ARQUIVO PESSOAL - JAGUM ONILÈTÓ

Meu nome é Jagum Onilètó, mas nasci e fui chamado pelos meus pais de Milson, de sobrenome de registro Santos Silva, Gosto de me intitular HACKER ETNICO, uma vez que a tecnológia que discuto é de retomada, de reestruturação da base do pensamento que coordena a tecnologia de hoje. Uma analogia que sempre faço é a que compara o território digital ao território geografico, físico. tipo o latifundiario. Mas minha historia começa bem antes e pra falar sobre ela é impossível esquecer o percusso que pecorrir até aqui! Hoje, quando escrevo esse rascunho tenho exatamente 31 anos de idade, confesso que me sinto em um momento crucial da minha existencia, cujo compreendo diversas coisas com um outro olhar, talvez mais maduro e critico que outrora.

Nasci em São Luis do Maranhão, minha família proveniente da baixada maranhense, das terras quilombolas de Cururupu, conhecido interior maranhense. Minha matriarca maior da família foi a Benzedeira e quituteira famosa nas regioes do bairro do joão paulo e redondeza. conhecida por muitos como vendedora de caldos, minguas e bolos tradicionais, ao passo que diversas pessoas que vinham em buscas de cura ou conselhos, por muitas vezes se travestia de simples clientes da sua tradicional banquinha de mingal. de fato essa já era uma grande mostra de autonomia e autogestão na minha raiz familiar. Não diferente ja nasci com um predisposição para comunicação com as pessoas, de pequeno essa caracteristica de popularidade e bastante perpicacia ja se mostrav em minha pessonalidade forte e que quase nunca recusava uma boa briga e sempre se metendo em masgestosas confusoes.

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Homenagem ao awo pai Euclides "Talabian" Ferreira

Homenagem ao pai Euclides "Talabian" Ferreira

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010 Homenagem ao pai Euclides "Talabian" Ferreira Casa Fanti Ashanti em em São Luiz,Maranhão. Rua Militar 160 Bairro Cruzeiro do Anil

Pai Euclides abriu o seu terreiro em 1958, no sítio do Igapara, com o nome de Tenda de São Jorge Jardim de Ueira. De acordo com o Estatuto do terreiro, transcrito em um dos seus livros publicados (FERREIRA, 1987, p.121), apesar da Casa ter recebido uma denominação semelhante à de muitos terreiros de Umbanda ou de caboclo, já teria nascido identificada com a nação Fanti-Ashanti [6].

Mas tudo indica que, durante muito tempo, era mais conhecida como terreiro de Tabajara, de Juracema (entidades caboclas) e de Mãe Maria, entidade feminina que, apesar de não ter incorporado nele no Terreiro do Egito, foi muito importante nos primeiros anos da Casa e que foi mais tarde por ele apresentada no Candomblé como a Oxum mais velha (FERRETTI,M., 2000, p. 263). Em 1963, a Casa Fanti-Ashanti foi transferida para o bairro do Cruzeiro do Anil. Cinco anos depois era realizada ali a primeira iniciação completa de filho da Casa - o paraense João Albino de Aquino, adotando características que fugiam do modelo da Mina do Maranhão e a aproximavam do Candomblé da Bahia.

Mas, na época, Pai Euclides se apresentava como babalorixá de inkice Talabian de Urumilá, como foi registrado no certificado conferido àquele filho-de-santo. Em 1974, Pai Euclides se apresentou à pesquisadora Maria Amália Barretto como filho de To Alabi Oxanaim (sic.) de Urumilá e de Oxum Apará (BARRETTO, 1977, p.121).

A quarta ligação de Pai Euclides com entidade associada a Lissá ocorreu 8 anos após a iniciação de João Albino e cerca de 10 anos após o falecimento de sua mãe-de-santo, quando ele recebeu Orixá Oguiã no Xangô de Recife (1976). Em 1980, depois de “tirar a mão de vumbe” em Recife, oficializou, na Casa Fanti-Ashanti, o Candomblé que, segundo declara, já vinha sendo adotando desde 1976 (FERREIRA, 1984, p.11), passando a entrar em transe no Candomblé principalmente com Oxalá e a receber Mãe Maria como Oxum.

