método usado para ouvir música online era o Grooveshark. A plataforma contava com uma biblioteca vasta, mas digamos que não era muito legal, no sentido legislativo da palavra.
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+Uma das últimas interfaces do Grooveshark (Imagem: Reprodução/The Verge)
+Foram 10 anos no ar oferecendo música gratuita, mas gravadoras e distribuidoras se uniram para derrubar a Escape Media, empresa responsável pelo serviço. A acusação era de distribuição ilegal de conteúdo protegido por direitos autorais, ou seja, um crime.
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+Mas ainda bem que as plataformas de streaming de música voltaram e se popularizaram, assim é possível ouvir música gratuita tanto no computador quanto no smartphone, mesmo que tenham vários anúncios entre elas.
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+8. Baixar música no Kazaa
+Falando em baixar música, o software mais popular para isso antigamente era o Kazaa, depois da "morte" do Napster. Desenvolvido no esquema peer-to-peer (P2P), no Kazaa você podia fazer o download de músicas, clipes, álbuns completos, entre muitos outros arquivos. Na época, era uma grande revolução, mas com o surgimento de serviços de streaming e a maior facilidade para se ouvir música online, ele acabou se tornando desnecessário.
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+Interface do Kazaa (Imagem: Reprodução)
+Além disso, o Kazaa também passou por conflitos com a indústria fonográfica, tentando se reinventar justametne como uma plataforma de streaming, mas não deu certo. O Kazaa morreu e deixou apenas seu legado.
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+9. Conversar no MSN Messenger
+Antes do WhatsApp, as conversas aconteciam pelo MSN Messenger, que roubou o lugar do ICQ. Com a ajuda do plugin MSN Plus, o programa permitia personalização do texto, o uso de stickers, GIFs, você podia transformar fotos em emoji, usar Winks, chamar atenção, aparecer offline, colocar a música que você estava ouvindo no seu "status", entre diversos recursos que só tornavam o uso da plataforma mais divertido.
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+O programa trocou a frase "me passa seu número de celular" para "me passa o seu MSN", sendo tão popular quanto o Orkut.
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+Interface do MSN Messenger (Imagem: Reprodução)
+O MSN Messenger, que depois virou Windows Live Messenger, resistiu por muito tempo, mas não o suficiente para que vencesse os aplicativos atuais, então também acabou ficando apenas em nossa memória.
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+10. Ter um e-mail do Bol
+Pioneiro no oferecimento de e-mails grátis no Brasil, praticamente todo mundo que tinha acesso à internet possuia um email do Bol nos anos 1990. Segundo dados da empresa de 2017, até esta data ainda existiam mais de 4,1 milhões de contas ativas no serviço. Mas você conhece alguém que ainda usa?
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+Página de cadastro de email do BOL (Imagem: Reprodução)
+O Bol foi lançado em 1996 e oferecia não só serviço de e-mail, mas também salas de bate-papo e páginas de conteúdo informativo, como tempo, humor, educação, futebol, entre muitos outros. Anos depois, se tornou parte do UOL, que surgiu na mesma época e já era uma potência da internet brasileira desde seus primórdios.
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+Está se sentindo nostálgico? Então deixe aqui nos comentários o que mais você incluiria nesta lista e do que mais sente saudades deste "tempo bom que não volta nunca mais"!
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+TV paga está sentenciada à morte, afirma Anatel sobre caso Fox
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+Mozilla está preparando uma VPN própria e paga para o Firefox
+Por Rafael Rodrigues Da Silva | 05 de Julho de 2019 às 22h49
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+De acordo com uma revelação feita pelo site TechRadar, foram encontradas evidências de que a Mozilla estaria planejando lançar uma assinatura premium para um sistema de VPN que já viria embutido no Firefox.
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+A menção à VPN foi encontrada em uma página escondida no site do Firefox, que permite aos usuários que a encontram se inscrever para o tal serviço. Mas, clicar no botão de inscrição, ele apenas leva para uma pesquisa que pergunta se a pessoa teria interesse em assinar uma VPN do Firefox.
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+Mas, se você pular o questionário, será então levado a uma página onde poderá se inscrever para receber notificações para quando a VPN do Firefox estiver disponível — algo que, segundo a página, poderá acontecer a qualquer momento nos próximos três meses.
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+A Mozillla já possui um histórico de experimentar algumas VPNs de outras empresas no Firefox, mas tudo indica que esse caso será algo diferente, mais robusto e desenvolvido pela própria Mozilla. Por enquanto, ainda não se sabe exatamente qual será o preço desse serviço, mas estima-se que ele deverá custar cerca de US$ 12,99 por mês.
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+Já a ZDNet fala sobre uma outra página secreta do site do Firefox que também possui um botão de inscrição que leva para um questionário de interesse. Após responder as perguntas, o usuário é levado então para uma outra página, que confirma uma parceria da Mozilla com a Scroll — que permitirá aos assinantes receberem as últimas notícias de seus temas favoritos sem nenhum tipo de anúncio pelo preço de US$ 4,99.
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+Ambas as páginas estão hospedadas no subdomínios firstlook.firefox.com, que não contêm mais nada além dos conteúdos sobre a VPN e a assinatura de notícias sem anúncios.
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+Ambos os serviços podem ser algumas das novidades que haviam sido reveladas no mês passado pelo CEO da Mozilla, Chris Beard, que revelou que até o fim de 2019 lançará uma “versão Premium” do Firefox que permitirá aos assinantes acesso a uma série de novas ferramentas, mas que não irá mudar em nada os serviços que a versão gratuita do navegador já oferece. Beard não havia revelado quais serão esses serviços quando fez o anúncio, mas é possível que a VPN e as notícias sem propaganda façam parte deles.
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+Fonte: Tech Radar
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diff --git a/posts/_Homenagem_ao_awo_pai_Euclides___34__Talabian__34___Ferreira.mdwn b/posts/_Homenagem_ao_awo_pai_Euclides___34__Talabian__34___Ferreira.mdwn
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+++ b/posts/_Homenagem_ao_awo_pai_Euclides___34__Talabian__34___Ferreira.mdwn
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+Homenagem ao pai Euclides "Talabian" Ferreira
+
+
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+quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010
+Homenagem ao pai Euclides "Talabian" Ferreira
+Casa Fanti Ashanti em em São Luiz,Maranhão.
+Rua Militar 160 Bairro Cruzeiro do Anil
+
+
+Pai Euclides abriu o seu terreiro em 1958, no sítio do Igapara, com o nome de Tenda de São Jorge Jardim de Ueira. De acordo com o Estatuto do terreiro, transcrito em um dos seus livros publicados (FERREIRA, 1987, p.121), apesar da Casa ter recebido uma denominação semelhante à de muitos terreiros de Umbanda ou de caboclo, já teria nascido identificada com a nação Fanti-Ashanti [6].
+
+Mas tudo indica que, durante muito tempo, era mais conhecida como terreiro de Tabajara, de Juracema (entidades caboclas) e de Mãe Maria, entidade feminina que, apesar de não ter incorporado nele no Terreiro do Egito, foi muito importante nos primeiros anos da Casa e que foi mais tarde por ele apresentada no Candomblé como a Oxum mais velha (FERRETTI,M., 2000, p. 263). Em 1963, a Casa Fanti-Ashanti foi transferida para o bairro do Cruzeiro do Anil. Cinco anos depois era realizada ali a primeira iniciação completa de filho da Casa - o paraense João Albino de Aquino, adotando características que fugiam do modelo da Mina do Maranhão e a aproximavam do Candomblé da Bahia.
+
+Mas, na época, Pai Euclides se apresentava como babalorixá de inkice Talabian de Urumilá, como foi registrado no certificado conferido àquele filho-de-santo. Em 1974, Pai Euclides se apresentou à pesquisadora Maria Amália Barretto como filho de To Alabi Oxanaim (sic.) de Urumilá e de Oxum Apará (BARRETTO, 1977, p.121).
+
+A quarta ligação de Pai Euclides com entidade associada a Lissá ocorreu 8 anos após a iniciação de João Albino e cerca de 10 anos após o falecimento de sua mãe-de-santo, quando ele recebeu Orixá Oguiã no Xangô de Recife (1976). Em 1980, depois de “tirar a mão de vumbe” em Recife, oficializou, na Casa Fanti-Ashanti, o Candomblé que, segundo declara, já vinha sendo adotando desde 1976 (FERREIRA, 1984, p.11), passando a entrar em transe no Candomblé principalmente com Oxalá e a receber Mãe Maria como Oxum.
+
+A partir daí o seu terreiro, que já vinha em expansão, cresceu bastante, passou a ser mais apresentado e conhecido como de Oxalá e sua nação passou a ser definida mais como jeje-nagô do que como fanti-ashanti. No 30º aniversário do terreiro, Pai Euclides se refere a ele como “Casa Branca Fanti-Ashanti” e como “Casa de Oxalá”.
+
+Com a “mudança de nação” da Casa Fanti-Ashanti, Pai Euclides reelaborou sua identidade jeje e passou a apresentar-se como ligado ao jeje-mahi, nação em que seu pai-de-santo Severino Ramos, o Raminho de Oxossi, recebeu parte do seu axé (FERREIRA, 1987, p.98). Mas, mesmo “mudando de nação”, ele continuou alimentando o sonho de se ligar diretamente a um sacerdote africano do Gana ou do Benin (FERRETTI, M, 2000, p. 180), o que implicaria numa retomada de suas ligações com o Terreiro do Egito e com o vodum Lissá, na Casa das Minas.
+
+“[5] No certificado preparado para o paraense João Albino de Aquino, a Casa era apresentada como “Abassá Olissa de Urumilá”, do babalorixá de inkice Talabian de Urumilá. A relação de Pai Euclides com Urumila já foi por ele lembrada para justificar a realização em sua Casa da Festa do Espírito Santo, tradicional no Maranhão, considerando-se que no sincretismo afro-brasileiro os dois são associados.
+[6] Não localizamos, no SIOGE (imprensa oficial do Estado), o Diário Oficial em que
+foi publicado o referido Estatuto.”
+
+O terreiro, Tenda São Jorge Jardim de Oeira da Nação Fanthi-Ashanthi, foi inaugurado no dia 01 de Janeiro de 1958 no sítio do Igapara às margens do rio bacanga em um lugarejo de São Luis, posteriormente a Casa Fanthi-Ashanthi transferiu-se para a Rua Militar, nº 1158, no bairro do Cruzeiro do Anil em São Luis-MA, no dia 01 de Janeiro de 1964, onde permanece até os dias atuais, um local estratégico e facil de se chegar.
+Não somente como pioneiro a implantar o candomblé no estado do Maranhão, precisamente em São Luis, mas também como cultuador do tradicional Tambor-de-Mina e outros ritos, se mantendo bastante coerente no trato das questões religiosas considerando com muito cuidadoas práticas que a casa difunde, para que não haja choque entre a ancestralidade e a comunidade.
+
+
+
+fonte:http://ileajagunan.blogspot.com/
+fonte:http://fotolog.terra.com.br/ellegua:177

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+1. Roger Bastide, Imagens do Nordeste Místico em Branco e Preto, RJ, Gráfica O Cruzeiro, 1945, cap. 5.
+2. Maria do Carmo Tinoco Brandão, Xangôs tradicionais e Xangôs umbandizados do Recife: organização econômica, tese de doutorado em Antropologia Social, SP, Universidade de São Paulo, 1986.
+3. José Jorge de Carvalho, 1984, (em inglês) Ritual and music of the Shango cults of Recife, Brasil. Tese de PhD em Antropologia Social, Belfast: The Queen’s University of Belfast
+.4. Idem. 1988, A força da Nostalgia: a concepção de tempo histórico dos cultos afro-brasileiros tradicionais, Religião e Sociedade, vol 14, nº 2, pg 36-61.
+5. Idem. 1992. Estéticas da Opacidade e da Transparência. Mito, música e ritual no culto Xangô e na tradição erudita ocidental, Anuário Antropologico/89, 83-116 RJ, Ed. Tempo Brasileiro.
+6. Idem. Cantos Sagrados do Xangô do Recife, 1983, Brasilia, Fundação Cultural Palmares.
+7. Idem & Rita Laura Segato, 1986, Musik der Xangô-Kulte von Recife (em alemão), em: Tiago de Oliveira Pinto (org), Brasilien, Einführung in die Musik-traditionen Brasiliens, 176-192, Mains:Schott.
+8. Idem. Cantos Sagrados do Xangô do Recife, 1983, Brasilia, Fundação Cultural Palmares.
+9. Rita Laura Segato, 1990, Iemanjá em familia:mito e valores civicos no Xangô de Recife, Anuário Antropologico/87, 145-190 RJ-Brasilia EdUnB/Tempo Brasileiro.
+10. Idem, Santos e daimones, 199.., Brasilia, Unb.
+11. Pedro Cavalcanti, As seitas africanas do Recife, em Estudos Afro-brasileiros (trabalhos apresentados no 1º Congresso Afro-brasileiro reunido em Recife em 1934, 1º vol.) RJ, Arielk, 1935.
+12. Manoel do Nascimento Costa, Sacrificio de animais e distribuição da carne no ritual afro-pernambucano; em Roberto Motta, Os afro-brasileiros: Anais do III Congresso Afro-brasileiro, Recife, Massangana, 1985.
+13. Gonçalves Fernandes, Xangôs do Nordeste, RJ, Civilização Brasileira, 1937.
+14. Gilberto Freyre, “Xangôs” em Guia Prático, Histótico e Sentimental da cidade do Recife, RJ, José Olympio, 1968.
+15. Idem, “Pai Adão babalorixá ortodoxo”, em Pessoas, cores e animais 2ª ed. Porto Alegre, Globo, 1981.
+16. Roberto Motta, “Bandeira de Alairá: a festa de Xangô-São João e problemas de sincretismo, em Carlos Eugênio Marcondes de Moura(org), Bandeira de Alairá: outros escritos sobre a religião dos orixás, SP, Nobel, 1982.
+17. Idem, Cidade e devoção, Recife, Ed. Pirata, 1980.
+18. Idem, “Catimbós, Xangôs e Umbandas na Região do Recife em Os Afro-brasileiros: Anais do III Congresso Afro-brasileiro, Recife, Massangana, 1985.
+19. Reginaldo Prandi, Os Candomblés de São Paulo, SP, Hucitec/Edusp, 1991.
+Benção, Kolofé a todos.

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 REDE DE COMUNICAÇÃO COMUNITÁRIA DE MATRIZ AFRICANA 
 
 Radio Exu – comunicação comunitária de matriz africana é um projeto de mídia étnica e racial que difunde os valores civilizatórios da matriz africana na diáspora brasileira, e prima pelo combate ao racismo e pelo fortalecimento de redes solidárias de lutas sociais e das culturas negras com protagonismo negro, de povo tradicional de matriz africana (terreiro) e de juventude de terreiro. Transmite conteúdos de lutas sociais, difunde e divulga tanto os agentes quanto as culturas negras amazônidas e brasileiras.
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 Radio Exu – comunicação comunitária de matriz africana é um projeto de mídia étnica e racial que difunde os valores civilizatórios da matriz africana na diáspora brasileira, e prima pelo combate ao racismo e pelo fortalecimento de redes solidárias de lutas sociais e das culturas negras com protagonismo negro, de povo tradicional de matriz africana (terreiro) e de juventude de terreiro. Transmite conteúdos de lutas sociais, difunde e divulga tanto os agentes quanto as culturas negras amazônidas e brasileiras.
 
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 * [Locutores](http://radioexu.net/locutores)

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 REDE DE COMUNICAÇÃO COMUNITÁRIA DE MATRIZ AFRICANA 
+Radio Exu – comunicação comunitária de matriz africana é um projeto de mídia étnica e racial que difunde os valores civilizatórios da matriz africana na diáspora brasileira, e prima pelo combate ao racismo e pelo fortalecimento de redes solidárias de lutas sociais e das culturas negras com protagonismo negro, de povo tradicional de matriz africana (terreiro) e de juventude de terreiro. Transmite conteúdos de lutas sociais, difunde e divulga tanto os agentes quanto as culturas negras amazônidas e brasileiras.
 
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-REDE DE COMUNICAÇÃO COMUNITÁRIA DE MATRIZ AFRICANA E ]
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 REDE DE COMUNICAÇÃO COMUNITÁRIA DE MATRIZ AFRICANA E ]
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 ## [[Kilombismo Digital e Apropriação Tecnológica uma tecnologia mais do nosso jeito ancestral ]]

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-REDE DE COMUNICAÇÃO COMUNITÁRIA DE MATRIZ AFRICANA E INDÍGENA 
+REDE DE COMUNICAÇÃO COMUNITÁRIA DE MATRIZ AFRICANA E ]
+[Locutores](http://radioexu.net/locutores)
 
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+REDE DE COMUNICAÇÃO COMUNITÁRIA DE MATRIZ AFRICANA E INDÍGENA 
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 ## [[Kilombismo Digital e Apropriação Tecnológica uma tecnologia mais do nosso jeito ancestral ]]

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-# Wiki/SITE COLABORATIVO
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 ## [[Kilombismo Digital e Apropriação Tecnológica uma tecnologia mais do nosso jeito ancestral ]]
  Tecnologia pensada a parti da ótica de Zumbi dos Palmares "Vamos Fazer um mundo mais do nosso jeito" descolonizar os usos das tecnologias de comunicação através de apropriação de tecnologias já criadas, adequando à nossas necessidades, reconhecendo nossas especificidades e sobre tudo que o povo preto e indígenas são exímios produtores de tecnologias sociais, complexas e seguras, paltadas na liberdade e segurança, numa época que tudo ocorre no meio digital, perceber que as tecnologias assemelham-se aos grandes latifúndios,mostrando-se essencial que tenhamos controle total de nossas o formações.  Perceber os tambores, os sonhos, as folhas como avançadas tecnologias. A ideia central é aproximar a tecnologia a nossas prática ancestrais, sem molestar nossas raízes. 

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 <aside id="text-2" class="widget widget_text"><h3 class="widget-title">Web Radio RBG </h3>			<div class="textwidget"><audio style="width: 300px; margin-bottom: 0px;" autoplay="autoplay" controls="controls" preload=none id='player'> 	<source src='http://orelha.radiolivre.org:8000/radiorbg.mp3' type='audio/mp3'><p>Your browser doesn't support HTML audio. Sorry.</p></audio></div>

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 <aside id="text-2" class="widget widget_text"><h3 class="widget-title">Web Radio RBG </h3>			<div class="textwidget"><audio style="width: 300px; margin-bottom: 0px;" autoplay="autoplay" controls="controls" preload=none id='player'> 	<source src='http://orelha.radiolivre.org:8000/radiorbg.mp3' type='audio/mp3'><p>Your browser doesn't support HTML audio. Sorry.</p></audio></div>

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 ## [[Kilombismo Digital e Apropriação Tecnológica uma tecnologia mais do nosso jeito ancestral ]]

rename gbaradudu.jpg to gbaradudu1.jpg
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similarity index 100%
rename from gbaradudu.jpg
rename to gbaradudu1.jpg

attachment upload
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new file mode 100644
index 0000000..33aafe5
Binary files /dev/null and b/gbaradudu.jpg differ

diff --git a/index.mdwn b/index.mdwn
index cffe3c3..3f58d13 100644
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 # Wiki/SITE COLABORATIVO
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 [[!img  cardlagbaye1.png size="420x230"]]
 [[!img  riso.jpg size="420x230"]] <aside id="text-2" class="widget widget_text"><h3 class="widget-title">Web Radio RBG </h3>			<div class="textwidget"><audio style="width: 300px; margin-bottom: 0px;" autoplay="autoplay" controls="controls" preload=none id='player'> 	<source src='http://orelha.radiolivre.org:8000/radiorbg.mp3' type='audio/mp3'><p>Your browser doesn't support HTML audio. Sorry.</p></audio></div>
 

attachment upload
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new file mode 100644
index 0000000..a720247
Binary files /dev/null and b/gbaradudu.png differ

diff --git a/index.mdwn b/index.mdwn
index 92a49ac..cffe3c3 100644
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 # Wiki/SITE COLABORATIVO
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 [[!img  riso.jpg size="420x230"]] <aside id="text-2" class="widget widget_text"><h3 class="widget-title">Web Radio RBG </h3>			<div class="textwidget"><audio style="width: 300px; margin-bottom: 0px;" autoplay="autoplay" controls="controls" preload=none id='player'> 	<source src='http://orelha.radiolivre.org:8000/radiorbg.mp3' type='audio/mp3'><p>Your browser doesn't support HTML audio. Sorry.</p></audio></div>
 
  
@@ -156,3 +157,12 @@ Um só caminho!
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attachment upload
diff --git a/cardlagbaye11.png b/cardlagbaye11.png
new file mode 100644
index 0000000..0f99250
Binary files /dev/null and b/cardlagbaye11.png differ

removed
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deleted file mode 100644
index 5ed9f68..0000000
Binary files a/cardlagbaye1.png and /dev/null differ

attachment upload
diff --git a/cardlagbaye1.png b/cardlagbaye1.png
new file mode 100644
index 0000000..5ed9f68
Binary files /dev/null and b/cardlagbaye1.png differ

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index f600f01..1363347 100644
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+++ "b/posts/Lagbaye_Lyika:_uma_proposta_de_Ouvidoria_Cartogr\303\241fica_.mdwn"
@@ -1,6 +1,47 @@
 Conheça o sistema Online  de ouvidoria dos povos e comunidades tradicionais baseado em uma tecnologia africana de MAPEAMENTO COLABORATIVO! Por ele você pode realizar reportagens e mapeamentos colaborativos, potencializando o acesso a ferramenta de cartografias coletivas e de fácil uso para nossa auto-defesa no territorio digital da internet! 
 
-O nome da ferramenta é diferente né? é do idioma africano, IORUBA: Lagbaye: Geográfico Lyika: Revolução * revolução geográfica do idioma Iorubá por que precisamos dizer de onde começaremos nossa conversa, e é de bom grado que eu fale do meu lugar. Pensamos tecnologias a partir de uma afro-pespectiva ao passo que também fazer dela um espaço de reflexão da interseccionalidade assomatica dos povos e comunidades tradicionais de matriz africana na diaspora brasileira. Percebendo o cenário que vivemos virtualmente, nos tempos atuais, em que tudo se passa pelo meio digital, a tecnologia é um espaço de disputa que reverbera nos povos pretos e pobres a marca da exclusão, pois não seria diferente dos diversos espaços da branquitudes e sua sede de poder sobre os  domínio imperialista e escravocrata que dominam o territorio da internet.  é uma ferramenta online que permite enviar relatos REPORTAGENS, com um preenchimento de um simples formulário, facilitando o compartilhamento e acompanhamento de uma extensa área de um território, enviando texto, fotos, links de vídeos e informações extras no mesmo documento,  enviadas a uma categoria de escolha do remetente, podendo ser compartilhado em massa  com o sistema de ALERTA que dá agilidade a tempo real para a DESCENTRALIZAÇÃO da informação. podendo ser reportado para contatos estratégicos, por SMS, E-MAIL criando assim uma rede descentralizada de compartilhamento de informações. 
+O QUE 
+
+O nome da ferramenta é diferente né? é do idioma africano, IORUBA: Lagbaye: Geográfico Lyika: Revolução * revolução geográfica do idioma Iorubá por que precisamos dizer de onde começaremos nossa conversa, e é de bom grado que eu fale do meu lugar. Pensamos tecnologias a partir de uma afro-pespectiva ao passo que também fazer dela um espaço de reflexão da interseccionalidade assomática dos povos e comunidades tradicionais de matriz africana na diáspora brasileira. Percebendo o cenário que vivemos virtualmente, nos tempos atuais, em que tudo se passa pelo meio digital, a tecnologia é um espaço de disputa que reverbera nos povos pretos e pobres a marca da exclusão, pois não seria diferente dos diversos espaços da branquitudes e sua sede de poder sobre os  domínio imperialista e escravocrata que dominam o território da internet. 
+
+POR QUE 
+
+Nossa ideia é provocar uma reflexão critica das ferramentas que usamos desde nossos computadores, nossas redes e analizar quem tem o poder e domínio desses meios e quais as formas de nos apropriamos e criamos ferramentas que atenda nossa necessidade, percebendo que esse espaço que nos nega acesso onde a população brasileira é de aproximadamente 196,7 milhões e somente 94,2 milhões utiliza a internet, sendo que aproximadamente 125 milhões não tem esse privilegio. Entre os 10% mais pobres, apenas 0,6% tem acesso à Internet; entre os 10% mais ricos, esse número é de 56,3%, diferença descarada. Somente 13,3% do povo preto usam a Internet, duas vezes menos que os brancos que é (28,3%). Os índices de acesso à Internet das Regiões Sul (25,6%) e Sudeste (26,6%) contrastam com os das Regiões Norte (12%) e Nordeste (11,9%).  vamos tentar devagar e sempre nos livras de todas as amarras que supremacia branca tem nos imposto, viemos trazer a tona a parte de universo que é nossa, africana e indigena, o mapa lagbaye liyka é uma ferramenta online que permite enviar relatos REPORTAGENS, com um preenchimento de um simples formulário, facilitando o compartilhamento e acompanhamento de uma extensa área de um território, enviando texto, fotos, links de vídeos e informações extras no mesmo documento,  enviadas a uma categoria de escolha do remetente, podendo ser compartilhado em massa  com o sistema de ALERTA que dá agilidade a tempo real para a DESCENTRALIZAÇÃO da informação. podendo ser reportado para contatos estratégicos, por SMS, E-MAIL criando assim uma rede descentralizada de compartilhamento de informações.
+ 
+COMO 
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+De muito fácil uso o Lagbaye Lyika pode ser usado através  de celular smartfone ou computador é possível acessar o sistema. 
+
+Sendo uma ferramenta aberta e coletiva diversos parceiros tem solicitados categorias especificas tendo assim uma capilaridade gigantesca para trabalhar diversos temas. 
+No tocante a interseccionalidade a ferrramantas trabalha dando suporte a report de diversas formas de opressão se tornando assim uma forte ferramenta de combate e enfrentamento as diversas opressões, sendo assim ouvidoria nata. Alguma das categorias que mais tiveram denuncia foram: Situação de Conflitos – Povos e Comunidades Tradicionais; Juventude Cigana; Genocídio da Juventude Negra e Pobre e periférica; e Violação do Direito a Educação. Os locais com mais denúncias foram: Maranhão – com 159 denuncia; e a Bahia – com 21 denuncias.
+
+A participação popular para este Sistema é extremamente importante, já que com relatos contendo mais detalhes ajudarão na segurança das pessoas. Seu relato para o Mapa Lagbaye Lyika pode ser enviado tanto por computador como por celular:
+
+TUTORIAL DE USO BASICO  
+
+Computador
+
+PASSO 1: Abra o link https://juventudeativa.crowdmap.com;
+
+PASSO 2: Clique no botão (ao lado do banner) “Enviar 
+Relato” (parte superior direita da tela);
+
+PASSO 3: Preencha os campos com seu relato. Por favor seja eficiente  e objetivo! Lembre-se que a segurança das pessoas agora depende de você;
+
+PASSO 4: Coloque o endereço correto e dê “zoom-in” para ter certeza que o ponto está no lugar certo. A precisão das informações no mapa é o muito importante nesta ferramenta, do contrário, pessoas podem sofrer danos ou perdas ou informações históricas podem ficarem incorretas;
+ 
+
+Celular:
+
+PASSO 1: Abra o app Ushahidi e espere ele sincronizar. A primeira vez deve demorar uns 3 minutos. Aguarde!;
+
+PASSO 2: Clique no botão “+” do canto inferior direito para adicionar um novo mapa;
+
+PASSO 3: Coloque um nome qualquer, tipo: Mapa de Risco (ou outro de sua preferência);
+
+PASSO 4: Coloque a URL:https://juventudeativa.crowdmap.com;
+Ao abrir o mapa, você pode enviar seu relato clicando no ícone de câmera na parte inferior da tela, funciona de maneira semelhante ao famoso Instagram, mas você pode contribuir com foto, texto e vídeo.
+ 
 
