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Bomba de energia solar

Saiba como aproveitar o incentivo para bombas de energia solar 09/10/2018 Bombas d'água 2 Os cuidados com a sustentabilidade são cada vez mais visíveis e importantes para boa parte dos usuários. Mas você sabia que o Governo Federal oferece incentivo para quem adquire bombas de energia solar? A ideia é difundir a microgeração no país e, ao mesmo tempo, assegurar mais economia para quem utiliza esse recurso.

Para ter uma ideia, o Fundo Clima, do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), financia 80% dos itens apoiáveis. O custo final é de 4,03% ao ano para pessoas físicas e jurídicas. Agora, o programa ainda inclui a instalação de sistemas de aquecimento solar e de cogeração.

É por isso que neste artigo vamos tratar desse assunto. Explicaremos como essas bombas funcionam, de que forma é feito o incentivo governamental e de que maneira adquiri-lo.

Então, ficou interessado no assunto? Acompanhe!

O funcionamento das bombas de energia solar A bomba de energia solar funciona no princípio da célula fotovoltaica, que armazena e transforma calor em eletricidade. No caso dos modelos mais comuns, o funcionamento é feito com um conjunto de placas fotovoltaicas, além de um drive para receber essa tensão e repassar para a bomba.

A maioria das bombas são de tensão contínua de energia. Essas funcionam direto com o drive e com a energia gerada pela placa. Porém, existem também as alternadas, que requerem um inversor de frequência para retificar a tensão. Nesse caso, ela deixa de ser contínua e passa para alternada, como os nomes indicam.

Para colocá-la em prática, basta ter a placa solar, que será dimensionada de acordo com a capacidade da bomba, que pode ser de superfície ou submersa. Além disso, o drive — também chamado de controlador — regula o funcionamento conforme as mudanças de amperagem.

Essa tecnologia é bastante simples e muito apropriada para o Brasil, um país tropical com ampla incidência solar. Para ter uma ideia da capacidade dessa energia, Las Vegas funciona de maneira fotovoltaica. A geração é feita no deserto dos Estados Unidos e alimenta a cidade.

O uso das bombas de energia solar em poços artesianos Esses equipamentos são apropriados para lugares longínquos, que não têm ou há problemas com a energia elétrica. É o caso de fazendas e sítios, por exemplo. No entanto, mesmo nas cidades é indicado utilizar esse tipo de bomba porque é possível economizar bastante.

Além disso, as bombas podem ser usadas em poços artesianos porque existe o modelo submerso. O funcionamento, nesse caso, é o mesmo. Há grande incidência de sol sobre as placas de células fotovoltaicas e elas armazenam e transformam o calor em tensão elétrica contínua. O drive recebe a tensão e passa para o equipamento que está no poço artesiano.

Essa prática já deu certo em diferentes lugares. Um exemplo é o município de Itapemirim, no Espírito Santo. Em um dia de sol, os agricultores que utilizam esse recurso registraram uma capacidade de bombeamento de mais de 8 mil litros de água sem interrupções. Com isso, é possível abastecer caixas d’água, irrigar as lavouras e suprir as necessidades do gado.

A principal vantagem é que foi percebida uma economia de aproximadamente 30% nos custos com energia elétrica por parte dos produtores. No âmbito corporativo, os benefícios também são grandes, inclusive por conta do incentivo do Governo Federal.

O incentivo governamental para bombas de energia solar Os deputados federais aprovaram em fevereiro de 2018 o projeto de lei 20/2018, que isentou o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) a unidades produtoras de energia elétrica com o uso de fontes renováveis, como é o caso das placas fotovoltaicas.

O projeto ainda está em tramitação, mas deve ser sancionado pelo Governo Federal. Além dele, o governo também lançou uma iniciativa mais ampla. A oferta de quase R$ 3,2 bilhões foi oferecida para financiar a instalação de placas no Norte, no Nordeste e no Centro-Oeste. Os benefícios são as taxas de juros reduzidas e os prazos mais longos de pagamento.

Por exemplo: o Banco do Nordeste deve oferecer juros anuais de 6,24% e 12 anos de pagamento do empréstimo. Ademais, há 4 anos de carência. Já o Banco da Amazônia oferecerá o mesmo percentual, mas 36 meses para quitação, com 2 meses de carência.

O propósito é popularizar o uso das placas fotovoltaicas. Atualmente, o país tem 24.565 sistemas de micro ou minigeração distribuídas, conforme dados apresentados pelo Valor. Desse total, aproximadamente 70% dos microgeradores estão voltados para o comércio, prestação de serviços ou residências de classe média ou alta.

Um dos benefícios dessa prática é a possibilidade de vender a energia excedente em leilões de suprimento realizados pelo Governo Federal. Como o negócio ou a pessoa física deixa de pagar conta de luz, o retorno do investimento acontece em 5 anos, sendo que a durabilidade das placas é de até 25 anos.

Já as bombas, especificamente, devem ser adotadas no projeto de transposição do rio São Francisco. A expectativa é que o consumo seja de 746 mil megawatts-hora por ano e o gasto anual seja de aproximadamente R$ 300 milhões.

