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afropop

Vamos acabar com esse tédio da quarentena? Separei alguns afropops de 10 países africanos, pra cada país coloquei 3 artistas diferentes! É um total de 30 músicas. Vamos tentar nos divertir! Esse momento dificil vai passar <3 Tem algum afropop que você gosta e queria recomendar? Deixa o link e o país aqui nos comentários!

🇺🇬 Uganda

Sheebah - Nkwatako – youtube.com/watch?v=FBl2bEerZlw Daddy Andre – Sikikukweeka - youtube.com/watch?v=67MJyqSw6S4 Munakampala - Ykee Benda - youtube.com/watch?v=uXNmK2eAvaA

🇬🇦 Gabão

Tina - #Balango - youtube.com/watch?v=ir_q8LoYZ5Q Shan'L – TCHIZAMBENGUE - youtube.com/watch?v=LfFvIIOPpxg Latchow - Le Bangando - youtube.com/watch?v=Kd_gjT7xoXY

🇹🇿 Tanzânia

Rayvanny - Natafuta kiki - youtube.com/watch?v=mOC3n5TlQH4 Diamond Platnumz – Jeje - youtube.com/watch?v=g5rFro4XdZ0 Nandy – Nagusagusa - youtube.com/watch?v=A-l7pWc5z5o

🇳🇬 Nigéria

Yemi Alade – Home - youtube.com/watch?v=BxB30v445_8 Chidinma - Fallen in Love - youtube.com/watch?v=Ws6xCV3En_M Flavour - Time to Party (feat. Diamond Platnumz) - youtube.com/watch?v=BFUxr_dkqxw

🇬🇼 Guiné-Bissau

Ammy Injai - Pirmiti Son - youtube.com/watch?v=Co66HwvuDxo Eric Daro - Boca I Di Bô Ft. WJ Jamil - youtube.com/watch?v=7Q29VqGKNzw As One - Dan Bu Number - youtube.com/watch?v=mtRuzEUQji4

🇰🇪 Quênia

Sauti Sol – Suzanna - youtube.com/watch?v=mFBJtuQ1Llc Willy Paul x Nadia Mukami – Nikune - youtube.com/watch?v=q62U9um1DGg Matata – Kata - youtube.com/watch?v=s331bxKlTqQ

🇬🇭 Gana

MzVee ft Yemi Alade - Come and See My Moda - youtube.com/watch?v=OInajwCmEnA Bisa Kdei – Asew - youtube.com/watch?v=acatPD-Vt3Q Kuami Eugene ft KiDi – Ohemaa - youtube.com/watch?v=_UE5729fnn4

🇳🇦 Namíbia

Sally Boss Madam – Natural - youtube.com/watch?v=GOj1tVN8ZmE PDK – Ochikutu - youtube.com/watch?v=bxlMgsBAZAU Gazza – Chelete - youtube.com/watch?v=GDRamXqPlXo

🇹🇬 Togo

ALMOK - Molo molo - youtube.com/watch?v=7_i7mytYGb4 Etane ft. Kasaré – Gomené - youtube.com/watch?v=nn5rZ_Uvb3M Toofan - TERÉ TERÉ - youtube.com/watch?v=O9P1g9q1JtM

🇧🇫 Burkina Faso

Hawa Boussim – Dolada - youtube.com/watch?v=haa74rWvjyU FLEUR – Kelemambe - youtube.com/watch?v=d7t5ex3YIBQ TANYA - Ma bague d'abord - youtube.com/watch?v=lLwzvQ3lGi4

Créditos da pesquisa: Yuri Crisóstomo

Instalando o Arch Linux na querentena.

Instalando o Arch Linux na quarentena.

Essa ideia surge como uma forma de potencializar o aprendizado sobre a funcionalidade do sistema gnu linux, mas se distanciando um pouco do universo da mesmice. Por isso escolhemos depois de muita pesquisa e fuçando a net encontrei uma distro interessantemente conhecida no mundo dos que gostam de tramitar num nível mais hard core dessa possibilidade Gnu Linux. Em sem mais delongas vamos ao processo de documentação dessa instalação, que como nos agrada será feita a maior parte do tempo em linhas de comandos, pois, se é pra tomar de conta do sistema, vamos começar a fazer pelo nosso computador, linhas de comandos são ordem dadas ao computador, nada melhor que dominar essa linguagem de códigos e instruções no processo de instalação dessa distribuição famosa pelo seu poder de personalização.

Para realizar essa instalação vamos usar uma maquina virtual, aquela que ja facilita o acesso a diversas pessoas, na corrente vamos falar, inclusive de uma possibilidade mais "Livre", se o papo é soberania digital, precisamos nos apropriar dessas possibilidade que mais nos distancia da experiências proto coloniais.

Antes de mais nada precisamos instalar a dita maquina virtual para possibilitar instalar diversos sistemas operacionais em sua maquina. Supondo que esse trampo ja tenha sido realizado previamente, para nos concentrarmos na instalação do Sistema Operacional na maquina pré configurada para 50G. Um tamanho considerável próximo da realidade dos nossos dia a dia tecnológico. Tendo também uma imagem .iso desejada do Arch Linux, daremos o início do processo. Paciência e mão as obras!

Tudo pronto iniciaremos o processo entrando em modo "root", abrindo um novo mundo na tela de seu computador. Daqui já da pra se sentir um pouco mais livre as amaras de grandes empresas e rede de negócio que tem em mente lucrar muito com a vendas de suas ferramentas que deveriam ser entregue grátis, Tirando de nossas vistas as possibilidades livre de acesso a internet, sem ter nossos dados capturados para fins económicos dos fabricantes dessas rede e ferramentas de comunicação popular.