A partir daí o seu terreiro, que já vinha em expansão, cresceu bastante, passou a ser mais apresentado e conhecido como de Oxalá e sua nação passou a ser definida mais como jeje-nagô do que como fanti-ashanti. No 30º aniversário do terreiro, Pai Euclides se refere a ele como “Casa Branca Fanti-Ashanti” e como “Casa de Oxalá”.

Com a “mudança de nação” da Casa Fanti-Ashanti, Pai Euclides reelaborou sua identidade jeje e passou a apresentar-se como ligado ao jeje-mahi, nação em que seu pai-de-santo Severino Ramos, o Raminho de Oxossi, recebeu parte do seu axé (FERREIRA, 1987, p.98). Mas, mesmo “mudando de nação”, ele continuou alimentando o sonho de se ligar diretamente a um sacerdote africano do Gana ou do Benin (FERRETTI, M, 2000, p. 180), o que implicaria numa retomada de suas ligações com o Terreiro do Egito e com o vodum Lissá, na Casa das Minas.

“[5] No certificado preparado para o paraense João Albino de Aquino, a Casa era apresentada como “Abassá Olissa de Urumilá”, do babalorixá de inkice Talabian de Urumilá. A relação de Pai Euclides com Urumila já foi por ele lembrada para justificar a realização em sua Casa da Festa do Espírito Santo, tradicional no Maranhão, considerando-se que no sincretismo afro-brasileiro os dois são associados. [6] Não localizamos, no SIOGE (imprensa oficial do Estado), o Diário Oficial em que foi publicado o referido Estatuto.”

O terreiro, Tenda São Jorge Jardim de Oeira da Nação Fanthi-Ashanthi, foi inaugurado no dia 01 de Janeiro de 1958 no sítio do Igapara às margens do rio bacanga em um lugarejo de São Luis, posteriormente a Casa Fanthi-Ashanthi transferiu-se para a Rua Militar, nº 1158, no bairro do Cruzeiro do Anil em São Luis-MA, no dia 01 de Janeiro de 1964, onde permanece até os dias atuais, um local estratégico e facil de se chegar. Não somente como pioneiro a implantar o candomblé no estado do Maranhão, precisamente em São Luis, mas também como cultuador do tradicional Tambor-de-Mina e outros ritos, se mantendo bastante coerente no trato das questões religiosas considerando com muito cuidadoas práticas que a casa difunde, para que não haja choque entre a ancestralidade e a comunidade.

fonte:http://ileajagunan.blogspot.com/ fonte:http://fotolog.terra.com.br/ellegua:177