Segundo dados da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar), divulgados pelo Portal do Agronegócio, 182 milhões de brasileiros já são beneficiados com o convênio de ICMS mencionado. Isso ocorre devido a um incentivo da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) às concessionárias.

A aquisição do incentivo governamental para bombas de energia solar O potencial solar para o Brasil incentivou o governo a prever uma possibilidade de investimentos da ordem de R$ 100 bilhões, com benefício a 2,7 milhões de unidades consumidoras até 2030. Atualmente, as pessoas físicas e jurídicas podem se beneficiar do Programa de Desenvolvimento da Geração Distribuída de Energia Elétrica (ProGD).

A Caixa Econômica Federal e o Banco do Brasil oferecem linhas de financiamento exclusivas para a compra dos equipamentos básicos, que custam a partir de R$ 15 mil. Por isso, vale a pena se informar diretamente nas instituições financeiras e escolher as melhores bombas do mercado.

Você pode conhecer os modelos em empresas de confiança, como a Paraíso das Bombas. Assim, consegue adquirir produtos de qualidade e com bom custo-benefício. O resultado é o uso de bombas de energia solar excelentes e duradouras, que resultarão em economia e sustentabilidade.

Agora que você já conhece mais sobre a importância desses equipamentos, que tal conhecer um dos modelos disponíveis? Saiba mais sobre a bomba submersa solar Ultra Pumps 1,15 cv, que é ideal para locais sem rede elétrica ou aquelas com pouca confiança.

referencia barcos

http://absolutelyfreeplans.com/boat.html http://absolutelyfreeplans.com/boat.html http://www.geocities.ws/construaseubarco/outros_sites.htm

Ilha dos tambores

Salve Mestre Eliezer Ajayo um dos grandes guardiões da cultura e tradições dos tambores do Maranhão!

Tambores, contam um história de resistência dos povos africanos e diaspórico, o tambor para os povos não é somente um instrumento musical, ele sintetiza a maior importância da cosmo sensação e cosmo visão tão necessária pra nos conectar cada vez mais com nosso lugar!

São Luis é um território peculiar quando o assunto é tambores, tamanha é a suas importância para repasse das memórias, saberes e fazeres africanos e indígenas, mesmo tendo a lei que obriga o ensino da cultura africana, afrobrasileira e indígenas, foi sim, nossos terreiros, nas diversas manifestação espirituais, os maiores espaços de ensino da cultura e histórias para nossas crianças, e jovens, muito desses repasses são feitos a partir de mestres e mestras, que usam da pedago-ginga e da cultura do encantamento presente nas manifestações que envolve a musica e ritmos dos tambores.

No Maranhão a variedade de tambores, e instrumentos tradicionais de matriz africana e indígena aparecem com muita força mostrando que o estado é um território que guarda uma ampla variedade de memória relacionados a continuidade desses saberes entre os ascendentes e descendentes.

Diante dessa variedade considerável o tambor Batá tem um importância emblemática, uma vez que é o principal instrumento de uma dessas praticas ancestrais africanas, o tambor de mina, sendo possível já perceber pelo nome tambor na referência a essa prática ancestral proveniente dos negro-mina, denominação dada ao negros em condição de escravidão vinda da “costa situada a leste do Castelo de São Jorge da Mina” (Verger, 1987: 12)

Aparecendo em diversas regiões diaspórica o tambor Bata ou Abata como é chamando no maranhão, tendo um função bastante importante de condensar a comunicação do céu com a terra, ligando os homens e mulheres na terra com seus ancestrais, aproximando de seus fieis e nos presenteando com uma linda Cerimônia, ancestral, envolvendo música e dança, essas duas fortes partes são essenciais para espiritualidade afro indígena. Me recuso me referir as praticas ancestrais espirituais africanas e afro indígena como religião, uma vez traduzido de sua língua não África, quer dizer RELIGARE, a religião seguindo essa linha, a religião tem o papel de religar alguém a Deus . Sendo nós povos que não fomos desligados em nenhum momento de nossa história. Mesmo diante de tantas tentativas.

Em Pernambuco é possível encontrar o parentesco ou família, o tambor chamado Ilú Batá, se diferenciando ao Abatá no tamanho e na posição e forma que é tocar, no Maranhão assim como em cuba o instrumento é tocado em posição horizontal, em Cuba os três tambores são chamado de Okónkolo to tambor médio, Iyá o tambor maior , Itótele o menor. Já no Maranhão como é chamado o maior é chamado tambor da mata, e outros dois de tamanhos similares são chamados de guia e contra guia. Ambos os instrumentos são formados por uma caixa de ressonância cilíndrico coberta por couro tendo corpo de madeira ou adaptado para ser feito de outros materiais que permitem a mesma qualidade sonora, como o exemplo do pvc, ou mesmo barriu de madeiras.

Importante perceber o quão importante foi esse processo de readequação dos modos de fazer tambor em situações de ausências desses materiais, foram feitas justas-posições como uma importante estratégia de resistência. Nessas imagens é possível encontrar todo esse conhecimento sendo colocado em prática como uma prática de autonomia financeira, salvaguarda dos saberes e saberes do Doutor dos tambores, o Mestre Eliezer, tem destinado sua vida a continuidade desses conhecimento tão importante para nossa reaproximação com o nosso rico saber ancestral!