Voltando, entrando com root, me leva a um acesso com certos privilégios, usarei essa palavra aqui para exemplificar possibilidade de realizar uma tarefa no nível de administrador, podendo instalar e apagar coisas profundas do sistema. ao abrir o terminal o primeiro comando para iniciar nosso trabalho, é:

loadkeys br-abnt2

Assim o sistema entendera que vc usará o teclado de acordo com as normas da abnt2 e seu teclado estara baseado na lingua portuguesa do Brasil.

O proximo passo é setar a data e hora com o comando:

timedatactl set-ntp true

Servira para determinar a o gestor de tempo e data do sistema.

Próximo comando é para criar as partições, na minha opinião o trabalho mais complicado será essa criação. É muito detalhes e exige muita paciência e atenção, uma só virgula fora do lugar pode comprometer todo o trabalho. Aqui um dos motivos que as pessoas categorizam como difícil instalação. O sistema parte do principio que devemos saber como criar as partições de acordo com nossas necessidades. Nesse momento usarei a comparação de uma planta de uma casa, vc calcula onde ficara cada cômodo dentro do espaço de possibilidades da casa.

Pois bem, nesse trabalho necessitamos criar quarto cômodos nesse espaço da casa, que nesse caso será no final comparado ao tamanho do hd. Para esse parte precisamos de 4 espaços, SDA1 para o boot, com um tamanho de 1G, e SDA2 para nossa / ou seja nossa raiz, SDA3 serÁ para a swap, a SDA4 será nossa home.

Para esse trabalho suponhamos que esteja usando comando:

cfdisk /dev/sda

Criada nossas partições, precisamos formatar todas que foram criadas, os comandos para isso são:

mkfs.ext4 /dev/sda1

para montar a partição de BOOT

mkfs.ext4 /dev/sda2

paa formatar a partição que abrigará o raiz.

mkfs.ext4 /dev/sda4

para formatar a partição home.

mkswap /dev/sda3

Para montar a partição de swap.

swapon /dev/sda3

Para iniciar o swap.

Tendo feito todas as formatações, vamos começar a montar tudas essas seguindo sua ordem lógica. Começando de RAIZ, alusão ideal para entender que ela deve ser a primeira a ser montada. Não existe arvore sem raiz. Montaremos as partições dentro da pasta /mnt, com os comandos:

mount /dev/sda1 /mnt

Para montar a /dev/sda1 dentro da pasta /mnt.

mount /dev/sda2 /mnt

para montar a /dev/sda2 dentro de /mnt, vamos entender essa pasta como sendo o lote onde será construida nossa sistema.

Digamos que a /dev/sda1, seja a estrada de acesso, e que abre o caminho para entrar nesse espaço.

com os comando:

mount /dev/sda2 dentro da pasta /mnt, comprendendo aqui que esse pasta sda2 seja a planta central da casa, sendo o espaço compreendido onde será levantadas as paredes externas da casa, o divisor de dentro e fora.

Carta aos pretos nas Áfricas

Carta aos irmãos, Pais pretos nas Áfricas

Minhas vivências e experiências me fizeram grandes e tão pequenos ao mesmo tempo. Compreendo as várias conversas com meu mestre, vejo todas suas falas ganharem corpos. Caminhei bastante até aqui, quem me conhece sabe o tanto que me doei pra chegar nesse nível de construção. Todas as dores me prepararam pra mais difícil tarefa do homem preto, ser pai, Pra obter êxito nessa função, alcançamos os maiores e mais pesados tipos de dores. Nosso preparo psicológico e ancestral é cobrado a todo plano, talvez quando passamos a ser escolhido para a continuidade da tradição e da vida dos africanos, quer seja na diáspora e continente, é com a paternidade que compreendemos o peso do racismo, e o quanto estamos despreparados e distante um dos outros, dai venho a concordar que o problema do negro é o problema do homem negro.

A masculinidade negra precisa ser muito trabalhada, porem somos muitos distantes uns dos outros, ficando fácil pra alienação parental por exemplo, no atingir com força total, nos levando a reproduzir diversas mazelas. Mazelas essas que precisamos nos livras, se percebermos todas essas, são influenciadas pela branquitude, pelo modos operantes dessas forças estruturais construídas pelos supremacistas, e seu principal objetivo é nos apregoar a mira na testa, colocando os homens pretos no foco de qualquer tipo de arma destruidora, viramos alvos facilmente, por que nos condicionaram a atacar, e se atacamos primeiro explanam nossa localização, como diz na letra de rap.

Em suma, falhamos muito nesse papel de pai, falhamos com nossas companheiras, com nosso povo. porem afirmo fortemente que, a estrutura nos leva a cada vez mais ficar próximos desse erro. E como povo cabe a todos nos buscarmos essa localidade psicológica tão lembrada pelas ideias da afrocentricidade internacional de Molefi. Acredito que o Pan-africanismo nacionalista negro, é o caminho pra elucidar nossa caminhada, mesmo cansados, desistabilizados emocionalmente e com nosso psicológico abalado, precisamos saber nosso lugar de africanos nessa babilónia, Espero muito que nesse momento de reflexão e guerra silenciosa que estamos vivendo, nós homens pretos, passemos a pensar cada vez mais na importância de discutir género através da masculinidade negra e que aprendemos e nos permitimos cuidar por nossas irmãs pretas, que estejam sintonizada na função do único caminho para o povo preto, o AUTOCUIDADO, que estamos por nossa própria conta, já estamos sabendo faz tempo, mesmo que muitas das vezes desenvolvemos síndromes que fazem amar quem nos oprime, esta mais que na hora de nos olharmos nos olhos e perceber que nos homens negros estamos acometidos pelas doenças coloniais e precisamos, nos juntar pra falar sobre isso.