biografia sobre candoble nago egba
  1. Roger Bastide, Imagens do Nordeste Místico em Branco e Preto, RJ, Gráfica O Cruzeiro, 1945, cap. 5.
  2. Maria do Carmo Tinoco Brandão, Xangôs tradicionais e Xangôs umbandizados do Recife: organização econômica, tese de doutorado em Antropologia Social, SP, Universidade de São Paulo, 1986.
  3. José Jorge de Carvalho, 1984, (em inglês) Ritual and music of the Shango cults of Recife, Brasil. Tese de PhD em Antropologia Social, Belfast: The Queen’s University of Belfast .4. Idem. 1988, A força da Nostalgia: a concepção de tempo histórico dos cultos afro-brasileiros tradicionais, Religião e Sociedade, vol 14, nº 2, pg 36-61.
  4. Idem. 1992. Estéticas da Opacidade e da Transparência. Mito, música e ritual no culto Xangô e na tradição erudita ocidental, Anuário Antropologico/89, 83-116 RJ, Ed. Tempo Brasileiro.
  5. Idem. Cantos Sagrados do Xangô do Recife, 1983, Brasilia, Fundação Cultural Palmares.
  6. Idem & Rita Laura Segato, 1986, Musik der Xangô-Kulte von Recife (em alemão), em: Tiago de Oliveira Pinto (org), Brasilien, Einführung in die Musik-traditionen Brasiliens, 176-192, Mains:Schott.
  7. Idem. Cantos Sagrados do Xangô do Recife, 1983, Brasilia, Fundação Cultural Palmares.
  8. Rita Laura Segato, 1990, Iemanjá em familia:mito e valores civicos no Xangô de Recife, Anuário Antropologico/87, 145-190 RJ-Brasilia EdUnB/Tempo Brasileiro.
  9. Idem, Santos e daimones, 199.., Brasilia, Unb.
  10. Pedro Cavalcanti, As seitas africanas do Recife, em Estudos Afro-brasileiros (trabalhos apresentados no 1º Congresso Afro-brasileiro reunido em Recife em 1934, 1º vol.) RJ, Arielk, 1935.
  11. Manoel do Nascimento Costa, Sacrificio de animais e distribuição da carne no ritual afro-pernambucano; em Roberto Motta, Os afro-brasileiros: Anais do III Congresso Afro-brasileiro, Recife, Massangana, 1985.
  12. Gonçalves Fernandes, Xangôs do Nordeste, RJ, Civilização Brasileira, 1937.
  13. Gilberto Freyre, “Xangôs” em Guia Prático, Histótico e Sentimental da cidade do Recife, RJ, José Olympio, 1968.
  14. Idem, “Pai Adão babalorixá ortodoxo”, em Pessoas, cores e animais 2ª ed. Porto Alegre, Globo, 1981.
  15. Roberto Motta, “Bandeira de Alairá: a festa de Xangô-São João e problemas de sincretismo, em Carlos Eugênio Marcondes de Moura(org), Bandeira de Alairá: outros escritos sobre a religião dos orixás, SP, Nobel, 1982.
  16. Idem, Cidade e devoção, Recife, Ed. Pirata, 1980.
  17. Idem, “Catimbós, Xangôs e Umbandas na Região do Recife em Os Afro-brasileiros: Anais do III Congresso Afro-brasileiro, Recife, Massangana, 1985.
  18. Reginaldo Prandi, Os Candomblés de São Paulo, SP, Hucitec/Edusp, 1991. Benção, Kolofé a todos.
Lagbaye Lyika: uma proposta de Ouvidoria Cartográfica

Conheça o sistema Online de ouvidoria dos povos e comunidades tradicionais baseado em uma tecnologia africana de MAPEAMENTO COLABORATIVO! Por ele você pode realizar reportagens e mapeamentos colaborativos, potencializando o acesso a ferramenta de cartografias coletivas e de fácil uso para nossa auto-defesa no territorio digital da internet!

O QUE

O nome da ferramenta é diferente né? é do idioma africano, IORUBA: Lagbaye: Geográfico Lyika: Revolução * revolução geográfica do idioma Iorubá por que precisamos dizer de onde começaremos nossa conversa, e é de bom grado que eu fale do meu lugar. Pensamos tecnologias a partir de uma afro-pespectiva ao passo que também fazer dela um espaço de reflexão da interseccionalidade assomática dos povos e comunidades tradicionais de matriz africana na diáspora brasileira. Percebendo o cenário que vivemos virtualmente, nos tempos atuais, em que tudo se passa pelo meio digital, a tecnologia é um espaço de disputa que reverbera nos povos pretos e pobres a marca da exclusão, pois não seria diferente dos diversos espaços da branquitudes e sua sede de poder sobre os domínio imperialista e escravocrata que dominam o território da internet.