Da mesma forma que todos os tambores não possam ser tocados de qualquer forma, a sua fabricação merece a mesma atenção, o fazedor de tambores é escolhido pela memória ancestral para ser o criador do instrumento de comunicação sagrada do povos com os deuses. Quem faz tambores merece respeito e sendo esse ainda, o que ensina novas gerações op valor desse bem histórico afro indígena.

Esse texto ainda é pequeno para expor a seriedade e força dos tambores, uma vez que computador não transmite emoção, sensações, ancestralidade, a força vital que nós move. Ao tempo em que as tecnologias nos afastam de nossas tradições, amplificando as distâncias, otimizando o esquecimento somático dos africanos diaspórico os tambores nos conectam não somente entre os homens, mas com nossos deuses, nossa memória, tendo todos os valores presente no corpo e espírito ancestral de cada africano e diaspórico. Independente do que possamos seguir em quanto ideias, filosofia, crença, política, quando o tambor toca, é involuntária a conecção que esse provoca, é como uma grande rede wifi com dados enviados pelo tambor, e nosso corpo como um computador que se conecta e recebe a vibração dessa comunicação.

Ajude ampliar nossa rede de tambores em sua mais espetacular salvaguarda dos valores civilizatórios africanos.

Projeto: Terra, Água e Comunicação

Vila Agroecológica
Bioarquitetúra Vernacular e Jardins Agroflorestais agroecológicos (Horta Comunitária)

Estudante: Mil Onilètó Projeto: Soberania Alimentar e Nutricional Subprojeto: Vila Agroecológica: Bioconstrução e Horta Comunitária

RESUMO

O presente trabalho busca fazer a junção de saberes e fazeres dos povos e comunidades tradicionais de descendência africana, no que diz respeito a sustentabilidade e preservação do meio ambiente através da bioconstrução e cultivos de hortas circulares e formato de mandalas, pensando a autogestão material e econômica como método fundante da mudança de realidade de pessoas e comunidades negras da região do recôncavo da Bahia, percebendo São Francisco do conde como a sendo as técnicas aqui apresentadas de baixo custo, afim de dirimir os exorbitantes gastos que as famílias carentes se esbarram no desejo realizar o desejo de ter casas própria ou de construir espaços de produção de alimentos a partir da agroecologia integrada e sustentável sem usos de insumos externos e principalmente sem o uso agrotóxicos e outros venenos usados para combater pragas proveniente dos sistemas de plantios com foco comercial e puramente capitalista. Que ao optar usar venenos que prejudicam a saúde dos consumidores final, também gera uma serie de danos ao meio ambiente. Pensar essas duas categorias, plantio saudável e sustentável com a pratica de construção ancestral da bioconstrução em suas mais diversas usabilidade e formatos, onde a terra é o material principal, variando entre técnicas que possibilite construções de casas sustentáveis, ecologicamente corretas e sócio culturalmente aceita.

APRESENTAÇÃO

São Francisco do Conde é umas das cidades mais emblemáticas da Bahia de todos os santos, diversos fatores facilitam isso, sua localização geográfica lhe faz somatizar diversas características, por está situada no recôncavo, e por ser uma área costeira com muitas diversidade biológica, com com que essa região seja, de longe a mais vulnerável, uma vez que a região onde se encontra é uma porta somente de entrada de tudo que venha do mar, o que nos faz refletir sobre o derramamento de óleo ocorrido nas praias do nordeste brasileiro, em relação a essa vulnerabilidade, foi os pescadores organizados dessa região que fizeram a cobrança mais eficaz em relação a tomada de atitude dos órgãos brasileiros que tem por obrigação botar o plano de contingência em casos de sinistros relacionados a derramamento de óleo.

O fator de risco provocado pelo derramamento influenciou diretamente no fator socil cultural e econômico da região, uma vez que se trata de uma das áreas com maior numero de pessoas de comunidades pescadores, que claro subsistem diretamente do trabalho de pesca e mariscagem, e ao mesmo tempo os frutos do mar se constitue alimento base da maioria das famílias dessa região, que históricamente passa por diversos problemas relacionados a colonização, vale resaltar aqui que São Francisco do Conde foi a ultima cidade percebendo a necessidade de fugir ao máximo possível dos padrões arquitetônicos tendenciosamente comerciais e de auto custo financeiro propomos um mergulho entre as diversas técnicas de Arquitetura vernacular, feita com recursos naturais e técnicas próprias de uma região específica.

Esses modelos comerciais, reafirmar cada vez mais, o modo de construções de casas a partir de alvenaria, cimentos, concretos e outros materiais que superfatura qualquer orçamento de pessoas carentes e em condições de vulnerabilidade e marginalização historicamente enviezado a colonização dos nossos territórios, fomentado desigual divisão do trabalho, renda e principalmente pensando principalmente a capacidade financeira dos integrante de povos e comunidades tradicionais de matriz africana que o projeto busca atender.

ARQUITETURA VERNACULAR AFRICANA OU BIOARQUITETURA ANCESTRAL

Por princípio a bioconstrução tem um forte ligação com as questões de sustentabilidade e soberania alimentar, que por sua vez provoca possibilidades indicadas pelas propostas das hortas comunitárias que se fundão na agroecologia e sistemas agroflorestais uma vez que através da arquitetura ancestral é possível construir estruturas físicas com base nos materiais biológicos e naturais encontrados no terrenos onde deseja-se construir espaços de convivências, produção e até moradias.