Eu sinto as dores e a dificuldade de ser pai, homem preto, e um sonhador, nessa babilônia embranquecida chamada brasil. sinto a distância geográfica e psicológica no exercício de ser pai, mesmo nem se comparando com a dificuldade de ser mãe mulher negra, coisa que nós nunca saberemos de perto o que é. Mas como povo podemos está cada vez mais consciente que se um cai todos sentiram. estamos umbilicalmente ligados, homem preto e mulher preta. Para compreender todas as partes, precisamos tratar de nossas especificidade, apontando a coletividade tão essencial continuarmos vivos e sobrevivendo!

Não precisamos nos sentir tão só nessa função, vamos falar sobre isso, Masculinidade preta é uma reflexão ação necessária demais pra se minimizado.

Máximo respeito a todas as Irmãs que fortalecem nesse entendimento rico e necessário

Mil Onilètó

A dependencia das Tecnológias

A história do território tecnológico e o seu uso por parte do povo.

É quase impossível pensar um dia se quer, sem o uso massivo de diversas ferramentas de comunicação, que foram criadas com a ideias de diminuir a distância e otimizar a comunicação entre pessoas, ou mesmo nos manter informados ou realizar tarefas essenciais para nosso dia a dia como pagar uma conta, responder um email, marcar uma viagem, compartilhas segredos e confissões entre amigos e muitos outras finalidades em nosso exercício de nos comunicar. Porem uma coisa que não esta diretamente ligada a esse uso das ferramentas tecnológicas digitais, principalmente nos dias de hoje, e a reflexão de onde vem essas tecnologias que usamos indescritivelmente de forma por vez viciosas. Quem não se sente incluído ao usar uma rede social como facebook, instagran, whatszapp, E notório que ficamos muito mais distante de muitas pessoas que amamos se não nos furtamos a usar tais ferramentas. Logo Aqui nos ateremos aos caracter étnico das tecnologias, ao passo que analisaremos o uso das tecnologias por pessoas negras e indigenas de povos e comunidades tradicionais que historicamente tem sido vítimas de processo coloniais e escravistas, e como a massificação do uso desenfreado dessas podem fortalecer o processo de racismo ao passo que tendenciosamente direcionadas seus usuários não somente ao embrutecimento como a danos psicológicos que podem seus usos em largas escalas diminuir discernimento relacionados a compreensão de suas condições como afastar o povo de suas práticas tradicionais e culturais, servindo assim a grande jogada capitalista que alimenta a coleta de dados e informações de forma unilateral, similar aos processo de colonização e escravidão.

A Truculenta História da Internet

Muitos conceitos e práticas inerente aos universo tecnológico e usos das ferramentas, precisam ser analisados, o que facilitara nossa compreensão da profundidade e seriedade das questões relacionadas esse uso. Logo, precisamos fazer um viagem histórica sobre a origem e história da internet, passando pelos seus conflituosos, caminhos de guerra empresarial, que resultou na internet que temos hoje, sem isso, impossível ter um compreensão dessa internet, que hoje nos permite fazer coisas tão magnifica quanto mágica. Durante a exaustiva guerra fria travada entre Estados Unidos da America e antiga união soviética, o conflito antagônico, tanto político como ideológico, o projeto ARPANET, criada pela ARPA, sigla do inglês (Advanced Research Projects Agency), criada com a ideia de proteger os dados e informações sigilosas em posse do EUA, que temiam ataques da União Soviética, que poderia trazer esses dados a tona. Apesar da densa potencia bélica envolvida na criação diversos professores universitários a exemplo de J. C. R. Licklider, do Instituto Tecnológico de Massachusetts (MIT),professores universitários (como Ken King), estudantes (como Vint Cerf), empresas de tecnologia (como a IBM) e alguns políticos norte-americanos (como Al Gore) que desmitifica a ideia puramente militar na criação da internet. ''Sandroni, Araújo Gabriela (1 de janeiro de 2015)''. Mostrando assim o desejo do estado já tomar posso dessa grande ferramenta para salvaguarda dados, mostrando a importância dada a informação desde então. As universidades da época, meio que transformaran-se em testadores dessa criação e em 29 de Outubro de 1969 ocorreu o que podemos chamar de o primeiro e-mail da história, mesmo o computador que recebia a informação em texto, ''LOGIN'', porem de acordo com o Sandroni, o computador parou de funcionar na letra ''o'' da palavra, assim o desejo do professor Leonard Kleinrock da Universidade da Califórnia em Los Angeles (UCLA). Tal guerra em meio aos anos 70 tal guerra teria se dissipado, sem o tal ataque tendo acontecido, ainda assim teria sido criado a ferramenta que mudaria o rumo do mundo.

A ideia de que a internet surge em um cenário e guerra não pode fugir de nossa percepção, tendo em vista a importância das tecnologias como ferramenta de defesa, mostrando a importância da comunicação diante de um processo de disputa ideológica e política, e que a informação é um bem importante para um nação, que para as grandes potências, ter soberania desse meio é algo que merece total atenção em relação a proteção.