 O sistema tem sido usado para diversos fins, adequando-se a necessidade cartográfica de todo mundo, um grande exemplo é o uso para denúncias enviadas por pessoas que não querem se identificar, tendo a necessidade de georeferenciar um acontecimento, fato, uma história. como foi o dado o acompanhamento e mapeamento dos casos de assassinatos de lideranças de terreiros de 2018 dos povos negros e principalmente povos de terreiro do Pará, com sua crescente onda de violências contra lideranças de terreiros da Amazônia negra. 
 

diff --git "a/posts/Lagbaye_Lyika:_uma_proposta_de_Ouvidoria_Cartogr\303\241fica_.mdwn" "b/posts/Lagbaye_Lyika:_uma_proposta_de_Ouvidoria_Cartogr\303\241fica_.mdwn"
index a4466ef..f600f01 100644
--- "a/posts/Lagbaye_Lyika:_uma_proposta_de_Ouvidoria_Cartogr\303\241fica_.mdwn"
+++ "b/posts/Lagbaye_Lyika:_uma_proposta_de_Ouvidoria_Cartogr\303\241fica_.mdwn"
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-Conheça o sistema Online  de ouvidoria dos povos e comunidades tradicionais baseado em uma tecnologia africana de MAPEAMENTO COLABORATIVO! Por ele você pode realizar reportagens e mapeamentos colaborativos, potencializando o acesso a ferramenta de cartografias coletivas e de fácil uso! 
+Conheça o sistema Online  de ouvidoria dos povos e comunidades tradicionais baseado em uma tecnologia africana de MAPEAMENTO COLABORATIVO! Por ele você pode realizar reportagens e mapeamentos colaborativos, potencializando o acesso a ferramenta de cartografias coletivas e de fácil uso para nossa auto-defesa no territorio digital da internet! 
 
-no Mapa Lagbaye Lyika * revolução geográfica do idioma Iorubá, a ferramenta online que permite enviar relatos REPORTAGENS, com um preenchimento de um simples formulário, facilitando o compartilhamento e acompanhamento de uma extensa área de um território, enviando texto, fotos, links de vídeos e informações extras no mesmo documento,  enviadas a uma categoria de escolha do remetente, podendo ser compartilhado em massa  com o sistema de ALERTA que dá agilidade a tempo real para a DESCENTRALIZAÇÃO da informação. podendo ser reportado para contatos estratégicos, por SMS, E-MAIL criando assim uma rede descentralizada de compartilhamento de informações. 
+O nome da ferramenta é diferente né? é do idioma africano, IORUBA: Lagbaye: Geográfico Lyika: Revolução * revolução geográfica do idioma Iorubá por que precisamos dizer de onde começaremos nossa conversa, e é de bom grado que eu fale do meu lugar. Pensamos tecnologias a partir de uma afro-pespectiva ao passo que também fazer dela um espaço de reflexão da interseccionalidade assomatica dos povos e comunidades tradicionais de matriz africana na diaspora brasileira. Percebendo o cenário que vivemos virtualmente, nos tempos atuais, em que tudo se passa pelo meio digital, a tecnologia é um espaço de disputa que reverbera nos povos pretos e pobres a marca da exclusão, pois não seria diferente dos diversos espaços da branquitudes e sua sede de poder sobre os  domínio imperialista e escravocrata que dominam o territorio da internet.  é uma ferramenta online que permite enviar relatos REPORTAGENS, com um preenchimento de um simples formulário, facilitando o compartilhamento e acompanhamento de uma extensa área de um território, enviando texto, fotos, links de vídeos e informações extras no mesmo documento,  enviadas a uma categoria de escolha do remetente, podendo ser compartilhado em massa  com o sistema de ALERTA que dá agilidade a tempo real para a DESCENTRALIZAÇÃO da informação. podendo ser reportado para contatos estratégicos, por SMS, E-MAIL criando assim uma rede descentralizada de compartilhamento de informações. 
 
-O sistema tem sido usado para diversos fins, adequando-se a necessidade cartográfica de todo mundo, um grande exemplo é o uso para denúncias enviadas por pessoas que não querem se identificar, tendo a necessidade de georeferenciar um acontecimento, fato, uma história. como foi o dado o acompanhamento e mapeamento dos casos de assinatos de lideranças de terreiros de 2018 dos povos negros e principalmente povos de terreiro do Pará, com sua crescente onda de violências contra lideranças de terreiros da Amazônia negra. 
+O sistema tem sido usado para diversos fins, adequando-se a necessidade cartográfica de todo mundo, um grande exemplo é o uso para denúncias enviadas por pessoas que não querem se identificar, tendo a necessidade de georeferenciar um acontecimento, fato, uma história. como foi o dado o acompanhamento e mapeamento dos casos de assassinatos de lideranças de terreiros de 2018 dos povos negros e principalmente povos de terreiro do Pará, com sua crescente onda de violências contra lideranças de terreiros da Amazônia negra. 
 
-Pensado para servir como uma ferramenta de ouvidoria permanente para diversas CATEGORIAS  com  as riquesas das informações que podem ser enviado pelo MAPA, facilita o acompanhento colaborativo  ao passo que POTENCIALIZA, seu uso como uma ferramenta de ouvidoria dos povos e comunidades tradicionais, Como criação de mapeamento colaborativo de grupos culturais, mapas das folhas, mapa das parteiras e curandeiras como no caso de auto-demarcação territorial, planos de manejos da biodiversidade, controles de desmatamentos, alertas de incêndios, áreas de riscos de desastres naturais, diversos são as possibilidades de uso. 
+Pensado para servir como uma ferramenta de ouvidoria permanente para diversas CATEGORIAS  com  as riquesas das informações que podem ser enviado pelo MAPA, facilita o acompanhamento colaborativo  ao passo que POTENCIALIZA, seu uso como uma ferramenta de ouvidoria dos povos e comunidades tradicionais, Como criação de mapeamento colaborativo de grupos culturais, mapas das folhas, mapa das parteiras e curandeiras como no caso de auto-demarcação territorial, planos de manejos da biodiversidade, controles de desmatamentos, alertas de incêndios, áreas de riscos de desastres naturais, diversos são as possibilidades de uso. 
 
-O formato que o sistema mais prima nessa nova edição, é o mapeamento com vertente de salvaguarda dos saberes e fazeres, ligando assim, a pratica da memória coletiva, dos saberes e fazeres que estão intimamente ligada aos valores territoriais. Assim provocamos o uso das técnicas de cartoprática como uma forma de previnir acontecimentos desastrosos tantos nutarais e humanos, pensando a ferramenta com a possibilidade de guardar e proteger os bens naturais e humanos de nossas comunidades. 
+O formato que o sistema mais prima nessa nova edição, é o mapeamento com vertente de salvaguarda dos saberes e fazeres, ligando assim, a pratica da memória coletiva, dos saberes e fazeres que estão intimamente ligada aos valores territoriais. Assim provocamos o uso das técnicas de cartoprática como uma forma de previnir acontecimentos desastrosos tantos naturais e humanos, pensando a ferramenta com a possibilidade de guardar e proteger os bens naturais e humanos de nossas comunidades para não termos que enviar um relato de algo muito ruim que . 
 
-a ferramenta aposta na estrurturação da rede descentralizada de comunicação, percebendo a necessidade de internacionalizar e federalizar as diversas formas de genocídio 
+A ferramenta aposta na estruturação da rede descentralizada de comunicação, percebendo a necessidade de internacionalizar e federalizar as diversas formas de genocídio e potencializar um uso mais do nosso jeito desse território digital que é a internet.  é preciso 

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@@ -2,4 +2,10 @@ Conheça o sistema Online  de ouvidoria dos povos e comunidades tradicionais bas
 
 no Mapa Lagbaye Lyika * revolução geográfica do idioma Iorubá, a ferramenta online que permite enviar relatos REPORTAGENS, com um preenchimento de um simples formulário, facilitando o compartilhamento e acompanhamento de uma extensa área de um território, enviando texto, fotos, links de vídeos e informações extras no mesmo documento,  enviadas a uma categoria de escolha do remetente, podendo ser compartilhado em massa  com o sistema de ALERTA que dá agilidade a tempo real para a DESCENTRALIZAÇÃO da informação. podendo ser reportado para contatos estratégicos, por SMS, E-MAIL criando assim uma rede descentralizada de compartilhamento de informações. 
 
-O sistema tem sido usado para diversos, um grande exemplo é o uso para denúncias enviadas por pessoas que não querem se identificar, um grande exemplo de caso, foi o acompanhamento e mapeamento de genocídios do povos negros e principalmente povos de terreiro do Pará, com sua crescente onda de violencias contra lideranças de terreiros da Amazônia negra.  Com  as riquesas das possiveis informações que podem ser enviado pelo MLL, POTENCIALIZA, seu uso como uma ferramenta de ouvidoria dos povos e comunidades tradicionais Como criação de mapeamento colaborativo de grupos culturais, mapas das folhas, mapa das parteiras e curandeiras como no caso de autodemarcação territorial, planos de manejos da biodiversidade, controles de desmatamentos, elertas de incendios, areas de riscos de desastras naturais,
+O sistema tem sido usado para diversos fins, adequando-se a necessidade cartográfica de todo mundo, um grande exemplo é o uso para denúncias enviadas por pessoas que não querem se identificar, tendo a necessidade de georeferenciar um acontecimento, fato, uma história. como foi o dado o acompanhamento e mapeamento dos casos de assinatos de lideranças de terreiros de 2018 dos povos negros e principalmente povos de terreiro do Pará, com sua crescente onda de violências contra lideranças de terreiros da Amazônia negra. 
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+Pensado para servir como uma ferramenta de ouvidoria permanente para diversas CATEGORIAS  com  as riquesas das informações que podem ser enviado pelo MAPA, facilita o acompanhento colaborativo  ao passo que POTENCIALIZA, seu uso como uma ferramenta de ouvidoria dos povos e comunidades tradicionais, Como criação de mapeamento colaborativo de grupos culturais, mapas das folhas, mapa das parteiras e curandeiras como no caso de auto-demarcação territorial, planos de manejos da biodiversidade, controles de desmatamentos, alertas de incêndios, áreas de riscos de desastres naturais, diversos são as possibilidades de uso. 
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+O formato que o sistema mais prima nessa nova edição, é o mapeamento com vertente de salvaguarda dos saberes e fazeres, ligando assim, a pratica da memória coletiva, dos saberes e fazeres que estão intimamente ligada aos valores territoriais. Assim provocamos o uso das técnicas de cartoprática como uma forma de previnir acontecimentos desastrosos tantos nutarais e humanos, pensando a ferramenta com a possibilidade de guardar e proteger os bens naturais e humanos de nossas comunidades. 
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+a ferramenta aposta na estrurturação da rede descentralizada de comunicação, percebendo a necessidade de internacionalizar e federalizar as diversas formas de genocídio 

diff --git "a/posts/Lagbaye_Lyika:_uma_proposta_de_Ouvidoria_Cartogr\303\241fica_.mdwn" "b/posts/Lagbaye_Lyika:_uma_proposta_de_Ouvidoria_Cartogr\303\241fica_.mdwn"
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@@ -0,0 +1,5 @@
+Conheça o sistema Online  de ouvidoria dos povos e comunidades tradicionais baseado em uma tecnologia africana de MAPEAMENTO COLABORATIVO! Por ele você pode realizar reportagens e mapeamentos colaborativos, potencializando o acesso a ferramenta de cartografias coletivas e de fácil uso! 
+
+no Mapa Lagbaye Lyika * revolução geográfica do idioma Iorubá, a ferramenta online que permite enviar relatos REPORTAGENS, com um preenchimento de um simples formulário, facilitando o compartilhamento e acompanhamento de uma extensa área de um território, enviando texto, fotos, links de vídeos e informações extras no mesmo documento,  enviadas a uma categoria de escolha do remetente, podendo ser compartilhado em massa  com o sistema de ALERTA que dá agilidade a tempo real para a DESCENTRALIZAÇÃO da informação. podendo ser reportado para contatos estratégicos, por SMS, E-MAIL criando assim uma rede descentralizada de compartilhamento de informações. 
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+O sistema tem sido usado para diversos, um grande exemplo é o uso para denúncias enviadas por pessoas que não querem se identificar, um grande exemplo de caso, foi o acompanhamento e mapeamento de genocídios do povos negros e principalmente povos de terreiro do Pará, com sua crescente onda de violencias contra lideranças de terreiros da Amazônia negra.  Com  as riquesas das possiveis informações que podem ser enviado pelo MLL, POTENCIALIZA, seu uso como uma ferramenta de ouvidoria dos povos e comunidades tradicionais Como criação de mapeamento colaborativo de grupos culturais, mapas das folhas, mapa das parteiras e curandeiras como no caso de autodemarcação territorial, planos de manejos da biodiversidade, controles de desmatamentos, elertas de incendios, areas de riscos de desastras naturais,

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@@ -0,0 +1,40 @@
+Pensar a comunicação descentralizada esta diretamente ligada a romper com as amaras pensadas pelas grandes empresas no grande latifúndio que é o território digital da internet. 
+
+O racismo foi pensando de forma minuciosa, e sobretudo pode ser percebido na internet, onde quase tudo é feito e resolvido, informações compartilhadas, nos viciaram em dopamina, trocaram as estratégias. podemos perceber a disparidade nesse território quanto ao uso entre pessoas pretas e brancas. 
+
+Por exemplo: a população brasileira é de aproximadamente 196,7 milhões e somente 94,2 milhões utiliza a internet, sendo que aproximadamente 125 milhões não tem esse privilegio. Entre os 10% mais pobres, apenas 0,6% tem acesso à Internet; entre os 10% mais ricos, esse número é de 56,3%, diferença descarada. Somente 13,3% do povo preto usam a Internet, duas vezes menos que os brancos que é (28,3%). Os índices de acesso à Internet das Regiões Sul (25,6%) e Sudeste (26,6%) contrastam com os das Regiões Norte (12%) e Nordeste (11,9%). 
+
+O analfabetismo é bastante caro para as comunidades de terreiros, quilombolas, tradicionais como está se dando essa utilização da internet,  uma vez que esse distanciamento é parte estratégica do processo genocida do racismo moderno. Pensado que as tecnologias mais divulgadas para os usuários comuns são de certo comparados a imposição escravista. diante da internet historicamente acontece uma guerra pelo controle e por quem domina todo esse espaço de comunicação e entretenimento. Para ter acesso a internet precisa ter acesso a um computador, economicamente pensando para estar longe das possibilidades dos povos e comunidades tradicionais, quais são os sistemas operacionais instalados nos computadores adquiridos pelos povos e comunidades tradicionais? os que estão conectados, como estão utilizando? essas grandes empresas que compartilham de praticas genocidas, limitaram e nos condicionaram a uma colonização inclusive no meio digital 
+
+O Gbara Dudu nasce no Maranhão no terreiro Ile Axé Alagbede Olodumare, que é liderado pela Yalorisa Venina D'Ogum,idealizado pelo Ogam Mil Onilètó como um espaço de convivência pan-africanista com enfoque na apropriação tecnológica e introdução a software livre gnu linux, e busca desmitificar a distancia que foi imposta para o povo e comunidades tradicionais e de matriz africana em diáspora tendo como propósito, instrumentalizar e difundir uma utilização crítica da informática e meios tecnológicos. Seguindo os ideais palmarinos e garveista, encontra no pan-africanismo a forma de luta na busca da re apropriação do território digital, descolonização desse formato embranquecido e aprisionador em um mundo proprietário (windows) onde só o ganho capitalizado/Embranquecido está em jogo.
+
+Tecnologia pensada a parti da ótica de Zumbi dos Palmares "Vamos Fazer um mundo mais do nosso jeito" descolonizar os usos das tecnologias de comunicação através de apropriação de tecnologias já criadas, adequando à nossas necessidades, reconhecendo nossas especificidades e sobre tudo que o povo preto e indígenas são exímios produtores de tecnologias sociais, complexas e seguras, paltadas na liberdade e segurança, numa época que tudo ocorre no meio digital, perceber que as tecnologias assemelham-se aos grandes latifúndios,mostrando-se essencial que tenhamos controle total de nossas o formações. Perceber os tambores, os sonhos, as folhas como avançadas tecnologias. A ideia central é aproximar a tecnologia a nossas prática ancestrais, sem molestar nossas raízes.
+
+Facilmente podemos entender o “Tambor” como a primeira internet do mundo. Quando os pretos africanos usavam seus instrumentos para se comunicarem entre si e entre vilarejos diferentes, o tambor realizava o papel de rede de comunicação, sendo comparado ao que temos hoje como (wan, lan e man) como são conhecidas os tipos de rede de comunicação das redes de computadores. Os toques podem ser entendidos com as mensagens mandadas de tambores para tambores, os toques que os tambores emanam ecriptografados com a possibilidade que um “decodificador” um mestre ancião ou griot, que faria esse tradução de códigos musicas em linguagens humanas. As informações que ficavam escondidas por traz da mensagem e o povo consegue entender depois de descriptografadas pelos mestres portadores desses conhecimentos, daí podemos ter uma usabilidade de todo os meios humanos por traz dos dados que os tambores nos proporcionam. Dessa forma encontramos uma rede de comunicação sem fio, com capacidade de conectar a comunidade além de tocar a alma do povo que faz parte dessa rede de comunicação, mesmo que só como receptor de todo os dados finais do processo de decodificação. Entender esse processo de comunicação cultural como importante tecnologia social, da forma que suas expressões acontecem sem se desprender das riquezas ancestrais, e atribuir valores reais, que nossas praticas merecem ser entendidas, como algo altamente tecnológica, a parte importante de um território digital, que precisa ser ocupado pelo povo preto, uma vez que nossas praticas estão sendo grilados, no sentido de ser tomados diante das nossas comunidades. O processo de embranquecimento cultural pode ser observado nas praticas maranhense, motivos de alerta para nosso povo.
+
+pensadas como alternativas para as situações angustiante dos sobreviventes em territórios em disputas, silenciados pela ausência de tecnologias plausíveis, como os povos e comunidades que salvaguardam verdadeiros tesouros naturais, poderão se comunicar de forma protetiva e emergente numa ausência de internet ou de ferramentas que lhe atinja as necessidades e especificidades. 
+
+Pensando a realidade amazônica, diante dos constantes ataques que o militantes guerreiros da base se comunicação questões sensíveis do seus dia a dia? como manterão a gestão do seu território cartograficamente, se existe uma barreira entre as tecnologias e o povo preto e indígena 
+
+O gbara dudu vem apresentar algumas auternativas: 
+
+desde de 2010 o O gbara dudu tem realizado rotas de formações em diversos cantos do Brasil com a ideia de leva ao povo, através do (projeto Tambor Hacker Itinerante) ferramentas de comunicação pensadas para a realidade dos povos e suas comunidades, entre elas estão:
+ 
+wiki portal (ewe.branchable.com) 
+
+ferramenta de site colaborativo, que trabalho com controle de versão git e git annex, possibilitando descentralizar o uso do site, permitindo seus usuários terem uma copia exata do portal em seu computador ou celular, aqui é possível fazer um uso offline do portal. subindo ou baixando as informações quando eventualmente conectados a internet. 
+
+mapa colaborativo (juventudeativa.crowdmao.com)
+
+Ferramenta de Mapeamento e reportagem colaborativa, onde os moradores poderão criar um mapa afetivo de toda sua comunidade podendo compartilhar reportagens através do preenchimento de um formulário simples, enviando texto, fotos, videos e o mais importante localização exata do relato a ser enviado. para uso de segurança a ferramenta do mapa funciona como uma ouvidoria permanente dos povos e comunidades tradicionais do Brasil, uma vez que é possível criar um rota de alertas em tempo real, redirecionando para organizações e pessoas parceiras, pontos afetivos e relatos mais delicados, uma ferramenta ideal para georeferenciar acontecimentos em comunidades de terreiros, preservando o anonimato e rapidez na circulação da informação, podendo alcançar o resultado de internacionalizar as denuncias, construir planos de manejos, auto demarcação e acompanhamento de politicas públicas e transparência. 
+
+radio exu (radioexu.com)
+
+Rede de Rádios nascida a parti da radio beco da cota em São Luis do maranhão tem a proposta de difundir a soberania digital através da radio difusão na web, potencializar a oralidade, aumentar o alcance de historias, contos e ensinamentos ancestrais, contar historias, divulgar trabalhos autorais e dar voz aos povos e comunidades de terreiros da Amazônia Brasileira e mundial. A radio inicialmente foi usada a partir de um único ponto de montagem Impossível não lembrar ativamente dos trabalhos do Taata Kinambogi como o único que em muitos tempos deu ouvido a essas invertidas de hacker macumbeiro, ogam e lutador nato nas criações dessas formas e na possibilidade de ampliar o alcance das ferramentas de comunicação livre entre os povos de terreiro,  descentralizando as ferramentas e potencializando os trabalhos de base, nutrir a partir do conhecimento oral o vinculo das comunidades e a internet. Dando a nossa cara e fazendo que as especificidades sejam respeitadas. 
+
+cine quebrada (cinema itinerante) A ideia de abrir portas através da 7 arte, contar historia e começar o dialogo aproximando o cinema da comunidade, já que historicamente o espaço do cinema não consegue abraçar a todos. O cine Quebrada foi um dos projetos mais importantes de toda essa historia. arrancador de sorrisos de velhos e crianças, o que trouxe o mais valioso devoluto sonho de continuar fazendo o obvio. por enquanto é só. 
+
+Mil Onilètó 
+Ogam, Fazedor de tambor, comunicador popular, entusiasta em Software livre Gnu Linux. 
+ 
+

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--- a/posts/Como_criar_app_para_radio_web_.mdwn
+++ /dev/null
@@ -1,41 +0,0 @@
-Segue abaixo todos os passos para que possa realizar a publicação de aplicativos para Rádio web no App store.
-Como publicar:
-
->>>[[!img  Play-Store.png size="200x200" alt="clouds"]]
-
-    1- Acesse a página de desenvolvedor da Google Play e siga os passos. Pague os 25 dólares com seu cartão de crédito e siga para a próxima etapa.
-    2- Agora você vai ter que preencher seus dados, incluindo o nome que vai aparecer como desenvolvedor do aplicativo. re
-    3- Clique em Adicionar novo app.
-    4- Escolha o idioma padrão do app e também o nome que vai aparecer para você poder identificar o app na sua página de desenvolvedor.
-    5- Clique em “Enviar APK” para enviar seu primeiro arquivo APK do aplicativo.
-    6- Faça o upload do APK e clique em “Detalhes do App” no menu para seguir para a próxima etapa do processo.
-    7- Agora sim. Escolha o nome do app (vai aparecer na página de Download)
-    8- Escolha uma breve descrição do seu app. Até 80 caracteres.
-    9- Agora faça uma descrição bem completa do seu app.
-    9- Adicione, em Recursos gráficos, os prints do seu app. Vá na seção Telefone e vá adicionando um por um.
-    10- Envie um ícone em alta resolução. Deve-se enviar um PNG de 512×512.
-    11- Envie uma imagem de Gráfico de Recursos, ou, no nome popular, uma capa do app.
-    12- Se tiver um vídeo promocional, insira o link dele no YouTube abaixo.
-    13- Escolha o tipo de app. Se é um App ou um Jogo.
-    14- Escolha a categoria deste app.
-    15- Escolha a classificação do seu app.
-    16- Digite o website (se tiver)
-    17- Digite um email obrigatório para contato da Google e também dos usuários que fizerem o download do seu aplicativo.
-    18- Você pode adicionar um número de telefone, se quiser.
-    19- Adicione um link de política de privacidade. Se não tiver, selecione a caixa de “Não enviar o URL da política de privacidade no momento.”
-    20- Clique em salvar
-    21- Clique em Preço e Distribuição para continuar.
-    22- Agora escolha o preço do seu app. Se ele é gratuito ou pago. Se for pago,  escolha o valor, Valor mínimo = R$2,50.
-    23- Selecione os países que você quer que seu app esteja disponível.
-    24- Se seu app for compatível com Android Wear, selecione a caixa. Assim como Android TV.
-    25- Concorde com os termos de “Diretrizes de conteúdo” e “Leis de exportação dos EUA”, independente de qual país você more.
-    26- Clique em salvar
-    27- Clique em produtos relacionados ao app e, se não tiver nenhum, clique em Serviços e API.
-    28- Confira tudo e, se estiver tudo certo, vá até o topo da página e clique no local que estiver escrito “Pronto para publicar”.Abrirá uma caixa de expansão e você deve   
-    29-  clicar em publicar. Se estiver escrito “Por que não posso publicar”, clique para ver o motivo.
-
-Talvez você tenha esquecido de algo ou seu pagamento ainda não foi confirmado.
-Se for o segundo caso, você realmente terá que esperar mais um pouco. 
-Assim que confirmado, você receberá um email da Google e poderá clicar em Publicar.
-
-    30- Pronto. Agora aguarde algumas horas para ver seu aplicativo em toda a Google Play Store.