A bioconstrução é uma tecnologia social africana, e a traves da mesma é possível resgatar valores civilizatórios essenciais para a sobrevivência dos povos africanos em vários canto do mundo, dados estimam que 30 a 60% da população mundial vivam em casas construídas com base em bioconstrução, usando a terra como principal material para o construir suas moradias e quando pensamos na diáspora brasileira a maioria das regiões com exceção de algumas regiões da Amazônia legal, o recurso local mais abundante e tecnicamente propício para se construir nesse territórios é a terra, encontrada no próprio terreno ou nas redondezas. Por todo o território nacional há casas construídas em madeira, pedra, tijolo, taipa de mão, taipa de pilão e adobe que podem ser classificadas como arquitetura vernáculas

Arquitetura vernacular é a que pensa a construção de estruturas de moradias com materiais encontrada no próprio meio ambiente, sendo quase sempre atrelado a uma visão tradicional da arquitetura ou a aquela feita com recursos naturais e técnicas próprias de uma região específica, adequando-se a necessidade e possibilidade material das região onde pensa ser implementada, é possível encontrar modelos de arquitetura como essa em qualquer parte do mundo, cada uma com sua especificidade e muitas das vezes o senso comum a define como primitiva, que não precisa de um arquiteto, sendo construída de forma autônoma e autodidata, estando atrelada a valores hereditários, sendo passados como forma de conhecimento de pais para filhos, como uma ferramenta de subsistência e autopreservação, resolução para necessidade de criarem abrigos para se protegerem de ações da natureza como intempéries ambientais e sinistros climáticos. Quando esse formato de arquitetura é comparada a arquitetura comercial que na sua maioria está atrelado a valores globais de construção de elevado valor, tende a ser desconsiderada ou mesmo desqualificada, uma das razões disso, é o fato de ao optar pela arquitetura vernacular em seus mais diversos formatos, realidade e técnicas, ela se torna algo que pode ser realizado em onerar muitos gastos, e mesmo não obedecendo um padrão estético e comercial que a arquitetura contemporânea. Porem ambas se diferenciam basicamente no valor gasto e na estética. Mas ambas tem suas peculiaridades, hoje diversos teóricos estão se voltando para esses formatos de construir, mesmo tendo sido estudada somente na virada do século XX, diversos estudiosos apontam suas atenções alguns deles são Frank Lloyd e Le Corbusier e buscaram criar inovações a partir desse estilo tradicional. Nos anos setenta, diante do debate sobre a questão ambiental, esse tipo de arquitetura passou a ser associada à sustentabilidade e houve um expressivo aumento no interesse também por parte dos acadêmicos, trazendo a tona as possibilidades de construir com recursos naturais, e por isso estando diretamente ligado a questões de preservação do meio ambiente, atrelando a sensibilidade, simplicidade, melhoramento acústico e térmico tudo isso sem agredir a natureza como as outras propostas comerciais de arquitetura e resgata valores, saberes e fazeres tradicionais. Arquitetura vernacular pode ser dito àquela linguagem arquitetônica das pessoas, com seus ‘dialetos’ étnicos, regionais e local.

A BIO ARQUITETURA E AS ESPECIFICIDADES CLIMÁTICAS

 

Em regiões de clima frio:

• Proximidade entre edificações - Quanto mais perto uma casa da outra maior a circulação de calor;
• Telhados de inclinação média; Quanto mais alta a casa maior a circulação de ar frio, casa com telhados de inclinação média permite uma certa quantidade de calor;
• Estruturas elevadas do chão;  - a terra absorve calor durante o dia e libera durante a noite! em lugares frios casas baixas tentem a acumular humidade;
• Uso de materiais de baixa emissividade térmica; terra por exemplo é um bom isolante térmico;
• Paredes espessas; quanto mais grossa for a parede maior o isolamento térmico;
• Fachadas com aberturas amplas, apenas nas faces mais iluminadas. quanto maior entrada de sol mais quente e eficiente o combate ao frio;

Em regiões de clima quente e seco:

• Proximidade entre edificações - casas mais próximas uma da outra diminue a liberação de água do solo;
• Telhados planos - facilita o fluxo da água e assim a humidade 
• Estruturas diretamente sobre o solo - aproveita a humidade do solo e o refrescamento da edificação; 
• Uso de materiais pesados - fortalece a estrutura da casa ao passo que garante melhor aderência e firmeza rente ao solo
• Paredes espessas - faz com que as edificações absorva calor durante o dia e durante a noite mantenha a casa levemente aquecida, criando um ambiente agradável 
• Fachadas em cores claras e com aberturas pequenas - cores claras refletem melhor a luz do sol, e as pequenas entradas dificulta a entrada de ar quente, e ao entrar na pequena passagem cria um processo de resfriamento; 
• Pátios internos com fontes ou espelhos d’água - ter agua perto de facilita a hidratação tanto as plantas quanto o solo, trazendo mais saúde pra ambos. 