                           ''O final da Guerra fria abalou o vigor da vertente militar do estudos Estratégicos durante os anos 90, até efetivamente 11 se setembro de 2001. 
                             Com efeito,  a administração Clinton Interiorizou o espirito de ''paz perpétua'' da época e começou a dar especial atenção à competitividade 
                             económica internacional face aos novos e potenciais mercados emergentes, por exemplo direcionando prioritariamente aCia no sentido da 
                             espionagem e contra espionagem económica (GRAÇA, 2010, P, 260- 261, 300-302)''

A perspectiva de guerra se repete no meio digital, onde a otimização dessas ferramentas se dá tal qual um disputa anteriormente travada entre EUA e antiga UNIÃO SOVIÉTICA, e tendo essa disputa esfriado os estudo puderam de forma um tanto mais livre, sendo convidadas universidades que realizassem estudos na áreas de DEFESA fazer uso da ferramenta ARPANET. depois do acesso volumoso de estudantes e pessoas afins, o projeto começou enfrentar um problema relacionado a capacidade de suportar acessos que cresceram grandiosamente o projeto se dividiu em dois, o MILNET com uso mais militar e o ARPANET que aglutinava estudante e amigos desses estudantes, todos juntando esforços para aprimorar a ferramenta. Importante ressaltar a importante contribuição dos jovens que faziam parta da ideias de contracultura, entusiastas do compartilhamento livre de informação e conhecimento,

A primeira dela é a inclusão digital, que compreende-se pela tentativa de garantir que todos o indivíduos terem acesso a comunicação através de ferramentas digitais e a garantia de acesso a informações as tão famosas (TICS).

Incluão Digital

Para alem de qualquer questão histórica, envolta no mundo da internet, uma coisa que tem sido foco de muitos estudos e teorias sãos as (TICS), tecnologias de informação e comunicação, e seu acesso por todas as pessoas, pensando nisso o debate da inclusão digital gira em torno da tentativa de garantir o acesso para todas as pessoas, pensando romper as barreiras da sociais que também assolam os meios digitais.

Mais do que nunca a apropriação de tecnologias livres, autónomas se faz necessário para nós africanos diaspórico e continentais. Nessa crise de saúde, em que a única presença se dá por meios de tecnologias digitais, as tentativas de fazer valer nosso direito de se comunicar, tem gerado grandes furtunas a quem historicamente nos odeia e mesmo assim lucra grandiosamente com nossas lives, textões e bate papos que deveriam, muitos deles, ficar entre nós, esta sendo armazenados em bancos de dados, a disposição de ser negociado com fins de espionagens a troco de que? Otimizar a supremacia branca e manter os privilégios diante de nossas necessidades básicas.

Se formos usar um computador, por padrão nos empurrão um sistema WINDOWS, para bate papo, Whatsapp, nossos amigos estão nos facebook, nossas live's pelo instagran e facebook, todos essas três ultimas do mesmo dono. No computador que você compra por padrão injusto, vem inseguro, como estratégia de usarmos em breve os anti-vírus que não protege dos vírus criados pelo mesmo criador do sistema operacional que controla todo seu computador e que o anti-vírus criado por esse também não tem capacidade de proteger.

O racismo é altamente mutável, e no campo tecnológico fez um grande espaço de dominação, sendo a internet facilmente comparável com um grande latifúndio, com proprietários poucos para muita terra, e se, o povo tiver a necessidade de usar, o fará de forma que gere muito lucro para esses grandes empresários, representantes da supremacia branca mundial.

GAFAM é o acrônimo de gigantes da Web, Google, Apple, Facebook, Amazon e Microsoft, essas grandes empresas são as 5 grandes potência do EUA, reproduzem de forma inusitada as grandes mazelas que assolavam anteriormente os territórios. Um fato histórico, chamado guerra dos navegadores marcou o que hoje conhecemos como internet, esses acontecimentos de guerra entre os privilegiados dos meios da tecnologias, foi marcados por atropelos em busca da tomada territorial desse meio, que hoje se faz completamente necessário nas vidas das pessoas, pessoas essas que carentes de diversos direitos, quando fazem uso de tais tecnologias, fazem de um forma superficiais, uma vez que estamos a muito tempo sendo influenciados a termos nossas informações usurpadas, afinal de conta desde os processos coloniais, os escravistas focaram em nossas informações, nossos conhecimento, nossas práticas ancestrais.

Apropriação tecnológica

Diante dessas tecnologias que foram historicamente empurradas goela a baixo das pessoas, todas elas, que funcionam de forma estratégicas para gerar capital para seus donos, possuem adversárias livres, que possibilitam a utilização de uma boa parcela desse território, apurando a diferença entre as tecnologias que podemos chamar de ''proprietárias'', para exemplificar que são de códigos fechados e que precisam ser pagas para serem usadas, e a ''livres'', sendo livre usada aqui para denotar as que que não precisam ser pagas para usar e possuem uma filosofia bastante parecida coma s lutas por territórios travadas pelos povos e comunidades tradicionais por seus territórios.

Importante ressaltar que diante das tecnologias mais próximas e possíveis dos povos para garantias dos seus direitos enquanto usam essas tais tecnologias como território minado, e a compreensão desses é muito importante para alcançar a tal liberdade. Essa diferença está baseada em princípios. O universo que faz pareia ao mundo proprietário e capitalista em torno do windows, e os software Gnu-Linux, porem mesmo diante desse universo livre, existem rachas e brigas que filosoficamente nos embaralha a compreensão. Essa questões filosóficas é o que permite determinar se um programa é categorizado como software livre ou não, mas, ainda existe os programas chamados se código aberto ou do inglês, Open Source, porem esses não compartilham dos ideais filosóficos dos softwares livres, onde a liberdade e o senso de comunidades dos usuários são respeitados. Significa que o usuário tem total liberdade para executar, copiar, distribuir, estudar, mudar e melhorar o software. Claro que para as grandes empresas GAFAM, essa liberdade atrapalha bastante os ganhos com os usos emburrecidos de suas tecnologias, significando inclusive que as vulnerabilidades referente aos dados que os GAFEM pensavam em sequestrar e comercializar nas suas ações de políticas de dados, passam a serem massivamente protegidas pelos usuários dos software livre, que coletivamente trabalham os códigos de forma continuada, resolvendo as vulnerabilidades em suas redes colaborativas assim que elas aparecem, ou quando são reportadas até por usuários mais simplórios dos software livres, uma vez que todos os usuários contribuem com a segurança do sistema. Importante ressaltar que a a liberdade aqui citada inclui o uso do software livre de forma comercial.