removed
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--- a/posts/Grande_Marcus_.mdwn
+++ /dev/null
@@ -1,18 +0,0 @@
-VOCÊ JÁ OUVIU FALAR DE MARCUS GARVEY?
-Conhecimento preto, se liga:
-
-[[!img  marcusgarvey.jpg]]
-
-Eu questionei ‘’Onde está o governo do homem preto? Onde está o seu Rei e o seu reino? Onde está o seu Presidente, o seu país e embaixador, o seu exército, sua marinha, os seus grandes homens de negócio?’’ E como não os encontrei, então declarei: ‘’Eu irei ajudar a criá-los!’’.
-
-Hoje é o dia em que nasceu um dos homens mais inteligentes deste mundo, um homem africano que deixou grandes contribuições e ensinamentos para nós, o povo preto. Marcus Mosiah Garvey Jr, nasceu na cidade jamaicana de Baía de Santa Ana, no dia 17 de Agosto no ano de 1987. Marcus Garvey dedicou a sua vida na restauração da autodeterminação do povo africano nascido no continente ou na diáspora.
-
-Garvey foi perspicaz em suas análises, ele dizia que o povo negro vive esperando receber respeito e tratamento justo nesta babilônia chamada mundo, que é fundada pela concorrência racial e pelo conflito, nesse sentido ele dizia, acreditava e defendia o surgimento de um Novo negro, que se basearia no orgulho, unidade e reparação raciais para liberar sua terra de origem, construindo uma nação, Governo e Exército próprio. Marcus Garvey falou sobre a urgência de nós, pretas e pretos nos atentarmos as nossas próprias responsabilidades, ou assumimos nosso lugar ou continuaremos sendo mortos como ratos caminhando rumo a extinção.
-
-A ideia de Garvey não fazia curva, era papo reto sem romantismo de nenhuma ordem, o romantismo no cega, não dá para sermos românticos enquanto estamos sendo enterrados na vala simplesmente por sermos pretos (as).
-Garvey precisa ser conhecido, precisa ser lembrado, precisamos também seguir os seus ensinamentos, é necessário lembrar: ‘’Sentimento não derruba a Ku klux Klan; artigos de jornal não drrubam a Ku klux Klan. A Ku Klux Klan expressa o sentimento de mais de 95 milhões de pessoas; nenhuma lei derruba o preconceito de uma raça.’’
-
-‘’O mundo inteiro é minha província até que a África seja livre’’. Marus Garvey vive em nós.
-
-Texto: Ayana Omi
-Referência: Procure por mim na tempestade. De pé raça poderosa – Ciclo de formação Marcus Garvey

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diff --git "a/posts/12_de_Octubre___8211___D\303\255a_de_la_Resistencia___8220__Inform\303\241tica__8221__.mdwn" "b/posts/12_de_Octubre___8211___D\303\255a_de_la_Resistencia___8220__Inform\303\241tica__8221__.mdwn"
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@@ -1,35 +0,0 @@
-[[!img  resistencia-indigena-768x210.jpg size="668x210" alt="clouds"]]
-##Um encontro para lutar contra todos os tipos de colonização, inclusive o tecnológico.
-
-Em 12 de outubro, tradicionalmente, a data em que os "conquistadores" espanhóis "descobriram" a América é celebrada. Para o povo de Abya Yala (assim chamaram o continente antes da chegada dos invasores), este dia não é uma data de celebrações, mas para lembrar a resistência indígena à invasão.
-
-Mas por que nos lembramos dessa colonização em rádios livres? Bem, porque é uma desculpa perfeita para falar sobre outro tipo de colonização, que invadiu nossas cabeças e computadores. Invasões mais normalizadas contra as quais apresentamos menos resistência e até mesmo justificamos com argumentos como "é que leva muito tempo para se libertar", "é um esforço muito grande", "nem tudo funciona tão bem" e um longo etc.
-
-####Que tipo de colonização tecnológica teríamos que resistir?
-
-####Eles colonizaram nossa língua
-Nós não abrimos o processador de texto, mas "palavra". Nós não pedimos que você nos envie uma planilha, mas um "excel". Não pesquisamos mais na Internet, apenas "google". E quando modificamos uma foto somos "phothosopeando".
-
-Palavras são fundamentais quando se trata de construir a realidade. Comece a nomear as coisas corretamente é o princípio de concebê-las de forma diferente. Algo que parece óbvio nas questões de gênero, onde assumimos a necessidade de usar uma linguagem inclusiva para tornar as médicas visíveis, ainda é difícil para nós em questões de tecnologia.
-
-####Eles colonizaram nossos computadores
-E eles fizeram isso tão bem que vemos normal que quando compramos um computador vem com um sistema operacional pré-instalado. Software que, além disso, é cada vez mais complexo para desinstalar. É como se comprássemos um player de música e ele já viesse com as músicas que os fornecedores decidiram que tínhamos que ouvir e nos impedir de ouvir os outros. A propósito, o software que vem pré-instalado não é gratuito, é parte do preço que pagamos quando compramos o computador.
-
-####Eles colonizaram nossas escolas e universidades
-Com a estratégia eficiente de "dar licenças" educacionais, os sistemas proprietários estavam se infiltrando nos computadores de faculdades e universidades. Os alunos consomem a primeira dose de software proprietário e ficam ligados para sempre. Quando chegam a um emprego, pedem para trabalhar com os programas que conhecem e as empresas exigem que saibam como lidar com os programas que "usam o mercado".
-
-Um círculo vicioso imposto pelas grandes multinacionais de software que poderiam ser quebradas, forçando o sistema educacional a ensinar as duas alternativas, privadas e livres, e os estudantes ou trabalhadores que escolherem.
-
-####Eles colonizaram nossos princípios
-Enquanto em outras frentes os movimentos sociais não têm dúvida de quem são os antagonistas (extrativistas, mineradores, agronegócios, maquilas, ...) no campo da tecnologia, tudo se torna mais difuso. Por exemplo, nós justificamos usar "ferramentas do império" (Facebook, Google, ..) e aceitar todas as suas condições para "fazer a revolução de dentro" ou "porque há todo mundo", mas nunca usaríamos argumentos semelhantes para concordar com associações mídia privada.
-
-Ainda existem aqueles que acreditam que instalar software ilegal ("pirata") em seus computadores é uma forma de resistência contra o monopólio proprietário de software. Mas certamente eles nunca encorajariam o plantio de sementes transgênicas, mesmo que não tivessem que pagar por elas.
-
-Nós adiamos os processos de migração alegando que "leva muito tempo para aprender novos programas", mas certamente censuramos alguém que diz fazer uma conversa apenas com economistas ou cientistas, porque há muito mais e levaria mais tempo para encontrar mulheres com essa profissão. .
-
-Por essa razão, a partir das Rádios Livres, queremos propor que no dia 12 de outubro, além do dia da Resistência Indígena, celebremos o dia da "Resistência à Computação". Uma data para promover a descolonização tecnológica de nossos computadores e, acima de tudo, de nossas cabeças. Também é próprio! Porque ainda estou invadido por muitos desses preconceitos e resistências.
-
-Postado em Home, Tecnologia, Sociedade e SoftwareLivre, Parecer, 32/2018 -
-Laboratórios Cidadãos
-
-tradução: Mil Onilètó (IrmandadeMalês - Etertic Brasil)

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+++ "b/O_poder_dos_Mapas_e_cartogr\303\241ficas_m\303\243o_dos_povos_e_comunidades_tradicionais_-_Mapa_Lagbahe_Lyika.mdwn"
@@ -0,0 +1,12 @@
+                                _ \ /| // (>__/)
+                                 \_| |// __/ _
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+                                 (           \         _(x)_   Pan-africanizando nossos dias!
+    ____________________________/             )______  \ "  \____________________________ _ _ _
+O Núcleo Gbara Dudu/Centro Cultural Alagbedê – que nasce no Maranhão no terreiro Ile Axé Alagbede Olodumare, liderado pela Yalorisa Venina D'Ogum, é um espaço de convivência pan-africanista com enfoque na apropriação tecnológica e introdução a software livre gnu linuxMais desmitificando a distancia que foi imposta para o povo e comunidades tradicionais e de matriz africana em diáspora. Tem como propósito de instrumentalizar e difundir uma utilização crítica da informática e meios tecnológicos. Seguindo os ideais palmarinos e garveista, encontra no pan-africanismo a forma de luta na busca da reapropriação do território digital, descolonização desse formato embranquecido e aprisionador em um mundo proprietário (windows) onde só o ganho capitalizado/Embranquecido está em jogo.
+
+O núcleo Gbara Dudu trabalha o social através do digital desde 2010, baseando na autonomia de forma colaborativa na rede, em diversas partes do País, pensando o território além do geográfico, porque acreditamos que o território tecnológico/digital é um importante meio de ser apropriado pela massa. Povo preto e comunidades tradicionais, descolonizando de uma vez e levando o poder de comunicação livre pra todos os cantos desse mundo preto.
+

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@@ -0,0 +1 @@
+Tecnologia pensada a parti da ótica de Zumbi dos Palmares "Vamos Fazer um mundo mais do nosso jeito" descolonizar os usos das tecnologias de comunicação através de apropriação de tecnologias já criadas, adequando à nossas necessidades, reconhecendo nossas especificidades e sobre tudo que o povo preto e indígenas são exímios produtores de tecnologias sociais, complexas e seguras, paltadas na liberdade e segurança, numa época que tudo ocorre no meio digital, perceber que as tecnologias assemelham-se aos grandes latifúndios,mostrando-se essencial que tenhamos controle total de nossas o formações. Perceber os tambores, os sonhos, as folhas como avançadas tecnologias. A ideia central é aproximar a tecnologia a nossas prática ancestrais, sem molestar nossas raízes.

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 [[!img  riso.jpg size="420x230"]] <aside id="text-2" class="widget widget_text"><h3 class="widget-title">Web Radio RBG </h3>			<div class="textwidget"><audio style="width: 300px; margin-bottom: 0px;" autoplay="autoplay" controls="controls" preload=none id='player'> 	<source src='http://orelha.radiolivre.org:8000/radiorbg.mp3' type='audio/mp3'><p>Your browser doesn't support HTML audio. Sorry.</p></audio></div>
 
  
-## [[Kilombismo Digital e Apropriação Tecnológica]]
+## [[Kilombismo Digital e Apropriação Tecnológica uma tecnologia mais do nosso jeito ancestral ]]
  Tecnologia pensada a parti da ótica de Zumbi dos Palmares "Vamos Fazer um mundo mais do nosso jeito" descolonizar os usos das tecnologias de comunicação através de apropriação de tecnologias já criadas, adequando à nossas necessidades, reconhecendo nossas especificidades e sobre tudo que o povo preto e indígenas são exímios produtores de tecnologias sociais, complexas e seguras, paltadas na liberdade e segurança, numa época que tudo ocorre no meio digital, perceber que as tecnologias assemelham-se aos grandes latifúndios,mostrando-se essencial que tenhamos controle total de nossas o formações.  Perceber os tambores, os sonhos, as folhas como avançadas tecnologias. A ideia central é aproximar a tecnologia a nossas prática ancestrais, sem molestar nossas raízes. 
 
-##[[Mapa Lagbaye Lyika]]
+##[[O poder dos Mapas e cartográficas mão dos povos e comunidades tradicionais - Mapa Lagbahe Lyika]]
+
+Plataforma de mapeamento colaborativo
 
 [[Leia Mais]]
 

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 ## [[Kilombismo Digital e Apropriação Tecnológica]]
- (...) Enfoque na apropriação tecnológica e introdução a software livre gnu linux (...)
+ Tecnologia pensada a parti da ótica de Zumbi dos Palmares "Vamos Fazer um mundo mais do nosso jeito" descolonizar os usos das tecnologias de comunicação através de apropriação de tecnologias já criadas, adequando à nossas necessidades, reconhecendo nossas especificidades e sobre tudo que o povo preto e indígenas são exímios produtores de tecnologias sociais, complexas e seguras, paltadas na liberdade e segurança, numa época que tudo ocorre no meio digital, perceber que as tecnologias assemelham-se aos grandes latifúndios,mostrando-se essencial que tenhamos controle total de nossas o formações.  Perceber os tambores, os sonhos, as folhas como avançadas tecnologias. A ideia central é aproximar a tecnologia a nossas prática ancestrais, sem molestar nossas raízes. 
 
 ##[[Mapa Lagbaye Lyika]]
 

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 # Wiki/SITE COLABORATIVO
 
-[[!img  riso.jpg size="420x250"]] <aside id="text-2" class="widget widget_text"><h3 class="widget-title">Web Radio RBG </h3>			<div class="textwidget"><audio style="width: 300px; margin-bottom: 0px;" autoplay="autoplay" controls="controls" preload=none id='player'> 	<source src='http://orelha.radiolivre.org:8000/radiorbg.mp3' type='audio/mp3'><p>Your browser doesn't support HTML audio. Sorry.</p></audio></div>
+[[!img  riso.jpg size="420x230"]] <aside id="text-2" class="widget widget_text"><h3 class="widget-title">Web Radio RBG </h3>			<div class="textwidget"><audio style="width: 300px; margin-bottom: 0px;" autoplay="autoplay" controls="controls" preload=none id='player'> 	<source src='http://orelha.radiolivre.org:8000/radiorbg.mp3' type='audio/mp3'><p>Your browser doesn't support HTML audio. Sorry.</p></audio></div>
 
  
 ## [[Kilombismo Digital e Apropriação Tecnológica]]

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@@ -19,4 +19,4 @@ Ferramentas pensadas para descentralização de textos e conteúdos diversos foi
 
 no Centro da Formação estava o sistema Operacional Gnu Etertic, na sua versão 10, batizada de kuntur,  desenvolvido por Javier Obregón com apoio da rede de rádios comunitárias e software livre, sistema focado na liberação de radio comunitárias, 
 
-[[!img 1560613094063.jpg size=500x250 alt="wedding photo"]]
+[[!img 1560613095063.jpg size=500x250 alt="wedding photo"]]

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 ##Formação apropriação tecnológica e Quilombismo Digital 
 
-durante os dias 7 , 8 do mês de junho de 2019, ocorreram durante o projeto festival exu, as oficinas de apropriação tecnológicas e quilombismo digital com Mil Onilètó e Guine Ribeiro na ideia de fomentar o uso de tecnologias de comunicação livre baseados em um sistema operacional Gnu Linux , Exemplo apresentado na oficina  foi Etertic 10 por ser fruto de um ardo trabalho de comunicadores que pensam a Radio Livre como uma estratégia de conservar os valores da comunicação estratégica dos povos. 
+durante os dias 7 , 8 do mês de junho de 2019, ocorreram durante o projeto festival exu, as oficinas de apropriação tecnológicas e quilombismo digital com Mil Onilètó e Guine Ribeiro na ideia de fomentar o uso de tecnologias de comunicação livre baseados em um sistema operacional Gnu Linux , Exemplo apresentado na oficina  foi Etertic 10 por ser fruto de um arduo trabalho de comunicadores que pensam um sistema operacional voltado para Radio Livre e comunitárias, como uma estratégia de conservar os valores da comunicação estratégica dos povos de comunidades tradicionais de diversos lugares do Brasil. 
 
 [[!img 1560613094351.jpg size=500x250 alt="wedding photo"]]
 
-Os movimentos de massa, apresentam uma grande necessidade de se comunicarem, trocarem experiencias, denunciar situações diversas em suas comunidades, Pensando a comunicação livre e soberana como um direito desses povos e comunidades a atividade foi pensada para fomentar e introduzir as tecnologias não proprietárias focadas na liberdade desse público e junto a isso descentralizar essas  de ferramentas usadas pelas comunidades, voltada para 20 comunidades de terreiros da Região Amazônica brasileira e contou com oficinas sobre a importância das ferramentas de comunicação livres diante do cenário nacional que vivemos. durante a conversa foram feitas problematização das principais ferramentas usadas pelos diversos movimento no Brasil, apontando a preocupação da vulnerabilidade desses povos diante de um uso despreocupado de ferramentas de comunicação de grandes empresas proprietárias.
+Os movimentos de massa, apresentam uma grande necessidade de terem e fácil acesso e assim comunicarem-se mantendo os valores de suas comunidades e trocarem experiencias, saberes e fazeres, gerir de forma avançada aia denunciar situações diversas em suas comunidades, Pensando a comunicação livre e soberana como um direito desses povos e comunidades a atividade foi pensada para fomentar e introduzir as tecnologias não proprietárias focadas na liberdade desse público e junto a isso descentralizar essas  de ferramentas usadas pelas comunidades, voltada para 20 comunidades de terreiros da Região Amazônica brasileira e contou com oficinas sobre a importância das ferramentas de comunicação livres diante do cenário nacional que vivemos. durante a conversa foram feitas problematização das principais ferramentas usadas pelos diversos movimento no Brasil, apontando a preocupação da vulnerabilidade desses povos diante de um uso despreocupado de ferramentas de comunicação de grandes empresas proprietárias.
 
 [[!img 1560613094183.jpg size=500x250 alt="wedding photo"]]
 
@@ -18,3 +18,5 @@ Ferramentas pensadas para descentralização de textos e conteúdos diversos foi
 [[!img 1560613095211.jpg size=500x250 alt="wedding photo"]]
 
 no Centro da Formação estava o sistema Operacional Gnu Etertic, na sua versão 10, batizada de kuntur,  desenvolvido por Javier Obregón com apoio da rede de rádios comunitárias e software livre, sistema focado na liberação de radio comunitárias, 
+
+[[!img 1560613094063.jpg size=500x250 alt="wedding photo"]]

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Binary files /dev/null and "b/posts/Relat\303\263rio_Forma\303\247\303\243o_Apropria\303\247\303\243o_Tecnologica_em_Belem_do_Para__/1560613095063.jpg" differ

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@@ -15,6 +15,6 @@ Os movimentos de massa, apresentam uma grande necessidade de se comunicarem, tro
 Ferramentas pensadas para descentralização de textos e conteúdos diversos foi apresentada através da Ikiwiki, ferramentas que possibilita um uso offline da plataforma. Ideal para comunidades da Amazônia que não  possuírem sinal fixo de internet. 
 
 
-[[!img 1560613095221.jpg size=500x250 alt="wedding photo"]]
+[[!img 1560613095211.jpg size=500x250 alt="wedding photo"]]
 
 no Centro da Formação estava o sistema Operacional Gnu Etertic, na sua versão 10, batizada de kuntur,  desenvolvido por Javier Obregón com apoio da rede de rádios comunitárias e software livre, sistema focado na liberação de radio comunitárias, 

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@@ -8,6 +8,13 @@ Os movimentos de massa, apresentam uma grande necessidade de se comunicarem, tro
 
 [[!img 1560613094183.jpg size=500x250 alt="wedding photo"]]
 
- Como contra ponto a essas grandes empresas que assemelham a grande latifundiários de terras, só que de um grande território digital, foi apresentadas algumas alternativas como uso de email, bate papos para celulares e computadores, noção básicas de criptografia, ferramentas estratégicas de envio e recebimentos de alertas georeferenciadas de diversos lugares do mundo, atrelando assim essa ferramenta de cartografia colaborativa como um centro de reportagem colaborativa, afim de enviar conteúdos inclusive de forma anônimas de acontecimentos de diversos cantos da Amazonia para a Rádio Exu. Ferramentas pensadas para descentralização de textos e conteúdos diversos foi apresentada através da Ikiwiki, ferramentas que possibilita um uso offline da plataforma. Ideal para comunidades da Amazônia que não  possuírem sinal fixo de internet. 
+ Como contra ponto a essas grandes empresas que assemelham a grande latifundiários de terras, só que de um grande território digital, foi apresentadas algumas alternativas como uso de email, bate papos para celulares e computadores, noção básicas de criptografia, ferramentas estratégicas de envio e recebimentos de alertas georeferenciadas de diversos lugares do mundo, atrelando assim essa ferramenta de cartografia colaborativa como um centro de reportagem colaborativa, afim de enviar conteúdos inclusive de forma anônimas de acontecimentos de diversos cantos da Amazonia para a Rádio Exu. 
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+[[!img 1560613093799.jpg size=500x250 alt="wedding photo"]]
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+Ferramentas pensadas para descentralização de textos e conteúdos diversos foi apresentada através da Ikiwiki, ferramentas que possibilita um uso offline da plataforma. Ideal para comunidades da Amazônia que não  possuírem sinal fixo de internet. 
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+[[!img 1560613095221.jpg size=500x250 alt="wedding photo"]]
 
 no Centro da Formação estava o sistema Operacional Gnu Etertic, na sua versão 10, batizada de kuntur,  desenvolvido por Javier Obregón com apoio da rede de rádios comunitárias e software livre, sistema focado na liberação de radio comunitárias, 

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@@ -6,7 +6,7 @@ durante os dias 7 , 8 do mês de junho de 2019, ocorreram durante o projeto fest
 
 Os movimentos de massa, apresentam uma grande necessidade de se comunicarem, trocarem experiencias, denunciar situações diversas em suas comunidades, Pensando a comunicação livre e soberana como um direito desses povos e comunidades a atividade foi pensada para fomentar e introduzir as tecnologias não proprietárias focadas na liberdade desse público e junto a isso descentralizar essas  de ferramentas usadas pelas comunidades, voltada para 20 comunidades de terreiros da Região Amazônica brasileira e contou com oficinas sobre a importância das ferramentas de comunicação livres diante do cenário nacional que vivemos. durante a conversa foram feitas problematização das principais ferramentas usadas pelos diversos movimento no Brasil, apontando a preocupação da vulnerabilidade desses povos diante de um uso despreocupado de ferramentas de comunicação de grandes empresas proprietárias.
 
-[[!img 1560613094183.jpg size=500x200 alt="wedding photo"]]
+[[!img 1560613094183.jpg size=500x250 alt="wedding photo"]]
 
  Como contra ponto a essas grandes empresas que assemelham a grande latifundiários de terras, só que de um grande território digital, foi apresentadas algumas alternativas como uso de email, bate papos para celulares e computadores, noção básicas de criptografia, ferramentas estratégicas de envio e recebimentos de alertas georeferenciadas de diversos lugares do mundo, atrelando assim essa ferramenta de cartografia colaborativa como um centro de reportagem colaborativa, afim de enviar conteúdos inclusive de forma anônimas de acontecimentos de diversos cantos da Amazonia para a Rádio Exu. Ferramentas pensadas para descentralização de textos e conteúdos diversos foi apresentada através da Ikiwiki, ferramentas que possibilita um uso offline da plataforma. Ideal para comunidades da Amazônia que não  possuírem sinal fixo de internet. 
 

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@@ -2,7 +2,7 @@
 
 durante os dias 7 , 8 do mês de junho de 2019, ocorreram durante o projeto festival exu, as oficinas de apropriação tecnológicas e quilombismo digital com Mil Onilètó e Guine Ribeiro na ideia de fomentar o uso de tecnologias de comunicação livre baseados em um sistema operacional Gnu Linux , Exemplo apresentado na oficina  foi Etertic 10 por ser fruto de um ardo trabalho de comunicadores que pensam a Radio Livre como uma estratégia de conservar os valores da comunicação estratégica dos povos. 
 
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+[[!img 1560613094351.jpg size=500x250 alt="wedding photo"]]
 
 Os movimentos de massa, apresentam uma grande necessidade de se comunicarem, trocarem experiencias, denunciar situações diversas em suas comunidades, Pensando a comunicação livre e soberana como um direito desses povos e comunidades a atividade foi pensada para fomentar e introduzir as tecnologias não proprietárias focadas na liberdade desse público e junto a isso descentralizar essas  de ferramentas usadas pelas comunidades, voltada para 20 comunidades de terreiros da Região Amazônica brasileira e contou com oficinas sobre a importância das ferramentas de comunicação livres diante do cenário nacional que vivemos. durante a conversa foram feitas problematização das principais ferramentas usadas pelos diversos movimento no Brasil, apontando a preocupação da vulnerabilidade desses povos diante de um uso despreocupado de ferramentas de comunicação de grandes empresas proprietárias.
 