Em regiões de clima úmido:

• Edificações afastadas umas das outras - Nessa situação é preferível que as edificações tenham espaços para ter a segurança que a água fragiliza;
• Telhado com grande inclinação - facilita o ciclo de ar quente e frio;
• Beirais e varandas; interessante possibilitar espaços de vivencias que elabore conforto e segurança; 
• Estruturas elevadas do chão; em situações úmidas o solo é imprevisível e os animais geralmente buscam abrigo, dificultar o acesso é muito estratégico
• Uso de materiais leves - optar por materiais de fácil manejo e de manutenção tranquila
• Paredes de pouca espessura; - quanto maior a movimentação de ar melhor;
• Fachadas com aberturas que permitam ventilação cruzada.

Principais Técnicas da Bio Arquitetura Vernacular africana

Algumas técnicas de bioconstrução se destacam pelo fato do uso da terra como material básico, sendo possível ser encontrada em abundância em diversos lugares do mundo, tornou-se objeto de avanços quando a construção de baixo custo e com razoável facilidade de manuseio para construção, potencializa o trabalho comunitário, cooperativismo, quando uma comunidade toda é mobilizada pra o processo colaborativo de construir, aproximando a construção de casas e estruturas de trabalhos dos valores tradicionais africanos. Discorreremos nesse oportunidade algumas técnicas, que na sua maioria precisa de terra argilosa e com presença de arreia na sua composição, sendo a arreia essencial para gerar a liga na terra argilosa molhada e amassada geralmente com o uso dos pés ou mãos. Antes de qualquer trabalho é preciso selecionar atenciosamente a qualidade de terra indicada para construir as paredes e demais estruturas das casas:

1- Pau a pique ou Taipa de Mão;

É umas das técnicas mais usado na diáspora brasileira, sendo de fácil construção, por atrelar estruturas verticais de madeiras e sendo preenchida com terra os espaços criados pela estrutura predefinida com usos de madeiras e taipas. Muito usada em diversos espaços de resistências rurais e urbanas, pela sua facilidade se destaca entre as demais técnicas de construção africanas que usa a terra como material de trabalho. Ainda é possível encontrar diversas casas construídas atualmente e tem passado por um processo de melhoria, nessa técnica é usada 40% de terra argilosa na sua composição

2 - Cob;

Podemos dizer que essa técnica serve de sustento as outras técnicas sendo composta por 40 3 50% de terra argilosa misturada a matos e palhas secas, sendo essas palhas a responsável por criar a liga que vai garantir que o COB seja usado nas paredes feitas de taipas de mão por exemplo, funcionando como um especie de massa protetora das paredes, podendo ser comparado ao reboco usado em estruturas de alvenaria como proteção, sendo constituída de arreia, agua e cimento.

3 – Adobe;

Técnica que pode ser encontrada em demasia nas regiões centro oeste e sudeste da diáspora brasileira , sendo tijolos construídos com terra argilosa, a mesma matéria prima usado nas técnicas anteriores apresentadas, porem nessa técnica se destaca pela características do material preparado para realizar a construção, sendo preparado tijolos dessa massa de terra argilosa, misturada com materiais que potencialize a liga do tijolo a ser construída com ajuda de uma fôrma retangular feita de madeira, o material anteriormente usada na taipa de mão, dessa vez ao invés do material ser colocado diretamente na parede, ocupando espaços pré determinada, aqui a massa é colocada nesse gabarito que tem seu com tamanho definido no ato de projetar o tamanho do tijolo que se busca confeccionar, depois do material depositado retira-se a fôrma e deixa-se secando na sobra cerca de 15 dias, isso para evitar o calor excessivo, que faz com que o tijolo seque demasiadamente desordenado, chegando a rachar ou ficar sem uma liga ideal para construções, que exige força para aguentar o peso das estruturas a serem construídas. A mesma técnica, pode inclusive ser assada em fogo de lenha e possivelmente é o ancestral dos tijolos vendidos mercadologicamente com alto valor. Essa massa feita com a terra argilosa

financeiro quase nunca acessado por famílias de comunidades rurais, marginalizados financeiramente e socialmente, sendo empurrados para espaços distante dos grandes centros, construindo um processo de privação dos direitos que garante autonomia de seus trabalhos e sobrevivências.

4 – Super Adobe;

Essas técnica é bem peculiar, pois é a uma pequena alteração do adobe anteriormente apresentado, pois é a mesma matéria usada nas técnicas anteriormente apresentadas, tendo o ensacamento das terras formando paredes desses empilhamentos de sacos de terra. A peculiaridade se apresenta diante da possibilidade de usar qualquer tipos de terra nessa técnica, mesmo sendo ela restos de construções, cascalhos, pedras devidamente misturada com uma porcentagem de terra argilosa. Nesse caso a terra não precisa ser tão molhada a ponto de produzir uma massa uniforme, o objetivo aqui é chegar a um ponto de Farofa, a partir da terra umedecida ensacada nesses sacos de ráfia que vão sendo alinhados e enfileirados formando as paredes. Dentre as técnicas, o super adobe tem uma altíssima capacidade estrutural, diversas estruturas construídas resistem ao tempo e oferecem espaços termodinâmicos e possibilita uma casa fria em dias quentes e ambiente confortáveis em dias de frio.