Imagina o estrago que as tecnologias não livres, fazem em nossas cabeças e nossas comunidades, levando em conta que ao usarmos tais tecnologias, deixamos totalmente expostos ao olhos de nossos principais algozes, todas as nossas conversas, estratégias, gostos, necessidades. E quando não conseguimos ao menos aprender a ler, de forma estrutural termos educação tecnológica plausível para usarmos de forma crítica, ficamos completamente nas mão das empresas que lucram construindo perfis de compras com os nossos dados que são vendidos por empresas como o facebook, instagram ou qualquer um das outras gigantes que compõem o GAFAM quando clicamos em simples produtos, ou quando fazemos uma pesquisa em um navegador, é de práxis aparecer os produtos de forma automática em nossas redes.

Ainda mais preocupante é quando nossas comunicações comunitárias são proibidas, perseguidas e criminalizadas, a exemplo das rádios comunitárias fechadas e perseguidas enquanto nossas comunicações são influenciadas de alguma forma meio que invisível por essas empresas nefastas.

Eu sempre que posso me afasto dessas redes pra manter minha sanidade filosófica e tecnológica, mais ao compreender que muitos dos meus ainda estão na mão dessas empresas volto pra fazer meu papel nessa batalha de contra poder, agindo com a apropriação tecnológica para tentar compartilhar técnicas e ideias sobre uso de tecnologias e comunicações livres comunitárias.

Precisamos nos basear por modelos filosóficos que me deixe próximo ou em total liberdade, seguindo a linha da quilombagem e quilombismo, sendo elas vertentes importantes de pan-africanismo em modelo brasileiro, Os quilombos não negociavam com os colonizadores, não faziam uso sem responsabilidade com a liberdade de nenhuma propriedade ou ferramenta, retomando território e reafirmando valores civilizatórios africanos e indigenas da forma mais coletiva possível. Segundo esse exemplo histórico de luta por territórios, precisamos antes de mais nada reafirmar nossa localidade psicológica e filosófica.

Os desafíos linguisticos da linguagem na academia (universidade)

Incontáveis são os problemas que enfrentaremos na universidade, e quando digo nós, me refiro aos povos dos quais as estruturas da universidade, que nada de universal tem, pensaram em nunca atender. Dai começa nosso problema, esse não foi um lugar e espaço pensado para as minorias, povos, comunidades carentes, negros, indígenas, quilombolas e etc. Desde sua concepção, a academia exerce um prolífero papel de validar as verdades de um povo, justificar atos, e defender a unhas e dentes privilégios dos brancos, ressaltando o lugar de superioridades sobre todos as outras etnias. Diante disso não dá pra pensar em uma mazela do mundo que não tenha sido duramente defendida pelas teorias académicas.

Sem sobra de duvidas, a universidade terce a verdade do mundo, o ritmo de crescimento, os ideais de escravidão e coloca a civilização de todos os grupos étnicos diferente dos caucasianos como desumanos, incivilizados. Frantz Fannon, no seu preciso livro, pele preta mascara banca, nos faz entender como a partir da linguagem se reproduz esses pretensos caminhos de grandezas, ao nos mostrar como o negro artilhando, tenta a todo custo falar o Frances, deixando de lado seus costumes linguisticos autóctones, tentando com todas as forças ser assimilado no mundo dos brancos. Franz Fannon Afirma que: (...) ''Falar uma lingua é assumir um mundo, uma cultura''(...) Não precisamos ir longe para perceber as raizes da desigualdade linguistica esta fortemente enraizada nos nossos dias. A universidade tenta nos reprogramar, limpar primeiramente os referenciais psicológicos. Apagar de nossas cabeças a identidade geográfica de nossa matriz é necessário, para antes de mais nada, me apregoar qualquer nacionalidade, qualquer nação que eu deva amar, pra consumar a desapropriação do meu ser. Depois de apagar o vinculo com meu lugar, é muito mais fácil me dominar, apagando meu referencial, não darei trabalho buscando em constante voltar para meu lugar, viro somente, nada mais que uma mão de obra da plantetion.

universidade, que hoje juramos ocupar e empretecer, tem na sua base, bem firmado por sinal, a localização psicológica eurocêntrica, de forma que em nenhum momento aceitará, qualquer outra base de conhecimento que não seja provinda de seu seio geográfico. Não existirá negociação tranquila, e qualquer tentativa de mostrar o contrário, o seio que, muito bem resolvido de suas ideias, não titubearam de apregoar bem na testa dos que ousarem, um identidade duvidosa de especialista. Acredito que todo bom panafricanisnas nacionalista negro que se preze, em algum momento já foi tachado de essêncialista, o que me leva a querer entender o peso desse termo enquanto seu significado que vem de essência. E sendo a essência mais afirmada nos discursos dos homem brancos que criaram diversas teorias que facilmente nos permitiria chama-los de essêncialistas. a eugenia é um exemplo clássico de essencialismo. e se o que estiver sendo dialogado, não fr a eugenia, esse termo não tem nenhuma valia para apontar africanistas africanologos o exemplo não serve para nós pretos e negros.