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@@ -6,7 +6,7 @@ durante os dias 7 , 8 do mês de junho de 2019, ocorreram durante o projeto fest
 
 Os movimentos de massa, apresentam uma grande necessidade de se comunicarem, trocarem experiencias, denunciar situações diversas em suas comunidades, Pensando a comunicação livre e soberana como um direito desses povos e comunidades a atividade foi pensada para fomentar e introduzir as tecnologias não proprietárias focadas na liberdade desse público e junto a isso descentralizar essas  de ferramentas usadas pelas comunidades, voltada para 20 comunidades de terreiros da Região Amazônica brasileira e contou com oficinas sobre a importância das ferramentas de comunicação livres diante do cenário nacional que vivemos. durante a conversa foram feitas problematização das principais ferramentas usadas pelos diversos movimento no Brasil, apontando a preocupação da vulnerabilidade desses povos diante de um uso despreocupado de ferramentas de comunicação de grandes empresas proprietárias.
 
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  Como contra ponto a essas grandes empresas que assemelham a grande latifundiários de terras, só que de um grande território digital, foi apresentadas algumas alternativas como uso de email, bate papos para celulares e computadores, noção básicas de criptografia, ferramentas estratégicas de envio e recebimentos de alertas georeferenciadas de diversos lugares do mundo, atrelando assim essa ferramenta de cartografia colaborativa como um centro de reportagem colaborativa, afim de enviar conteúdos inclusive de forma anônimas de acontecimentos de diversos cantos da Amazonia para a Rádio Exu. Ferramentas pensadas para descentralização de textos e conteúdos diversos foi apresentada através da Ikiwiki, ferramentas que possibilita um uso offline da plataforma. Ideal para comunidades da Amazônia que não  possuírem sinal fixo de internet. 
 

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@@ -2,7 +2,7 @@
 
 durante os dias 7 , 8 do mês de junho de 2019, ocorreram durante o projeto festival exu, as oficinas de apropriação tecnológicas e quilombismo digital com Mil Onilètó e Guine Ribeiro na ideia de fomentar o uso de tecnologias de comunicação livre baseados em um sistema operacional Gnu Linux , Exemplo apresentado na oficina  foi Etertic 10 por ser fruto de um ardo trabalho de comunicadores que pensam a Radio Livre como uma estratégia de conservar os valores da comunicação estratégica dos povos. 
 
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 Os movimentos de massa, apresentam uma grande necessidade de se comunicarem, trocarem experiencias, denunciar situações diversas em suas comunidades, Pensando a comunicação livre e soberana como um direito desses povos e comunidades a atividade foi pensada para fomentar e introduzir as tecnologias não proprietárias focadas na liberdade desse público e junto a isso descentralizar essas  de ferramentas usadas pelas comunidades, voltada para 20 comunidades de terreiros da Região Amazônica brasileira e contou com oficinas sobre a importância das ferramentas de comunicação livres diante do cenário nacional que vivemos. durante a conversa foram feitas problematização das principais ferramentas usadas pelos diversos movimento no Brasil, apontando a preocupação da vulnerabilidade desses povos diante de um uso despreocupado de ferramentas de comunicação de grandes empresas proprietárias.
 

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 durante os dias 7 , 8 do mês de junho de 2019, ocorreram durante o projeto festival exu, as oficinas de apropriação tecnológicas e quilombismo digital com Mil Onilètó e Guine Ribeiro na ideia de fomentar o uso de tecnologias de comunicação livre baseados em um sistema operacional Gnu Linux , Exemplo apresentado na oficina  foi Etertic 10 por ser fruto de um ardo trabalho de comunicadores que pensam a Radio Livre como uma estratégia de conservar os valores da comunicação estratégica dos povos. 
 
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 Os movimentos de massa, apresentam uma grande necessidade de se comunicarem, trocarem experiencias, denunciar situações diversas em suas comunidades, Pensando a comunicação livre e soberana como um direito desses povos e comunidades a atividade foi pensada para fomentar e introduzir as tecnologias não proprietárias focadas na liberdade desse público e junto a isso descentralizar essas  de ferramentas usadas pelas comunidades, voltada para 20 comunidades de terreiros da Região Amazônica brasileira e contou com oficinas sobre a importância das ferramentas de comunicação livres diante do cenário nacional que vivemos. durante a conversa foram feitas problematização das principais ferramentas usadas pelos diversos movimento no Brasil, apontando a preocupação da vulnerabilidade desses povos diante de um uso despreocupado de ferramentas de comunicação de grandes empresas proprietárias.
 

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 durante os dias 7 , 8 do mês de junho de 2019, ocorreram durante o projeto festival exu, as oficinas de apropriação tecnológicas e quilombismo digital com Mil Onilètó e Guine Ribeiro na ideia de fomentar o uso de tecnologias de comunicação livre baseados em um sistema operacional Gnu Linux , Exemplo apresentado na oficina  foi Etertic 10 por ser fruto de um ardo trabalho de comunicadores que pensam a Radio Livre como uma estratégia de conservar os valores da comunicação estratégica dos povos. 
 
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 Os movimentos de massa, apresentam uma grande necessidade de se comunicarem, trocarem experiencias, denunciar situações diversas em suas comunidades, Pensando a comunicação livre e soberana como um direito desses povos e comunidades a atividade foi pensada para fomentar e introduzir as tecnologias não proprietárias focadas na liberdade desse público e junto a isso descentralizar essas  de ferramentas usadas pelas comunidades, voltada para 20 comunidades de terreiros da Região Amazônica brasileira e contou com oficinas sobre a importância das ferramentas de comunicação livres diante do cenário nacional que vivemos. durante a conversa foram feitas problematização das principais ferramentas usadas pelos diversos movimento no Brasil, apontando a preocupação da vulnerabilidade desses povos diante de um uso despreocupado de ferramentas de comunicação de grandes empresas proprietárias.
 
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  Como contra ponto a essas grandes empresas que assemelham a grande latifundiários de terras, só que de um grande território digital, foi apresentadas algumas alternativas como uso de email, bate papos para celulares e computadores, noção básicas de criptografia, ferramentas estratégicas de envio e recebimentos de alertas georeferenciadas de diversos lugares do mundo, atrelando assim essa ferramenta de cartografia colaborativa como um centro de reportagem colaborativa, afim de enviar conteúdos inclusive de forma anônimas de acontecimentos de diversos cantos da Amazonia para a Rádio Exu. Ferramentas pensadas para descentralização de textos e conteúdos diversos foi apresentada através da Ikiwiki, ferramentas que possibilita um uso offline da plataforma. Ideal para comunidades da Amazônia que não  possuírem sinal fixo de internet. 
 

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 no Centro da Formação estava o sistema Operacional Gnu Etertic, na sua versão 10, batizada de kuntur,  desenvolvido por Javier Obregón com apoio da rede de rádios comunitárias e software livre, sistema focado na liberação de radio comunitárias, 

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+++ "b/posts/Relat\303\263rio_Forma\303\247\303\243o_Apropria\303\247\303\243o_Tecnologica_em_Belem_do_Para__.mdwn"
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 durante os dias 7 , 8 do mês de junho de 2019, ocorreram durante o projeto festival exu, as oficinas de apropriação tecnológicas e quilombismo digital com Mil Onilètó e Guine Ribeiro na ideia de fomentar o uso de tecnologias de comunicação livre baseados em um sistema operacional Gnu Linux , Exemplo apresentado na oficina  foi Etertic 10 por ser fruto de um ardo trabalho de comunicadores que pensam a Radio Livre como uma estratégia de conservar os valores da comunicação estratégica dos povos. 
 
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 Os movimentos de massa, apresentam uma grande necessidade de se comunicarem, trocarem experiencias, denunciar situações diversas em suas comunidades, Pensando a comunicação livre e soberana como um direito desses povos e comunidades a atividade foi pensada para fomentar e introduzir as tecnologias não proprietárias focadas na liberdade desse público e junto a isso descentralizar essas  de ferramentas usadas pelas comunidades, voltada para 20 comunidades de terreiros da Região Amazônica brasileira e contou com oficinas sobre a importância das ferramentas de comunicação livres diante do cenário nacional que vivemos. durante a conversa foram feitas problematização das principais ferramentas usadas pelos diversos movimento no Brasil, apontando a preocupação da vulnerabilidade desses povos diante de um uso despreocupado de ferramentas de comunicação de grandes empresas proprietárias.
 

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new file mode 100644
index 0000000..86a565c
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similarity index 100%
rename from "posts/Relat\303\263rio_reuni\303\243o_de_articu\303\247\303\243o_associa\303\247\303\243o_de_pescadores_artesanais_do_reconcavo__33__.mdwn"
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index 25487d9..d2168d1 100644
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+++ "b/posts/Relat\303\263rio_reuni\303\243o_de_articu\303\247\303\243o_associa\303\247\303\243o_de_pescadores_artesanais_do_reconcavo__33__.mdwn"
@@ -1,3 +1,5 @@
+##Formação apropriação tecnológica e Quilombismo Digital 
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 durante os dias 7 , 8 do mês de junho de 2019, ocorreram durante o projeto festival exu, as oficinas de apropriação tecnológicas e quilombismo digital com Mil Onilètó e Guine Ribeiro na ideia de fomentar o uso de tecnologias de comunicação livre baseados em um sistema operacional Gnu Linux , Exemplo apresentado na oficina  foi Etertic 10 por ser fruto de um ardo trabalho de comunicadores que pensam a Radio Livre como uma estratégia de conservar os valores da comunicação estratégica dos povos. 
 
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+Os movimentos de massa, apresentam uma grande necessidade de se comunicarem, trocarem experiencias, denunciar situações diversas em suas comunidades, Pensando a comunicação livre e soberana como um direito desses povos e comunidades a atividade foi pensada para fomentar e introduzir as tecnologias não proprietárias focadas na liberdade desse público e junto a isso descentralizar essas  de ferramentas usadas pelas comunidades, voltada para 20 comunidades de terreiros da Região Amazônica brasileira e contou com oficinas sobre a importância das ferramentas de comunicação livres diante do cenário nacional que vivemos. durante a conversa foram feitas problematização das principais ferramentas usadas pelos diversos movimento no Brasil, apontando a preocupação da vulnerabilidade desses povos diante de um uso despreocupado de ferramentas de comunicação de grandes empresas proprietárias.
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+ Como contra ponto a essas grandes empresas que assemelham a grande latifundiários de terras, só que de um grande território digital, foi apresentadas algumas alternativas como uso de email, bate papos para celulares e computadores, noção básicas de criptografia, ferramentas estratégicas de envio e recebimentos de alertas georeferenciadas de diversos lugares do mundo, atrelando assim essa ferramenta de cartografia colaborativa como um centro de reportagem colaborativa, afim de enviar conteúdos inclusive de forma anônimas de acontecimentos de diversos cantos da Amazonia para a Rádio Exu. Ferramentas pensadas para descentralização de textos e conteúdos diversos foi apresentada através da Ikiwiki, ferramentas que possibilita um uso offline da plataforma. Ideal para comunidades da Amazônia que não  possuírem sinal fixo de internet. 
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+no Centro da Formação estava o sistema Operacional Gnu Etertic, na sua versão 10, batizada de kuntur,  desenvolvido por Javier Obregón com apoio da rede de rádios comunitárias e software livre, sistema focado na liberação de radio comunitárias, 

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-####SOBRE O QUILOMBISMO
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-[[!img  quilombismo.jpg size="200x200" alt="clouds"]]
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-No 2º Congresso de Cultura Negra das Américas (Panamá, 1980), Abdias apresenta sua tese do quilombismo.
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-Os quilombos são uma das primeiras experiências de liberdade nas Américas. Eles tinham uma estrutura comunitária baseada em valores culturais africanos. Sua organização política era democrática. Seu modelo econômico era o contrário do modelo colonial.
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-Em vez de produzir um item só para exportação e depender da matriz imperial, tinham uma produção agrícola diversificada que provia seu próprio sustento e mantinham relações de troca e intercâmbio com as populações circundantes.
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-O quilombismo propõe esse legado como referência básica de uma proposta de mobilização política da população afrodescendente nas Américas com base na sua própria experiência histórica e cultural. Vai mais longe ainda, e articula uma proposta afro-brasileira para o Estado nacional contemporâneo, um Brasil multiétnico e pluricultural.
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-As medidas e os princípios propostos estão no texto A B C do Quilombismo.
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-[[!img  abdias.jpeg size="200x200" alt="clouds"]]  
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-####TRECHOS DA INTRODUÇÃO AO LIVRO O QUILOMBISMO
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-Como os conjuntos de políticas públicas articulados e encaminhados ao Governo pelo movimento negro em dois momentos posteriores - a Marcha Zumbi dos Palmares de 1995 e o processo da 3ª Conferência - , o quilombismo é também herdeiro de um movimento social que, já em 1945, apresentava suas propostas à Assembléia Constituinte encarregada de redemocratizar o país (Nascimento, 1982[1968]).
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-A singularidade de O quilombismo está no fato de apresentar uma proposta sócio-política para o Brasil, elaborada desde o ponto de vista da população afrodescendente. Num momento em que não se falava ainda em ações afirmativas ou compensatórias, nem se cogitava de políticas públicas voltadas à população negra, o autor deste livro propunha a coletividade afro-brasileira como ator e autor de um elenco de ações e de uma proposta de organização nacional para o Brasil. Assim, sustentava e concretizava a afirmação de que a questão racial é eminentemente uma questão nacional.
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-O quilombismo antecipa conceitos atuais como multiculturalismo, cujo conteúdo está previsto nos princípios de "igualitarismo democrático (...) compreendido no tocante a sexo, sociedade, religião, política, justiça, educação, cultura, condição racial, situação econômica, enfim, todas as expressões da vida em sociedade;" "igual tratamento de respeito e garantias de culto" para todas as religiões; ensino da história da África, das culturas, civilizações e artes africanas nas escolas.
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-O ambientalismo também se faz presente, no princípio que "favorece todas as formas de melhoramento ambiental que possam assegurar uma vida saudável para as crianças, as mulheres, os homens, os animais, as criaturas do mar, as plantas, as selvas, as pedras e todas as manifestações da natureza".
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-A propriedade coletiva da terra, o direito ao trabalho digno e remunerado, a prioridade para a criança, e a possibilidade da "transformação das relações de produção e da sociedade de modo geral por meios não violentos e democráticos" estão entre os princípios humanistas do quilombismo.
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-O texto antecipa, também, a mais recente inovação na abordagem das relações raciais, que parte do aspecto relacional sugerido pela ótica de gênero. A categoria "gênero" implica relação entre homem e mulher, assim deslocando o foco da tradicional "questão da mulher".
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-Da mesma forma, para compreender a questão racial é preciso focalizar tanto o privilégio desfrutado pelo branco como as desvantagens sofridas por negros. Já na década dos 1940 e 1950, Abdias e outros intelectuais negros, entre eles o sociólogo Guerreiro Ramos e o advogado Aguinaldo Camargo, vinham criticando o enfoque tradicional brasileiro sobre "o problema do negro".
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-Atribuem ao escritor Fernando Góes a sugestão, feita numa atitude de fina ironia, de se realizar um Congresso dos negros para estudar o branco. Essa sugestão e suas implicações são retomadas, e dotadas de semelhante carga de ironia crítica, no texto de O quilombismo. Trata-se de mais uma afirmação do racismo como fenômeno relacional mais amplo, profundo e complexo que aquele denotado pela constatação das chamadas "desigualdades raciais".
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-Nesta obra, merecem um capítulo à parte, além de serem focalizadas em todos os textos, as peripécias específicas da mulher negra, que envolvem aspectos múltiplos e complementares. A questão racial e a de gênero se tecem juntos numa teia que hoje se denomina "interseccionalidade", conceito de certa maneira antecipado no conjunto das obras do autor ao integrar a mulher negra como prioridade temática de sua análise. Mais de uma década antes de instituir-se a reserva de vagas para mulheres nas listas de candidaturas a cargos políticos, constava entre os princípios do quilombismo o seguinte:
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-12. Em todos os órgãos do Poder do Estado Quilombista - Legislativo, Executivo e Judiciário - a metade dos cargos de confiança, dos cargos eletivos, ou dos cargos por nomeação, deverão, por imperativo constitucional, ser ocupados por mulheres. O mesmo se aplica a todo e qualquer setor ou instituição de serviço público.
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-O conjunto de textos deste volume vem contribuir para o registro histórico de aspectos pouco divulgados do pan-africanismo, um dos mais importantes fenômenos do século XX. Demonstra também uma continuidade e coerência com assuntos eminentemente contemporâneos, pois reconhecemos nestes ensaios, em particular no ABC e nos Princípios do Quilombismo, a formulação de idéias e polêmicas ainda hoje emergentes.
-A atualidade de O quilombismo não se esgota nos temas que apontamos. Creio que cada leitor irá vislumbrar, para além dessas questões, outras talvez mais interessantes.
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-Rio de Janeiro, outubro de 2001
-Elisa Larkin Nascimento
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-BIBLIOGRAFIA
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-MOORE, Carlos (2002). Abdias do Nascimento e o surgimento de um pan-africanismo contemporâneo global. In: Nascimento, Abdias do. O Brasil na mira do pan-africanismo. Salvador: CEAO/ EDUFBA,.
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-NASCIMENTO, Abdias do (2002). O Brasil na mira do pan-africanismo. Salvador: CEAO/ EDUFBA.
-
-__ . (1982[1968]). O negro revoltado, 2ª ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira. [1ª ed. Rio de Janeiro: GRD].
-__ . (1966). Carta aberta a Dacar. Tempo brasileiro, v. 4, n. 9/10, 2. Trim, 1966. [Diário do Congresso Nacional, suplemento, 20 abr., p. 15-17, lida na Câmara dos Deputados pelo então deputado Hamilton Nogueira.] In: Nascimento, Abdias do. O Brasil na mira do pan-africanismo. Salvador: CEAO/ EDUFBA, 2002.
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-Trechos do Prefácio do livro O Quilombismo, 2ª ed. (Brasília/ Rio: Fundação Cultural Palmares/ OR Editora, 2002).
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-####ABC do Quilombismo
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-#####Na trajetória histórica que esquematizamos nestas páginas, o quilombismo tem nos fornecido várias lições. Tentaremos resumi-las num ABC fundamental que nos ensina que:
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-a) Autoritarismo de quase 500 anos já é bastante. Não podemos, não
-devemos e não queremos tolerá-lo por mais tempo. Sabemos de experiência própria que uma das práticas desse autoritarismo é o desrespeito brutal da polícia às famílias negras. Toda a sorte de arbitrariedade policial se acha fixada nas batidas que ela faz rotineiramente para manter aterrorizada e desmoralizada a comunidade afro-brasileira. Assim fica confirmada, diante dos olhos dos próprios negros, sua condição de impotência e inferioridade, já que são incapazes até mesmo de se autodefenderem ou de proteger sua família e os membros de sua respectiva comunidade. Trata-se de um estado de humilhação permanente.
-
-b) Banto denomina-se um povo ao qual pertenceram os primeiros
-africanos escravizados que vieram para o Brasil de países que hoje se chamam Angola, Congo, Zaire, Moçambique e outros. Foram os bantos os primeiros quilombolas a enfrentar em terras brasileiras o poder militar do branco escravizador.
-
-c) Cuidar em organizar a nossa luta por nós mesmos é um imperativo
-da nossa sobrevivência como um povo. Devemos por isso ter muito cuidado ao fazer alianças com outras forças políticas, sejam as ditas revolucionárias, reformistas, radicais, progressistas ou liberais. Toda e qualquer aliança deve obedecer a um interesse tático ou estratégico, e o negro precisa obrigatoriamente ter poder de decisão, a fim de não permitir que a comunidade negra seja manipulada por interesses de causas alheias à sua própria.
-
-d) Devemos ampliar sempre a nossa frente de luta, tendo em vista: 1)
-os objetivos mais distantes da transformação radical das estruturas sócio-econômicas e culturais da sociedade brasileira; 2) os interesses táticos imediatos. Nestes últimos se inclui o voto do analfabeto e a anistia aos prisioneiros políticos negros. Os prisioneiros políticos negros são aqueles que são maliciosamente fichados pela polícia como desocupados, vadios, malandros, marginais, e cujos lares são freqüentemente invadidos.
-
-e) Ewe ou gêge, povo africano de Gana, Togo e Daomé (Benin); milhões de ewes foram escravizados no Brasil. Eles são parte do nosso povo e da nossa cultura afro-brasileira.
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-Ejetar o supremacismo branco do nosso meio é um dever de todo democrata. Devemos ter sempre presente que o racismo, isto é, supremacismo branco, preconceito de cor e discriminação racial, compõem o fator raça, a primeira contradição para a população de origem africana na sociedade brasileira. (Aviso aos intrigantes, aos maliciosos, aos apressados em julgar: o vocábulo raça, no sentido aqui empregado, se define somente em termos de história e cultura, e não em pureza biológica).
-
-f) Formar os quadros do quilombismo é tão importante quanto a mobilização e a organização da comunidade negra.
-
-g) Garantir ao povo trabalhador negro o seu lugar na hierarquia de Poder e Decisão, mantendo a sua integridade etno-cultural, é a motivação básica do quilombismo.
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-h) Humilhados que fomos e somos todos os negro-africanos, com todos devemos manter íntimo contato. Também com organizações africanas independentes, tanto da diáspora como do continente. São importantes e necessárias as relações com órgãos e instituições internacionais de Direitos Humanos, tais como a ONU e a UNESCO, de onde poderemos receber apoio em casos de repressão. Nunca esquecer que sempre estivemos sob a violência da oligarquia latifundiária, industrial-financeira ou militar.
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-i) Infalível como um fenômeno da natureza será a perseguição do poder branco ao quilombismo. Está na lógica inflexível do racismo brasileiro jamais permitir qualquer movimento libertário dos negros majoritários. Nossa existência física é uma realidade que jamais pôde ser obliterada, nem mesmo pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) ao manipular os dados censitários, nos quais erradicou o fator racial e de cor dos cômputos demográficos. E quanto a nosso peso político? Simplesmente não existe. Desde a proclamação da República, a exclusão do voto ao analfabeto significa na prática a exclusão da população negra do processo político do país.
-
-j) Jamais as organizações políticas dos afro-brasileiros deverão permitir o acesso aos brancos não-quilombistas a posições com autoridade para obstruir a ação ou influenciar as tomadas de posição teóricas e práticas em face da luta.
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-k) Kimbundo, língua do povo banto, veio para o Brasil com os escravos procedentes da África meridional. Essa língua exerceu notável influência sobre o português falado neste país.
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-l) Livrar o Brasil da industrialização artificial, tipo "milagre econômico", está nas metas do quilombismo. Neste esquema de industrialização, o negro é explorado a um tempo pelo capitalista industrial e pela classe trabalhadora classificada ou "qualificada". Como trabalhador "desqualificado" ou sem classe, ele é duplamente vítima: da raça (branca) e da classe (trabalhadora "qualificada" e/ou burguesia de qualquer raça). O quilombismo advoga para o Brasil um conhecimento científico e técnico que possibilite a genuína industrialização que represente um novo avanço de autonomia nacional. O quilombismo não aceita que se entregue a nossa reserva mineral e a nossa economia às corporações monopolistas internacionais, porém tampouco defende os interesses de uma burguesia nacional. O negro-africano foi o primeiro e o principal artífice da formação econômica do País e a riqueza nacional pertence a ele e a todo o povo brasileiro que a produz.
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-m) Mancha branca é o que significa a imposição miscigenadora do branco, implícita na ideologia do branqueamento, na política imigratória, no mito da "democracia racial". Tudo não passa de racionalização do supremacismo branco e do estupro histórico e atual que se pratica contra a mulher negra.
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-n) Nada de mais confusões: se no Brasil efetivamente houvesse igualdade de tratamento, de oportunidades, de respeito, de poder político e econômico; se o encontro entre pessoas de raças diferentes ocorresse espontâneo e livre da pressão do poder e prestígio sócio-econômico do branco; se não houvesse outros condicionamentos repressivos de caráter moral, estético e cultural, a miscigenação seria um acontecimento positivo, capaz de enriquecer o brasileiro, a sociedade, a cultura e a humanidade das pessoas.
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-o) Obstar o ensinamento e a prática genocidas do supremacismo branco é um fator substantivo do quilombismo.
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-p) Poder quilombista quer dizer: a Raça Negra no Poder. Os descendentes de africanos somam a maioria da nossa população. Portanto, o Poder Negro será um poder democrático. (Reitero aqui a advertência aos intrigantes, aos maliciosos, aos ignorantes, aos racistas: neste livro a palavra raça tem exclusiva acepção histórico-cultural. Raça biologicamente pura não existe e nunca existiu).
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-q) Quebrar a eficácia de certos slogans que atravessam a nossa ação contra o racismo, como aquele da luta única de todos os trabalhadores, de todo o povo ou de todos os oprimidos, é um dever do quilombista. Os privilégios raciais do branco em detrimento do negro constituem uma ideologia que vem desde o mundo antigo. A pregação da luta "única" ou "unida" não passa de outra face do desprezo que nos votam, já que não respeitam a nossa identidade e nem a especificidade do nosso problema e do nosso esforço em resolvê-lo.
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-r) Raça: acreditamos que todos os seres humanos pertencem à mesma espécie. Para o quilombismo, raça significa um grupo humano que possui, relativamente, idênticas características somáticas, resultantes de um complexo de fatores históricos e ambientais. Tanto a aparência física, como igualmente os traços psicológicos, de personalidade, de caráter e emotividade, sofrem a influência daquele complexo de fatores onde se somam e se complementam a genética, a sociedade, a cultura, o meio geográfico, a história. O cruzamento de diferentes grupos raciais, ou de pessoas de identidade racial diversas, está na linha dos mais legítimos interesses de sobrevivência da espécie humana.
-Racismo: é a crença na inerente superioridade de uma raça sobre outra. Tal superioridade é concebida tanto no aspecto biológico, como na dimensão psico-sócio-cultural. Esta é a dimensão usualmente negligenciada ou omitida nas definições tradicionais do racismo. A elaboração teórico-científica produzida pela cultura branco-européia justificando a escravização e a inferiorização dos povos africanos constitui o exemplo eminente do racismo sem precedentes na história da humanidade.
-Racismo é a primeira contradição social no caminho do negro. A esta se juntam outras, como a contradição de classes e de sexo.
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-s) Swahili é uma língua de origem banta, influenciada por outros idiomas, especialmente o árabe. Atualmente, o swahili é falado por mais de 20 milhões de africanos da Tanzânia, do Quênia, de Uganda, do Burundi, do Zaire, e de outros países. Os afro-brasileiros necessitam aprendê-la com urgência.
-Slogan do poder público e da sociedade dominante, no Brasil, condenando reiterada e indignadamente o racismo, se tornou um recurso eficaz encobrindo a operação racista e discriminatória sistemática, de um lado, e de outro lado servindo como uma arma apontada contra nós com a finalidade de atemorizar-nos, amortecendo ou impedindo que um movimento coeso do povo afro-brasileiro obtenha a sua total libertação.
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-t) Todo negro ou mulato (afro-brasileiro) que aceita a "democracia racial" como uma realidade, e a miscigenação na forma vigente como positiva, está traindo a si mesmo, e se considerando um ser inferior.
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-u) Unanimidade é algo impossível no campo social e político. Não devemos perder o nosso tempo e a nossa energia com as críticas vindas de fora do movimento quilombista. Temos de nos preocupar e criticar a nós próprios e às nossas organizações, no sentido de ampliar a nossa consciência negra e quilombista rumo ao objetivo final: a ascensão do povo afro-brasileiro ao Poder.
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-v) Vênia é o que não precisamos pedir às classes dominantes para reconquistarmos os frutos do trabalho realizado pelos nossos ancestrais africanos no Brasil. Nem devemos aceitar ou assumir certas definições, "científicas" ou não, que pretendem situar o comunalismo africano e o ujamaaísmo como simples formas arcaicas de organização econômica e/ou social. Esta é outra arrogância de fundo eurocentrista que implicitamente nega às instituições nascidas na realidade histórica da África a capacidade intrínseca de desenvolvimento autônomo relativo. Nega a tais instituições a possibilidade de progresso e atualização, admitindo que a ocupação colonizadora do Continente Africano pelos europeus determinasse o concomitante desaparecimento dos valores, princípios e instituições africanas. Estas corporificariam formas não-dinâmicas, exclusivamente quietistas e imobilizadas. Tal visão petrificada da África e de suas culturas é uma ficção puramente cerebral. O quilombismo pretende resgatar dessa definição negativista o sentido de organização sócio-econômica concebido para servir à existência humana; organização que existiu na África e que os africanos escravizados trouxeram e praticaram no Brasil. A sociedade brasileira contemporânea pode se beneficiar com o projeto do quilombismo, uma alternativa nacional que se oferece em substituição ao sistema desumano do capitalismo.
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-x) Xingar não basta. Precisamos é de mobilização e de organização da gente negra, e de uma luta enérgica, sem pausa e sem descanso, contra as destituições que nos atingem. Até que ponto vamos assistir impotentes à cruel exterminação dos nossos irmãos e irmãs afro-brasileiros, principalmente das crianças negras deste país?
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-y) Yorubás (Nagô) somos também em nossa africanidade brasileira. Os iorubás são parte integrante do nosso povo, da nossa cultura, da nossa religião, da nossa luta e do nosso futuro.
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-z) Zumbi: fundador do quilombismo.
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-####Propostas de ação para o Governo Brasileiro
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-O programa de ação quilombista incorpora, devidamente atualizadas, as seguintes propostas apresentadas por este autor ao Colóquio do 2º Festival Mundial de Artes e Culturas Negras e Africanas (Festac), realizado em Lagos, Nigéria, em 1977 (ver Nascimento, Abdias, O Brasil na Mira do Pan-Africanismo, Salvador: CEAO/ EdUFBA, 2002). Naquela ocasião, o autor propôs ao Colóquio recomendar que o Governo Brasileiro
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-1) permita e estimule a livre e aberta discussão dos problemas dos descendentes de africanos no país; e que encoraje e financie pesquisas sobre a posição econômica, social e cultural ocupada pelos afro-brasileiros dentro da sociedade brasileira, em todos os níveis;
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-2) localize e publique documentos e outros fatos e informações possivelmente existentes em arquivos privados, cartórios, arquivos de câmara municipal de velhas cidades do interior, referentes ao tráfico negreiro, à escravidão e à abolição; em resumo, qualquer dado que possa ajudar a esclarecer e aprofundar a compreensão da experiência do africano escravizado e de seus descendentes;
-
-3) inclua quesitos sobre raça ou etnia em todos os futuros censos demográficos; que em toda informação que dito governo divulgue, tanto para consumo doméstico como internacional a respeito da composição demográfica do país, não se omita o aspecto da origem racial / étnica;
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-4) inclua um ativo e compulsório currículo sobre a história e as culturas dos povos africanos, tanto aqueles do continente como os da diáspora; tal currículo deve abranger todos os níveis do sistema educativo: elementar, médio e superior;
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-5) tome medidas ativas para promover o ensino e o uso prático de línguas africanas, especialmente as línguas ki-swahili e iorubá; o mesmo em relação aos sistemas religiosos africanos e seus fundamentos artísticos; que o dito governo promova válidos programas de intercâmbio cultural com as nações africanas;
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-6) estude e formule compensações aos afro-brasileiros pelos séculos de escravização criminosa e decênios de discriminação racial depois da abolição; para esse fim deverá drenar recursos financeiros e outros, compulsoriamente originados da Agricultura, do Comércio e da Indústria, setores que historicamente têm sido beneficiados com a exploração do povo negro. Tais recursos constituirão um fundo destinado à construção de moradias, que satisfaçam às exigências da condição humana, em substituição às atuais habitações segregadas onde vive a maioria dos afro-brasileiros: favelas, cortiços, mocambos, porões, cabeças-de-porco, e assim por diante. O fundo sustentaria também a distribuição de terras no interior do país para os negros engajados na produção agropecuária;
-
-7) remova os objetos da arte afro-brasileira assim como os de sentido ritual encontrados hoje em instituições de polícia, de psiquiatria, história e etnografia; e que o dito governo estabeleça museus de arte com finalidade dinâmica e pedagógica de valorização e respeito devidos à cultura afro-brasileira; de preferência, tais museus se localizariam nos estados com significativa população negra, tais como Bahia, Maranhão, Pernambuco, Alagoas, Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo, Sergipe, Rio Grande do Sul;
-
-8) conceda efetivo apoio, material e financeiro, à existentes e futuras associações afro-brasileiras com finalidade de pesquisa, informação e divulgação nos setores de educação, arte, cultura e posição sócio-econômica da população afro-brasileira.
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-9) tome medidas rigorosas e apropriadas ao efetivo cumprimento da lei Afonso Arinos, fazendo cessar o papel burlesco que tem desempenhado até agora;
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-10) tome ativas providências, ajuste as realidades do país, para que de nenhuma forma se permita ou possibilite a discriminação racial ou de cor no emprego, garantindo a igualdade de oportunidade que atualmente inexiste entre brancos, negros e outras nuanças étnicas.
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-11) exerça seu poder através de uma justa política de redistribuição da renda, tornando impraticável que, por causa da profunda desigualdade econômica imperante, o afro-brasileiro seja discriminado, embora sutil e indiretamente, em qualquer nível do sistema educativo, seja o elementar, o médio ou o universitário.
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-12) estimule ativamente o ingresso de negros no Instituto Rio Branco, órgão de formação de diplomatas pertencente ao Ministério de Relações Exteriores.
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-13) nomeie negros para o cargo de embaixador e diplomata para as Nações Unidas e junto aos Governos de outros países do mundo.
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-14) estimule a formação de negros como oficiais superiores das Forças Armadas (Exército, Marinha e Aeronáutica) com promoções no serviço ativo até os postos de general, almirante, brigadeiro e marechal.
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-15) nomeie negros para os altos escalões do Governo Federal em seus vários ministérios e outras repartições do Executivo, incluindo órgãos superiores como o Conselho Federal de Cultura, o Conselho Federal de Educação, o Conselho de Segurança Nacional, o Tribunal de Contas.
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-16) estimule e encoraja a formação e o desenvolvimento de uma liderança política negra, representando os interesses específicos da população afro-brasileira no Senado Federal, na Câmara dos Deputados, nas Assembléias Legislativas Estaduais e nas Câmaras Municipais; que o dito Governo nomeie negros para os cargos de juizes estaduais e federais, inclusive para o Supremo Tribunal Federal, Superior Tribunal Eleitoral, Superior Tribunal Militar, Superior Tribunal do Trabalho e o Tribunal Federal de Recursos.
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-17) concretize sua tão proclamada "amizade" com a África independente e sua tão freqüentemente manifestada posição anticolonialista, dando efetivo apoio diplomático e material aos legítimos movimentos de libertação nacional de Zimbabwe, Namíbia e África do Sul.
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-####Alguns princípios e propósitos do quilombismo
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-1. O Quilombismo é um movimento político dos negros brasileiros, objetivando a implantação de um Estado Nacional Quilombista, inspirado no modelo da República dos Palmares, no século XVI, e em outros quilombos que existiram e existem no País.
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-2. O Estado Nacional Quilombista tem sua base numa sociedade livre, justa, igualitária e soberana. O igualitarismo democrática quilombista é compreendido no tocante a sexo, sociedade, religião, política, justiça, educação, cultura, condição racial, situação econômica, enfim, todas as expressões da vida em sociedade. O mesmo igualitarismo se aplica a todos os níveis do Poder e de instituições públicas e privadas.
-
-3. A finalidade básica do Estado Nacional Quilombista é a de promover a felicidade do ser humano. Para atingir sua finalidade, o quilombismo acredita numa economia de base comunitário-cooperativista no setor da produção, da distribuição e da divisão dos resultados do trabalho coletivo.
-
-4. O quilombismo considera a terra uma propriedade nacional de uso coletivo. As fábricas e outras instalações industriais, assim como todos os bens e instrumentos de produção, da mesma forma que a terra, são de propriedade e uso coletivo da sociedade. Os trabalhadores rurais ou camponeses trabalham a terra e são eles próprios os dirigentes das instituições agropecuárias. Os operários da indústria e os trabalhadores de modo geral são os produtores dos objetos industriais e os únicos responsáveis pela orientação e gerência de suas respectivas unidades de produção.
-
-5. No quilombismo o trabalho é um direito e uma obrigação social, e os trabalhadores, que criam a riqueza agrícola e industrial da sociedade quilombista, são os únicos donos do produto do seu trabalho.
-
-6. A criança negra tem sido a vítima predileta e indefesa da miséria material e moral imposta à comunidade afro-brasileira. Por isso, ela constitui a preocupação urgente e prioritária do quilombismo. Atendimento pré-natal, amparo à maternidade, creches, alimentação adequada, moradia higiênica e humana, são alguns dos itens relacionados à criança negra que figuram no programa de ação do movimento quilombista.
-
-7. A educação e o ensino em todos os graus - elementar, médio e superior - serão completamente gratuitos e abertos sem distinção a todos os membros da sociedade quilombista. A história da África, das culturas, das civilizações e das artes africanas terão um lugar eminente nos currículos escolares. Criar uma Universidade Afro-Brasileira é uma necessidade dentro do programa quilombista.
-
-8. Visando o quilombismo a fundação de uma sociedade criativa, ele procurará estimular todas as potencialidades do ser humano e sua plena realização. Combater o embrutecimento causado pelo hábito, pela miséria, pela mecanização da existência e pela burocratização das relações humanas e sociais, é um ponto fundamental. As artes em geral ocuparão um espaço básico no sistema educativo e no contexto das atividades sociais.
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-9. No quilombismo não haverá religiões e religiões populares, isto é, religião da elite e religiões do povo. Todas as religiões merecem igual tratamento de respeito e de garantias de culto.
-
-10. O Estado quilombista proíbe a existência de um aparato burocrático estatal que perturbe ou interfira com a mobilidade vertical das classes trabalhadoras e marginalizadas em relação direta com os dirigentes. Na relação dialética dos membros da sociedade com as suas instituições repousa o sentido progressista e dinâmico do quilombismo.
-
-11. A revolução quilombista é fundamentalmente anti-racista, anticapitalista, antilatifundiária, antiimperialista e antineocolonialista.
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-12. Em todos os órgãos do Poder do Estado Quilombista - Legislativo, Executivo e Judiciário - a metade dos cargos de confiança, dos cargos eletivos, ou dos cargos por nomeação, deverão, por imperativo constitucional, ser ocupados por mulheres. O mesmo se aplica a todo e qualquer setor ou instituição de serviço público.
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-13. O quilombismo considera a transformação das relações de produção, e da sociedade de modo geral, por meios não-violentos e democráticos, uma via possível.
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-14. É matéria urgente para o quilombismo a organização de uma instituição econômico-financeira em moldes cooperativos, capaz de assegurar a manutenção e a expansão da luta quilombista a salvo das interferências controladoras do paternalismo ou das pressões do Poder econômico.