POR QUE

Nossa ideia é provocar uma reflexão critica das ferramentas que usamos desde nossos computadores, nossas redes e analizar quem tem o poder e domínio desses meios e quais as formas de nos apropriamos e criamos ferramentas que atenda nossa necessidade, percebendo que esse espaço que nos nega acesso onde a população brasileira é de aproximadamente 196,7 milhões e somente 94,2 milhões utiliza a internet, sendo que aproximadamente 125 milhões não tem esse privilegio. Entre os 10% mais pobres, apenas 0,6% tem acesso à Internet; entre os 10% mais ricos, esse número é de 56,3%, diferença descarada. Somente 13,3% do povo preto usam a Internet, duas vezes menos que os brancos que é (28,3%). Os índices de acesso à Internet das Regiões Sul (25,6%) e Sudeste (26,6%) contrastam com os das Regiões Norte (12%) e Nordeste (11,9%). vamos tentar devagar e sempre nos livras de todas as amarras que supremacia branca tem nos imposto, viemos trazer a tona a parte de universo que é nossa, africana e indigena, o mapa lagbaye liyka é uma ferramenta online que permite enviar relatos REPORTAGENS, com um preenchimento de um simples formulário, facilitando o compartilhamento e acompanhamento de uma extensa área de um território, enviando texto, fotos, links de vídeos e informações extras no mesmo documento, enviadas a uma categoria de escolha do remetente, podendo ser compartilhado em massa com o sistema de ALERTA que dá agilidade a tempo real para a DESCENTRALIZAÇÃO da informação. podendo ser reportado para contatos estratégicos, por SMS, E-MAIL criando assim uma rede descentralizada de compartilhamento de informações.

COMO

De muito fácil uso o Lagbaye Lyika pode ser usado através de celular smartfone ou computador é possível acessar o sistema.

Sendo uma ferramenta aberta e coletiva diversos parceiros tem solicitados categorias especificas tendo assim uma capilaridade gigantesca para trabalhar diversos temas. No tocante a interseccionalidade a ferrramantas trabalha dando suporte a report de diversas formas de opressão se tornando assim uma forte ferramenta de combate e enfrentamento as diversas opressões, sendo assim ouvidoria nata. Alguma das categorias que mais tiveram denuncia foram: Situação de Conflitos – Povos e Comunidades Tradicionais; Juventude Cigana; Genocídio da Juventude Negra e Pobre e periférica; e Violação do Direito a Educação. Os locais com mais denúncias foram: Maranhão – com 159 denuncia; e a Bahia – com 21 denuncias.

A participação popular para este Sistema é extremamente importante, já que com relatos contendo mais detalhes ajudarão na segurança das pessoas. Seu relato para o Mapa Lagbaye Lyika pode ser enviado tanto por computador como por celular:

TUTORIAL DE USO BASICO

Computador

PASSO 1: Abra o link https://juventudeativa.crowdmap.com;

PASSO 2: Clique no botão (ao lado do banner) “Enviar Relato” (parte superior direita da tela);

PASSO 3: Preencha os campos com seu relato. Por favor seja eficiente e objetivo! Lembre-se que a segurança das pessoas agora depende de você;

PASSO 4: Coloque o endereço correto e dê “zoom-in” para ter certeza que o ponto está no lugar certo. A precisão das informações no mapa é o muito importante nesta ferramenta, do contrário, pessoas podem sofrer danos ou perdas ou informações históricas podem ficarem incorretas;

Celular:

PASSO 1: Abra o app Ushahidi e espere ele sincronizar. A primeira vez deve demorar uns 3 minutos. Aguarde!;

PASSO 2: Clique no botão “+” do canto inferior direito para adicionar um novo mapa;

PASSO 3: Coloque um nome qualquer, tipo: Mapa de Risco (ou outro de sua preferência);

PASSO 4: Coloque a URL:https://juventudeativa.crowdmap.com; Ao abrir o mapa, você pode enviar seu relato clicando no ícone de câmera na parte inferior da tela, funciona de maneira semelhante ao famoso Instagram, mas você pode contribuir com foto, texto e vídeo.

O sistema tem sido usado para diversos fins, adequando-se a necessidade cartográfica de todo mundo, um grande exemplo é o uso para denúncias enviadas por pessoas que não querem se identificar, tendo a necessidade de georeferenciar um acontecimento, fato, uma história. como foi o dado o acompanhamento e mapeamento dos casos de assassinatos de lideranças de terreiros de 2018 dos povos negros e principalmente povos de terreiro do Pará, com sua crescente onda de violências contra lideranças de terreiros da Amazônia negra.