Para analisarmos o peso da linguagem, trago aqui o exemplo do processo de colonização e escravização de pessoas africanas no continente americano. Quando, durante o processo escravocrata, separavam pessoas que falavam a mesma língua, afim de dificultar as junções de negros revoltados e assim não facilitar tomadas de fazendas e mortes dos senhores de escravos, que diga-se de passagem era algo bastante corriqueiro no período escravocrata. Muitos foram os navios tomados até mesmo em grande mares onde aconteciam travessias dos grandes cargueiros com negros de diversas etnias e povos, obrigando assim retornarem muitos navios. Quando não eram tomados no meio do mar em viagem, fazendas e capitanias hereditárias inteiras eram tomadas, assim que os navios desembarcaram.

Pensando nas possíveis revoltas que eram de se esperar quando se trouxeram diversos povos, reinados e por muitos até rainhas. criaram um processo chamado pigdimização, onde faziam esse embaralhamento dos escravizados, afim de dificultar a comunicação. Os primeiros escravizados a chegarem ao brasil por exemplo, foram os arrancados das costa de angola. deixando profundas contribuições em nossas forma de comunicar e falar, diversas são as palavras que estão constantemente sendo faladas no nosso vocabulário. logo depois foram trazidos por escravizados da parte sudoeste africana. disseminado fortemente pelas práticas religiosas tradicionais africanas no Brasil, tem sido de forte influencia no vocabulário e valores filosóficos dos africanos diaspórico no Brasil.

apropriação tecnológica e quilombismo digital

RESUMO

A ideia inicial desse trabalho é proposta critica a cerca dos usos das tecnologias de informações pelos povos e comunidades tradicionais afrobrasileira e indigenas, apresentando um novo paradigma acunhados inicialmente nas realidades dos quilombos brasileiros, sendo Zumbi dos Palmares baluartes e criador desse modo de luta territorial, trazendo para universo digital a reflexão do impacto do racismo nesse meio, uma vez que que todas as tecnológias de comunicações obedecem um paradigma, e esses são questões de disputas históricas conhecidas como guerra dos navegadores, ao passo que trazemos como exemplo de caso os trabalhos de base da rede mocambos(1) que busca fortalecer os povos e comunidades tracionais, facilitando assim a comunicação, salvaguarda e lutas para manutenção históricas, cultural e social de povos históricamente excluidos dos campos de direitos e políticas públicas, apontando sobretudo suas raizes na a branquitude pode ser como “traços da identidade racial do branco brasileiro a partir das ideias sobre branqueamento”. Quando o Quilombismo Digital, termo acunhado pelo hacker preto, Mil Onilètó, proposto uma outra postura, refletindo diretamente nas descolonização digital ao passo que os povos entendam como essa tecnologia criada pensando nas especificidades dos povos brancos, podem impactar para proliferação do racismo e demais discriminações, apresentando aqui essa reflexão, a partir dessa crítica, um novo paradigma no que diz politica de segurança, que aqui busquei nominar quilombismo digital e apropriação tecnológica, uma vez que baseamos nosso ponto de vista a partir das ideias do garveysmo, nacionalismo negro proposto por diversos autores e métodos esses de segurança interna para pessoas pretas e indigenas. pensamos aqui o Quilombismo digital como proposta metódológia para os usos aliados ao processo de apropriação tecnológica vai ao encontro do processo de inclusão digital que tem como objetivo formar cidadãos capazes de tomar decisões e de compartilhá-las com outras pessoas, em uma dinâmica de exercício da autoria e é definida como processo dinâmico e provisório que se renova e aprimora na ação e na interação dos nós, sobre e na rede de sentidos e suas interconexões. Para isso, é necessária a apropriação crítico-reflexiva dos fenômenos sociotécnicos numa perspectiva de contextualização sociocultural, bem como o desenvolvimento e a manutenção das habilidades necessárias à interação com e através deles (TEIXEIRA, 2005, p. 25)

GAFAM ( google, apple, facebook, amazon, microsoft)

..uma verdadeira revolução racial democrática, em nossa era, só pode dar-se sob uma condição: o negro e o mulato precisam torna-se o antibranco, para encarnarem o mais puro radicalismo democrático e mostrar aos brancos o verdadeiro sentido da revolução democrática da personalidade, da sociedade e da cultura.

  • Florestan Fernandes O Negro no Mundo dos Brancos

BRANQUITUDE: De acordo com Bento, a branquitude pode ser definida como “traços da identidade racial do branco brasileiro a partir das ideias sobre branqueamento” (BENTO, 2002, p. 29).

O processo de apropriação tecnológica vai ao encontro do processo de inclusão digital que tem como objetivo formar cidadãos capazes de tomar decisões e de compartilhá-las com outras pessoas, em uma dinâmica de exercício da autoria e é definida como processo dinâmico e provisório que se renova e aprimora na ação e na interação dos nós, sobre e na rede de sentidos e suas interconexões. Para isso, é necessária a apropriação crítico-reflexiva dos fenômenos sociotécnicos numa perspectiva de contextualização sociocultural, bem como o desenvolvimento e a manutenção das habilidades necessárias à interação com e através deles (TEIXEIRA, 2005, p. 25) Fonte: A era digital: Apropriação tecnológica e inclusão digital https://www.oficinadanet.com.br/post/11209-a-era-digital-apropriacao-tecnologica-e-inclusao-digital?utm_source=lec

Bomba de energia solar

Saiba como aproveitar o incentivo para bombas de energia solar 09/10/2018 Bombas d'água 2 Os cuidados com a sustentabilidade são cada vez mais visíveis e importantes para boa parte dos usuários. Mas você sabia que o Governo Federal oferece incentivo para quem adquire bombas de energia solar? A ideia é difundir a microgeração no país e, ao mesmo tempo, assegurar mais economia para quem utiliza esse recurso.