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+SOBRE O QUILOMBISMO
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+No 2º Congresso de Cultura Negra das Américas (Panamá, 1980), Abdias apresenta sua tese do quilombismo.
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+Os quilombos são uma das primeiras experiências de liberdade nas Américas. Eles tinham uma estrutura comunitária baseada em valores culturais africanos. Sua organização política era democrática. Seu modelo econômico era o contrário do modelo colonial.
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+Em vez de produzir um item só para exportação e depender da matriz imperial, tinham uma produção agrícola diversificada que provia seu próprio sustento e mantinham relações de troca e intercâmbio com as populações circundantes.
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+O quilombismo propõe esse legado como referência básica de uma proposta de mobilização política da população afrodescendente nas Américas com base na sua própria experiência histórica e cultural. Vai mais longe ainda, e articula uma proposta afro-brasileira para o Estado nacional contemporâneo, um Brasil multiétnico e pluricultural.
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+As medidas e os princípios propostos estão no texto A B C do Quilombismo.
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+TRECHOS DA INTRODUÇÃO AO LIVRO O QUILOMBISMO
+Como os conjuntos de políticas públicas articulados e encaminhados ao Governo pelo movimento negro em dois momentos posteriores - a Marcha Zumbi dos Palmares de 1995 e o processo da 3ª Conferência - , o quilombismo é também herdeiro de um movimento social que, já em 1945, apresentava suas propostas à Assembléia Constituinte encarregada de redemocratizar o país (Nascimento, 1982[1968]).
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+A singularidade de O quilombismo está no fato de apresentar uma proposta sócio-política para o Brasil, elaborada desde o ponto de vista da população afrodescendente. Num momento em que não se falava ainda em ações afirmativas ou compensatórias, nem se cogitava de políticas públicas voltadas à população negra, o autor deste livro propunha a coletividade afro-brasileira como ator e autor de um elenco de ações e de uma proposta de organização nacional para o Brasil. Assim, sustentava e concretizava a afirmação de que a questão racial é eminentemente uma questão nacional.
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+O quilombismo antecipa conceitos atuais como multiculturalismo, cujo conteúdo está previsto nos princípios de "igualitarismo democrático (...) compreendido no tocante a sexo, sociedade, religião, política, justiça, educação, cultura, condição racial, situação econômica, enfim, todas as expressões da vida em sociedade;" "igual tratamento de respeito e garantias de culto" para todas as religiões; ensino da história da África, das culturas, civilizações e artes africanas nas escolas.
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+O ambientalismo também se faz presente, no princípio que "favorece todas as formas de melhoramento ambiental que possam assegurar uma vida saudável para as crianças, as mulheres, os homens, os animais, as criaturas do mar, as plantas, as selvas, as pedras e todas as manifestações da natureza".
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+A propriedade coletiva da terra, o direito ao trabalho digno e remunerado, a prioridade para a criança, e a possibilidade da "transformação das relações de produção e da sociedade de modo geral por meios não violentos e democráticos" estão entre os princípios humanistas do quilombismo.
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+O texto antecipa, também, a mais recente inovação na abordagem das relações raciais, que parte do aspecto relacional sugerido pela ótica de gênero. A categoria "gênero" implica relação entre homem e mulher, assim deslocando o foco da tradicional "questão da mulher".
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+Da mesma forma, para compreender a questão racial é preciso focalizar tanto o privilégio desfrutado pelo branco como as desvantagens sofridas por negros. Já na década dos 1940 e 1950, Abdias e outros intelectuais negros, entre eles o sociólogo Guerreiro Ramos e o advogado Aguinaldo Camargo, vinham criticando o enfoque tradicional brasileiro sobre "o problema do negro".
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+Atribuem ao escritor Fernando Góes a sugestão, feita numa atitude de fina ironia, de se realizar um Congresso dos negros para estudar o branco. Essa sugestão e suas implicações são retomadas, e dotadas de semelhante carga de ironia crítica, no texto de O quilombismo. Trata-se de mais uma afirmação do racismo como fenômeno relacional mais amplo, profundo e complexo que aquele denotado pela constatação das chamadas "desigualdades raciais".
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+Nesta obra, merecem um capítulo à parte, além de serem focalizadas em todos os textos, as peripécias específicas da mulher negra, que envolvem aspectos múltiplos e complementares. A questão racial e a de gênero se tecem juntos numa teia que hoje se denomina "interseccionalidade", conceito de certa maneira antecipado no conjunto das obras do autor ao integrar a mulher negra como prioridade temática de sua análise. Mais de uma década antes de instituir-se a reserva de vagas para mulheres nas listas de candidaturas a cargos políticos, constava entre os princípios do quilombismo o seguinte:
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+Em todos os órgãos do Poder do Estado Quilombista - Legislativo, Executivo e Judiciário - a metade dos cargos de confiança, dos cargos eletivos, ou dos cargos por nomeação, deverão, por imperativo constitucional, ser ocupados por mulheres. O mesmo se aplica a todo e qualquer setor ou instituição de serviço público.
+O conjunto de textos deste volume vem contribuir para o registro histórico de aspectos pouco divulgados do pan-africanismo, um dos mais importantes fenômenos do século XX. Demonstra também uma continuidade e coerência com assuntos eminentemente contemporâneos, pois reconhecemos nestes ensaios, em particular no ABC e nos Princípios do Quilombismo, a formulação de idéias e polêmicas ainda hoje emergentes. A atualidade de O quilombismo não se esgota nos temas que apontamos. Creio que cada leitor irá vislumbrar, para além dessas questões, outras talvez mais interessantes.
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+Rio de Janeiro, outubro de 2001 Elisa Larkin Nascimento
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+BIBLIOGRAFIA
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+MOORE, Carlos (2002). Abdias do Nascimento e o surgimento de um pan-africanismo contemporâneo global. In: Nascimento, Abdias do. O Brasil na mira do pan-africanismo. Salvador: CEAO/ EDUFBA,.
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+NASCIMENTO, Abdias do (2002). O Brasil na mira do pan-africanismo. Salvador: CEAO/ EDUFBA.
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+. (1982[1968]). O negro revoltado, 2ª ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira. [1ª ed. Rio de Janeiro: GRD]. . (1966). Carta aberta a Dacar. Tempo brasileiro, v. 4, n. 9/10, 2. Trim, 1966. [Diário do Congresso Nacional, suplemento, 20 abr., p. 15-17, lida na Câmara dos Deputados pelo então deputado Hamilton Nogueira.] In: Nascimento, Abdias do. O Brasil na mira do pan-africanismo. Salvador: CEAO/ EDUFBA, 2002.
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+Trechos do Prefácio do livro O Quilombismo, 2ª ed. (Brasília/ Rio: Fundação Cultural Palmares/ OR Editora, 2002).
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+ABC do Quilombismo
+Na trajetória histórica que esquematizamos nestas páginas, o quilombismo tem nos fornecido várias lições. Tentaremos resumi-las num ABC fundamental que nos ensina que:
+a) Autoritarismo de quase 500 anos já é bastante. Não podemos, não devemos e não queremos tolerá-lo por mais tempo. Sabemos de experiência própria que uma das práticas desse autoritarismo é o desrespeito brutal da polícia às famílias negras. Toda a sorte de arbitrariedade policial se acha fixada nas batidas que ela faz rotineiramente para manter aterrorizada e desmoralizada a comunidade afro-brasileira. Assim fica confirmada, diante dos olhos dos próprios negros, sua condição de impotência e inferioridade, já que são incapazes até mesmo de se autodefenderem ou de proteger sua família e os membros de sua respectiva comunidade. Trata-se de um estado de humilhação permanente.
+
+b) Banto denomina-se um povo ao qual pertenceram os primeiros africanos escravizados que vieram para o Brasil de países que hoje se chamam Angola, Congo, Zaire, Moçambique e outros. Foram os bantos os primeiros quilombolas a enfrentar em terras brasileiras o poder militar do branco escravizador.
+
+c) Cuidar em organizar a nossa luta por nós mesmos é um imperativo da nossa sobrevivência como um povo. Devemos por isso ter muito cuidado ao fazer alianças com outras forças políticas, sejam as ditas revolucionárias, reformistas, radicais, progressistas ou liberais. Toda e qualquer aliança deve obedecer a um interesse tático ou estratégico, e o negro precisa obrigatoriamente ter poder de decisão, a fim de não permitir que a comunidade negra seja manipulada por interesses de causas alheias à sua própria.
+
+d) Devemos ampliar sempre a nossa frente de luta, tendo em vista: 1) os objetivos mais distantes da transformação radical das estruturas sócio-econômicas e culturais da sociedade brasileira; 2) os interesses táticos imediatos. Nestes últimos se inclui o voto do analfabeto e a anistia aos prisioneiros políticos negros. Os prisioneiros políticos negros são aqueles que são maliciosamente fichados pela polícia como desocupados, vadios, malandros, marginais, e cujos lares são freqüentemente invadidos.
+
+e) Ewe ou gêge, povo africano de Gana, Togo e Daomé (Benin); milhões de ewes foram escravizados no Brasil. Eles são parte do nosso povo e da nossa cultura afro-brasileira.
+
+Ejetar o supremacismo branco do nosso meio é um dever de todo democrata. Devemos ter sempre presente que o racismo, isto é, supremacismo branco, preconceito de cor e discriminação racial, compõem o fator raça, a primeira contradição para a população de origem africana na sociedade brasileira. (Aviso aos intrigantes, aos maliciosos, aos apressados em julgar: o vocábulo raça, no sentido aqui empregado, se define somente em termos de história e cultura, e não em pureza biológica).
+
+f) Formar os quadros do quilombismo é tão importante quanto a mobilização e a organização da comunidade negra.
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+g) Garantir ao povo trabalhador negro o seu lugar na hierarquia de Poder e Decisão, mantendo a sua integridade etno-cultural, é a motivação básica do quilombismo.
+
+h) Humilhados que fomos e somos todos os negro-africanos, com todos devemos manter íntimo contato. Também com organizações africanas independentes, tanto da diáspora como do continente. São importantes e necessárias as relações com órgãos e instituições internacionais de Direitos Humanos, tais como a ONU e a UNESCO, de onde poderemos receber apoio em casos de repressão. Nunca esquecer que sempre estivemos sob a violência da oligarquia latifundiária, industrial-financeira ou militar.
+
+i) Infalível como um fenômeno da natureza será a perseguição do poder branco ao quilombismo. Está na lógica inflexível do racismo brasileiro jamais permitir qualquer movimento libertário dos negros majoritários. Nossa existência física é uma realidade que jamais pôde ser obliterada, nem mesmo pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) ao manipular os dados censitários, nos quais erradicou o fator racial e de cor dos cômputos demográficos. E quanto a nosso peso político? Simplesmente não existe. Desde a proclamação da República, a exclusão do voto ao analfabeto significa na prática a exclusão da população negra do processo político do país.
+
+j) Jamais as organizações políticas dos afro-brasileiros deverão permitir o acesso aos brancos não-quilombistas a posições com autoridade para obstruir a ação ou influenciar as tomadas de posição teóricas e práticas em face da luta.
+
+k) Kimbundo, língua do povo banto, veio para o Brasil com os escravos procedentes da África meridional. Essa língua exerceu notável influência sobre o português falado neste país.
+
+l) Livrar o Brasil da industrialização artificial, tipo "milagre econômico", está nas metas do quilombismo. Neste esquema de industrialização, o negro é explorado a um tempo pelo capitalista industrial e pela classe trabalhadora classificada ou "qualificada". Como trabalhador "desqualificado" ou sem classe, ele é duplamente vítima: da raça (branca) e da classe (trabalhadora "qualificada" e/ou burguesia de qualquer raça). O quilombismo advoga para o Brasil um conhecimento científico e técnico que possibilite a genuína industrialização que represente um novo avanço de autonomia nacional. O quilombismo não aceita que se entregue a nossa reserva mineral e a nossa economia às corporações monopolistas internacionais, porém tampouco defende os interesses de uma burguesia nacional. O negro-africano foi o primeiro e o principal artífice da formação econômica do País e a riqueza nacional pertence a ele e a todo o povo brasileiro que a produz.
+
+m) Mancha branca é o que significa a imposição miscigenadora do branco, implícita na ideologia do branqueamento, na política imigratória, no mito da "democracia racial". Tudo não passa de racionalização do supremacismo branco e do estupro histórico e atual que se pratica contra a mulher negra.
+
+n) Nada de mais confusões: se no Brasil efetivamente houvesse igualdade de tratamento, de oportunidades, de respeito, de poder político e econômico; se o encontro entre pessoas de raças diferentes ocorresse espontâneo e livre da pressão do poder e prestígio sócio-econômico do branco; se não houvesse outros condicionamentos repressivos de caráter moral, estético e cultural, a miscigenação seria um acontecimento positivo, capaz de enriquecer o brasileiro, a sociedade, a cultura e a humanidade das pessoas.
+
+o) Obstar o ensinamento e a prática genocidas do supremacismo branco é um fator substantivo do quilombismo.
+
+p) Poder quilombista quer dizer: a Raça Negra no Poder. Os descendentes de africanos somam a maioria da nossa população. Portanto, o Poder Negro será um poder democrático. (Reitero aqui a advertência aos intrigantes, aos maliciosos, aos ignorantes, aos racistas: neste livro a palavra raça tem exclusiva acepção histórico-cultural. Raça biologicamente pura não existe e nunca existiu).
+
+q) Quebrar a eficácia de certos slogans que atravessam a nossa ação contra o racismo, como aquele da luta única de todos os trabalhadores, de todo o povo ou de todos os oprimidos, é um dever do quilombista. Os privilégios raciais do branco em detrimento do negro constituem uma ideologia que vem desde o mundo antigo. A pregação da luta "única" ou "unida" não passa de outra face do desprezo que nos votam, já que não respeitam a nossa identidade e nem a especificidade do nosso problema e do nosso esforço em resolvê-lo.
+
+r) Raça: acreditamos que todos os seres humanos pertencem à mesma espécie. Para o quilombismo, raça significa um grupo humano que possui, relativamente, idênticas características somáticas, resultantes de um complexo de fatores históricos e ambientais. Tanto a aparência física, como igualmente os traços psicológicos, de personalidade, de caráter e emotividade, sofrem a influência daquele complexo de fatores onde se somam e se complementam a genética, a sociedade, a cultura, o meio geográfico, a história. O cruzamento de diferentes grupos raciais, ou de pessoas de identidade racial diversas, está na linha dos mais legítimos interesses de sobrevivência da espécie humana. Racismo: é a crença na inerente superioridade de uma raça sobre outra. Tal superioridade é concebida tanto no aspecto biológico, como na dimensão psico-sócio-cultural. Esta é a dimensão usualmente negligenciada ou omitida nas definições tradicionais do racismo. A elaboração teórico-científica produzida pela cultura branco-européia justificando a escravização e a inferiorização dos povos africanos constitui o exemplo eminente do racismo sem precedentes na história da humanidade. Racismo é a primeira contradição social no caminho do negro. A esta se juntam outras, como a contradição de classes e de sexo.
+
+s) Swahili é uma língua de origem banta, influenciada por outros idiomas, especialmente o árabe. Atualmente, o swahili é falado por mais de 20 milhões de africanos da Tanzânia, do Quênia, de Uganda, do Burundi, do Zaire, e de outros países. Os afro-brasileiros necessitam aprendê-la com urgência. Slogan do poder público e da sociedade dominante, no Brasil, condenando reiterada e indignadamente o racismo, se tornou um recurso eficaz encobrindo a operação racista e discriminatória sistemática, de um lado, e de outro lado servindo como uma arma apontada contra nós com a finalidade de atemorizar-nos, amortecendo ou impedindo que um movimento coeso do povo afro-brasileiro obtenha a sua total libertação.
+
+t) Todo negro ou mulato (afro-brasileiro) que aceita a "democracia racial" como uma realidade, e a miscigenação na forma vigente como positiva, está traindo a si mesmo, e se considerando um ser inferior.
+
+u) Unanimidade é algo impossível no campo social e político. Não devemos perder o nosso tempo e a nossa energia com as críticas vindas de fora do movimento quilombista. Temos de nos preocupar e criticar a nós próprios e às nossas organizações, no sentido de ampliar a nossa consciência negra e quilombista rumo ao objetivo final: a ascensão do povo afro-brasileiro ao Poder.
+
+v) Vênia é o que não precisamos pedir às classes dominantes para reconquistarmos os frutos do trabalho realizado pelos nossos ancestrais africanos no Brasil. Nem devemos aceitar ou assumir certas definições, "científicas" ou não, que pretendem situar o comunalismo africano e o ujamaaísmo como simples formas arcaicas de organização econômica e/ou social. Esta é outra arrogância de fundo eurocentrista que implicitamente nega às instituições nascidas na realidade histórica da África a capacidade intrínseca de desenvolvimento autônomo relativo. Nega a tais instituições a possibilidade de progresso e atualização, admitindo que a ocupação colonizadora do Continente Africano pelos europeus determinasse o concomitante desaparecimento dos valores, princípios e instituições africanas. Estas corporificariam formas não-dinâmicas, exclusivamente quietistas e imobilizadas. Tal visão petrificada da África e de suas culturas é uma ficção puramente cerebral. O quilombismo pretende resgatar dessa definição negativista o sentido de organização sócio-econômica concebido para servir à existência humana; organização que existiu na África e que os africanos escravizados trouxeram e praticaram no Brasil. A sociedade brasileira contemporânea pode se beneficiar com o projeto do quilombismo, uma alternativa nacional que se oferece em substituição ao sistema desumano do capitalismo.
+
+x) Xingar não basta. Precisamos é de mobilização e de organização da gente negra, e de uma luta enérgica, sem pausa e sem descanso, contra as destituições que nos atingem. Até que ponto vamos assistir impotentes à cruel exterminação dos nossos irmãos e irmãs afro-brasileiros, principalmente das crianças negras deste país?
+
+y) Yorubás (Nagô) somos também em nossa africanidade brasileira. Os iorubás são parte integrante do nosso povo, da nossa cultura, da nossa religião, da nossa luta e do nosso futuro.
+
+z) Zumbi: fundador do quilombismo.
+
+Propostas de ação para o Governo Brasileiro
+O programa de ação quilombista incorpora, devidamente atualizadas, as seguintes propostas apresentadas por este autor ao Colóquio do 2º Festival Mundial de Artes e Culturas Negras e Africanas (Festac), realizado em Lagos, Nigéria, em 1977 (ver Nascimento, Abdias, O Brasil na Mira do Pan-Africanismo, Salvador: CEAO/ EdUFBA, 2002). Naquela ocasião, o autor propôs ao Colóquio recomendar que o Governo Brasileiro
+
+1) permita e estimule a livre e aberta discussão dos problemas dos descendentes de africanos no país; e que encoraje e financie pesquisas sobre a posição econômica, social e cultural ocupada pelos afro-brasileiros dentro da sociedade brasileira, em todos os níveis;
+
+2) localize e publique documentos e outros fatos e informações possivelmente existentes em arquivos privados, cartórios, arquivos de câmara municipal de velhas cidades do interior, referentes ao tráfico negreiro, à escravidão e à abolição; em resumo, qualquer dado que possa ajudar a esclarecer e aprofundar a compreensão da experiência do africano escravizado e de seus descendentes;
+
+3) inclua quesitos sobre raça ou etnia em todos os futuros censos demográficos; que em toda informação que dito governo divulgue, tanto para consumo doméstico como internacional a respeito da composição demográfica do país, não se omita o aspecto da origem racial / étnica;
+
+4) inclua um ativo e compulsório currículo sobre a história e as culturas dos povos africanos, tanto aqueles do continente como os da diáspora; tal currículo deve abranger todos os níveis do sistema educativo: elementar, médio e superior;
+