5- Hiper Adobe

É uma versão melhorada do super adobe, tendo diferença no tipo e formato do saco usado para ensacar a terra, nessa, o saco é continuo, parecido com os materiais usados em telas, e por ser mais fino economiza mais tempo de trabalho e menos terra a ser ensacada. Geralmente pode ser comprada o saco específico para esse fim, não precisando usar sacos de nylom reutilizados para construir estruturas e paredes, e facilita o trabalho pós parede feita, o formato vazado do saco também facilita trabalho de reboco e pelo seu tamanho ser contínuo possibilita construir paredes mais finas, mas com menos isolamento térmico e sonoro que a super adobe, podemos inclusive ousar dizer que a hiper adobe é o super adobe melhorado.

6 – Taipa de Pilão

Essa técnica também é muito difundida mundo a fora, sendo construída a partir de uma forma de madeira, latão e etc, de forma que é colocada paralela ao alicerce de que se busca construir, usando terra pura ou misturada com palhas ou materiais que auxilie na liga, depois de socada a forma sobe, e torna a ser preenchida e pilada, formando uma massa compactar e forte o procedimento é repetido até que a parede esteja completamente construída de acordo com o planejada.

7 – Tijolo Solo Cimento

Essa técnica consiste em uma mistura de 10 por 1, ou seja dez quantidades de terra para uma de cimento, o processo é realizado por uma prensa, que compacta a mistura criando uma especie de tijolo bastante forte e resistente a agua. Depois de secar por aproximadamente sete dias, se obtém um tijolo maciço par ser usado de diversas formas, como tijolos aparentes ou mesmo como técnica de construção de tijolos normais.

O principe Garvey chegou

O dia começou com um ar de preparo pra chegada do príncipe, o tão esperado Kayodê Garvey, na quadragésima semana fe gravidez, tranquila por sinal, as contração constantes nos deixaram em alertá, no início da noite, na verdade metade, aproximadamege 22:40 da noite as reclamações de dores estranhas acompanhadas de construções cada vez mais fortes nos fez ficar em atenção total. A correia aumentou ao Dara se levantar e sentir algo molhado entre as pernas, eu num pulo levantei, e ainda de resaca da bebedeira depois de carregar cimentos e blocos pra construção da casa da sogra, mesmo assim a tontura da cerveja passou rápido e bum instante quando percebemos que era liquido amniótico e o tampão mucoso. Começou a agunia de arrumar as coisas pro grande momento. Mochila de roupas, pega os documentos, chama o uber, avisa mainha, vamos correr pra chegar Logo. No caminho o uber que absorveu nossa preocupação contando com o mapa do celular que descarregou, se perdeu, a agonia aumenta. Chegamos no maternidade e mainha já estava. Mochilas caindo, corre amor vamos logo, atravessa devagar. Depois de todos os protocolos somos mandados pra sala de espera para as consultas necessárias. Depois de checar o toque, sabemos que já estamos 3 cm adiantado no processo. Vamos pra sala de parto, pai trocafe roupa e se prepara pra assistir a parturiencia, e não podia faltar mais contrações e muitas dores. A medica indica uma anestesia peridural e hack, isso de fato ajuda a aguentar a dor, chama o obstetrícia depois de aplicadas as muitas agulhadas na cervical da preta. Quando o medico obstetra chegou e verificou com outro toque a situação. Explicou que agora era questão de esperar a grande hora, pois a dilatação já estava completa. Toda a equipe se prepara e logo começa o trabalho de parto, natural e tranquilo, logo é possível olhar os fios de cabelo e as contrações acompanhado de muita força da Dandara, por volta, as 2:50 da manha se concretiza e podemos ver o rosto lindo de nosso principe. O nascimento resignifica a vida de toda família, a vovó que caminha de um lado pra outro nervosa e ansiosa. O Kayodê Garvey nasceu forte e bonitão, cheio fe cabelos, medindo 51 cm e pesando 3,600 kg.

Compensa toda a espera o amor transborda e um novo caminho caminho se inicia.

Mil Onilètó 15.12.19 11:03 domíni go

Produção de tijolos de adobe

Tijolos de adobe é uma tecnologia africana muito utilizada nos tempos de hoje, nos dar oportunidade de pensar a construção com um formato ancestral e de baixo nível, um vez que os materiais que são usados para a confecção é basicamente barro *terra, agilosa, com presença de areia na sua composição. algumas das muitas técnicas usadas para fazer tijolos de adobe usam somente a terra agilosa que possua quantidade significativa de arreia, onde a arreia será umas das responsáveis para a liga do tijolo. uma outra técnica é juntar uma pequena quantidade de cimento ou mesmo palhas de milhos ou matos com a características parecida.