Para ter uma ideia, o Fundo Clima, do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), financia 80% dos itens apoiáveis. O custo final é de 4,03% ao ano para pessoas físicas e jurídicas. Agora, o programa ainda inclui a instalação de sistemas de aquecimento solar e de cogeração.

É por isso que neste artigo vamos tratar desse assunto. Explicaremos como essas bombas funcionam, de que forma é feito o incentivo governamental e de que maneira adquiri-lo.

Então, ficou interessado no assunto? Acompanhe!

O funcionamento das bombas de energia solar A bomba de energia solar funciona no princípio da célula fotovoltaica, que armazena e transforma calor em eletricidade. No caso dos modelos mais comuns, o funcionamento é feito com um conjunto de placas fotovoltaicas, além de um drive para receber essa tensão e repassar para a bomba.

A maioria das bombas são de tensão contínua de energia. Essas funcionam direto com o drive e com a energia gerada pela placa. Porém, existem também as alternadas, que requerem um inversor de frequência para retificar a tensão. Nesse caso, ela deixa de ser contínua e passa para alternada, como os nomes indicam.

Para colocá-la em prática, basta ter a placa solar, que será dimensionada de acordo com a capacidade da bomba, que pode ser de superfície ou submersa. Além disso, o drive — também chamado de controlador — regula o funcionamento conforme as mudanças de amperagem.

Essa tecnologia é bastante simples e muito apropriada para o Brasil, um país tropical com ampla incidência solar. Para ter uma ideia da capacidade dessa energia, Las Vegas funciona de maneira fotovoltaica. A geração é feita no deserto dos Estados Unidos e alimenta a cidade.

O uso das bombas de energia solar em poços artesianos Esses equipamentos são apropriados para lugares longínquos, que não têm ou há problemas com a energia elétrica. É o caso de fazendas e sítios, por exemplo. No entanto, mesmo nas cidades é indicado utilizar esse tipo de bomba porque é possível economizar bastante.

Além disso, as bombas podem ser usadas em poços artesianos porque existe o modelo submerso. O funcionamento, nesse caso, é o mesmo. Há grande incidência de sol sobre as placas de células fotovoltaicas e elas armazenam e transformam o calor em tensão elétrica contínua. O drive recebe a tensão e passa para o equipamento que está no poço artesiano.

Essa prática já deu certo em diferentes lugares. Um exemplo é o município de Itapemirim, no Espírito Santo. Em um dia de sol, os agricultores que utilizam esse recurso registraram uma capacidade de bombeamento de mais de 8 mil litros de água sem interrupções. Com isso, é possível abastecer caixas d’água, irrigar as lavouras e suprir as necessidades do gado.

A principal vantagem é que foi percebida uma economia de aproximadamente 30% nos custos com energia elétrica por parte dos produtores. No âmbito corporativo, os benefícios também são grandes, inclusive por conta do incentivo do Governo Federal.

O incentivo governamental para bombas de energia solar Os deputados federais aprovaram em fevereiro de 2018 o projeto de lei 20/2018, que isentou o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) a unidades produtoras de energia elétrica com o uso de fontes renováveis, como é o caso das placas fotovoltaicas.

O projeto ainda está em tramitação, mas deve ser sancionado pelo Governo Federal. Além dele, o governo também lançou uma iniciativa mais ampla. A oferta de quase R$ 3,2 bilhões foi oferecida para financiar a instalação de placas no Norte, no Nordeste e no Centro-Oeste. Os benefícios são as taxas de juros reduzidas e os prazos mais longos de pagamento.

Por exemplo: o Banco do Nordeste deve oferecer juros anuais de 6,24% e 12 anos de pagamento do empréstimo. Ademais, há 4 anos de carência. Já o Banco da Amazônia oferecerá o mesmo percentual, mas 36 meses para quitação, com 2 meses de carência.

O propósito é popularizar o uso das placas fotovoltaicas. Atualmente, o país tem 24.565 sistemas de micro ou minigeração distribuídas, conforme dados apresentados pelo Valor. Desse total, aproximadamente 70% dos microgeradores estão voltados para o comércio, prestação de serviços ou residências de classe média ou alta.

Um dos benefícios dessa prática é a possibilidade de vender a energia excedente em leilões de suprimento realizados pelo Governo Federal. Como o negócio ou a pessoa física deixa de pagar conta de luz, o retorno do investimento acontece em 5 anos, sendo que a durabilidade das placas é de até 25 anos.

Já as bombas, especificamente, devem ser adotadas no projeto de transposição do rio São Francisco. A expectativa é que o consumo seja de 746 mil megawatts-hora por ano e o gasto anual seja de aproximadamente R$ 300 milhões.

Segundo dados da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar), divulgados pelo Portal do Agronegócio, 182 milhões de brasileiros já são beneficiados com o convênio de ICMS mencionado. Isso ocorre devido a um incentivo da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) às concessionárias.

A aquisição do incentivo governamental para bombas de energia solar O potencial solar para o Brasil incentivou o governo a prever uma possibilidade de investimentos da ordem de R$ 100 bilhões, com benefício a 2,7 milhões de unidades consumidoras até 2030. Atualmente, as pessoas físicas e jurídicas podem se beneficiar do Programa de Desenvolvimento da Geração Distribuída de Energia Elétrica (ProGD).

A Caixa Econômica Federal e o Banco do Brasil oferecem linhas de financiamento exclusivas para a compra dos equipamentos básicos, que custam a partir de R$ 15 mil. Por isso, vale a pena se informar diretamente nas instituições financeiras e escolher as melhores bombas do mercado.