+5) tome medidas ativas para promover o ensino e o uso prático de línguas africanas, especialmente as línguas ki-swahili e iorubá; o mesmo em relação aos sistemas religiosos africanos e seus fundamentos artísticos; que o dito governo promova válidos programas de intercâmbio cultural com as nações africanas;
+
+6) estude e formule compensações aos afro-brasileiros pelos séculos de escravização criminosa e decênios de discriminação racial depois da abolição; para esse fim deverá drenar recursos financeiros e outros, compulsoriamente originados da Agricultura, do Comércio e da Indústria, setores que historicamente têm sido beneficiados com a exploração do povo negro. Tais recursos constituirão um fundo destinado à construção de moradias, que satisfaçam às exigências da condição humana, em substituição às atuais habitações segregadas onde vive a maioria dos afro-brasileiros: favelas, cortiços, mocambos, porões, cabeças-de-porco, e assim por diante. O fundo sustentaria também a distribuição de terras no interior do país para os negros engajados na produção agropecuária;
+
+7) remova os objetos da arte afro-brasileira assim como os de sentido ritual encontrados hoje em instituições de polícia, de psiquiatria, história e etnografia; e que o dito governo estabeleça museus de arte com finalidade dinâmica e pedagógica de valorização e respeito devidos à cultura afro-brasileira; de preferência, tais museus se localizariam nos estados com significativa população negra, tais como Bahia, Maranhão, Pernambuco, Alagoas, Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo, Sergipe, Rio Grande do Sul;
+
+8) conceda efetivo apoio, material e financeiro, à existentes e futuras associações afro-brasileiras com finalidade de pesquisa, informação e divulgação nos setores de educação, arte, cultura e posição sócio-econômica da população afro-brasileira.
+
+9) tome medidas rigorosas e apropriadas ao efetivo cumprimento da lei Afonso Arinos, fazendo cessar o papel burlesco que tem desempenhado até agora;
+
+10) tome ativas providências, ajuste as realidades do país, para que de nenhuma forma se permita ou possibilite a discriminação racial ou de cor no emprego, garantindo a igualdade de oportunidade que atualmente inexiste entre brancos, negros e outras nuanças étnicas.
+
+11) exerça seu poder através de uma justa política de redistribuição da renda, tornando impraticável que, por causa da profunda desigualdade econômica imperante, o afro-brasileiro seja discriminado, embora sutil e indiretamente, em qualquer nível do sistema educativo, seja o elementar, o médio ou o universitário.
+
+12) estimule ativamente o ingresso de negros no Instituto Rio Branco, órgão de formação de diplomatas pertencente ao Ministério de Relações Exteriores.
+
+13) nomeie negros para o cargo de embaixador e diplomata para as Nações Unidas e junto aos Governos de outros países do mundo.
+
+14) estimule a formação de negros como oficiais superiores das Forças Armadas (Exército, Marinha e Aeronáutica) com promoções no serviço ativo até os postos de general, almirante, brigadeiro e marechal.
+
+15) nomeie negros para os altos escalões do Governo Federal em seus vários ministérios e outras repartições do Executivo, incluindo órgãos superiores como o Conselho Federal de Cultura, o Conselho Federal de Educação, o Conselho de Segurança Nacional, o Tribunal de Contas.
+
+16) estimule e encoraja a formação e o desenvolvimento de uma liderança política negra, representando os interesses específicos da população afro-brasileira no Senado Federal, na Câmara dos Deputados, nas Assembléias Legislativas Estaduais e nas Câmaras Municipais; que o dito Governo nomeie negros para os cargos de juizes estaduais e federais, inclusive para o Supremo Tribunal Federal, Superior Tribunal Eleitoral, Superior Tribunal Militar, Superior Tribunal do Trabalho e o Tribunal Federal de Recursos.
+
+17) concretize sua tão proclamada "amizade" com a África independente e sua tão freqüentemente manifestada posição anticolonialista, dando efetivo apoio diplomático e material aos legítimos movimentos de libertação nacional de Zimbabwe, Namíbia e África do Sul.
+
+Alguns princípios e propósitos do quilombismo
+O Quilombismo é um movimento político dos negros brasileiros, objetivando a implantação de um Estado Nacional Quilombista, inspirado no modelo da República dos Palmares, no século XVI, e em outros quilombos que existiram e existem no País.
+
+O Estado Nacional Quilombista tem sua base numa sociedade livre, justa, igualitária e soberana. O igualitarismo democrática quilombista é compreendido no tocante a sexo, sociedade, religião, política, justiça, educação, cultura, condição racial, situação econômica, enfim, todas as expressões da vida em sociedade. O mesmo igualitarismo se aplica a todos os níveis do Poder e de instituições públicas e privadas.
+
+A finalidade básica do Estado Nacional Quilombista é a de promover a felicidade do ser humano. Para atingir sua finalidade, o quilombismo acredita numa economia de base comunitário-cooperativista no setor da produção, da distribuição e da divisão dos resultados do trabalho coletivo.
+
+O quilombismo considera a terra uma propriedade nacional de uso coletivo. As fábricas e outras instalações industriais, assim como todos os bens e instrumentos de produção, da mesma forma que a terra, são de propriedade e uso coletivo da sociedade. Os trabalhadores rurais ou camponeses trabalham a terra e são eles próprios os dirigentes das instituições agropecuárias. Os operários da indústria e os trabalhadores de modo geral são os produtores dos objetos industriais e os únicos responsáveis pela orientação e gerência de suas respectivas unidades de produção.
+
+No quilombismo o trabalho é um direito e uma obrigação social, e os trabalhadores, que criam a riqueza agrícola e industrial da sociedade quilombista, são os únicos donos do produto do seu trabalho.
+
+A criança negra tem sido a vítima predileta e indefesa da miséria material e moral imposta à comunidade afro-brasileira. Por isso, ela constitui a preocupação urgente e prioritária do quilombismo. Atendimento pré-natal, amparo à maternidade, creches, alimentação adequada, moradia higiênica e humana, são alguns dos itens relacionados à criança negra que figuram no programa de ação do movimento quilombista.
+
+A educação e o ensino em todos os graus - elementar, médio e superior - serão completamente gratuitos e abertos sem distinção a todos os membros da sociedade quilombista. A história da África, das culturas, das civilizações e das artes africanas terão um lugar eminente nos currículos escolares. Criar uma Universidade Afro-Brasileira é uma necessidade dentro do programa quilombista.
+
+Visando o quilombismo a fundação de uma sociedade criativa, ele procurará estimular todas as potencialidades do ser humano e sua plena realização. Combater o embrutecimento causado pelo hábito, pela miséria, pela mecanização da existência e pela burocratização das relações humanas e sociais, é um ponto fundamental. As artes em geral ocuparão um espaço básico no sistema educativo e no contexto das atividades sociais.
+
+No quilombismo não haverá religiões e religiões populares, isto é, religião da elite e religiões do povo. Todas as religiões merecem igual tratamento de respeito e de garantias de culto.
+
+O Estado quilombista proíbe a existência de um aparato burocrático estatal que perturbe ou interfira com a mobilidade vertical das classes trabalhadoras e marginalizadas em relação direta com os dirigentes. Na relação dialética dos membros da sociedade com as suas instituições repousa o sentido progressista e dinâmico do quilombismo.
+
+A revolução quilombista é fundamentalmente anti-racista, anticapitalista, antilatifundiária, antiimperialista e antineocolonialista.
+
+Em todos os órgãos do Poder do Estado Quilombista - Legislativo, Executivo e Judiciário - a metade dos cargos de confiança, dos cargos eletivos, ou dos cargos por nomeação, deverão, por imperativo constitucional, ser ocupados por mulheres. O mesmo se aplica a todo e qualquer setor ou instituição de serviço público.
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+O quilombismo considera a transformação das relações de produção, e da sociedade de modo geral, por meios não-violentos e democráticos, uma via possível.
+
+É matéria urgente para o quilombismo a organização de uma instituição econômico-financeira em moldes cooperativos, capaz de assegurar a manutenção e a expansão da luta quilombista a salvo das interferências controladoras do paternalismo ou das pressões do Poder econômico.
+
+O quilombismo essencialmente é um defensor da existência humana e, como tal, ele se coloca contra a poluição ecológica e favorece todas as formas de melhoramento ambiental que possam assegurar uma vida saudável para as crianças, as mulheres e os homens, os animais, as criaturas do mar, as plantas, as selvas, as pedras e todas as manifestações da natureza.
+
+O Brasil é signatário da Convenção Internacional para a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação Racial, adotada pela Assembléia Geral das Nações Unidas em 1965. No sentido de cooperar para a concretização de objetivos tão elevados e generosos, e tendo em vista o artigo 9, números 1 e 2 da referida Convenção, o quilombismo contribuirá para a pesquisa e a elaboração de um relatório ou dossiê bianual, abrangendo todos os fatos relativos à discriminação racial ocorridos no País, a fim de auxiliar os trabalhos do Comitê para a Eliminação da Discriminação Racial das Nações Unidas.
+
+Reproduzido do livro O Quilombismo, 2ª ed. (Brasília/Rio: Fundação Cultural Palmares/ OR Editor, 2002), págs. 278-290.
+
+QUILOMBISMO:
+um conceito científico emergente do processo histórico-cultural da população afro-brasileira
+
+Uma proposta do autor aos seus irmãos afrodescendentes no Brasil e nas Américas, apresentada em trabalho apresentado ao 2º Congresso de Cultura Negra das Américas, Panamá, 1980.
+
+...uma verdadeira revolução racial democrática, em nossa era, só pode dar-se sob uma condição: o negro e o mulato precisam torna-se o antibranco, para encarnarem o mais puro radicalismo democrático e mostrar aos brancos o verdadeiro sentido da revolução democrática da personalidade, da sociedade e da cultura.
+
+Florestan Fernandes
+O Negro no Mundo dos Brancos
+Memória: a antigüidade do saber negro-africano
+Numa passagem anterior do texto deste livro fizemos menção à urgente necessidade do negro brasileiro em recuperar a sua memória. Esta tem sido agredida sistematicamente pela estrutura de poder e dominação há quase 500 anos. Semelhante fato tem acontecido com a memória do negro-africano, vítima, quando não de graves distorções, da mais crassa negação do seu passado histórico. A memória dos afro-brasileiros, muito ao contrário do que afirmam aqueles historiadores convencionais de visão curta e superficial entendimento, não se inicia com o tráfico escravo e nem nos primórdios da escravidão dos africanos, no século XV. Em nosso país, a elite dominante sempre desenvolveu esforços para evitar ou impedir que o negro brasileiro, após a chamada abolição, pudesse assumir suas raízes étnicas, históricas e culturais, desta forma seccionando-o do seu tronco familial africano. A não ser em função do recente interesse do expansionismo industrial, o Brasil como norma tradicional ignorou o continente africano. Voltou suas costas à África logo que não conseguiu mais burlar a proibição do comércio da carne africana imposta pela Inglaterra aí por volta de 1850. A imigração maciça de europeus ocorreu daí a mais alguns anos, e as classes dominantes enfatizam sua intenção e ação no sentido de arrancar da mente e do coração dos descendentes escravos a imagem da África como um a lembrança positiva de nação, de pátria, de terra nativa; nunca em nosso sistema educativo se ensinou qualquer disciplina que revelasse algum apreço ou respeito às culturas, artes, línguas e religiões de origem africana. E o contato físico do afro-brasileiro com os seus irmãos no continente e na diáspora sempre foi impedido ou dificultado, entre outros obstáculos, pela carência de meios econômicos que permitissem ao negro se locomover e viajar fora do país. Porém, nenhum desses empecilhos teve o poder de obliterar completamente do nosso espírito e da nossa lembrança a presença viva da Mãe África. As diversas estratégias e os expedientes que se utilizam contra a memória do negro-africano têm sofrido, ultimamente, profunda erosão e irreparável descrédito. Este trabalho é fruto da dedicação e competência de alguns africanos, a um tempo estudiosos, pesquisadores, cientistas, filósofos, e criadores de literatura e arte, pessoas do continente africano e da diáspora africana. Cheikh Anta Diop, do Senegal; Chancellor Williams, dos Estados Unidos; Ivan Van Sertima e George M. James, da Guiana; Yosef Ben-Jochannam, da Etiópia; Theophile Obenga, do Congo-Brazzaville; Wole Soyinka e Wande Abimbola, da Nigéria, figuram entre os muitos que estão ativos, produzindo obras fundamentais para a África contemporânea e futura. Em campos diferentes, e sob perspectivas diversas, o esforço desses eminentes irmãos africanos se canaliza rumo a exorcizar as falsidades, distorções e negações que há tanto tempo se vêm tecendo com o intuito de velar ou apagar a memória do saber, do conhecimento científico e filosófico, e das realizações dos povos de origem negro-africana. A memória do negro brasileiro é parte e partícipe nesse esforço de reconstrução de um passado ao qual todos os afro-brasileiros estão ligados. Ter um passado é ter uma conseqüente responsabilidade nos destinos e no futuro da nação negro-africana, mesmo enquanto preservando a nossa condição de edificadores deste país e de cidadãos genuínos do Brasil. A obra fundamental de Cheikh Anta Diop, principalmente seu livro The African Origin of Civilization (versão em inglês de seleções de Nations Nègres et Culture e Antériorité des Civilisations Nègres, originalmente publicados em francês), apresenta uma confrontação radical e um desafio irrespondível à arrogância intelectual, desonestidade científica e carência ética do mundo acadêmico ocidental ao tratar os povos, civilizações e culturas produzidas pela África. Utilizando-se dos recursos científicos euro-ocidentais - Diop é químico, diretor do laboratório de radiocarbono do IFAN, em Dacar, além de egiptólogo, historiador e lingüista - este sábio está reconstruindo a significação e os valores da antigas culturas e civilizações erigidas pelos negro-africanos, as quais por longo tempo têm permanecido obnubiladas pelas manipulações, mentiras, distorções e roubos. São os bens de cultura e civilização e de artes criados pelos nossos antepassados no Egito antigo, os quais eram negros e não um povo de origem branco (ou vermelho escuro) conforme os cientistas ocidentais do século XIX proclamavam com ênfase tão mentirosa quanto interessada. Vejamos como a esse respeito se manifesta Diop:
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+O fruto moral da sua civilização está para ser contado entre os bens do mundo negro. Ao invés de se apresentar à história como um devedor insolvente, este mundo negro é o próprio iniciador da civilização "ocidental" ostentada hoje diante dos nossos olhos. Matemática pitagórica, a teoria dos quatro elementos de Thales de Mileto, materialismo epicureano, idealismo platônico, judaísmo, islamismo, e a ciência moderna, estão enraizados na cosmogonia e na ciência egípcias. Só temos que meditar sobre Osíris, o deus-redentor, que se sacrifica, morre e é ressuscitado, uma figura essencialmente identificável a Cristo (1974: XIV).
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+As afirmações de Diop se baseiam em rigorosa pesquisa, em rigoroso exame e rigorosa conclusão, não deixando margem para dúvidas ou discussões. E isto longe de pretender aquele dogmatismo que sempre caracteriza as certezas "científicas" do mundo ocidental. O que Diop fez foi simplesmente derruir as estruturas supostamente definitivas do conhecimento "universal" no que respeita à antigüidade egípcia e grega. Gostem ou não, os ocidentais têm de tragar verdades como esta: "...quatro séculos antes da publicação de A mentalidade primitiva de Lévy-Bruhl, a África negra muçulmana comentava a lógica formal de Aristóteles (que ele plagiou do Egito negro) e demonstrava-se especialista em dialética" (Diop, 1963: 212). E isto, não esqueçamos, acontecia quase 500 anos antes que ao menos tivessem nascido Hegel ou Karl Marx... Diop revolve todo o processo da mistificação de um Egito negro que se tornou branco por artes da magia européia dos egiptólogos. Após a campanha militar de Bonaparte no Egito, em 1799, e depois que os hieróglifos da pedra Rosetta foram decifrados por Champollion, o jovem, em 1822, os egiptólogos se desarticularam atônitos diante da grandiosidade das descobertas reveladas.
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+Eles geralmente a reconheceram como a mais antiga civilização, a que tinha engendrado todas as outras. Mas com o imperialismo, sendo o que é, tornou-se crescentemente "inadmissível" continuar aceitando a teoria evidente até então - de um Egito negro. O nascimento da egiptologia foi assim marcado pela necessidade de destruir a memória de um Egito negro, a qualquer custo, em todas as mentes. Daí em diante, o denominador comum de todas as teses dos egiptólogos, sua relação íntima e profunda afinidade, pode ser caracterizado como uma tentativa desesperada de refutar essa opinião [do Egito ser negro]. Quase todos os egiptólogos enfatizaram sua falsidade como uma questão fechada (1974: 45).
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+Desta posição intelectual em diante, como procederam os egiptólogos? Como negar a realidade egípcia, essencialmente negra, a qual não apresentava contradições científicas realmente confiáveis ou válidas? Não possuindo argumentos ou razões para refutar a verdade, exposta pelos antigos que viram o Egito de perto, alguns egiptólogos preferiram guardar silêncio sobre a questão; outros, mais obsessivos em seu irracionalismo, optaram pelo caminho da rejeição dogmática, infundada e indignada. De um modo geral, todos "se lamentavam que um povo tão normal como os egípcios antigos pudessem ter feito tão grave erro e desta forma criar tantas dificuldades e delicados problemas para os especialistas modernos" (Diop, 1974: 45). A pretensiosidade eurocentrista nesse episódio se expõe de corpo inteiro. Lembra o exemplo de um típico escritor do "progressismo" brasileiro, o racista Monteiro Lobato, quando acusa o negro-africano de haver provocado graves problemas para o Brasil com a miscigenação, a tão celebrada mistura de sangues negro e branco... Mas voltemos aos egiptologistas: eles prosseguiram obstinadamente o vão esforço de provar "cientificamente" uma origem branca para a antiga civilização do Egito negro. Quanto a Diop, compassivo e humano diante do feroz dogmatismo dos egiptólogos brancos, revelou bastante paciência e gentileza explicando-lhes que não alegava superioridade racial ou qualquer gênio especificamente negro naquela constatação puramente científica de que a civilização do Egito antigo fora erigida por um povo negro. O sucesso, explicou-lhe Diop, resultou de fatores históricos, de condições mesológicas - clima, recursos naturais, e assim por diante - somados a outros elementos não-rácicos. Tanto assim foi que, mesmo tendo-se expandido por toda a África negra, do centro e do oeste do continente, a civilização egípcia, ao embate de outras influências e situação histórica diversa, entrou num processo de desintegração e franco retrocesso. O importante é sabermos alguns dos fatores que contribuíram para a edificação da civilização egípcia, entre os quais Diop enumera estes: resultado de acidente geográfico que condicionou o desenvolvimento político-social dos povos que viviam às margens do vale do Nilo; as inundações que forçavam providências coletivas de defesa e sobrevivência, situação que favorecia a unidade e excluía o egoísmo individual ou pessoal. Nesse contexto surgiu a necessidade de uma autoridade central coordenadora da vida e das atividades em comum. A invenção da geometria nasceu da necessidade da divisão geográfica, e todos os demais avanços foram obtidos no esforço de atender uma carência requerida pela sociedade. Um pormenor interessa particularmente à memória do negro brasileiro: aquele onde Diop menciona as relações do antigo Egito com a África negra, de modo específico com os iorubás. Parece que tais relações foram tão íntimas a ponto de se poder "considerar como um fato histórico a possessão conjunta do mesmo habitat primitivo pelos iorubás e egípcios". Diop levanta a hipótese de que a latinização de Horus, filhos de Osíris e Ísis, resultou no apelativo Orixá. Seguindo essa pista de estudo comparativo, ao nível da lingüística e outras disciplinas, Diop cita J. Olumide Lucas em The religion of the Yorubas, o qual traça os laços egípcios do seu povo iorubá, concluindo que tudo leva à verificação do seguinte: a) uma similaridade ou identidade de linguagem; b) uma similaridade ou identidade de crenças religiosas; c) uma similaridade ou identidade de idéias e práticas religiosas; d) uma sobrevivência de costumes, lugares, nomes de pessoas, objetos, práticas, e assim por diante (Diop, 1974: 184; Lucas, 1978: 18). Meu objetivo aqui é o de apenas chamar a atenção para esta significativa dimensão da antigüidade da memória afro-brasileira. Este é um assunto extenso e complexo, cuja seriedade requer e merece pesquisa e reflexão aprofundadas, no contexto de uma revisão crítica das definições e dos julgamentos pejorativos que há séculos pesam sobre os povos negro-africanos.