Pensado para servir como uma ferramenta de ouvidoria permanente para diversas CATEGORIAS com as riquesas das informações que podem ser enviado pelo MAPA, facilita o acompanhamento colaborativo ao passo que POTENCIALIZA, seu uso como uma ferramenta de ouvidoria dos povos e comunidades tradicionais, Como criação de mapeamento colaborativo de grupos culturais, mapas das folhas, mapa das parteiras e curandeiras como no caso de auto-demarcação territorial, planos de manejos da biodiversidade, controles de desmatamentos, alertas de incêndios, áreas de riscos de desastres naturais, diversos são as possibilidades de uso.

O formato que o sistema mais prima nessa nova edição, é o mapeamento com vertente de salvaguarda dos saberes e fazeres, ligando assim, a pratica da memória coletiva, dos saberes e fazeres que estão intimamente ligada aos valores territoriais. Assim provocamos o uso das técnicas de cartoprática como uma forma de previnir acontecimentos desastrosos tantos naturais e humanos, pensando a ferramenta com a possibilidade de guardar e proteger os bens naturais e humanos de nossas comunidades para não termos que enviar um relato de algo muito ruim que .

A ferramenta aposta na estruturação da rede descentralizada de comunicação, percebendo a necessidade de internacionalizar e federalizar as diversas formas de genocídio e potencializar um uso mais do nosso jeito desse território digital que é a internet. é preciso

Relatório Formação Apropriação Tecnologica em Belem do Para

Formação apropriação tecnológica e Quilombismo Digital

durante os dias 7 , 8 do mês de junho de 2019, ocorreram durante o projeto festival exu, as oficinas de apropriação tecnológicas e quilombismo digital com Mil Onilètó e Guine Ribeiro na ideia de fomentar o uso de tecnologias de comunicação livre baseados em um sistema operacional Gnu Linux , Exemplo apresentado na oficina foi Etertic 10 por ser fruto de um arduo trabalho de comunicadores que pensam um sistema operacional voltado para Radio Livre e comunitárias, como uma estratégia de conservar os valores da comunicação estratégica dos povos de comunidades tradicionais de diversos lugares do Brasil.

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Os movimentos de massa, apresentam uma grande necessidade de terem e fácil acesso e assim comunicarem-se mantendo os valores de suas comunidades e trocarem experiencias, saberes e fazeres, gerir de forma avançada aia denunciar situações diversas em suas comunidades, Pensando a comunicação livre e soberana como um direito desses povos e comunidades a atividade foi pensada para fomentar e introduzir as tecnologias não proprietárias focadas na liberdade desse público e junto a isso descentralizar essas de ferramentas usadas pelas comunidades, voltada para 20 comunidades de terreiros da Região Amazônica brasileira e contou com oficinas sobre a importância das ferramentas de comunicação livres diante do cenário nacional que vivemos. durante a conversa foram feitas problematização das principais ferramentas usadas pelos diversos movimento no Brasil, apontando a preocupação da vulnerabilidade desses povos diante de um uso despreocupado de ferramentas de comunicação de grandes empresas proprietárias.

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Como contra ponto a essas grandes empresas que assemelham a grande latifundiários de terras, só que de um grande território digital, foi apresentadas algumas alternativas como uso de email, bate papos para celulares e computadores, noção básicas de criptografia, ferramentas estratégicas de envio e recebimentos de alertas georeferenciadas de diversos lugares do mundo, atrelando assim essa ferramenta de cartografia colaborativa como um centro de reportagem colaborativa, afim de enviar conteúdos inclusive de forma anônimas de acontecimentos de diversos cantos da Amazonia para a Rádio Exu.

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Ferramentas pensadas para descentralização de textos e conteúdos diversos foi apresentada através da Ikiwiki, ferramentas que possibilita um uso offline da plataforma. Ideal para comunidades da Amazônia que não possuírem sinal fixo de internet.

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no Centro da Formação estava o sistema Operacional Gnu Etertic, na sua versão 10, batizada de kuntur, desenvolvido por Javier Obregón com apoio da rede de rádios comunitárias e software livre, sistema focado na liberação de radio comunitárias,

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Rbg Rádio

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