Uma variação interessante do adobe, é a conhecida técnica do super adobe, que se diferencia do tijolo de adobe, nos materiais e suas composições, digamos que o suber adobe seja uma tecnica melhorada do adobe, podendo ser feita com materiais como roloes de saco de ráfia, arrame farpado e claro, a terra argilosa. Uma característica que chama muita atenção no super adobe, é que em seu processo, parece ir se formando cobras de saco de terra, formando assim as resistentes e termoinamicas estruturas da parede. Para chegar no resultado esperado, precisa se usar alguns materiais, pois não serão feitos tijolos como na técnica a cima citada. nesse caso sera usado tubos de pvc de 25 cm que ficarao na boca do saco, baldes para carregar as terras, pilãos, martelo de borrachas para dar formas a parede e muito trabalho coletivo. as vivencias que acontecem em torno das bio contrução, que alia manejo duravel, movimentando encontros de trocas de conhecimentos ancestrais e comunitários. em cada camada da cobra de barro que vai se formando coloca-se arrame farpado para fortalecer a junção e nao permitir os deslise da parede criada. Ao mesmo tempo que pensamos e colocamos em praticas, tecnicas ancestrais resgatamos formas de vidas sustentáveis que fortalecem a economia local, usamos menos combustiveis foceis, gastando menos energia, pensando a permacultura como pratica viva do resgate do saber tradicional.

COB - É a mistura de 60 de arreia e 40 de agila, junto com fibras que servirão como a junção do materiais, usadas geralmente palhas do ceral, a ideia é

Impactos das ideias Eugênicas na Diáspora

Eugenia é um termo criado por Francis Galton (1822-1911), que a definiu como o estudo dos agentes sob o controle social que podem melhorar ou empobrecer as qualidades raciais das futuras gerações seja física ou mentalmente, pregava que a miscegenação, causaria o desaparecimento da raça humana. O tema é bastante controverso, particularmente após ter sido parte fundamental da ideologia de pureza racial nazista, a qual culminou no Holocausto, e primeiro grande campo de concentração do Congo durante o regime de Leopoldo II de dezembro de 1909) foi o segundo Rei dos Belgas de 1865 até sua morte. Foi também príncipe da Bélgica, duque de Saxe, duque de Saxe-Coburgo e Gotha, duque de Brabante e soberano do Estado Livre do Congo (1884-1908), onde realizou um doas maiores massacres da história, submetendo os povos africanos a diversas experiências darvinistas . As ideias difundidas pelo Darwinismo social acreditam que as sociedades evoluem naturalmente de um estágio inferior para os estágios superiores e mais complexos de organização social. Assim, povos ditos civilizados (os europeus) têm o dever de ocupar, dominar e explorar as culturas “mais atrasadas”, a fim de levar-lhes desenvolvimento, progresso, avanços tecnológicos e permitir-lhes que alcancem os estágios superiores de civilização.

Mesmo com a cada vez maior utilização de técnicas de melhoramento genético usadas atualmente em plantas e animais, ainda existe um certo receio quanto ao seu uso entre os seres humanos, chegando até o ponto de alguns cientistas declararem que é de fato impossível mudar a natureza humana, negando o caráter animal de nossa espécie. Atualmente, diversos filósofos e sociólogos declaram que existem diversos problemas éticos sérios na eugenia, como o abuso da discriminação, pois ela acaba por categorizar pessoas como aptas ou não-aptas para a reprodução.

Construída com base nos estudos que viria a gerar uma defesa estrutural para o que conhecemos hoje como RACISMO, a eugenia serviu de base de epistemologia que tentava pregar a pureza e superioridade da branquitude e sobre tudo no Brasil, teve apoio de historiadores e juristas a exemplo de Oliveira Viana, Monteiro Lobato e muitos outros. A partir dessas ideias nasceu a criminologia, que consiste no estudo da natureza dos crimes, do comportamento criminoso da vítima e das maneiras de reinserir o criminoso na sociedade.

A criminologia moderna procura se estruturar através dos métodos observacionais e na interdisciplinaridade para formular um estudo consistente que auxilie no combate e prevenção das atividades criminosas na sociedade. Esses estudo foram elaborados a partir de estigmas, e ao vir no brasil por volta dos anos 60 e 70, Cesare Lombroso, realizava pesquisa, medindo tamanho do crânio, lábios, testas e PRINCIPALMENTE COR DA PELE e a partir disso essa teoria poderia prever possíveis criminosos em potenciais. Mesmo parecendo uma pura loucura isso esta sendo colocado em prática pelo estado Brasileira, valendo ressaltar que as praticas da policia esta atrelada diretamente as ideias criadas pelos criadores do Racismo estrutural, e é de longe a maior ferramenta de defesa da limpeza étnica dos povos africanos diaspóricos e indigenas nas Américas. Logo o que está fantasiado de guerra as drogas e a criminalidades é sem sombra de dúvida um ato constante ato de execução sumária dos povos africanos e indigenas e seus decendentes, quando analisamos por exemplo a ação truculenta e genocida da polícia no Rio de Janeiro, Bahia, Maranhão e outros estados com auto índice de mortes ocasionados pela ação desse braço armado e que dá vida as ideias dos eugenistas, infelizmente notamos a parte prática dessa teoria, e não podemos naturalizar a ideia que deixa de forma invisível a continuação do processo colonial que permanece vivo nessa tal modernidade!

Mil Onilètó Alagbede

ILE ASE ALAGBEDE OLODUMARE

Centro Unificado Pan-Africanista (C.U.P)

O que acontece no brasil Genocídio ou extermínio?