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 ###Ferramentas !
 
+* [[Quilombismo ]]
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 * [[Radio Coletiva ]]
 
 

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 ##Sistema online facilita denúncias de violência em comunidades
 
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+>>[[!img  mapaeduca.jpg size="400x300" alt="clouds"]]
  
 O Mapa Lagbaye Lyika é um projeto permanente de apropriação tecnológica e quilombismo digital, uma vez que foi pensado pra alcançar o povo preto, a com ferramentas baseadas em software livre [[Gnu Linux]], objetiva difundir  uma "outra" cartografia, foca as questões territoriais geográficos, nossa comunidades. E nos territórios digitais, pensando a utilização critica da informática, propondo nesse estudo uma política etno centrada nos valores africanos e afro-brasileiros  através de uso críticos de ferramentas digitais de comunicação, o proposto é o sistema online que permite  diversas comunidades criarem uma rede de comunicação rápida e georeferenciadas, com grande agilidade na criação de banco de dados descentralizado, compartilhados e feito pelos povos e comunidades como trocas de saberes e fazeres. e de forma estratégica possibilita conta uma outra história através  enviar denúncias de situações de violência, mapeando áreas de riscos para alertar as pessoas e organizações sociais. A ideia é tornar o cidadão parte da sociedade, dando mais transparência a atos contra os povos e comunidades tradicionais, com ênfase ao genocídio da juventude negra.
 
-[[!img  mapa.jpg size="400x300" alt="clouds"]]
+>>[[!img  mapa.jpg size="400x300" alt="clouds"]]
 
 
 Pensando como uma ferramenta de fortalecimento e instrumentalização das comunidades e povos tradicionais, pensando através da perspectiva dos povos de terreiros, que em uma constante zona de ataque, torna-se emblemática a necessidade de pensar a auto segurança  e auto gestão de suas vidas, tais como de seus territórios em meio ao genocídio, onde o mapa Lagbaye Lyika é ferramentas, pensadas para serem enviados pela plataforma e assim que os administradores receberem  relatos em texto, vídeos, fotografias e links extras de informações e marcação em um mapa digital, a localização exata do acontecimento ou história.  essa gama de informações será recebida pelos administradores da pagina, com uma riqueza de detalhe potencializa a possibilidade de resolução e maior empatia pode ser gerada ao mostrar os mínimos detalhes de dados dos relatos. uma das cartas da manga da ferramenta, é o redirecionamento dos relatos por sms, e-mail ou redes sociais, para organizações ou pessoas que tenham poder de resolução para o que venha a chegar na plataforma, serão redirecionado em tempo real para esses contatos previamente preenchidos  no Lagbaye Lyika, sendo possível acompanhar grande espaços geográfico via esse atributo, sendo cidades ou simplesmente comunidades especificas podendo assim ser uma válvula de escape de informações de diversas localidade do globo. 
 
-[[!img  mapagrande.png size="400x300" alt="clouds"]]
+>>[[!img  mapagrande.png size="400x300" alt="clouds"]]
 
 Criada em 2015 como uma ferramenta de ciber ativismo preto de ação direta em relação a acontecimentos de algumas comunidades Quilombolas e pensado para contar as histórias das lideranças e comunidades, contando historias, reafirmando a gerencia auto -gestionada de nossos territoriais, O Maranhão é um estado emblemático em relação a conflitos territoriais, ligado a ausencia de um ferramenta de comunicação a cerca desses aontecimento, ampliava o terror dos moradores dessas regioões, nossa ferramenta surgiu como essa porta chegando a perceber que alguma das categorias que mais tiveram denuncia foram: Situação de Conflitos – Povos e Comunidades Tradicionais; Juventude Cigana; Genocídio da Juventude Negra e Pobre e periférica; e Violação do Direito a Educação. Os locais com mais denúncias foram: Maranhão – com 159 denuncia; e a Bahia – com 21 denuncias.
 
@@ -19,7 +19,7 @@ ABAIXO UM PEQUENO TUTORIAL DE USO PELO COMPUTADOR E CELULAR
 
 Computador
 
-[[!img  celularmapa.jpg size="400x300" alt="clouds"]]
+>>[[!img  celularmapa.jpg size="400x300" alt="clouds"]]
 
 ###Abra o link https://juventudeativa.crowdmap.com;
 Clique no botão (ao lado do banner) “Enviar Relato” (parte superior direita da tela);
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 Celular:
 
-[[!img  celularmapa.jpg size="400x300" alt="clouds"]]
+>>[[!img  celularmapa.jpg size="400x300" alt="clouds"]]
 
 Abra o app Ushahidi e espere ele sincronizar. A primeira vez deve demorar uns 3 minutos. Aguarde!;
 Clique no botão “+” do canto inferior direito para adicionar um novo mapa;

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 ##Sistema online facilita denúncias de violência em comunidades
 
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 O Mapa Lagbaye Lyika é um projeto permanente de apropriação tecnológica e quilombismo digital, uma vez que foi pensado pra alcançar o povo preto, a com ferramentas baseadas em software livre [[Gnu Linux]], objetiva difundir  uma "outra" cartografia, foca as questões territoriais geográficos, nossa comunidades. E nos territórios digitais, pensando a utilização critica da informática, propondo nesse estudo uma política etno centrada nos valores africanos e afro-brasileiros  através de uso críticos de ferramentas digitais de comunicação, o proposto é o sistema online que permite  diversas comunidades criarem uma rede de comunicação rápida e georeferenciadas, com grande agilidade na criação de banco de dados descentralizado, compartilhados e feito pelos povos e comunidades como trocas de saberes e fazeres. e de forma estratégica possibilita conta uma outra história através  enviar denúncias de situações de violência, mapeando áreas de riscos para alertar as pessoas e organizações sociais. A ideia é tornar o cidadão parte da sociedade, dando mais transparência a atos contra os povos e comunidades tradicionais, com ênfase ao genocídio da juventude negra.
 
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 Pensando como uma ferramenta de fortalecimento e instrumentalização das comunidades e povos tradicionais, pensando através da perspectiva dos povos de terreiros, que em uma constante zona de ataque, torna-se emblemática a necessidade de pensar a auto segurança  e auto gestão de suas vidas, tais como de seus territórios em meio ao genocídio, onde o mapa Lagbaye Lyika é ferramentas, pensadas para serem enviados pela plataforma e assim que os administradores receberem  relatos em texto, vídeos, fotografias e links extras de informações e marcação em um mapa digital, a localização exata do acontecimento ou história.  essa gama de informações será recebida pelos administradores da pagina, com uma riqueza de detalhe potencializa a possibilidade de resolução e maior empatia pode ser gerada ao mostrar os mínimos detalhes de dados dos relatos. uma das cartas da manga da ferramenta, é o redirecionamento dos relatos por sms, e-mail ou redes sociais, para organizações ou pessoas que tenham poder de resolução para o que venha a chegar na plataforma, serão redirecionado em tempo real para esses contatos previamente preenchidos  no Lagbaye Lyika, sendo possível acompanhar grande espaços geográfico via esse atributo, sendo cidades ou simplesmente comunidades especificas podendo assim ser uma válvula de escape de informações de diversas localidade do globo. 
 
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 Criada em 2015 como uma ferramenta de ciber ativismo preto de ação direta em relação a acontecimentos de algumas comunidades Quilombolas e pensado para contar as histórias das lideranças e comunidades, contando historias, reafirmando a gerencia auto -gestionada de nossos territoriais, O Maranhão é um estado emblemático em relação a conflitos territoriais, ligado a ausencia de um ferramenta de comunicação a cerca desses aontecimento, ampliava o terror dos moradores dessas regioões, nossa ferramenta surgiu como essa porta chegando a perceber que alguma das categorias que mais tiveram denuncia foram: Situação de Conflitos – Povos e Comunidades Tradicionais; Juventude Cigana; Genocídio da Juventude Negra e Pobre e periférica; e Violação do Direito a Educação. Os locais com mais denúncias foram: Maranhão – com 159 denuncia; e a Bahia – com 21 denuncias.
 
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 Computador
 
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 ###Abra o link https://juventudeativa.crowdmap.com;
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 Celular:
 
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 Abra o app Ushahidi e espere ele sincronizar. A primeira vez deve demorar uns 3 minutos. Aguarde!;
 Clique no botão “+” do canto inferior direito para adicionar um novo mapa;
@@ -61,66 +61,4 @@ Clique no botão “+” do canto inferior direito para adicionar um novo mapa;
 Coloque um nome qualquer, tipo: Mapa de Risco (ou outro de sua preferência);
 Coloque a URL:https://juventudeativa.crowdmap.com;
 Ao abrir o mapa, você pode enviar seu relato clicando no ícone de câmera na parte inferior da tela, funciona de maneira semelhante ao famoso Instagram, mas você pode contribuir com foto, texto e vídeo.
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-##Sobre 
-“Fixyourstreet.ie” é um serviço lançado em 2 de agosto de 2011, no qual você pode relatar problemas ao seu conselho local. O fixyourstreet.ie consiste em um site acessível publicamente com tecnologias móveis associadas, no qual podem ser relatados problemas não urgentes, como pichações, defeitos de estradas, problemas com iluminação pública, vazamentos de água / problemas de drenagem e lixo ou despejo ilegal.
-
-Conforme prometido no programa para o governo, as questões levantadas em “fixyourstreet.ie” serão respondidas dentro de 2 dias úteis. A resposta disponível através do website será sempre dada por um funcionário do Conselho relevante.
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-##Noticias legais
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-Ao usar o site fixyourstreet.ie ou qualquer aplicativo ou serviço relacionado, você está consentindo com o uso de cookies do site e concorda com as cláusulas e o conteúdo do aviso de isenção do site. Mais informações sobre como usamos cookies podem ser encontradas mais tarde nesta página e você pode acessar o aviso de isenção do site na barra de navegação, na parte superior da página. Por favor, entre em contato com hello@fixyourstreet.ie caso tenha alguma dúvida.
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-Quem é fixyourstreet?
-
-fixyourstreet.ie é operado em nome de todas as autoridades locais na Irlanda, pelo Conselho do Condado de South Dublin.
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-##Quais áreas são cobertas?
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-A partir de 1 de janeiro de 2013, você pode relatar problemas para a atenção de qualquer autoridade local irlandesa.
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-##O site está disponível através da língua irlandesa?
-
-Sim, o fixyourstreet tem uma implementação completa em irlandês disponível em www.deisighdoshraid.ie
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-##Qual é a tag "beta" no site?
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-Como o fixyourstreet continua a se desenvolver, o site e os serviços associados estão sendo colocados em um status "beta". A funcionalidade oferecida pode mudar ou evoluir para satisfazer as aspirações da prestação de serviços.
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-##Existe um aplicativo?
-
-Sim. Atualmente, suportamos a plataforma de telefonia móvel Android e você a encontrará na loja do Google Play.
-
-Há uma versão do iPhone chegando em breve, por isso, espere aí. O próprio site da web www.fixyourstreet.ie é habilitado para dispositivos móveis, que oferece uma interface simples para visualizar e relatar problemas por meio do navegador da web do telefone celular.
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-##Como posso obter o aplicativo?
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-- Siga este link no seu celular Android para baixar e instalar o aplicativo de rua,
-- Pesquise na loja do google play por "consertar sua rua na Irlanda" e instale a partir daí, ou
-- Digitalize o código QR abaixo para levá-lo ao aplicativo na loja do Google Play.
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-##Código QR
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-Privacidade / Proteção de Dados / Open Data / Open Source
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-O fixyourstreet.ie baseia-se na tecnologia de código aberto e facilita a abertura e transparência, mantendo cada questão relatada através do fixyourstreet.ie e seu progresso no domínio público e disponível para qualquer pessoa através do website e das interfaces móveis.
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-Como o serviço está aberto - lidando apenas com relatórios não pessoais, os terceiros estarão livres para analisar e interagir com o serviço e as informações relatadas no sistema. Para aqueles tecnicamente ocupados, uma API (interface de programação de aplicativos) está disponível para interagir com o serviço de maneira estruturada.
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-##Proteção de dados
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-O Conselho do Condado de South Dublin é o responsável pelo tratamento de dados relativamente ao fixyourstreet.ie, de acordo com as disposições dos atos de proteção de dados de 1988 e 2003.
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-Fornecer dados pessoais para o fixyourstreet.ie é sempre opcional. Quando os dados pessoais são fornecidos pelo usuário na forma de nome, sobrenome e endereço de e-mail, o objetivo da coleta desses dados pessoais é: a) notificá-lo (por e-mail) quando uma Autoridade Local / Conselho ou o Os operadores de rua atualizam seu relatório no site fixyourstreet.ie, e b) fornecem esses dados a uma Autoridade Local / Conselho, mediante solicitação, com o objetivo de entrar em contato diretamente com você, caso seja necessário.
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-fixyourstreet.ie é operado pelo Conselho do Condado de South Dublin em nome das autoridades locais (Conselhos) da Irlanda. Se você fornecer dados pessoais ao fixyourstreet.ie, eles poderão ser compartilhados com uma autoridade local, conforme detalhado abaixo, na seção intitulada 'seus dados pessoais'.
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-Você tem o direito de acesso aos seus dados pessoais que podem ser mantidos em fixyourstreet.ie, e o direito de retificar esses dados no caso improvável de tais dados serem imprecisos ou processados ​​injustamente.
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-##Seus dados pessoais
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-(a) Na correção de seus relatórios de rua que são adicionados -
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-Corrigir sua rua não exige que você ou qualquer terceiro em seu nome forneça dados pessoais para relatar problemas para a atenção do Conselho. Caso os dados pessoais de qualquer tipo sejam incluídos nos detalhes do relatório (descrição), eles serão removidos do relatório e geralmente enviados separadamente para a autoridade local relevante para suas informações. O relatório é então publicado como normal na correção do seu site da rua.
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 Coloque a URL:https://juventudeativa.crowdmap.com;
 Ao abrir o mapa, você pode enviar seu relato clicando no ícone de câmera na parte inferior da tela, funciona de maneira semelhante ao famoso Instagram, mas você pode contribuir com foto, texto e vídeo.
 
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+##Sobre 
 “Fixyourstreet.ie” é um serviço lançado em 2 de agosto de 2011, no qual você pode relatar problemas ao seu conselho local. O fixyourstreet.ie consiste em um site acessível publicamente com tecnologias móveis associadas, no qual podem ser relatados problemas não urgentes, como pichações, defeitos de estradas, problemas com iluminação pública, vazamentos de água / problemas de drenagem e lixo ou despejo ilegal.
 
 Conforme prometido no programa para o governo, as questões levantadas em “fixyourstreet.ie” serão respondidas dentro de 2 dias úteis. A resposta disponível através do website será sempre dada por um funcionário do Conselho relevante.
 
-Noticias legais
+##Noticias legais
 
 Ao usar o site fixyourstreet.ie ou qualquer aplicativo ou serviço relacionado, você está consentindo com o uso de cookies do site e concorda com as cláusulas e o conteúdo do aviso de isenção do site. Mais informações sobre como usamos cookies podem ser encontradas mais tarde nesta página e você pode acessar o aviso de isenção do site na barra de navegação, na parte superior da página. Por favor, entre em contato com hello@fixyourstreet.ie caso tenha alguma dúvida.
 
@@ -75,31 +75,31 @@ Quem é fixyourstreet?
 
 fixyourstreet.ie é operado em nome de todas as autoridades locais na Irlanda, pelo Conselho do Condado de South Dublin.
 
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+##Quais áreas são cobertas?
 
 A partir de 1 de janeiro de 2013, você pode relatar problemas para a atenção de qualquer autoridade local irlandesa.
 
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+##O site está disponível através da língua irlandesa?
 
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 Sim. Atualmente, suportamos a plataforma de telefonia móvel Android e você a encontrará na loja do Google Play.
 
 Há uma versão do iPhone chegando em breve, por isso, espere aí. O próprio site da web www.fixyourstreet.ie é habilitado para dispositivos móveis, que oferece uma interface simples para visualizar e relatar problemas por meio do navegador da web do telefone celular.
 
-Como posso obter o aplicativo?
+##Como posso obter o aplicativo?
 
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 - Pesquise na loja do google play por "consertar sua rua na Irlanda" e instale a partir daí, ou
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-Código QR
+##Código QR
 
 Privacidade / Proteção de Dados / Open Data / Open Source
 
@@ -107,7 +107,7 @@ O fixyourstreet.ie baseia-se na tecnologia de código aberto e facilita a abertu
 
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-Proteção de dados
+##Proteção de dados
 
 O Conselho do Condado de South Dublin é o responsável pelo tratamento de dados relativamente ao fixyourstreet.ie, de acordo com as disposições dos atos de proteção de dados de 1988 e 2003.
 
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 Você tem o direito de acesso aos seus dados pessoais que podem ser mantidos em fixyourstreet.ie, e o direito de retificar esses dados no caso improvável de tais dados serem imprecisos ou processados ​​injustamente.
 
-Seus dados pessoais
+##Seus dados pessoais
 
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+++ b/Mapa_Lagbaye_Lyika.mdwn
@@ -61,3 +61,66 @@ Clique no botão “+” do canto inferior direito para adicionar um novo mapa;
 Coloque um nome qualquer, tipo: Mapa de Risco (ou outro de sua preferência);
 Coloque a URL:https://juventudeativa.crowdmap.com;
 Ao abrir o mapa, você pode enviar seu relato clicando no ícone de câmera na parte inferior da tela, funciona de maneira semelhante ao famoso Instagram, mas você pode contribuir com foto, texto e vídeo.
+
+
+“Fixyourstreet.ie” é um serviço lançado em 2 de agosto de 2011, no qual você pode relatar problemas ao seu conselho local. O fixyourstreet.ie consiste em um site acessível publicamente com tecnologias móveis associadas, no qual podem ser relatados problemas não urgentes, como pichações, defeitos de estradas, problemas com iluminação pública, vazamentos de água / problemas de drenagem e lixo ou despejo ilegal.
+
+Conforme prometido no programa para o governo, as questões levantadas em “fixyourstreet.ie” serão respondidas dentro de 2 dias úteis. A resposta disponível através do website será sempre dada por um funcionário do Conselho relevante.
+
+Noticias legais
+
+Ao usar o site fixyourstreet.ie ou qualquer aplicativo ou serviço relacionado, você está consentindo com o uso de cookies do site e concorda com as cláusulas e o conteúdo do aviso de isenção do site. Mais informações sobre como usamos cookies podem ser encontradas mais tarde nesta página e você pode acessar o aviso de isenção do site na barra de navegação, na parte superior da página. Por favor, entre em contato com hello@fixyourstreet.ie caso tenha alguma dúvida.
+
+Quem é fixyourstreet?
+
+fixyourstreet.ie é operado em nome de todas as autoridades locais na Irlanda, pelo Conselho do Condado de South Dublin.
+
+Quais áreas são cobertas?
+
+A partir de 1 de janeiro de 2013, você pode relatar problemas para a atenção de qualquer autoridade local irlandesa.
+
+O site está disponível através da língua irlandesa?
+
+Sim, o fixyourstreet tem uma implementação completa em irlandês disponível em www.deisighdoshraid.ie
+
+Qual é a tag "beta" no site?
+
+Como o fixyourstreet continua a se desenvolver, o site e os serviços associados estão sendo colocados em um status "beta". A funcionalidade oferecida pode mudar ou evoluir para satisfazer as aspirações da prestação de serviços.
+
+Existe um aplicativo?
+
+Sim. Atualmente, suportamos a plataforma de telefonia móvel Android e você a encontrará na loja do Google Play.
+
+Há uma versão do iPhone chegando em breve, por isso, espere aí. O próprio site da web www.fixyourstreet.ie é habilitado para dispositivos móveis, que oferece uma interface simples para visualizar e relatar problemas por meio do navegador da web do telefone celular.
+
+Como posso obter o aplicativo?
+
+- Siga este link no seu celular Android para baixar e instalar o aplicativo de rua,
+- Pesquise na loja do google play por "consertar sua rua na Irlanda" e instale a partir daí, ou
+- Digitalize o código QR abaixo para levá-lo ao aplicativo na loja do Google Play.
+
+Código QR
+
+Privacidade / Proteção de Dados / Open Data / Open Source
+
+O fixyourstreet.ie baseia-se na tecnologia de código aberto e facilita a abertura e transparência, mantendo cada questão relatada através do fixyourstreet.ie e seu progresso no domínio público e disponível para qualquer pessoa através do website e das interfaces móveis.
+
+Como o serviço está aberto - lidando apenas com relatórios não pessoais, os terceiros estarão livres para analisar e interagir com o serviço e as informações relatadas no sistema. Para aqueles tecnicamente ocupados, uma API (interface de programação de aplicativos) está disponível para interagir com o serviço de maneira estruturada.
+
+Proteção de dados
+
+O Conselho do Condado de South Dublin é o responsável pelo tratamento de dados relativamente ao fixyourstreet.ie, de acordo com as disposições dos atos de proteção de dados de 1988 e 2003.
+
+Fornecer dados pessoais para o fixyourstreet.ie é sempre opcional. Quando os dados pessoais são fornecidos pelo usuário na forma de nome, sobrenome e endereço de e-mail, o objetivo da coleta desses dados pessoais é: a) notificá-lo (por e-mail) quando uma Autoridade Local / Conselho ou o Os operadores de rua atualizam seu relatório no site fixyourstreet.ie, e b) fornecem esses dados a uma Autoridade Local / Conselho, mediante solicitação, com o objetivo de entrar em contato diretamente com você, caso seja necessário.
+
+fixyourstreet.ie é operado pelo Conselho do Condado de South Dublin em nome das autoridades locais (Conselhos) da Irlanda. Se você fornecer dados pessoais ao fixyourstreet.ie, eles poderão ser compartilhados com uma autoridade local, conforme detalhado abaixo, na seção intitulada 'seus dados pessoais'.
+
+Você tem o direito de acesso aos seus dados pessoais que podem ser mantidos em fixyourstreet.ie, e o direito de retificar esses dados no caso improvável de tais dados serem imprecisos ou processados ​​injustamente.
+
+Seus dados pessoais
+
+(a) Na correção de seus relatórios de rua que são adicionados -
+
+Corrigir sua rua não exige que você ou qualquer terceiro em seu nome forneça dados pessoais para relatar problemas para a atenção do Conselho. Caso os dados pessoais de qualquer tipo sejam incluídos nos detalhes do relatório (descrição), eles serão removidos do relatório e geralmente enviados separadamente para a autoridade local relevante para suas informações. O relatório é então publicado como normal na correção do seu site da rua.
+
+Se você optar por fornecer seu nome e endereço de e-mail ou se um serviço de terceiros fornecer seu nome e endereço de e-mail em seu nome, você pode esperar que a correção do serviço de rua entre em contato com você no endereço de e-mail enviado para permitir você sabe quando uma resposta oficial de um Conselho foi adicionada. Isso é fundamental para a oferta de serviços

diff --git a/Mapa_Lagbaye_Lyika.mdwn b/Mapa_Lagbaye_Lyika.mdwn
index 4a0ecc4..17200b0 100644
--- a/Mapa_Lagbaye_Lyika.mdwn
+++ b/Mapa_Lagbaye_Lyika.mdwn
@@ -30,7 +30,7 @@ Coloque o endereço correto e dê “zoom-in” para ter certeza que o ponto est
 
 Celular:
 
-[!img  celularmapa.jpg size="200x200" alt="clouds"]]
+[[!img  celularmapa.jpg size="200x200" alt="clouds"]]
 
 Abra o app Ushahidi e espere ele sincronizar. A primeira vez deve demorar uns 3 minutos. Aguarde!;
 Clique no botão “+” do canto inferior direito para adicionar um novo mapa;

diff --git a/Mapa_Lagbaye_Lyika.mdwn b/Mapa_Lagbaye_Lyika.mdwn
index e549479..4a0ecc4 100644
--- a/Mapa_Lagbaye_Lyika.mdwn
+++ b/Mapa_Lagbaye_Lyika.mdwn
@@ -30,6 +30,8 @@ Coloque o endereço correto e dê “zoom-in” para ter certeza que o ponto est
 
 Celular:
 
+[!img  celularmapa.jpg size="200x200" alt="clouds"]]
+
 Abra o app Ushahidi e espere ele sincronizar. A primeira vez deve demorar uns 3 minutos. Aguarde!;
 Clique no botão “+” do canto inferior direito para adicionar um novo mapa;
 Coloque um nome qualquer, tipo: Mapa de Risco (ou outro de sua preferência);

diff --git a/Mapa_Lagbaye_Lyika.mdwn b/Mapa_Lagbaye_Lyika.mdwn
index 1cd2e21..e549479 100644
--- a/Mapa_Lagbaye_Lyika.mdwn
+++ b/Mapa_Lagbaye_Lyika.mdwn
@@ -19,7 +19,7 @@ ABAIXO UM PEQUENO TUTORIAL DE USO PELO COMPUTADOR E CELULAR
 
 Computador
 
-[[!img  celularmapa.png size="200x200" alt="clouds"]]
+[[!img  celularmapa.jpg size="200x200" alt="clouds"]]
 
 ###Abra o link https://juventudeativa.crowdmap.com;
 Clique no botão (ao lado do banner) “Enviar Relato” (parte superior direita da tela);

diff --git a/Mapa_Lagbaye_Lyika.mdwn b/Mapa_Lagbaye_Lyika.mdwn
index 4ae6771..1cd2e21 100644
--- a/Mapa_Lagbaye_Lyika.mdwn
+++ b/Mapa_Lagbaye_Lyika.mdwn
@@ -19,6 +19,8 @@ ABAIXO UM PEQUENO TUTORIAL DE USO PELO COMPUTADOR E CELULAR
 
 Computador
 
+[[!img  celularmapa.png size="200x200" alt="clouds"]]
+
 ###Abra o link https://juventudeativa.crowdmap.com;
 Clique no botão (ao lado do banner) “Enviar Relato” (parte superior direita da tela);
 

attachment upload
diff --git a/Mapa_Lagbaye_Lyika/celularmapa.jpg b/Mapa_Lagbaye_Lyika/celularmapa.jpg
new file mode 100644
index 0000000..3369bb1
Binary files /dev/null and b/Mapa_Lagbaye_Lyika/celularmapa.jpg differ

diff --git a/Mapa_Lagbaye_Lyika.mdwn b/Mapa_Lagbaye_Lyika.mdwn
index a79af99..4ae6771 100644
--- a/Mapa_Lagbaye_Lyika.mdwn
+++ b/Mapa_Lagbaye_Lyika.mdwn
@@ -9,6 +9,8 @@ O Mapa Lagbaye Lyika é um projeto permanente de apropriação tecnológica e qu
 
 Pensando como uma ferramenta de fortalecimento e instrumentalização das comunidades e povos tradicionais, pensando através da perspectiva dos povos de terreiros, que em uma constante zona de ataque, torna-se emblemática a necessidade de pensar a auto segurança  e auto gestão de suas vidas, tais como de seus territórios em meio ao genocídio, onde o mapa Lagbaye Lyika é ferramentas, pensadas para serem enviados pela plataforma e assim que os administradores receberem  relatos em texto, vídeos, fotografias e links extras de informações e marcação em um mapa digital, a localização exata do acontecimento ou história.  essa gama de informações será recebida pelos administradores da pagina, com uma riqueza de detalhe potencializa a possibilidade de resolução e maior empatia pode ser gerada ao mostrar os mínimos detalhes de dados dos relatos. uma das cartas da manga da ferramenta, é o redirecionamento dos relatos por sms, e-mail ou redes sociais, para organizações ou pessoas que tenham poder de resolução para o que venha a chegar na plataforma, serão redirecionado em tempo real para esses contatos previamente preenchidos  no Lagbaye Lyika, sendo possível acompanhar grande espaços geográfico via esse atributo, sendo cidades ou simplesmente comunidades especificas podendo assim ser uma válvula de escape de informações de diversas localidade do globo. 
 