Você pode conhecer os modelos em empresas de confiança, como a Paraíso das Bombas. Assim, consegue adquirir produtos de qualidade e com bom custo-benefício. O resultado é o uso de bombas de energia solar excelentes e duradouras, que resultarão em economia e sustentabilidade.

Agora que você já conhece mais sobre a importância desses equipamentos, que tal conhecer um dos modelos disponíveis? Saiba mais sobre a bomba submersa solar Ultra Pumps 1,15 cv, que é ideal para locais sem rede elétrica ou aquelas com pouca confiança.

referencia barcos

http://absolutelyfreeplans.com/boat.html http://absolutelyfreeplans.com/boat.html http://www.geocities.ws/construaseubarco/outros_sites.htm

Ilha dos tambores

Salve Mestre Eliezer Ajayo um dos grandes guardiões da cultura e tradições dos tambores do Maranhão!

Tambores, contam um história de resistência dos povos africanos e diaspórico, o tambor para os povos não é somente um instrumento musical, ele sintetiza a maior importância da cosmo sensação e cosmo visão tão necessária pra nos conectar cada vez mais com nosso lugar!

São Luis é um território peculiar quando o assunto é tambores, tamanha é a suas importância para repasse das memórias, saberes e fazeres africanos e indígenas, mesmo tendo a lei que obriga o ensino da cultura africana, afrobrasileira e indígenas, foi sim, nossos terreiros, nas diversas manifestação espirituais, os maiores espaços de ensino da cultura e histórias para nossas crianças, e jovens, muito desses repasses são feitos a partir de mestres e mestras, que usam da pedago-ginga e da cultura do encantamento presente nas manifestações que envolve a musica e ritmos dos tambores.

No Maranhão a variedade de tambores, e instrumentos tradicionais de matriz africana e indígena aparecem com muita força mostrando que o estado é um território que guarda uma ampla variedade de memória relacionados a continuidade desses saberes entre os ascendentes e descendentes.

Diante dessa variedade considerável o tambor Batá tem um importância emblemática, uma vez que é o principal instrumento de uma dessas praticas ancestrais africanas, o tambor de mina, sendo possível já perceber pelo nome tambor na referência a essa prática ancestral proveniente dos negro-mina, denominação dada ao negros em condição de escravidão vinda da “costa situada a leste do Castelo de São Jorge da Mina” (Verger, 1987: 12)

Aparecendo em diversas regiões diaspórica o tambor Bata ou Abata como é chamando no maranhão, tendo um função bastante importante de condensar a comunicação do céu com a terra, ligando os homens e mulheres na terra com seus ancestrais, aproximando de seus fieis e nos presenteando com uma linda Cerimônia, ancestral, envolvendo música e dança, essas duas fortes partes são essenciais para espiritualidade afro indígena. Me recuso me referir as praticas ancestrais espirituais africanas e afro indígena como religião, uma vez traduzido de sua língua não África, quer dizer RELIGARE, a religião seguindo essa linha, a religião tem o papel de religar alguém a Deus . Sendo nós povos que não fomos desligados em nenhum momento de nossa história. Mesmo diante de tantas tentativas.

Em Pernambuco é possível encontrar o parentesco ou família, o tambor chamado Ilú Batá, se diferenciando ao Abatá no tamanho e na posição e forma que é tocar, no Maranhão assim como em cuba o instrumento é tocado em posição horizontal, em Cuba os três tambores são chamado de Okónkolo to tambor médio, Iyá o tambor maior , Itótele o menor. Já no Maranhão como é chamado o maior é chamado tambor da mata, e outros dois de tamanhos similares são chamados de guia e contra guia. Ambos os instrumentos são formados por uma caixa de ressonância cilíndrico coberta por couro tendo corpo de madeira ou adaptado para ser feito de outros materiais que permitem a mesma qualidade sonora, como o exemplo do pvc, ou mesmo barriu de madeiras.

Importante perceber o quão importante foi esse processo de readequação dos modos de fazer tambor em situações de ausências desses materiais, foram feitas justas-posições como uma importante estratégia de resistência. Nessas imagens é possível encontrar todo esse conhecimento sendo colocado em prática como uma prática de autonomia financeira, salvaguarda dos saberes e saberes do Doutor dos tambores, o Mestre Eliezer, tem destinado sua vida a continuidade desses conhecimento tão importante para nossa reaproximação com o nosso rico saber ancestral!

Da mesma forma que todos os tambores não possam ser tocados de qualquer forma, a sua fabricação merece a mesma atenção, o fazedor de tambores é escolhido pela memória ancestral para ser o criador do instrumento de comunicação sagrada do povos com os deuses. Quem faz tambores merece respeito e sendo esse ainda, o que ensina novas gerações op valor desse bem histórico afro indígena.

Esse texto ainda é pequeno para expor a seriedade e força dos tambores, uma vez que computador não transmite emoção, sensações, ancestralidade, a força vital que nós move. Ao tempo em que as tecnologias nos afastam de nossas tradições, amplificando as distâncias, otimizando o esquecimento somático dos africanos diaspórico os tambores nos conectam não somente entre os homens, mas com nossos deuses, nossa memória, tendo todos os valores presente no corpo e espírito ancestral de cada africano e diaspórico. Independente do que possamos seguir em quanto ideias, filosofia, crença, política, quando o tambor toca, é involuntária a conecção que esse provoca, é como uma grande rede wifi com dados enviados pelo tambor, e nosso corpo como um computador que se conecta e recebe a vibração dessa comunicação.

Ajude ampliar nossa rede de tambores em sua mais espetacular salvaguarda dos valores civilizatórios africanos.

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