Um fruto do processo colonial Racista, é a não compreensão do que acontece na realidade na DIÁSPORA e PRINCIPALMENTE no continente africano, com o ensurdecimento do povo preto fica cada vez mais difícil o combate e enfrentamento dessa mazela. um exemplo emblemático é a confusões a cerca do que é genocídio e extermínio, levando o uso errado dos substantivo para descrever situações de execuções sumárias de pessoas pretas, o que pode minimizar a situação e enfraquecer a tentativa de resoluções.

Para discorrer um pouco sobre a confusão de entendimento, vamos falar aqui de GENOCÍDIO e o Extermínio, ambos substantivos usados para descrever destruição, morte e extensão, esses possuem significados um tanto diferentes. O que vale ressaltar é a origem cientifica epstemiológias das ideias que foram fundante para o racismo e a situação desumana que os africanos diaspórico e continentais vem sofrendo, desde os primeiros campos de concentração no como porem o extermínio descreve morte de pessoas, de forma minimizada, sendo direcionada a acontecimentos específicos e com uma extensão detalhada facilmente a uma pequena quantidade de pessoas ou a um grupo específico, podendo o genocídio ser citado como método que pode levar ao ato pratico do extermínio.

O genocídio foi, na época da colonização européia na América Latina e na África, largamente utilizado para que com o extermínio dos povos indígenas, se tornasse mais fácil para a Europa a escravização daqueles que lá habitavam. Hoje a palavra genocídio tem sido definido como o assassinato deliberado de pessoas motivado por diferenças étnicas, nacionais, raciais, religiosas e (por vezes) políticas. Há algum desacordo, entre os diversos autores, quanto ao facto de se designar ou não como genocídio os assassinatos em massa por motivos políticos. O genocídio é um tipo de limpeza étnica.

Quando analisada a situação violenta que as comunidades negras tem sofrido, como o exemplo da ação da polícia, que tem forte influências de pensamentos estruturados com essa finalidade de realizar uma hierarquia étnica que ao propor uma superioridade e supremacia branca, pregou em suas teses científicas a limpeza étnica dos grupos menos desejados, ao passo que criaram uma ideia infundada que a miscigenação da raça branca com a preta e indígena causaria a degeneração da raça humana, apesar de inconsistente essas ideias tiveram e tem profunda influencia no modos operantes brasileiro e talvez mundial. Hoje no Brasil são vitimizados 63 negros diariamente, e em quase sua totalidade vítimas de ações violentamente por parte da polícia.

Genocídio tem sido definido como o assassinato deliberado de pessoas motivado por diferenças étnicas, nacionais, raciais, religiosas e (por vezes) políticas. Há algum desacordo, entre os diversos autores, quanto ao facto de se designar ou não como genocídio os assassinatos em massa por motivos políticos. O genocídio é um tipo de limpeza étnica.

O termo genocídio foi criado por Raphael Lemkin, um judeu polaco, em 1944, juntando a raiz grega génos (família, tribo ou raça) e -caedere (Latim - matar). Com o advento do genocídio dos judeus pelo regime nazi, o Holocausto, Lemkin fez campanha pela criação de leis internacionais, que definissem e punissem o genocídio. Esta pretensão tornou-se realidade em 1951, com a Convenção para a prevenção e repressão do crime de genocídio.

De acordo com relatório final da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Senado sobre o Assassinato de Jovens, divulgado na semana passada em Brasília: todo ano, 23.100 jovens negros de 15 a 29 anos são assassinados. São 63 por dia. Um a cada 23 minutos.

A investigação tem como base os números do Mapa da Violência, que revelou que, entre 2002 e 2012, a taxa de homicídios da população branca caiu 24,8%, enquanto a da população negra ascendeu 38,7%, significando que os negros morreram 72% mais que os brancos.

plano de manejo de guaiamun BA

PROCESSO DE PRODUÇÃO DO PLANO DE MANEJO DO GUAIAMU

DIA 02 (Sodre)

No segundo dia de trabalho seguimos com outra equipe de trabalho, sendo a equipe técnicas responsável pelo mapeamento Professor Rafael e eu (Mil) e os pescadores responsaveis de nos levarem aos pontos a serem mapeados, sendo eles, seu Ze do Guaiamu, nene, seu filho Bruno e sua companheira ..., dona ..., e seu..., o destino foi ilha de cajaíba, seguindo pelo mar aberto até o canal de Sodre, na ilha de Cajaiba. O local é acessado principalmente por pescadores e marisqueiro, que quase sempre acampam ficando por vários dias na região pescando e mariscando até acumulares uma quantidade considerável estipuladas por suas metas.

Nossa passagem foi com a ideia de acompanhar a coleta do guaiamu, nosso dia começou cedo, saímos de São Francisco do Conde para o Quilombo de Don João, partindo pra nosso trajeto por mar, na ideia de ficarmos o dia todo em atividade de pesca, no caminho marítimo até o Sodre tivemos a oportunidade de passar por diversas COROAS, espaços de areia em pleno mar que também é rio, é nessa coroa que os pescadores e marisqueiro retiram seus sustentos, por ser um lugar que facilita a pesca por ficar a cima do nível do mar, no mesmo local encontramos pessoas se divertindo e pescando ao mesmo tempo. Dai percebemos a importancia do mar em perfeito estado para qualidade de vida das pessoas das comunidades ao redor, sendo o mar a principal fonte de sustento dos mesmos.

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