+[[!img  mapagrande.png size="200x200" alt="clouds"]]
+
 Criada em 2015 como uma ferramenta de ciber ativismo preto de ação direta em relação a acontecimentos de algumas comunidades Quilombolas e pensado para contar as histórias das lideranças e comunidades, contando historias, reafirmando a gerencia auto -gestionada de nossos territoriais, O Maranhão é um estado emblemático em relação a conflitos territoriais, ligado a ausencia de um ferramenta de comunicação a cerca desses aontecimento, ampliava o terror dos moradores dessas regioões, nossa ferramenta surgiu como essa porta chegando a perceber que alguma das categorias que mais tiveram denuncia foram: Situação de Conflitos – Povos e Comunidades Tradicionais; Juventude Cigana; Genocídio da Juventude Negra e Pobre e periférica; e Violação do Direito a Educação. Os locais com mais denúncias foram: Maranhão – com 159 denuncia; e a Bahia – com 21 denuncias.
 
 Se estamos por nossa própria sorte, necessitámos pensar uma outra forma de luta, baseadas nas ideologia Pan-africanista Garveista e pela Afrocentricidade buscamos alcançar a participação popular para este Sistema é extremamente importante, já que com relatos contendo mais detalhes ajudarão na segurança das pessoas. Seu relato para o Mapa Lagbaye Lyika pode ser enviado tanto por computador como por celular:

diff --git a/Mapa_Lagbaye_Lyika.mdwn b/Mapa_Lagbaye_Lyika.mdwn
index e06c0ef..a79af99 100644
--- a/Mapa_Lagbaye_Lyika.mdwn
+++ b/Mapa_Lagbaye_Lyika.mdwn
@@ -4,6 +4,9 @@
  
 O Mapa Lagbaye Lyika é um projeto permanente de apropriação tecnológica e quilombismo digital, uma vez que foi pensado pra alcançar o povo preto, a com ferramentas baseadas em software livre [[Gnu Linux]], objetiva difundir  uma "outra" cartografia, foca as questões territoriais geográficos, nossa comunidades. E nos territórios digitais, pensando a utilização critica da informática, propondo nesse estudo uma política etno centrada nos valores africanos e afro-brasileiros  através de uso críticos de ferramentas digitais de comunicação, o proposto é o sistema online que permite  diversas comunidades criarem uma rede de comunicação rápida e georeferenciadas, com grande agilidade na criação de banco de dados descentralizado, compartilhados e feito pelos povos e comunidades como trocas de saberes e fazeres. e de forma estratégica possibilita conta uma outra história através  enviar denúncias de situações de violência, mapeando áreas de riscos para alertar as pessoas e organizações sociais. A ideia é tornar o cidadão parte da sociedade, dando mais transparência a atos contra os povos e comunidades tradicionais, com ênfase ao genocídio da juventude negra.
 
+[[!img  mapa.jpg size="200x200" alt="clouds"]]
+
+
 Pensando como uma ferramenta de fortalecimento e instrumentalização das comunidades e povos tradicionais, pensando através da perspectiva dos povos de terreiros, que em uma constante zona de ataque, torna-se emblemática a necessidade de pensar a auto segurança  e auto gestão de suas vidas, tais como de seus territórios em meio ao genocídio, onde o mapa Lagbaye Lyika é ferramentas, pensadas para serem enviados pela plataforma e assim que os administradores receberem  relatos em texto, vídeos, fotografias e links extras de informações e marcação em um mapa digital, a localização exata do acontecimento ou história.  essa gama de informações será recebida pelos administradores da pagina, com uma riqueza de detalhe potencializa a possibilidade de resolução e maior empatia pode ser gerada ao mostrar os mínimos detalhes de dados dos relatos. uma das cartas da manga da ferramenta, é o redirecionamento dos relatos por sms, e-mail ou redes sociais, para organizações ou pessoas que tenham poder de resolução para o que venha a chegar na plataforma, serão redirecionado em tempo real para esses contatos previamente preenchidos  no Lagbaye Lyika, sendo possível acompanhar grande espaços geográfico via esse atributo, sendo cidades ou simplesmente comunidades especificas podendo assim ser uma válvula de escape de informações de diversas localidade do globo. 
 
 Criada em 2015 como uma ferramenta de ciber ativismo preto de ação direta em relação a acontecimentos de algumas comunidades Quilombolas e pensado para contar as histórias das lideranças e comunidades, contando historias, reafirmando a gerencia auto -gestionada de nossos territoriais, O Maranhão é um estado emblemático em relação a conflitos territoriais, ligado a ausencia de um ferramenta de comunicação a cerca desses aontecimento, ampliava o terror dos moradores dessas regioões, nossa ferramenta surgiu como essa porta chegando a perceber que alguma das categorias que mais tiveram denuncia foram: Situação de Conflitos – Povos e Comunidades Tradicionais; Juventude Cigana; Genocídio da Juventude Negra e Pobre e periférica; e Violação do Direito a Educação. Os locais com mais denúncias foram: Maranhão – com 159 denuncia; e a Bahia – com 21 denuncias.

diff --git a/Mapa_Lagbaye_Lyika.mdwn b/Mapa_Lagbaye_Lyika.mdwn
index 8dbf1b1..e06c0ef 100644
--- a/Mapa_Lagbaye_Lyika.mdwn
+++ b/Mapa_Lagbaye_Lyika.mdwn
@@ -1,4 +1,6 @@
 ##Sistema online facilita denúncias de violência em comunidades
+
+[[!img  mapaeduca.jpg size="200x200" alt="clouds"]]
  
 O Mapa Lagbaye Lyika é um projeto permanente de apropriação tecnológica e quilombismo digital, uma vez que foi pensado pra alcançar o povo preto, a com ferramentas baseadas em software livre [[Gnu Linux]], objetiva difundir  uma "outra" cartografia, foca as questões territoriais geográficos, nossa comunidades. E nos territórios digitais, pensando a utilização critica da informática, propondo nesse estudo uma política etno centrada nos valores africanos e afro-brasileiros  através de uso críticos de ferramentas digitais de comunicação, o proposto é o sistema online que permite  diversas comunidades criarem uma rede de comunicação rápida e georeferenciadas, com grande agilidade na criação de banco de dados descentralizado, compartilhados e feito pelos povos e comunidades como trocas de saberes e fazeres. e de forma estratégica possibilita conta uma outra história através  enviar denúncias de situações de violência, mapeando áreas de riscos para alertar as pessoas e organizações sociais. A ideia é tornar o cidadão parte da sociedade, dando mais transparência a atos contra os povos e comunidades tradicionais, com ênfase ao genocídio da juventude negra.
 

diff --git a/Mapa_Lagbaye_Lyika.mdwn b/Mapa_Lagbaye_Lyika.mdwn
index 728afca..8dbf1b1 100644
--- a/Mapa_Lagbaye_Lyika.mdwn
+++ b/Mapa_Lagbaye_Lyika.mdwn
@@ -1,18 +1,14 @@
 ##Sistema online facilita denúncias de violência em comunidades
  
-O Mapa Lagbaye Lyika é um projeto permanente de apropriação tecnológica e quilombismo digital, uma vez que foi pensado pra alcancar o povo preto, a com ferramentas baseadas em software livre [[Gnu Linux]], objetiva diceminar uma "outra" cartografia, foca as questões territorais atravéz de sistema online que permite você e sua comunidade criar uma rede de comunicação georeferenciada, com grande agilidade o
-sistema online facilita a criaçâo de banco de dados descentralizado, trocas de saberes e fazeres e tem o potencial no envio de denúncias de violência e peivações de direitos humanos em comunidades.
- 
+O Mapa Lagbaye Lyika é um projeto permanente de apropriação tecnológica e quilombismo digital, uma vez que foi pensado pra alcançar o povo preto, a com ferramentas baseadas em software livre [[Gnu Linux]], objetiva difundir  uma "outra" cartografia, foca as questões territoriais geográficos, nossa comunidades. E nos territórios digitais, pensando a utilização critica da informática, propondo nesse estudo uma política etno centrada nos valores africanos e afro-brasileiros  através de uso críticos de ferramentas digitais de comunicação, o proposto é o sistema online que permite  diversas comunidades criarem uma rede de comunicação rápida e georeferenciadas, com grande agilidade na criação de banco de dados descentralizado, compartilhados e feito pelos povos e comunidades como trocas de saberes e fazeres. e de forma estratégica possibilita conta uma outra história através  enviar denúncias de situações de violência, mapeando áreas de riscos para alertar as pessoas e organizações sociais. A ideia é tornar o cidadão parte da sociedade, dando mais transparência a atos contra os povos e comunidades tradicionais, com ênfase ao genocídio da juventude negra.
 
-O Mapa Lagbaye Lyika é um novo sistema online que permite você e sua comunidade enviar denúncias de situações de violência, mapeando áreas de riscos para alertar as pessoas e organizações sociais. A ideia é tornar o cidadão parte da sociedade, dando mais transparência a atos contra os povos e comunidades tradicionais, com ênfase ao genocídio da juventude negra.
+Pensando como uma ferramenta de fortalecimento e instrumentalização das comunidades e povos tradicionais, pensando através da perspectiva dos povos de terreiros, que em uma constante zona de ataque, torna-se emblemática a necessidade de pensar a auto segurança  e auto gestão de suas vidas, tais como de seus territórios em meio ao genocídio, onde o mapa Lagbaye Lyika é ferramentas, pensadas para serem enviados pela plataforma e assim que os administradores receberem  relatos em texto, vídeos, fotografias e links extras de informações e marcação em um mapa digital, a localização exata do acontecimento ou história.  essa gama de informações será recebida pelos administradores da pagina, com uma riqueza de detalhe potencializa a possibilidade de resolução e maior empatia pode ser gerada ao mostrar os mínimos detalhes de dados dos relatos. uma das cartas da manga da ferramenta, é o redirecionamento dos relatos por sms, e-mail ou redes sociais, para organizações ou pessoas que tenham poder de resolução para o que venha a chegar na plataforma, serão redirecionado em tempo real para esses contatos previamente preenchidos  no Lagbaye Lyika, sendo possível acompanhar grande espaços geográfico via esse atributo, sendo cidades ou simplesmente comunidades especificas podendo assim ser uma válvula de escape de informações de diversas localidade do globo. 
 
-A ideia deste Mapa partiu do Mil Onilètó Alagbede, criador do projeto Família Black Panthers de Taekwondo, projeto sem fim lucrativo que desde 2008 tem acolhido jovens e crianças do bairro do João Paulo e entorno, na cidade de São Luiz do Maranhão. O projeto defende causas de Direitos dos Povos e Comunidades de Terreiros e Matrizes Africanas.
+Criada em 2015 como uma ferramenta de ciber ativismo preto de ação direta em relação a acontecimentos de algumas comunidades Quilombolas e pensado para contar as histórias das lideranças e comunidades, contando historias, reafirmando a gerencia auto -gestionada de nossos territoriais, O Maranhão é um estado emblemático em relação a conflitos territoriais, ligado a ausencia de um ferramenta de comunicação a cerca desses aontecimento, ampliava o terror dos moradores dessas regioões, nossa ferramenta surgiu como essa porta chegando a perceber que alguma das categorias que mais tiveram denuncia foram: Situação de Conflitos – Povos e Comunidades Tradicionais; Juventude Cigana; Genocídio da Juventude Negra e Pobre e periférica; e Violação do Direito a Educação. Os locais com mais denúncias foram: Maranhão – com 159 denuncia; e a Bahia – com 21 denuncias.
 
-Alguma das categorias que mais tiveram denuncia foram: Situação de Conflitos – Povos e Comunidades Tradicionais; Juventude Cigana; Genocídio da Juventude Negra e Pobre e periférica; e Violação do Direito a Educação. Os locais com mais denúncias foram: Maranhão – com 159 denuncia; e a Bahia – com 21 denuncias.
+Se estamos por nossa própria sorte, necessitámos pensar uma outra forma de luta, baseadas nas ideologia Pan-africanista Garveista e pela Afrocentricidade buscamos alcançar a participação popular para este Sistema é extremamente importante, já que com relatos contendo mais detalhes ajudarão na segurança das pessoas. Seu relato para o Mapa Lagbaye Lyika pode ser enviado tanto por computador como por celular:
 
-A participação popular para este Sistema é extremamente importante, já que com relatos contendo mais detalhes ajudarão na segurança das pessoas. Seu relato para o Mapa Lagbaye Lyika pode ser enviado tanto por computador como por celular:
-
- 
+ABAIXO UM PEQUENO TUTORIAL DE USO PELO COMPUTADOR E CELULAR 
 
 Computador
 
@@ -29,9 +25,9 @@ Abra o app Ushahidi e espere ele sincronizar. A primeira vez deve demorar uns 3
 Clique no botão “+” do canto inferior direito para adicionar um novo mapa;
 Coloque um nome qualquer, tipo: Mapa de Risco (ou outro de sua preferência);
 Coloque a URL:https://juventudeativa.crowdmap.com;
-Ao abrir o mapa, você pode enviar seu relato clicando no ícone de câmera na parte inferior da tela, funciona de maneira semelhante ao famoso Instagram, mas você pode contribuir com foto, texto e vídeo.dade e fácil manuseio. e ao mesmo tempo criar um banco de dados colaborativo, salvaguardar a memória ancestral. No Mapa lagbaye Lyika é possível enviar denúncias de situações de violências diversas, com foto, vídeo, localização geográfica e link de informação extra, esse mix de funcionalidade, faz dele uma grande plataforma de ouvidoria, analize de transparencia pública, tendo como principal caracteristica o fato de não exigir logim, logo é possivel enviar relato de forma totalmentr ANINÔNIMA, sendo ela pensada para funcionar psra evitar ou em situações de conflitos a auto defesa é levada verdadeiramente em conta.Ideal para alertar sinistros ambientais,tal qual violações de direitos humanos, levando para mão das comunidafes o poder da cartoprática onde  mapeando áreas de riscos para alertar as pessoas e organizações internacionais ou nacionais através de um dispositivo de alerta em tempo real, pensando a internaciomalização de questões que venham acontecer ou recentes. A ideia é tornar o cidadão parte da sociedade, provocar o uso critíco das tecnologias pretas de comunicação, dando mais transparência a atos contra os povos e comunidades tradicionais, com ênfase ao genocídio do povo preto e menorias na diáspora.
+Ao abrir o mapa, você pode enviar seu relato clicando no ícone de câmera na parte inferior da tela, funciona de maneira semelhante ao famoso Instagram, mas você pode contribuir com foto, texto e vídeo.dade e fácil manuseio. e ao mesmo tempo criar um banco de dados colaborativo, salvaguardar a memória ancestral. No Mapa lagbaye Lyika é possível enviar denúncias de situações de violências diversas, com foto, vídeo, localização geográfica e link de informação extra, esse mix de funcionalidade, faz dele uma grande plataforma de ouvidoria, analize de transparencia pública, tendo como principal caracteristica o fato de não exigir logim, logo é possivel enviar relato de forma totalmentr ANINÔNIMA, sendo ela pensada para funcionar psra evitar ou em situações de conflitos a auto defesa é levada verdadeiramente em conta.Ideal para alertar sinistros ambientais,tal qual violações de direitos humanos, levando para mão das comunidafes o poder da cartoprática onde  mapeando áreas de riscos para alertar as pessoas e organizações internacionais ou nacionais através de um dispositivo de alerta em tempo real, pensando a internaciomalização de questões que venham acontecer ou recentes. A ideia é tornar o cidadão parte da sociedade, provocar o uso critíco das tecnologias pretas de comunicação, dando mais transparência a atos contra os povos e comunidades tradicionais, com ênfase ao genocídio do povo preto e memórias na diáspora.
 
-A ideia deste Mapa partiu do Mil Onilètó Hacker Preto Macumbeiro criador do Centro de Referência Panafricanista CRP- Gbara Dudu, que desensolve desde 2007 ações diretas em divversas partes do Brasil, entre essas ações o projeto Família Black Panthers de Taekwondo, projeto sem fim lucrativo que desde 2008 tem acolhido jovens e crianças do bairro do João Paulo e entorno, na cidade de São Luiz do Maranhão. O CRP Gbara Dudu defende causas de Direitos dos Povos e Comunidades de Terreiros e Matrizes Africanas, acreditando na divulgação e criação de ferramentas e formas livres de comunicação.
+A ideia deste Mapa partiu do Mil Onilètó Hacker Preto Macumbeiro criador do Centro de Referência Pan-africanista CRP- Gbara Dudu, que desenvolve desde 2007 ações diretas em diversas partes do Brasil, entre essas ações o projeto Família Black Panthers de Taekwondo, projeto sem fim lucrativo que desde 2008 tem acolhido jovens e crianças do bairro do João Paulo e entorno, na cidade de São Luiz do Maranhão. O CRP Gbara Dudu defende causas de Direitos dos Povos e Comunidades de Terreiros e Matrizes Africanas, acreditando na divulgação e criação de ferramentas e formas livres de comunicação.
 
 Alguma das categorias que mais tiveram denuncia foram: Situação de Conflitos – Povos e Comunidades Tradicionais; Juventude Cigana; Genocídio da Juventude Negra e Pobre e periférica; e Violação do Direito a Educação. Os locais com mais denúncias foram: Maranhão – com 159 denuncia; e a Bahia – com 21 denuncias.
 

attachment upload
diff --git a/Mapa_Lagbaye_Lyika/mapa.jpg b/Mapa_Lagbaye_Lyika/mapa.jpg
new file mode 100644
index 0000000..bdc26f2
Binary files /dev/null and b/Mapa_Lagbaye_Lyika/mapa.jpg differ
diff --git a/Mapa_Lagbaye_Lyika/mapaeduca.jpg b/Mapa_Lagbaye_Lyika/mapaeduca.jpg
new file mode 100644
index 0000000..8fb783e
Binary files /dev/null and b/Mapa_Lagbaye_Lyika/mapaeduca.jpg differ
diff --git a/Mapa_Lagbaye_Lyika/mapagrande.png b/Mapa_Lagbaye_Lyika/mapagrande.png
new file mode 100644
index 0000000..ffe2638
Binary files /dev/null and b/Mapa_Lagbaye_Lyika/mapagrande.png differ

diff --git a/posts/Tv_Livre_Cine_Quebrada.mdwn b/posts/Tv_Livre_Cine_Quebrada.mdwn
new file mode 100644
index 0000000..468e3ec
--- /dev/null
+++ b/posts/Tv_Livre_Cine_Quebrada.mdwn
@@ -0,0 +1,4 @@
+<iframe height="450px" width="75%" src="//tv.taina.net.br/fp/tvtambor.html" name="iframe_a"></iframe>
+
+
+

diff --git a/Mapa_Lagbaye_Lyika.mdwn b/Mapa_Lagbaye_Lyika.mdwn
index fc80add..728afca 100644
--- a/Mapa_Lagbaye_Lyika.mdwn
+++ b/Mapa_Lagbaye_Lyika.mdwn
@@ -1,7 +1,7 @@
 ##Sistema online facilita denúncias de violência em comunidades
  
-O Mapa Lagbaye Lyika é um projeto permanente de apropriação tecnológica e quilombismo digital, uma vez que foi pensado pra alcancar o povo preto, a com ferramentas baseadas em software livre [[Gnu Linux]], objetiva diceminar uma "outra" cartografia, foca as questões territorais atravéz de sistema online que permite você e sua comunidade criar uma rede de comunicação georeferenciada, com grande agilidade
-Sistema online facilita denúncias de violência em comunidades
+O Mapa Lagbaye Lyika é um projeto permanente de apropriação tecnológica e quilombismo digital, uma vez que foi pensado pra alcancar o povo preto, a com ferramentas baseadas em software livre [[Gnu Linux]], objetiva diceminar uma "outra" cartografia, foca as questões territorais atravéz de sistema online que permite você e sua comunidade criar uma rede de comunicação georeferenciada, com grande agilidade o
+sistema online facilita a criaçâo de banco de dados descentralizado, trocas de saberes e fazeres e tem o potencial no envio de denúncias de violência e peivações de direitos humanos em comunidades.
  
 
 O Mapa Lagbaye Lyika é um novo sistema online que permite você e sua comunidade enviar denúncias de situações de violência, mapeando áreas de riscos para alertar as pessoas e organizações sociais. A ideia é tornar o cidadão parte da sociedade, dando mais transparência a atos contra os povos e comunidades tradicionais, com ênfase ao genocídio da juventude negra.

diff --git a/Git_annex_no_android.mdwn b/Git_annex_no_android.mdwn
index 51f9f4d..5e5faac 100644
--- a/Git_annex_no_android.mdwn
+++ b/Git_annex_no_android.mdwn
@@ -24,4 +24,9 @@ Começando no poder
 Se você instalar o aplicativo Termux: Boot, o git-annex será iniciado automaticamente quando o dispositivo Android for ligado. Ele será executado em segundo plano em qualquer repositório que você tenha configurado na webapp.
 Usando a linha de comando
 
+Se você preferir usar o git-annex na linha de comando, você pode fazê-lo dentro do Termux. Aqui vamos criar um repositório para fotos:
+
+* >> cd ~/storage/dcim
+* >> git init
+* >> git annex init
 

attachment upload
diff --git a/Git_annex_no_android/webapp.png b/Git_annex_no_android/webapp.png
new file mode 100644
index 0000000..edb5c5c
Binary files /dev/null and b/Git_annex_no_android/webapp.png differ

diff --git a/Git_annex_no_android.mdwn b/Git_annex_no_android.mdwn
index 996c439..51f9f4d 100644
--- a/Git_annex_no_android.mdwn
+++ b/Git_annex_no_android.mdwn
@@ -16,3 +16,12 @@ O git-annex não faz parte da distribuição do Termux, mas é fácil de instala
 
 Para iniciar o git-annex, basta executar o "git annex webapp" dentro do Termux. Uma janela do navegador será aberta com a interface git-annex.
 
+##Fechando e reabrindo a webapp
+
+A webapp não precisa ser deixada aberta após você ter configurado seu repositório. Enquanto o Termux for deixado aberto, o git-annex permanecerá em execução e sincronizará seus arquivos.
+Começando no poder
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+Se você instalar o aplicativo Termux: Boot, o git-annex será iniciado automaticamente quando o dispositivo Android for ligado. Ele será executado em segundo plano em qualquer repositório que você tenha configurado na webapp.
+Usando a linha de comando
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